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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Jeremias 44 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 44
Comentário Pr Heber Toth Armí


A ciência que tem por objetivo a interpretação de textos religiosos ou filosóficos denomina-se hermenêutica.

A Wikipédia destaca: “a hermenêutica moderna ou contemporânea engloba não somente textos escritos, mas também tudo o que há no processo interpretativo. Isso inclui formas verbais e não verbais de comunicação, assim como aspectos que afetam a comunicação, como proposições, pressupostos, o significado e a filosofia da linguagem e a simiótica .... Como metodologia de interpretação, trata dos problemas que surgem quando se está lidando com ações humanas dotadas de significado e com produtos dessas ações, principalmente textos. Como disciplina metodológica, oferece um instrumental para tratar de maneira eficiente problemas de interpretação das ações humanas, textos ou outros materiais significativos”.

A interpretação da história permeia o capítulo em apreço:

1. Deus interpreta os atos do remanescente que buscou refúgio no Egito, e explica Suas atitudes ao povo. As cidades históricas tornaram-se cidades-fantasmas de entulho e ruínas fumegantes porque seus habitantes optaram por caminhos contrários aos princípios do Soberano do Universo, esgotaram a paciência divina, negligenciaram aos apelos amorosos de Deus, serviram deuses falsos e ídolos repugnantes; e, não se arrependeram de seus pecados. Judá colheria as consequências de tudo isso (vs. 1-14).

2. O povo interpreta a história e justifica sua rejeição à divina palavra profética. Homens e mulheres religiosos patéticos questionam à mensagem profética. Arrogante e orgulhosamente contestam o profeta baseando-se na interpretação de suas mentes. Declararam que no reavivamento e reformas espirituais promovidos do passado a prosperidade diminuiu; mas, quando serviram outros deuses, a situação melhorou. Portanto, rejeitariam ao dom de profecia (vs. 15-19).

3. Deus mostra ao povo resultados por pautar a vida sobre a interpretação limitada, em vez de aderir, como visão de vida, Sua revelação e interpretação da situação histórica. Deus cumpriria Sua Palavra revelada no livro de Deuteronômio, os judeus sofreriam as consequências da rebeldia (vs. 20-30).

Contudo, a misericórdia divina é evidente mesmo em face de pessoas arrogantes:

• Alguns fugitivos voltariam à Terra Prometida (v. 14).
• Apesar da destruição por tamanha rebelião, Deus deu sinais de veracidade das Suas palavras (vs. 28-30).
• Deus não abandona aos pecadores, mas educa-os.

Precisamos aprender que é mais seguro interpretar a vida, a história e o futuro pela ótica da Palavra de Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

Partilhar da carga

Partilhar da carga, 7 de Setembro


Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza. Orei ao Senhor, meu Deus, confessei. Daniel 9:3, 4.

Levando ainda o fardo pelo bem de Israel, Daniel estudou de novo as profecias de Jeremias. Elas eram muito claras — tão claras que ele compreendeu por esses testemunhos registrados em livros “que o número de anos de que falou o Senhor ao profeta Jeremias, em que haviam de acabar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos”. Daniel 9:2.

Com fé fundada na segura palavra da profecia, Daniel pleiteou do Senhor o imediato cumprimento dessas promessas. Suplicou que a honra de Deus fosse preservada. Em sua petição ele se identificou plenamente com os que não tinham correspondido ao propósito divino, confessando os pecados deles como seus próprios. — Profetas e Reis, 554, 555.

Que oração não foi aquela que procedeu dos lábios de Daniel! Que humilhação de alma não revela! O calor do fogo celeste acompanhou as palavras que ascendiam para Deus. O Céu respondeu àquela oração, enviando a Daniel o seu mensageiro. Nestes nossos dias as orações feitas da mesma forma, prevalecerão diante de Deus. “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” Tiago 5:16. Como nos tempos antigos, fogo desceu do Céu e consumiu o sacrifício sobre o altar quando foi feita oração, assim, em resposta a nossas orações, o fogo celeste penetrará nossa alma. Pertencer-nos-ão a luz e poder do Espírito Santo. ...

Porventura não temos nós tão grande necessidade como Daniel, de invocar o Senhor? Dirijo-me aos que crêem que vivemos no derradeiro período da história da Terra. Insto convosco a que imponhais a vossa alma a preocupação quanto a nossas igrejas, nossas escolas, nossas instituições. O Deus que ouviu a oração de Daniel ouvirá a nossa, se a Ele nos chegarmos em contrição. Nossas necessidades são igualmente urgentes, nossas dificuldades igualmente grandes, e carecemos da mesma intensidade de propósito para, com fé, transferir nosso peso de preocupação para o seu grande Portador. Há necessidade de que os corações sejam, em nossos dias, comovidos tão profundamente como quando Daniel orou. — The Review and Herald, 9 de Fevereiro de 1897.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Deus enviou seu anjo


Deus enviou seu anjo, 6 de Setembro


Então, o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançaram na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, Ele te livrará. Daniel 6:16.

Daniel estava no comando. O acusador exército de anjos maus provocou o ciúme e a inveja dos presidentes e príncipes. ... Esses instrumentos de Satanás procuravam tornar sua fidelidade a Deus a causa de sua destruição. ...

O rei ignorava a sutil armadilha feita contra Daniel. Com pleno conhecimento do decreto real, Daniel ainda se prostra perante Deus, de “janelas abertas”. Considera a súplica a Deus de tão grande importância que prefere sacrificar a vida a deixar de suplicar-Lhe. — Testimonies for the Church 1:295, 296.

Deus não impediu os inimigos de Daniel de lançarem-no na cova dos leões; Ele permitiu que anjos maus e homens ímpios chegassem a realizar o seu propósito; mas isto foi para que pudesse tornar o livramento do Seu servo mais marcante e mais completa a derrota dos inimigos da verdade e da justiça. ... Graças à coragem deste único homem que escolheu seguir o direito antes que a astúcia, Satanás devia ser derrotado e o nome de Deus exaltado e honrado.

Logo na manhã seguinte, o rei Dario dirigiu-se depressa para a cova, e “chamou por Daniel com voz triste”: “Daniel, servo do Deus vivo dar-se-ia o caso que o teu Deus a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?”

A voz do profeta respondeu: “Ó rei, vive para sempre! O meu Deus enviou o Seu anjo e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano.” Daniel 6:20-22. ...

Daniel na cova dos leões foi o mesmo Daniel que esteve perante o rei como o principal entre os ministros de Estado e como profeta do Altíssimo. Um homem cujo coração se firme em Deus será na hora de sua maior prova o mesmo que era em sua prosperidade, quando a luz e o favor de Deus e do homem incidiam sobre ele. ...

O poder que está perto para libertar do dano físico e da angústia está perto também para salvar do mal maior, tornando possível ao servo de Deus manter sua integridade sob todas as circunstâncias, e triunfar através da graça divina. — Profetas e Reis, 543-545.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Jeremias 43 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 43
Comentário Pr Heber Toth Armí


A injustiça existe para mostrar-nos quão ruim é o pecado. O justo Daniel e seus três amigos foram levados cativos pelos caldeus devido à rebeldia coletiva de Israel (Daniel 1).

Gedalias, que protegia aos abandonados nas terras de Judá foi assassinado injustamente. Joanã e o povo procuraram ajuda com o profeta de Deus. Mas, apesar da graça divina em responder aos que procuraram ao profeta, eles ignoraram as orientações de Deus para tomar a pior e mais complicada das decisões: Ir para o Egito quando deveriam ter permanecido sob a proteção e bênção de Deus na Terra Prometida.

(Leia Jeremias 43, depois retorne para continuar a leitura deste comentário).

Quando não damos atenção à voz profética, que é a fina revelação divina à humanidade, nossa atitude será patética até que retornemos à estaca zero. Israel saiu do Egito sob a regência de Moisés com poder e grandeza, atravessou o Mar Vermelho e viu a destruição do exército mais poderoso da Terra afogar no mesmo mar; mas, agora, um resto quase insignificante busca refúgio no Egito, onde se dará de cara com a morte (Jeremias 42:19-22).

Jeremias foi arrastado junto ao Egito. Os bons pagam pelos pecados dos maus. Abel sentiu isso na pele. Isaías e Jeremias também. Além desses, o melhor homem que pisou na Terra também sentiu isso como ninguém. Jesus foi terrivelmente injustiçado, pois foi maltratado como o pior dos piores criminosos sendo que só fazia o bem sem nunca praticar injustiças.

Medite nestes pontos de Jeremias 43:

• Sempre tem alguém que pensa saber mais que Deus e leva muita gente à desgraça com sua influência (vs. 1-4).
• Deus conhece o futuro, conquanto é vantagem obedecer Suas orientações antes que seguir nossas avaliações de segurança. Desobediência não tem futuro! (vs. 5-7).
• Deus não negligencia a negligência do povo, mas aproveita qualquer oportunidade e recursos para advertir-nos dos perigos existentes (vs. 8-13).

Enfrentamos ao caos maior que o caos em que estamos, quando rejeitamos as profecias divinas. Pois, a sabedoria de Deus nunca falha; a nossa, dificilmente acerta.

Quanto mais tomamos decisões baseadas no medo, parece que nossa capacidade de raciocinar diminui. Assim, a ação e reação não passam de impulsos, pior que as decisões de animais irracionais.

Sejamos sábios! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Daniel, embaixador de Deus

Daniel, embaixador de Deus, 5 de Setembro


Então os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino; mas não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa. Daniel 6:4.

Daniel, primeiro-ministro dos maiores reinos da Terra, foi ao mesmo tempo profeta de Deus, recebendo luz de celestial inspiração. Um homem sujeito às mesmas paixões que nós, é descrito pela pena da Inspiração como isento de falta. Suas transações de negócios, quando submetidas à mais apurada fiscalização dos seus inimigos, foram consideradas sem falha. Ele foi um exemplo do que cada homem de negócios pode tornar-se quando o seu coração é convertido e consagrado, e quando os seus motivos são retos à vista de Deus. ...

Inamovível em sua fidelidade a Deus, indomável no domínio de si mesmo, Daniel, por sua nobre dignidade e indeclinável integridade, conquanto fosse jovem, alcançou “graça e misericórdia” (Daniel 1:9) diante do oficial pagão a cujo cargo tinha sido posto. ...

Ele ascendeu rapidamente à posição de primeiro-ministro do reino de Babilônia. Através do reinado de sucessivos monarcas, da queda da nação e o estabelecimento de outro império mundial, foram de tal natureza sua sabedoria e capacidade de estadista, tão perfeitos seu tato, cortesia, genuína bondade de coração e sua fidelidade ao princípio, que mesmo seus inimigos foram forçados a confessar que não podiam achar “ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel”. Daniel 6:4. ...

Honrado pelos homens com as responsabilidades de Estado e os segredos de reinos que tinham alcance universal, Daniel foi honrado por Deus como Seu embaixador, sendo-lhe dadas muitas revelações dos mistérios dos séculos por vir. Suas maravilhosas profecias, tais como registradas por ele nos capítulos sete a doze do livro que traz o seu nome, não foram inteiramente compreendidas mesmo pelo próprio profeta; mas antes que findassem os labores de sua vida, foi-lhe dada a abençoada certeza de que “no fim dos dias”, isto é, na conclusão do período da história deste mundo, ser-lhe-ia permitido outra vez estar na sua posição e lugar. Daniel 12:13. ...
Podemos, como Daniel e seus companheiros, viver pelo que é verdadeiro, nobre e perdurável. E aprendendo nesta vida os princípios do reino de nosso Senhor e Salvador, ... podemos estar preparados em Sua vinda para com Ele entrar em Sua posse. — Profetas e Reis, 546-548.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 42 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 42
Comentário Pr Heber Toth Armí

A situação pode piorar quando parece que não dá para ficar pior. Após a deportação dos judeus, um grupo ficou abandonado na terra. Houve conspirações e mortes!

A situação para o resto de Israel na terra de Judá ficou pior quando se pensava que pior não poderia ficar. Daí, quando a coisa parece sem solução, as pessoas lembram-se de Deus.

Joanã, que apoiara o governador Gedalias ao ser nomeado por Babilônia (II Reais 25:23; Jeremias 40:8) após a destruição de Jerusalém; que ofereceu para assassinar secretamente a Ismael, o qual conspirava para matar Gedalias (Jeremias 40:13-16); que teve sua proposta rejeitada e viu o plano de Ismael ter sucesso; que perseguiu e libertou o grupo que Ismael havia capturado (41:11-16); agora, procura a Jeremias em busca de orientação de Deus (42:1).

Em situações complicadas, as pessoas agem por medo; por isso, até quem antes rejeitou o profeta agora o procura. “Após o assassinato de Gedalias, todos foram consultar Jeremias. O texto deixa claro que até as pessoas que o haviam desprezado antes estavam ansiosas para consultá-lo (Jr 42:1)” (Imre Tokics).

• Precisamos aprender a buscar humildemente a Deus em meio ao caos da existência; precisamos respeitar os servos de Deus e saber pedir que a eles que intercedam por nós em nossas aflições e preocupações; e, também precisamos estar dispostos a atender a mensagem de Deus seja ela agradável ou não, prazerosa ou amarga; pois, Deus sabe o que não sabemos, sabe o que é melhor para nós (vs. 1-6).
• Precisamos aprender a esperar a resposta de Deus. A nossa pressa pode nos incomodar e nos fazer perder o que Deus quer nos orientar (v. 7).
• Deus vê o que não vemos, por isso Sua interpretação da situação é incomparavelmente melhor que a nossa. Além disso, Ele sabe dizer quais os resultados de decisões que precisam ser tomadas, e tem interesse em nos alertar dos prós e contra de cada uma delas (vs. 8-22).

O remanescente não devia fugir ao Egito; se o fizesse, morreria. Deveria permanecer em Judá; assim, as bênçãos divinas seriam derramadas sobre eles. Contudo, tomou-se a pior decisão!

Quando se busca a Deus por não restar nenhuma outra opção, Deus não ignora; Ele responde (mesmo sabendo que será ignorado!) – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Nabucodonosor humilhado


Nabucodonosor humilhado, 4 de Setembro


Todos os moradores da Terra são por Ele reputados em nada; e, segundo a Sua vontade, Ele opera com o exército do Céu e os moradores da Terra; não há quem Lhe possa deter a mão, nem Lhe dizer: Que fazes? Daniel 4:35.

O último sonho que Deus concedeu a Nabucodonosor, e a experiência do rei em relação ao mesmo, contêm lições de capital importância a todos os que se relacionam com a obra de Deus. O rei ficou perturbado com o sonho, pois evidentemente pressentia adversidade, e nenhum dos seus sábios se atrevia a interpretá-lo. O fiel Daniel apresentou-se ao rei, não para bajulá-lo, não para interpretar erradamente a fim de captar o seu favor. Repousava sobre ele o solene dever de dizer ao rei de Babilônia a verdade. ...

Nabucodonosor não aceitou a mensagem enviada do Céu. Um ano depois de ter sido assim advertido, quando passeava pelo palácio, disse de si para si: “Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei?” ... O Deus do Céu leu o coração do rei e ouviu os seus murmúrios de congratulações próprias. ... 
“Desceu uma voz do Céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Já passou de ti o reino. Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. No mesmo instante, se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor.” Daniel 4:30-33. — The Review and Herald, 8 de Setembro de 1896.

Durante sete anos Nabucodonosor foi um espanto para todos os seus súditos; por sete anos foi humilhado perante todo o mundo. Então sua razão foi restaurada, e levantando os olhos em humildade ao Deus do Céu, ele reconheceu a mão divina no seu castigo. Numa proclamação pública ele admitiu a sua culpa, e a grande misericórdia de Deus em sua restauração. ...

O propósito de Deus de que o maior reino do mundo mostrasse o Seu louvor, estava agora cumprido. Esta proclamação pública, em que Nabucodonosor reconhecia a misericórdia, bondade e autoridade de Deus, foi o último ato de sua vida registrado na história sacra. — Profetas e Reis, 520, 521.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Salmos 75 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 75 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 75 – A teologia expressa neste Sal...