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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Oseias 5 Comentário Pr Heber Toth Armí

Oseias 5 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Desprezar a Deus equivale a arruinar a vida. O declínio espiritual causa ruína física e material, rouba a paz e a tranquilidade, promove o perigo e atrai o castigo divino. 

Medite na Bíblia!

Após conceber três filhos da prostituta Gômer (Jezreel, Lo-ammi e Lo-ruama) a mensagem se define. Baseando-me em Duane A. Garret, exponho este esboço para maior compreensão da mensagem de Oseias:

1. Jezreel: Queixa geral

• Nem fidelidade, nem amor, nem conhecimento de Deus (4:1);
• Lista de delitos (4:2);
• Resultado (4:3).

2. Lo-ammi: Os três grupos de culpados

• Líderes religiosos (4:4-10);
• Transição: Provérbios sobre linguagem (4:11);
• Superstição do povo (4:12-13a);
• Mulheres cargos desestimados por propósitos retóricos (4:13b-14).

3. Lo-ruama: Três advertências para Israel e Judá

• A apostasia de Israel é uma advertência para Judá (4:15-19);
• Israel conduz Judá ao pecado (5:1-7);
• Israel e Judá enfrentam à ira de Deus (5:8-15).

Ninguém deveria liderar pecados ou ser uma influência a favor do mal. Pior ainda quando líderes espirituais se tornam líderes do pecado e exercem influência maligna ao povo de Deus. Assim, no antigo Israel, “aqueles que deviam ter sido baluartes espirituais, conduzindo o povo de volta à genuína relação com Deus, estavam sendo uma desonra para Seu nome” (Robert H. Pierson).

A profecia de Oseias 5 cumpriu-se quando a Assíria invadiu Israel em 725 a.C., conquistou Samaria em 722 a.C., e destruiu as cidades fortificadas de Judá, exceto Jerusalém, em 701 a.C. Israel e Judá aliam-se com a Assíria, contudo a ruína os alcança; pois, deveriam ter-se aliado a Deus (vs. 13-14). Apesar de ignorado, Deus esperaria o arrependimento, mesmo sem evidências de que os pecadores se arrependeriam (vs. 4-5, 15).

A profecia de Oseias 5 tem grandes ensinamentos para nós atualmente:

• Deus permite a ruína causada pelo pecado para que nos voltemos para Ele e Sua graça;
• A liderança espiritual tem culpa por negligenciar a função outorgada por Deus, mas o povo também não está isento de culpa quando não há líderes para corrigi-lo;
• A disciplina divina visa à restauração física, mental, espiritual e moral do povo negligente;
• Deus quer líderes fortes na fé e liderados dedicados ao Seu serviço antes que venha o juízo;
• Tudo o que Deu faz visa nossa restauração total, e salvação!

Vivamos os propósitos divinos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Oseias 4 Comentário Pr Heber Toth Armí

Oseias 4
Comentário Pr Heber Toth Armí

Quando entendemos mais de novelas do que do evangelho, quando sabemos mais de jogos eletrônicos do que da Bíblia, quando estamos mais informados do mundo dos esportes (ou dos artistas) que do reino de Deus ou mais preocupamos com a bateria do celular do que exercitar a fé... consequentemente, as coisas espirituais não recebem prioridades...

Isso significa tirar Deus do trono do nosso coração e colocar coisas insignificantes no lugar; a partir daí nossa existência torna-se sem sentido e, a religião torna-se vazia de propósitos. 

• Colocar qualquer coisa no lugar de Deus é prostituição ou adultério espiritual.
• Infidelidade espiritual é mais trágica e pior que infidelidade conjugal.

Há mais de 20 referências à prostituta ou prostituição nos 14 capítulos do profeta Oseias (1:2; 2:2, 4; 3:3; 4:10-15, 18; 5:3-4; 6:10; 9:1), além de outras palavras associadas elas (2:2; 3:1; 4:2, 13-14; 7:4). Certamente que o infiel e o imoral não vão entrar no Céu (Apocalipse 18:1-24; 21:8, 27).

Leia mais sobre a prostituição espiritual do povo de Deus (Ezequiel 16:8-26) e depois observe atentamente o esboço do capítulo em análise:

• A falta de espiritualidade genuína promove uma existência de pecaminosidade intensa (vs. 1-3);
• A ignorância da Palavra de Deus é notável na falta de discernimento até mesmo do líder religioso, por isso aumenta a sensualidade, a imoralidade, a perversidade e a desvalorização da espiritualidade bíblica entre o povo em geral (vs. 4-11).
• A insensatez espiritual gera corrupção religiosa, ilude o coração e atrai o julgamento divino (vs. 12-14).
• A rebeldia e a infidelidade espiritual exige uma reação radical e sobrenatural da parte de um Deus moral que anseia salvar pecadores condenados pelos seus maus atos (vs. 15-19).

Onde não há verdadeiro conhecimento de Deus não há verdadeiro amor nem fidelidade genuína. Os pecados se proliferam abundantemente. Sensualidade e bebedeiras, idolatria e prostituição ocupam o lugar do verdadeiro culto a Deus.

Onde os líderes religiosos são indiferentes às revelações divinas o povo descamba para prazeres baixos, a superstição ganha força, e surgem as aberrações religiosas.

Onde a apostasia encontra a porta aberta entra junto a arrogância, a rebeldia, a sensualidade e a idolatria; somente uma disciplina divina poderá colocar uma igreja assim em harmonia com os princípios de vida revelados na Bíblia.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Oseias 3 Comentário Pr Heber Toth Armí

Oseias 3
Comentário Pr Heber Toth Armí

Deus quer falar profunda e graciosamente ao teu coração. Aviva tua espiritualidade. Leia os cinco versículos deste capítulo e faça anotações. 

• Ore para extrair lições de vida.

Oseias profetizou antes do cativeiro babilônico. Ele falou ao povo do grande amor que Deus. Porém, Israel era indiferente, devido ao amor desvirtuado pelo pecado. 

Para mudar estes conceitos e revelar Quem realmente Ele é, Deus usou uma estratégia radical. Fez de Oseias, cujo nome significa “salvação” ou “Deus salva”, e da vida do profeta, o sermão para atrair a atenção daqueles que não queriam ouvir pregação nenhuma da parte de Deus.

Assim, Deus...

• ...ordenou que o profeta se casasse com uma prostituta, e com ela formasse uma família com três filhos (Oseias 1).
• ...alertou ao povo o que aconteceria caso se divorciasse dEle rejeitando a aliança que fizera no passado (Oseias 2).
• ...voltou a ordenar ao profeta a buscar sua esposa que o havia abandonado para adulterar. Gômer, a prostituta, e agora adúltera, foi resgatada, custando caro ao profeta (Oseias 3).

Gomer ilustra Israel e também a cada um de nós. Oseias representa o amor indescritível de Deus por nós, que temos comportamentos repugnantes e reprováveis.

Observe atentamente os seguintes pontos:

1. Mais do que casar com Gômer, Deus pede ao profeta que ame a prostituta/adúltera (v. 1);
2. O profeta deveria ter atitudes que dariam valor a Gômer (v. 2);
3. O amor que resgata exige mudanças comportamentais (v. 3):
a) Fidelidade;
b) Compromisso absoluto.
4. O sermão da vida de Oseias recebe explicação (vs. 4-5):
a) A espera de Gômer por Oseias refere-se ao exílio babilônico, devido ao adultério espiritual;
b) O amor de Oseias e aceitação de volta de Gômer revela que Deus aceitaria Israel quando voltasse para Ele.

Mulheres adúlteras deveriam morrer (Levítico 20:10); portanto, Deus deveria eliminar a Israel, entretanto decidiu amá-lo. Assim também Oseias deveria amar Gômer (v. 1).

A ordem em Oseias 3:1 é mais íntima que a de Oseias 1:2, revelando que nada ofusca o amor de Deus por nós. Todavia, comprometer-se com Deus altera radicalmente nosso comportamento, principalmente nossa fidelidade.

O amor divino dá valor a quem não tem; contudo, ele exige responsabilidades (Êxodo 19:5-6; I Pedro 1:13-25; 2:9-10).

Responderemos a esse amor com responsabilidade? – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Martirizado por amor de Cristo,

Martirizado por amor de Cristo, 21 de Novembro


Todos os que estavam assentados no Sinédrio, fitando os olhos em Estêvão, viram o seu rosto como se fosse rosto de anjo. Atos dos Apóstolos 6:15.

Estêvão, o principal dos sete diáconos, era homem de profunda piedade e grande fé. ... Era muito ativo na causa de Cristo e com ousadia proclamava a sua fé. Ilustrados rabinos e doutores da lei empenharam-se em discussão pública com ele, esperando confiantemente uma fácil vitória. Mas “não podiam resistir à sabedoria, e ao espírito com que falava”. ...

Vendo os sacerdotes e príncipes o poder que acompanhava a pregação de Estêvão, encheram-se de ódio atroz. ... Agarraram Estêvão e o trouxeram perante o concílio do Sinédrio para ser julgado. ...

Saulo de Tarso estava presente e tomou parte importante contra Estêvão. Trouxe o peso da eloqüência e a lógica dos rabis a atuarem no caso, para convencer o povo de que Estêvão estava pregando doutrinas enganadoras e perigosas; mas em Estêvão encontrou quem tinha plena compreensão dos propósitos de Deus em propagar o evangelho às outras nações. ...

Nos rostos cruéis em redor de si, o prisioneiro leu a sua sorte; mas não vacilou. Para ele o temor da morte desaparecera. Para ele os coléricos sacerdotes e a turba irada não ofereciam terror. O quadro que diante dele estava se desvaneceu de sua vista. Para ele as portas do Céu estavam abertas, e, olhando por elas, viu a glória da corte de Deus, e Cristo, em pé como que Se havendo levantado de Seu trono precisamente então, para dar auxílio a Seu servo. — Atos dos Apóstolos, 97, 98, 100, 101.

Em todos os séculos os escolhidos mensageiros de Deus têm sido ofendidos e perseguidos; não obstante, mediante seus sofrimentos foi o conhecimento de Deus disseminado no mundo. ... Quando o nobre e eloqüente Estêvão foi apedrejado... não houve nenhum prejuízo para a causa do evangelho. A luz do Céu a iluminar-lhe o semblante, a divina compaixão que transpirava de sua oração quando moribundo, foram qual penetrante seta de convicção para os fanáticos membros do Sinédrio ali presentes, e Saulo, o fariseu perseguidor, tornou-se um vaso escolhido para levar diante dos gentios, dos reis e dos filhos de Israel, o nome de Cristo. — Atos dos Apóstolos, 97, 98, 100, 101.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Oseias 2 Comentário Pr Heber Toth Armí

Oseias 2
Comentário Pr Heber Toth Armí

O livro de Oseias contém uma impactante mensagem de infinita graça. Observe este pensamento de G. Compbell Morgam:

“Encontramos no livro de Oseias uma das revelações mais impressionantes da verdadeira natureza do pecado e uma das interpretações mais nítidas da força do amor divino. É impossível ler a história desse profeta sem perceber a agonia de seu coração e, em seguida, transferi-la do nível humano para o infinito e entender que o pecado fere o coração de Deus”.

As palavras de William MacDonald são complementares: “Talvez nossa aversão à ideia do casamento com uma mulher imoral ilustre com nitidez ainda maior a graça de Deus que suporta os pecados de Israel (e da igreja!), apesar de ser mais santo do que qualquer profeta ou pastor. [...] A história por trás da profecia retrata, de maneira muito mais vívida do que seria possível apenas por meio de palavras, a graça maravilhosa do Senhor para com Seu povo infiel e, por aplicação, para com todos os pecadores que deixam seus caminhos maus e se voltam para o Deus de amor”.

• Deus não limitou Sua graça no Antigo Testamento para esbanjá-la no Novo Testamento.
• Graça no Antigo Testamento não é inferior à graça revelada no Novo Testamento. 

O amor santo de Deus motiva aos pecadores a abandonarem pecados específicos, como:

• Infidelidade conjugal: Idolatria é adultério espiritual. Qualquer coisa colocada no lugar de Deus é idolatria: lazer, trabalho, dinheiro – até não ter tempo para Deus é idolatrar a qualquer coisa – um desprezo Àquele que nos dá o tempo, a vida, ou seja, tudo (vs. 1-5).
• Divórcio religioso: Divorciar-se de um Deus extremamente amoroso é a pior das ingratidões. Infidelidade a Deus significa ter casos com o diabo, trocar o Abençoador pelo destruidor. Por isso, Deus preza pela fidelidade! (vs. 5-9).
• Hipocrisia: Vida de aparência pode até manter o casamento, mas está desprovida de relacionamento genuíno. Deus não nos quer hipócritas, mas íntegros (vs. 10-13).
• Indiferença: O amor intenso e atraente de Deus almeja restaurar corações indiferentes; Deus está disposto a qualquer coisa para ter nosso amor e fidelidade de volta – Ele quer restaurar o relacionamento quebrado pelo pecado (vs. 14-23).

Deus ama mesmo quando não vale a pena! Portanto, vale a pena amar a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Abusando dos bens de Deus

Abusando dos bens de Deus, 20 de Novembro


Quando fizeres algum voto ao Senhor, teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o Senhor, teu Deus, certamente, o requererá de ti. Deuteronômio 23:21.

A breve mas terrível história de Ananias e Safira foi traçada pela pena da inspiração para benefício de todos quantos professam ser seguidores de Cristo. Essa importante lição não tem penetrado suficientemente no espírito de nosso povo. ... Essa assinalada demonstração da justiça retribuidora de Deus, é terrível, e deve levar todos a temerem e tremerem de repetir pecados que trouxeram tal punição. ...

Ananias e sua esposa Safira haviam tido o privilégio de ouvir o evangelho pregado pelos apóstolos. ... Enquanto se achavam sob a direta influência do Espírito de Deus, fizeram o voto de dar ao Senhor certas terras; ao dissipar-se, porém, essa influência celeste, a impressão era menos forte, e eles começaram a duvidar e a recuar do cumprimento do voto que haviam feito. ... Primeiro, foi nutrida a cobiça; depois, envergonhados de que os irmãos soubessem que sua alma egoísta tinha má vontade de dar aquilo que haviam solenemente consagrado e prometido a Deus, foi praticado o engano. ... Quando convictos de sua falsidade, o castigo deles foi morte instantânea. — Testemunhos Selectos 1:541, 542.

Não apenas para a igreja primitiva, mas para todas as gerações futuras, este exemplo de como Deus aborrece a cobiça, a fraude, a hipocrisia, foi dado como um sinal de perigo. ... Quando o coração é tocado pela influência do Espírito Santo, e é feito um voto de dar certa importância, aquele que fez o voto não tem mais nenhum direito sobre a porção consagrada. Promessas desta espécie feitas aos homens são olhadas como obrigatórias; seriam menos obrigatórias as feitas a Deus? São as promessas julgadas no tribunal da consciência menos obrigatórias que as escritas nos contratos humanos? ...

Muitos gastam dinheiro prodigamente na satisfação própria. Homens e mulheres consultam o prazer e satisfazem o gosto, ao passo que levam para Deus, quase de má vontade, uma oferta mesquinha. Esquecem-se de que um dia Deus pedirá estrita conta de como Seus bens foram usados, e que não aceitará a insignificância que levam à tesouraria, mais do que aceitou a oferta de Ananias e Safira. — Atos dos Apóstolos, 74, 75.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.

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Oseias 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

Oseias 1
Comentário Pr Heber Toth Armí

 Quando parece que nada mais tem jeito, Deus dá jeito de restaurar!

O profeta Oseias “não começa com coisas serenas, nem de fato exorta, com gentileza, o povo a se arrepender, nem adota um curso tortuoso para suavizar a aspereza de sua doutrina. Demonstra que nada dessa espécie ele usava, mas diz, que havia sido enviado tal como arautos ou mensageiros que proclamam a guerra. O começo, então, do que o Senhor falou através de Oseias foi isto: ‘Esse povo é uma raça adulterina, todos nascem, por assim dizer, de meretriz, o reino de Israel é o mais imundo dos bordeis; e agora eu os repudio e rejeito, não mais os tenho como meus filhos’. Era uma veemência incomum” (João Calvino).

“Ora, se for perguntado por que Deus estava tão grandemente descontente, por que Ele primeiro não pediu aos homens vis para voltar para Si – visto que o método usual parece ter sido que o Profeta tentasse, por um discurso amável e paternal, restaurar a uma mente sã aqueles que tivessem se apartado da pura adoração a Deus – por que, então, Deus não adotou esse curso ordinário? Contudo, daqui inferimos” – diz Calvino – “que as doenças do povo eram incuráveis. O Profeta, sem dúvida, proclama aqui, de modo evidente, que foi enviado por Deus quando o estado de coisas era quase insanável. Sabemos, certamente, que Deus não tem o costume de lidar tão severamente com os homens, senão quando haja tentado todos os outros remédios; e isso pode, indubitavelmente, ser facilmente descoberto pelos registros da Escritura”.

Certamente, Deus não desiste de tentar nos salvar. Observe este esboço com atenção:

Casamento de Oseias e nascimento de seus filhos:

• Mandato de casamento (v. 2);
• Nascimento de Jezreel (vs. 3-5);
• Nascimento de Lo-Ruama ou Não-Amada (vs. 6-7);
• Nascimento de Lo-Ami ou Não-Meu-Povo (vs. 8-9);
• Mudança de nomes revela esperança (1:10-2:1).

Duas mensagens gerais podem ser extraídas deste texto profético:

1. Ignorar a Deus, substituí-lO por qualquer coisa, viver relaxadamente a religião, são tipos de adultério ou prostituição espiritual que ofendem terrivelmente a Deus.
2. Deus é bondoso e anseia restaurar inclusive aqueles que não têm mais jeito, oferece graça a quem está na pior das desgraças.

Frente a situações desesperadoras, Deus promove a bendita esperança. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

domingo, 19 de novembro de 2017

Liberdade religiosa

Liberdade religiosa, 19 de Novembro


Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido. Atos dos Apóstolos 4:19, 20.

No dia seguinte ao da cura do coxo, Anás e Caifás, com os outros dignitários do templo, reuniram-se para o julgamento, e os prisioneiros foram trazidos perante eles. No mesmo recinto, e diante de alguns dos mesmos homens, Pedro tinha vergonhosamente negado seu Senhor. Isto lhe veio claramente à memória, ao comparecer ele próprio para ser julgado. Agora tinha oportunidade para reparar sua covardia. ...

Mas o Pedro que negara a Cristo na hora de sua maior necessidade, era impulsivo e cheio de confiança própria, diferindo grandemente do Pedro que fora trazido perante o Sinédrio para ser interrogado. Depois de sua queda ele se havia convertido. Não era mais orgulhoso e jactancioso, mas modesto e sem confiança em si mesmo. Estava cheio do Espírito Santo, e pelo auxílio deste poder estava resolvido a remover a mancha de sua apostasia, honrando o nome que repudiara. ...

O princípio pelo qual os discípulos se mantiveram tão destemidamente quando, em resposta à ordem de não falarem mais no nome de Jesus, declararam: “Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós que a Deus” (Atos dos Apóstolos 4:19), é o mesmo que os adeptos do evangelho se esforçaram por manter nos dias da Reforma. ...

Este princípio, temos de manter firmemente em nossos dias. A bandeira da verdade e da liberdade religiosa desfraldada pelos fundadores da igreja evangélica e pelas testemunhas de Deus durante os séculos decorridos desde então, foi, neste último conflito, confiada a nossas mãos. ... 
Cumpre-nos reconhecer o governo humano como uma instituição designada por Deus, e ensinar obediência ao mesmo como um dever sagrado, dentro de sua legítima esfera. Mas, quando suas exigências se chocam com as reivindicações de Deus, temos que obedecer a Deus de preferência aos homens. A Palavra de Deus precisa ser reconhecida como estando acima de toda a legislação humana. Um “Assim diz o Senhor”, não deve ser posto à margem por um “Assim diz a igreja”, ou um “Assim diz o Estado”. A coroa de Cristo tem de ser erguida acima dos diademas de autoridades terrestres. — Atos dos Apóstolos, 62, 63, 68, 69.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Daniel 12 Comentário Pr Heber Toth Armí

Daniel 12 
Comentário Pr Heber Toth Armí

O último capítulo de Daniel é o ápice da profecia, não só do livro desse profeta, mas de todo o Antigo Testamento. 

O capítulo em análise encerra não só a profecia iniciada no capítulo 10, mas todo o livro de Daniel. Para uma visão mais abrangente, observe as divisões da última profecia que Daniel recebeu, conforme apresentadas por Samuel Nuñez:

• Daniel contempla dois seres sobrenaturais e dialoga com Gabriel (10:1-21);
• O discurso profético do anjo Gabriel: Desde a Pérsia até a intervenção de Miguel (11:1-12:4);
• Daniel contempla outros dois seres sobrenaturais e dialoga com o varão vestido de linho (12:5-13).

O início de Daniel 12 conecta-se com Daniel 11. Os reis do Norte e do Sul e os países mundiais, envolvidos no conflito com Deus e Seu povo verão Miguel levantando-Se no tempo de maior angústia mundial, para dar fim à história do pecado e suas terríveis consequências.

Destacamos as seguintes citações de estudiosos:

• “No capítulo 12 conhecemos os ganhadores de almas, ou seja, ‘os que ensinam a justiça à multidão’ (12:3). É também onde encontramos o texto mais claro do Antigo Testamento sobre a ressurreição (v. 2). Aqui também o livro de Daniel indica a conclusão do grande conflito entre Cristo e Satanás através da palavra ‘salvo’ (v. 1)” (Gergard Pfandl).
• “O livro termina com a promessa a Daniel de que ele estará entre os que se levantam no dia final para receber sua parte na herança do povo de Deus (12:13). Esta é uma promessa bem-aventurada que se oferece a todos os que oferecem sua lealdade a Miguel, o Filho do Homem, o Cristo de Deus” (William Shea).
• “A luz que Daniel recebeu de Deus foi dada especialmente para estes últimos dias. As visões que ele viu às margens do Ulai e do Hidéquel, os grandes rios de Sinear, estão agora em processo de cumprimento, e logo ocorrerão todos os acontecimentos preditos” (Ellen G. White).
• “O capítulo 12 de Daniel é o epílogo glorioso da cátedra profética final dada por Gabriel. Nela revela ao profeta que os dias finais deste mundo estarão pautados por dificuldades para o povo de Deus mas também de maravilhas que darão, finalmente, passo à eternidade que desfrutarão os fieis junto ao Messias” (Merlyn Alomía).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rbhw #ebiblico #rpsps

sábado, 18 de novembro de 2017

Tomé, o incrédulo

Tomé, o incrédulo, 18 de Novembro


Disse-lhe Jesus: Porque Me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram! João 20:29.

Quando Jesus Se encontrou pela primeira vez com os discípulos no cenáculo [depois da ressurreição], Tomé não se achava com eles. Ouviu a narração dos outros, e teve abundantes provas de que Jesus tinha ressuscitado; mas a tristeza e a incredulidade enchiam-lhe o coração. ... Estava decidido a não crer, e por uma semana inteira aninhou aqueles infelizes pensamentos, que pareciam tanto mais sombrios quando contrastavam com a esperança e a fé dos irmãos. ... Amava ardentemente ao Senhor, mas permitira que ciúme e incredulidade lhe tomassem posse da mente e do coração. — O Desejado de Todas as Nações, 806, 807.

Firmemente, e com confiança em si próprio, afirmou que não creria, a menos que
pusesse os dedos nos sinais dos cravos, e a mão no lado em que a lança cruel fora arremessada. ... Quando Jesus de novo Se encontrou com os discípulos, Tomé estava com eles, ... e Jesus lhe deu a prova que desejara. — Primeiros Escritos, 188.

O coração saltou-lhe de alegria, e lançou-se aos pés de Jesus, exclamando: “Senhor meu, e Deus meu!” João 20:28. Jesus lhe aceitou o reconhecimento, mas reprovou brandamente sua incredulidade. ...

Muitos que, à semelhança de Tomé, esperam que desapareça todo motivo de dúvida, nunca hão de realizar seu desejo. Confirmam-se gradualmente na incredulidade. ...

Na Sua maneira de tratar com Tomé, Jesus deu uma lição para Seus seguidores. Seu exemplo nos mostra como devemos tratar aqueles cuja fé é fraca, e põem suas dúvidas em destaque. Jesus não esmagou a Tomé com censuras, nem entrou com ele em discussão. Revelou-Se ao duvidoso. Tomé fora muito irrazoável em ditar as condições de sua fé, mas Jesus, por Seu generoso amor e consideração, derribou todas as barreiras. Raramente se vence a incredulidade pela discussão. ... Mas revele-Se Jesus, em Seu amor e misericórdia, como o Salvador crucificado e, de muitos lábios dantes contrários, ouvir-se-á a frase de reconhecimento, proferida por Tomé: “Senhor meu, e Deus meu!” João 20:28. — O Desejado de Todas as Nações, 807, 808.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Daniel 11 Comentário Pr Heber Toth Armí

Daniel 11
Comentário Pr Heber Toth Armí

Não vai demorar, e Deus que é intolerante a heresias e blasfêmias intervirá para erradicar o mal; nessa ocasião, Seu caráter e os salvos serão vindicados.
Estude o capítulo em pauta que trata do...
• Império Medo-Persa (vs. 1-2);
• Império Grego (vs. 3-13);
• Império Romano (vs. 14-22);
• Império eclesiástico romano (vs. 23-44);
• Tempo do fim, antes da instituição do reino de Deus (vs. 40-45).
Existe no versículo 21 uma “referência à morte de Jesus na cruz, e esta nos ajuda a seguir a linha do tempo em Daniel 11 e 12. O Messias foi quebrado quando foi pregado na cruz sob o imperador romano Tibério (14-37 d.C.). O ‘homem vil’ em Daniel 11:21 provavelmente é Tibério”, comenta Gerhard Pfandl.
Embora longo e com muitos detalhes, o capítulo tem duas seções: “Na primeira seção [vs. 1-22], a ação entre o reino do norte e do sul tem muito que ver com assuntos do povo de Deus; a batalha é essencialmente uma de porte espiritual que culmina com a aparição do Messias e sua confirmação do pacto ‘com muitos’ mediante Sua morte”, explica William Shea.
E continua Shea: “Da mesma forma, a segunda seção da profecia (vs. 23-45), embora marcada por termos de reinos e conflitos, refere-se às batalhas espirituais entre o povo e a verdade de Deus por um lado, e por outro o poder perseguidor que procura obscurecer o Santuário de Deus no Céu e a salvação ministrada ali para nós por nosso fiel Sumo Sacerdote, Jesus Cristo”.
Em toda a história, o fiel povo de Deus...
• Conhece intimamente ao verdadeiro Deus (v. 32)
• Entende e ensina a Palavra de Deus (v. 33);
• Recebe auxílio e é purificado (vs. 33-35).
Neste capítulo contendo batalhas, derramamento de sangue e conflitos políticos nota-se que Deus...
• Se interessa muito no que acontece aos seres humanos;
• Se importa com o sofrimento, hostilidades e dificuldades dos Seus servos;
• Se preocupa com detalhes da complexa e difícil experiência humana;
• Se envolve nas atividades dos pecadores visando conduzir a história a um fim glorioso;
• Auxilia aos que carecem de ajuda nas agruras experiências da existência.

Este comentário está limitado pelo tempo e espaço, porém continue estudando e se reavivando ao aprofundar-se em sua mensagem; pois, o fim está próximo. Preparemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Não mais amigos secretos, 17 de Novembro


José de Arimatéia (o que era discípulo de Jesus, mas oculto, por medo dos judeus) rogou a Pilatos que lhe permitisse tirar o corpo de Jesus. E Pilatos lho permitiu. Então, foi e tirou o corpo de Jesus. E foi também Nicodemos (aquele que, anteriormente, se dirigira de noite a Jesus), levando quase cem libras de um composto de mirra e aloés. João 19:38, 39.

Nem José nem Nicodemos haviam aceito abertamente o Salvador enquanto vivera. Sabiam que esse passo os excluiria do Sinédrio, e esperavam protegê-Lo por sua influência nos conselhos. Por algum tempo, pareceu haverem sido bem-sucedidos; mas os astutos sacerdotes, vendo como favoreciam a Cristo, embargaram-lhes os planos. Em sua ausência, fora Jesus condenado e entregue para ser crucificado. Agora, que estava morto, não mais ocultaram sua afeição para com Ele. Enquanto os discípulos temiam mostrar-se abertamente como Seus seguidores, José e Nicodemos foram ousadamente em seu auxílio. ...

Nicodemos, ao ver Cristo erguido na cruz, lembrou-se das palavras que Ele proferira à noite, no Monte das Oliveiras: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:14, 15.

Naquele sábado, enquanto Jesus Se achava no sepulcro, Nicodemos teve ensejo de refletir. Uma luz mais clara iluminou-lhe o espírito, e as palavras que Jesus lhe dirigira não continuaram mais um mistério para ele. Sentiu haver perdido muito por não se ter ligado ao Salvador enquanto vivera. Recordou então os acontecimentos do Calvário. A súplica de Cristo por Seus assassinos, e a resposta que dera ao pedido do ladrão moribundo, tocaram a alma do douto membro do conselho. Contemplou de novo o Salvador em Sua agonia; tornou a ouvir o derradeiro grito: “Está consumado” (João 19:30), proferido como palavras de um vencedor. Viu novamente a terra cambaleando, os Céus entenebrecidos, o véu rasgado, as rochas fendidas, e sua fé para sempre se estabeleceu.

O mesmo acontecimento que destruiu a esperança dos discípulos, convenceu José e Nicodemos da divindade de Jesus. Seus temores foram vencidos pela coragem de uma firme, inabalável fé. — O Desejado de Todas as Nações, 773-776.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org


Daniel 10 Comentário Pr Heber Toth Armí

Daniel 10
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A existência humana possui inúmeras dificuldades. Principalmente quando se quer servir a Deus numa sociedade alheia aos Seus princípios.

Sempre foi difícil servir a Deus de verdade. Oposições levantam-se por todos os lados, promovidas pelo invisível agente do mal. O profeta Daniel enfrentou desafios dificílimos; diante...

• ...da ira de Nabucodonosor contra os sábios, Daniel tornou-se alvo de morte. Ele orou. Então, Deus revelou-lhe o sonho da estátua e sua interpretação (capítulo 2).
• ...do desafio dos leões famintos, Daniel orou; então, Deus enviou Seu anjo para fechar a boca dos leões (capítulo 6);
• ...do incerto futuro dos judeus, Daniel orou; então, veio Gabriel, o mais elevado anjo, para auxiliar o profeta na interpretação da visão (capítulo 9).
• ...da preocupação com aqueles que retornaram do exílio a Jerusalém, Daniel orou; então, Gabriel e Miguel (Jesus) vieram auxiliá-lo (capítulo 10).

G. Arthur Keouth divide Daniel 10 em duas partes:

1. Cristo aparece a Daniel:
• O jejum de Daniel (vs. 1-3);
• Cristo Se revela (vs. 4-6);
• Só Daniel tem a visão (v. 7);
• A reação de Daniel diante da presença de Cristo (vs. 8-9).

2. Gabriel fala com Daniel:
• Conforta a Daniel (vs. 10-11);
• Explica o propósito de sua chegada (vs. 12-14);
• A reação de Daniel diante da presença de Gabriel (vs. 15-17);
• Gabriel prepara o terreno para a visão que se seguirá (vs. 18-21).

A teologia deste capítulo mostra que “enquanto Satanás estava procurando influenciar as mais altas autoridades no reino da Medo-Pérsia para que não mostrassem favor ao povo de Deus, anjos trabalhavam no interesse dos exilados. Era uma controvérsia na qual todo o Céu estava interessado. Por intermédio do profeta Daniel é-nos dado um lampejo desta poderosa luta entre as forças do bem e as do mal. Durante três semanas Gabriel se empenhou na luta com os poderes das trevas, procurando conter as influências em operação na mente de Ciro; e antes que a contenda terminasse, o próprio Cristo veio em auxílio de Gabriel” (Ellen G. White).

Quando nos preocupamos e investimos nossas energias em orações e jejuns, Deus...

• ...amplia nossa visão e percebemos um grande conflito, do qual somente dependendo de Cristo poderemos vencer;
• ...envia Seu anjo e o próprio Cristo para atender-nos;
• ...conforta, fortalece, orienta...

Então, vamos orar e jejuar mais? – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

“Lembra-te de mim”

“Lembra-te de mim”, 16 de Novembro


E disse a Jesus: Senhor, lembra-Te de mim, quando entrares no Teu reino. Lucas 23:42.

A Cristo, em Sua agonia na cruz, sobreveio um raio de conforto. Foi a súplica do ladrão arrependido. ... Este não era um criminoso endurecido; extraviara-se por más companhias. ... Vira e ouvira Jesus, e ficara convencido, por Seus ensinos, mas dEle fora desviado pelos sacerdotes e príncipes. Procurando abafar a convicção, imergira mais e mais fundo no pecado, até que foi preso, julgado como criminoso e condenado a morrer na cruz.

No tribunal e a caminho para o Calvário, estivera em companhia de Jesus. Ouvira Pilatos declarar: “Não acho nEle crime algum.” João 19:4. Notara-Lhe o porte divino, e Seu piedoso perdão aos que O atormentavam. ... Volve-lhe a convicção de que Este é o Cristo. Voltando-se para seu companheiro no crime, diz: “Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação?” Lucas 23:40. Os ladrões moribundos não mais têm a temer os homens. Mas um deles é assaltado pela convicção de que há um Deus a temer, um futuro a fazê-lo tremer. E agora, todo poluído pelo pecado como se acha, a história de sua vida está a findar. ...

Quando condenado por seu crime, o ladrão ficara possuído de desânimo e desespero; mas pensamentos estranhos, ternos, surgem agora. Evoca tudo quanto ouvira de Jesus. ... O Espírito Santo ilumina-lhe a mente, e pouco a pouco se liga a cadeia das provas. Em Jesus ferido, zombado e pendente da cruz, vê o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Num misto de esperança e de agonia em sua voz, a desamparada, moribunda alma atira-se sobre o agonizante Salvador. “Senhor, lembra-Te de mim, quando vieres no Teu reino.” Lucas 23:42 (TT).

A resposta veio pronta. Suave e melodioso o acento, cheias de amor, de compaixão e de poder as palavras: “Na verdade te digo hoje, que serás comigo no Paraíso.” Lucas 23:43. ... Ao ladrão contrito sobreveio a perfeita paz da aceitação de Deus. — O Desejado de Todas as Nações, 749-751.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org


Daniel 9 Comentário Pr Heber Toth Armí

Daniel 9 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Depois da queda de Babilônia os judeus permaneciam no exílio. Daniel orou e intercedeu pelo povo (vs. 1-19) e Deus atendeu e surpreendeu-nos (vs. 20-27).

• Deus é especialista em atender as súplicas do coração impaciente. Quanto mais quando visa buscar orientação em Sua revelação.

Daniel, que estava no cativeiro com os judeus. Ele sabia que em 70 anos, deveria haver libertação – sua crença baseava-se nas profecias das Escrituras (Jeremias 25:1-14; 29:10-14).

Deus, respondendo a angústia de Daniel, foi além da libertação dos judeus. Deus Lhe mostrou o Libertador do mundo, não do cativeiro físico, mas do cativeiro espiritual. O Libertador...

• ...Faria expiação pelos pecados para justificar aos transgressores da Lei de Deus (v. 24);
• ...Seria o Ungido de Deus, o Príncipe Celestial (v. 25);
• ...Seria mais do que rejeitado pelos amantes do pecado, morreria em suas mãos (v. 26);
• ...Alcançaria seus objetivos ao cumprir as profecias acerca do Messias (v. 27).

Tais acontecimentos não estavam apenas previstos, eles tinham data marcada na agenda divina 500 anos antes. Somente uma mente incrédula não vê a maravilha da profecia bíblica.

O ponto de partida para a contagem das 70 semanas é o ano 457 a.C. Estas se dividem em três períodos conforme o texto sagrado:

• 7 semanas proféticas = 49 anos;
• 62 semanas proféticas = 434 anos proféticos;
• 1 semana profética = 7 anos proféticos.

Ao todo são 490 anos. Iniciando a contagem em 457 a.C., somando 490 anos, chegamos ao ano 34 d.C. Os sete últimos anos, correspondentes à última semana, dividem-se em três:

1. Inicia com Jesus sendo Ungido/batizado no ano 27.
2. Na metade da semana, ou seja, três anos e meio após o batismo (ano 31), Jesus foi crucificado.
3. Finaliza a semana, no ano 34, quando Estêvão foi apedrejado pelos judeus por rejeitarem Jesus.

Isaque Newton referiu-se aos últimos versículos deste capítulo como “a pedra fundamental da religião cristã”. Pois, como disse Samuel Nuñez, “de acordo com as evidências linguísticas e estruturais do poema de Daniel 9:24-27, JESUS, O CRISTO, é o único que cumpre todos os requisitos de tal profecia messiânica”.

O cativeiro neste mundo de pecado logo chegará ao fim, mas antes é preciso consagração, estudo da Bíblia, arrependimento e purificação. Portanto, estudemos e reavivemo-nos!

“Senhor, capacita-nos!” – Heber Toth Armí #rbhw #ebiblico #rpsp

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Portador da cruz

Portador da cruz, 15 de Novembro


E, quando O iam levando, tomaram um certo Simão, cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus. Lucas 23:26.

Mal havia Jesus passado a entrada da casa de Pilatos quando a cruz, preparada para Barrabás, foi trazida e colocada sobre Seus ombros feridos e sangrantes. Havia levado Seu fardo alguns metros apenas quando, devido à perda de sangue e ao excessivo cansaço e à dor, caiu desmaiado ao solo. Ao voltar a Si, a cruz foi-Lhe de novo posta sobre os ombros, e Ele forçado para a frente. Cambaleou mais alguns passos, levando Sua pesadíssima carga, e então caiu desfalecido ao chão. Os sacerdotes e príncipes não sentiram compaixão por sua Vítima sofredora, mas reconheceram que Lhe era impossível levar mais longe o instrumento de tortura. Ficaram perplexos, sem saber a quem encontrar bastante humilde para levar a cruz ao lugar da execução. Manuscrito 127.

A turba que acompanhou ao Calvário o Salvador insultou-O e dEle escarneceu, por não poder levar o madeiro. Todos presenciaram os débeis e vacilantes passos de Cristo, mas não se mostrou compaixão no coração dos que avançaram passo a passo em suas injúrias e torturas ao Filho de Deus. ...

Um estranho, Simão cireneu, vindo do campo à cidade, ouve a turba em seus zombarias e insultos; ouve a desdenhosa repetição: “Abri caminho para o Rei dos judeus!” Detém-se, atônito à contemplação da cena, e ao expressar sua compaixão, em palavras e gestos, apanham-no e o obrigam a erguer a cruz, demasiado pesada para os ombros de Cristo. ... O madeiro carregado por ele ao Calvário foi o motivo de tomar Simão sobre si a cruz de Cristo, por livre escolha, e para sempre permanecer animosamente sob esse peso. Sua associação forçada com Cristo, ao levar ao Calvário a Sua cruz, e contemplar a triste, espantosa cena e os espectadores junto à cruz, foi o meio de lhe atrair a Jesus o coração. Cada uma das palavras dos lábios de Cristo se lhe gravou na mente. ... E o coração de Simão creu. — Manuscrito 103, 1897.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

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