sábado, 3 de agosto de 2024

Empatia

Devocional Diário


Vislumbres da eternidade

3 de agosto
https://mais.cpb.com.br/meditacao/empatia-2/
Empatia

Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram. Romanos 12:15


A empatia é um dos valores mais importantes do cristianismo. Sem ela, o próprio cristianismo perderia toda a sua essência. Se existe algo que nos sensibiliza na conduta de Jesus é que Ele soube, como ninguém, praticar a empatia. Ele Se alegrou com os que se alegravam e sofreu com os que sofriam. Tocou leprosos, comeu com pessoas marginalizadas e sentou-Se para conversar com publicanos e prostitutas. Também chorou com o pranto dos amigos por ocasião da morte de Lázaro, embora soubesse que, em poucos instantes, a alegria seria devolvida pela ressurreição. Ele sentia o que as pessoas sentiam.

Somos chamados para ser empáticos como Jesus. Mas, será que realmente somos? Quem não tem empatia…

1. Não dá atenção ao que os outros dizem. Para pessoas assim, o que outros têm a dizer não é importante.

2. Sempre espera receber algo em troca. E quando não recebe nada, fica contrariado.

3. Gosta de fazer comentários negativos sobre os outros – comentários irônicos e maldosos na intenção de diminuir os demais.

Por outro lado, a pessoa empática…

1. Não somente escuta, mas também se coloca no lugar do outro, sendo capaz de sentir as dores do próximo, compreender suas circunstâncias e oferecer verdadeiras palavras de consolo. Tais palavras vêm do coração e costumam ser proferidas com afeto e demonstração de apoio.

2. Espera que o outro melhore, se estiver mal, e que permaneça feliz, se estiver bem. Sua realidade tem menos importância do que a do próximo. Não apenas diz palavras bonitas, mas traz soluções práticas para remediar a situação. Há envolvimento e comprometimento.

3. Fala amavelmente com os outros, preocupando-se não somente com o que se diz, mas também com a maneira como se diz. Sabe que a “verdade verdadeira” vem sempre envolvida em amor e carinho. Não dá desculpas para perder a cortesia.

Como você se saiu nesse teste? A vida é muito mais plena se você é uma pessoa empática. Seja para os outros o que deseja que os outros sejam para você.

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Mateus 4 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 4
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 4 – No capítulo anterior, a narrativa inspirada do batismo de Jesus foi um evento especial e crucial na revelação da atuação da Divindade na salvação da humanidade.

Ao aproximar-Se de João no rio Jordão, Jesus submete-Se ao batismo, não por necessidade de purificação, mas para cumprir toda a justiça (Mateus 3:15). Este ato simboliza Sua identificação com a humanidade e a inauguração de Seu ministério terrestre.

Durante o batismo, a presença da Trindade é manifestada de forma clara e explícita. Jesus, o Filho, está nas águas; o Espírito Santo desce em forma de pomba; e a voz do Pai se ouve do Céu (Mateus 3:16-17). Esta cena oferece uma rara e preciosa visão da comunhão entre as três pessoas da Divindade, cooperando em perfeita harmonia.

• A presença visível e auditiva da Trindade não só autentica o ministério de Cristo, mas também enfatiza a missão unificada do Pai, do Filho e do Espírito Santo na obra da redenção humana.

Após Seu batismo, Jesus “foi levado pelo Espírito ao deserto” (Mateus 4:1), para ser tentado pelo Diabo. Esta passagem não apenas sublinha a liderança do Espírito Santo na vida de Jesus, mas também trata da batalha espiritual que Ele enfrentou em favor da humanidade.

• A tentação do deserto destaca a natureza humana de Jesus e Sua total dependência do Espírito Santo para resistir às artimanhas diabólicas.

Cada tentação enfrentada por Jesus serve para demonstrar Sua fidelidade ao Pai e Sua confiança na Palavra de Deus. A recusa de Jesus em transformar pedras em pão, pular do pináculo do templo e adorar a Satanás, todas fundamentadas nas Escrituras, reflete Sua total submissão à vontade do Pai (Mateus 4:1-11).

• Esta experiência de Jesus no deserto prefigura Sua vitória final sobre Satanás na cruz e serve como modelo aos crentes, demonstrando a necessidade de dependência do Espírito Santo e da Palavra de Deus para resistir às tentações.

Após a prisão de João Batista, Jesus chama discípulos para participar da missão divina, para expandir o reino celestial pescando homens (Mateus 4:12-22). O ministério de Cristo consiste em pregação e cura, os quais são evidências tangíveis do Reino de Deus invadindo a Terra, uma obra conjunta da Trindade que restaura a integridade física, emocional e espiritual da humanidade.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Gente detox

 Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
2 de agosto
https://mais.cpb.com.br/meditacao/gente-detox/

Gente detox

Aprendam a fazer o bem; busquem a justiça, repreendam o opressor; garantam o direito dos órfãos, defendam a causa das viúvas. Isaías 1:17


Um dos livros de autoajuda mais vendidos nos últimos anos é Gente Tóxica: Como Lidar com Pessoas Difíceis e Não Ser Dominado por Elas, de Bernardo Stamateas. Com impressionante clareza e simplicidade, o livro identifica aquelas pessoas que, de vez em quando, se introduzem em nossa vida só para deixá-la mais amarga. Começa com os recriminadores e continua com os invejosos, depreciadores, agressores, falsos, psicopatas, medíocres, fofoqueiros, autoritários, neuróticos, manipuladores, orgulhosos e queixosos. Uma coleção inteira de gente perigosa!

Algumas vezes tenho pensado em como esses tipos de pessoas podem coexistir com os valores do cristianismo. Talvez seja porque não compreendamos totalmente que fomos chamados para ser gente detox, pessoas que trazem bem-estar. Fomos chamados para ser agentes de libertação onde há acusação. Para ensinar a admirar em vez de invejar. Para recordar dons e talentos onde os depreciadores colocaram rótulos. Para curar as feridas causadas pelos agressores. Para deslumbrar com a verdade onde reina a mentira. Para chamar os psicopatas pelo nome. Para motivar a excelência frente aos desanimadores. Para acalmar os neuróticos. Para desmascarar os manipuladores. Para desinflar os egos e ajudar os queixosos a parar de reclamar. Chega de toxinas emocionais e espirituais!

Na época de Isaías, os formalistas controlavam as atividades religiosas. De um lado estavam os mais conservadores – os legalistas. Do outro, os mais liberais – os ilegais. No fim das contas, a favor ou contra, era gente de letra sem espírito, gente tóxica. Deus deixa claro que não gosta desse tipo de gente. Ele propõe que sejamos um detox para o mundo e que aprendamos a fazer o bem. Quatro dicas para isso: procurar ser justo (atenção, recriminadores!), corrigir os opressores (atenção, depreciadores, agressores, autoritários e manipuladores!), apoiar os órfãos (atenção, desalentadores!) e defender as viúvas (atenção, fofoqueiros!).

Deus quer que façamos a diferença na vida das pessoas ao nosso redor. Todos os que estão ao nosso alcance são nossa responsabilidade. Aproveite este momento para fazer uma autoanálise: Você tem sido bênção ou toxina na vida dos outros?

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Mateus 3 - Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 3

Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 3 – O livro de Mateus é distintamente judaico em seu enfoque; o escritor tinha os judeus como público-alvo. Isso se reflete nas muitas referências e menções da Torá, estabelecendo uma conexão com as Escrituras Hebraicas que os leitores tinham familiaridade.

Mateus 1 inicia com a genealogia de Jesus, prática comum no Antigo Testamento. Esta genealogia, que traça a linhagem de Jesus desde Abraão até Davi, e de Davi até o exílio na Babilônia e, finalmente, até José, o esposo de Maria, é uma forma de estabelecer a legitimidade messiânica de Jesus. Ao conectar Jesus diretamente a Abraão e Davi, Mateus está fazendo uma declaração teológica poderosa sobre a identidade de Jesus como cumprimento das promessas feitas a Abraão (Genesis 12:3) e Davi (II Samuel 7:12-16).

• Há um propósito duplo em Mateus 1: primeiro, estabelecer a conexão de Jesus com a história e a fé judaica; segundo, demonstrar que Jesus é o herdeiro legítimo das promessas messiânicas.

Mateus 2 continua a estabelecer a identidade messiânica de Jesus, agora através de eventos que cumprem profecias específicas da Torá. A narrativa do Seu nascimento em Belém ecoa a profecia de Miquéias 5:2, que Mateus cita diretamente (Mateus 2:6). A fuga ao Egito e o subsequente retorno após ouvir sobre a morte de Herodes também são apresentados como cumprimento das Escrituras, referenciando Oseias 11:1 – “Do Egito chamei o Meu Filho”. Além disso, Mateus relaciona a matança dos inocentes por Herodes, a Raquel chorando por seus filhos (Mateus 2:18; Jeremias 31:15).

• Com estas conexões, Mateus está revelando aos judeus que os eventos ao redor do nascimento de Jesus não são apenas históricos, eles estão enraizados na revelação divina.

Mateus 3 introduz João Batista, cuja missão é preparar o caminho ao Messias. Ele é apresentado como cumprimento de Isaías 40:3 – “Voz do que clama no deserto: ‘Preparem o caminho para o Senhor...” (Mateus 3:3). Tal citação valida a autoridade do Batista, como também contextualiza o ministério de Cristo profetizado. Além disso, a voz dos Céus, no batismo de Jesus, declarando: “Este é o Meu Filho Amado, de Quem Me agrado” ecoa Salmo 2:7 e Isaías 42:1, garantido que Jesus é o Messias prometido.

Mateus estabelece um fundamento sólido que une a Antiga e a Nova Aliança. Reavivemo-nos nas Escrituras! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Inacreditável

 Devocional Diário - Vislumbres da Eternidade

1 de novembro 

Inacreditável

Não se enganem: de Deus não se zomba. Pois aquilo que a pessoa semear, isso também colherá. Gálatas 6:7

A história de Ananias e Safira (At 5:1-11) me parece inacreditável, não por duvidar da veracidade do texto bíblico, mas porque não consigo compreender como um crente pode tentar enganar a Deus. Um crente, por definição, crê em Deus e sabe de Sua presença; então, como pode ignorar esse fato? É uma história dramática que nos choca profundamente, pois o ato deles os levou à morte instantânea. Sobre esse caso, Ellen G. White escreve: “Do severo castigo aplicado àquele casal que cometeu perjúrio, Deus quer que aprendamos também como é profunda Sua aversão e Seu desprezo por toda hipocrisia e engano. Simulando haverem dado tudo, Ananias e Safira mentiram ao Espírito Santo e, como resultado, perderam esta vida e a futura. O mesmo Deus que os puniu condena hoje toda falsidade. Para Ele, lábios mentirosos são uma abominação. […] Considerar levianamente a verdade e dissimular para servir a planos egoístas significa o naufrágio da fé. […] Quem profere mentiras vende sua alma por baixo preço” (Atos dos Apóstolos, p. 48 [75, 76]).

Tentar enganar o juiz é um crime bastante incoerente quando se trata de Deus, pois esse Juiz justo sabe tudo, e enganar a Deus não é possível. No entanto, muitas pessoas procedem assim, pensando que são mais espertas do que quem as criou, inventando desculpas que só as expõem mais.

Como você se sente quando alguém o procura com uma desculpa esfarrapada? Obviamente, mal. Como você acha que Deus Se sente quando você apresenta uma desculpa dessa mesma natureza? Ele também Se sente mal. Em primeiro lugar, porque, dessa forma, você mostra sua falta de apreço e, em segundo lugar, porque mostra sua insensatez. Fazer algo quando ninguém está olhando, criar uma história mirabolante para favorecer seus propósitos, fingir uma religiosidade que não vive, gabar-se de uma generosidade que não pratica são algumas das tolices que deveriam fazê-lo pensar se realmente acredita em Deus. Por outro lado, é bom ter um Deus que nos conhece totalmente! Desse modo, não precisamos fingir nada e podemos ser totalmente sinceros.

Pare de querer enganar a Deus, os outros e a si mesmo. Acerte as coisas com o Senhor neste exato momento e mude de vida. Ainda é tempo!

https://mais.cpb.com.br/meditacao/tatuagem-do-ceu/

Comprovação empírica

 Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
1 de agosto
https://mais.cpb.com.br/meditacao/comprovacao-empirica /

Comprovação empírica

Busquem o Senhor e vocês viverão. Amós 5:6

Há coisas que você estuda desde pequeno e que tem a oportunidade de comprovar pessoalmente ao longo da vida. Um exemplo é o efeito Coriolis, que faz com que a água que escoa pelo ralo gire para um lado ou para outro, conforme o hemisfério em que você se encontra. Comprovei isso empiricamente na primeira vez que cheguei à Argentina ao ver que, de fato, a água gira ao contrário do que na Espanha. De maneira semelhante, na infância, aprendemos sobre Jesus, mas somente quando O encontramos pessoalmente é que podemos experimentar Seu amor e comprovar quão bom é viver com Ele. Garanto a você que, depois de anos de vivência religiosa, se Jesus não é sua maior paixão, há algo muito errado em sua vida que precisa ser corrigido com urgência.

Ellen G. White escreveu: “Pela fé, nós O contemplamos aqui no presente. Em nossa experiência diária, distinguimos Sua bondade e compaixão nas manifestações de Sua providência. Nós O reconhecemos no caráter de Seu Filho. O Espírito Santo toma a verdade concernente a Deus e Àquele a quem Ele enviou e abre-a ao entendimento e ao coração. Os limpos de coração veem a Deus em uma nova e mais carinhosa relação, como seu Salvador e, ao passo que Lhe distinguem a pureza e a beleza de caráter, anelam refletir Sua imagem. Eles O veem como um Pai ansioso para abraçar um filho arrependido, e seu coração se enche de indescritível alegria e abundante glória” (O Maior Discurso de Cristo, p. 23 [26]).

Não podemos respirar somente quando nos dá vontade. Você pode comprovar empiricamente que, se você respira somente quando dá vontade, você acaba se asfixiando. Não podemos comer somente quando nos dá vontade. Você pode comprovar empiricamente que, se você come somente quando dá vontade, você acaba com problemas nutricionais. Não podemos amar somente quando nos dá vontade. Você pode comprovar empiricamente que, se você ama somente quando dá vontade, as relações não duram. Se é assim, por que nos deixamos inspirar pelo Espírito Santo somente quando nos dá vontade? Por que “amamos” a Deus somente quando nos dá vontade? Não podemos ser inconstantes dessa maneira. Nosso relacionamento com Jesus deve ser diário e cada vez mais profundo. Experimente, por si mesmo, o que significa caminhar com Deus.

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Mateus 2 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Mateus 2
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


MATEUS 2 – O nascimento de Jesus é um evento de profunda significância teológica e espiritual.

Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, esse acontecimento divino na Terra não foi um “passe de mágica” que resolveu todos os problemas de José e Maria. Na verdade, o nascimento do “Emanuel – Deus Conosco” (Mateus 1:22-23) trouxe novos desafios e dificuldades para essa família.

Consideremos atentamente este relato inspirado e, então, exploremos os aspectos emocionais e psicológicos envolvidos, que oferecem insights sobre como a fé e a confiança em Deus podem sustentar os crentes em tempos de adversidade por servir a Deus.

Imediatamente ao nascimento de Jesus, o novo casal enfrentou uma série de dificuldades. A visita dos magos do Oriente, embora um evento de honra, trouxe consigo a atenção indesejada de Herodes, que via o recém-nascido Rei como ameaça ao seu poder (Mateus 2:1-5). A perseguição de Herodes culminou no infanticídio dos meninos de Belém (Mateus 2:16) – um evento traumático e terrível. Não foram apenas José e Maria que enfrentaram dificuldades pelo Messias ter nascido no mundo – muitas famílias foram afetadas negativamente com Seu nascimento; contudo, Deus estava ciente de tudo (Mateus 2:17-18).

• Infelizmente, muitos romantizam o cristianismo, especialmente o nascimento de Jesus.

Longe de uma situação ideal e tranquila, José e Maria tiveram que lidar com a ameaça de morte e a necessidade gritante de fugir para o Egito – um país pagão e idólatra – para proteger o Filho de Deus. A ansiedade e o medo decorrentes da perseguição do monarca irado, a necessidade de deslocar-se para um ambiente estranho, e a responsabilidade de proteger o Messias, trouxeram grandes tensões e angústia.

• Esses desafios mostram-nos que a vida de fé não está isenta de dificuldades e que ser escolhido por Deus para uma missão especial pode, paradoxalmente, trazer inúmeros desafios ainda maiores (Mateus 5:11-12).

Apesar dos desafios enfrentados, José e Maria encontraram consolo e direção na orientação divina. Instruções específicas dadas por Deus, através de sonhos e visitas de anjos, forneceram não apenas um plano de ação, mas também uma confirmação da presença e cuidado celestial em meio às dificuldades (Mateus 2:13-14, 19-23).

• Desafios e medos fizeram que Jesus tornasse Nazareno!

Os desafios não significam ausência de Deus, podem ser exatamente por estarmos em Sua presença! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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Jó 40 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Jó 40 Comentário: Pr. Heber Toth Armí JÓ 40 – Por que Deus faz perguntas para res...