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domingo, 17 de março de 2019

O Homem – Livre Agente Moral

A Fé Pela Qual Eu Vivo
17 de março
O Homem – Livre Agente Moral

Se alguém quiser fazer a vontade dEle, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se Eu falo de Mim mesmo. João 7:17.

O homem foi criado como um ser moral livre. Como os habitantes de todos os outros mundos, devia ser sujeito à prova da obediência; mas nunca é levado a uma posição tal em que render-se ao mal se torne coisa forçosa. Nenhuma tentação ou prova se permite vir àquele que é incapaz de resistir. Deus nos proveu de tão amplos recursos, que o homem jamais ter-se-ia encontrado na contingência de ser derrotado no conflito com Satanás. Patriarcas e Profetas, págs. 331 e 332.

Satanás é o grande originador do pecado; contudo isso não desculpa o pecado de ninguém, porque ele não pode forçar os seres humanos a fazer o mal. Tenta-os, procurando mostrar o pecado como sendo atrativo e agradável; mas terá que deixar que a pessoa decida praticá-lo ou não. … O homem é um ser moral livre para aceitar ou recusar. A conversão é um processo que a maior parte não aprecia. Não é coisa de pouca importância transformar uma mente terrena e amante do pecado e levá-la a compreender o inefável amor de Cristo, o encanto de Sua graça e a excelência de Deus, de modo que a mente seja impregnada de amor divino. Testimonies, vol. 2, pág. 294.

Foi feita toda a provisão; tudo no plano de Deus foi providenciado de modo a não ser o homem deixado a seus próprios impulsos e à sua força finita para travar luta contra os poderes das trevas; pois certamente seria derrotado se fosse deixado à sua própria sorte. Comentário Bíblico Adventista, vol. 6, pág. 1.120.

Como redimido agente moral livre, resgatado por preço infinito, Deus vos chama a declarar vossa liberdade e, como súditos livres do reino do Céu, a empregardes as faculdades por Ele concedidas. … Deveis recusar sujeitar-vos ao poder do mal. Mensagens aos Jovens, págs. 29 e 30.

Permiti que se aposse de vós um solene e inalterável propósito: decidi no poder e graça de Deus que de agora em diante vivereis para Ele, e que nenhuma consideração de ordem terrena venha a persuadir-vos a renunciar a lei divina dos Dez Mandamentos. Review and Herald, 9 de outubro 1894.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 82
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