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sexta-feira, 14 de junho de 2019

A Seta da Morte

A Fé Pela Qual Eu Vivo

14 de junho
A Seta da Morte

Oxalá (Quem dera!/Tomara!) fossem sábios! que isto entendessem, e atentassem para o seu fim. Deut. 32:29.

O Senhor “não aflige nem entristece de bom grado os filhos dos homens”. Lam. 3:33. “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece daqueles que O temem. Pois Ele conhece a nossa estrutura; lembra-Se de que somos pó.” Sal. 103:13 e 14. Conhece Ele o nosso coração, pois lê todos os segredos da alma. … Conhece o fim desde o princípio. Muitos serão levados a repousar antes que a prova de fogo do tempo de tribulação venha sobre o nosso mundo. …

Se Jesus, o Redentor do mundo, orou: “Meu Pai, se é possível, passa de Mim este cálice”; e acrescentou: “Todavia, não seja como Eu quero, mas como Tu queres” (Mat. 26:39), quão apropriado é que os seres finitos façam a mesma entrega à sabedoria e vontade de Deus! Conselhos Sobre Saúde, págs. 375 e 376.

Não teremos senão o curto espaço de uma existência aqui, e não sabemos quão breve a seta da morte pode nos ferir o coração. Não sabemos quão pronto seremos chamados a abandonar o mundo e todos os seus interesses. Estende-se diante de nós a eternidade. A cortina está a ponto de se erguer. Uns poucos anos apenas, e para todos os que ora são contados entre os vivos, sairá o decreto:

“Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem é sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda.” Apoc. 22:11.

Estamos nós preparados? Conhecemos a Deus, o Governador do Céu, o Legislador, e a Jesus Cristo a quem Ele enviou ao mundo com o Seu representante? Quando a obra de nossa vida terminar, estaremos aptos a dizer, como Cristo, nosso exemplo:

“Eu glorifiquei-Te na Terra, tendo consumado a obra que Me deste a fazer. Manifestei o Teu nome.”? João 17:4 e 6.

Os anjos de Deus nos estão procurando atrair de nós mesmos e das coisas terrenas. Não os façais trabalhar em vão. A Ciência do Bom Viver, pág. 454.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 - Pág. 171
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