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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Apocalipse 7 Comentários de Kenneth Mathews, Jr. M. D.

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 7
Comentários  de  Kenneth Mathews, Jr. M. D.

Depois da visão da apostasia religiosa nos selos, João vê quatro anjos que seguram os ventos da contenda, guerra e derramamento de sangue. Por quê? Jesus, o Arcanjo (encarregado dos anjos) vem do Oriente e fala em alta voz que os anjos retenham a destruição até que os servos de Deus sejam selados intelectual e espiritualmente na verdade de Deus. Só então esses ventos deverão ser soltos, liberando o caminho para o caos que virá após o fechamento da porta da graça. “Depois destas coisas” (v. 9) sinaliza este selamento especial do povo de Deus, para Si mesmo no final do tempo, durante o sexto selo, antes da segunda vinda de Cristo. Somente aqueles que forem selados com o selo de Deus serão capazes de se manterem em pé após o encerramento da porta da graça. Fortalecidos pelo Espírito Santo, eles guardam todos os Dez Mandamentos e têm o testemunho de Jesus. Eles guardam o sábado do sétimo dia, em lealdade a Ele, o qual é o selo do fim dos tempos*.

João ouve o número dos que foram selados: 144.000. 12.000 de cada uma das doze tribos de Israel. Os 144.000 não se referem à nação literal de Israel, mas ao Israel espiritual, um grupo especial de crentes do tempo do fim que Deus usará para dar ao mundo a última revelação do Seu amor. Eles demonstram que, pela graça de Deus, é possível guardar todos os Dez Mandamentos. Com o selo de Deus iluminando seus rostos, eles são o testemunho final do mundo que foi convidado a escolher entre a adoração de Deus e a adoração da besta. Esses fiéis estarão vivos quando Jesus vier.

São mostrados a João dois grupos especiais de pessoas que fazem parte dos redimidos de todas as idades. Os 144.000 demonstram vidas em completa devoção a Jesus Cristo unicamente pela Sua graça, e desmentem as acusações de Satanás de que é impossível guardar os Dez Mandamentos de Deus. O segundo grupo inclui os martirizados por sua fé e a quem foi prometido o manto da justiça de Cristo, e que nunca mais sofrerão fome, sede, ou frio.

Ao contemplarem esses dois grupos, os anjos ao redor do trono, os vinte e quatro anciãos, e os seres vivos se prostram diante do trono e louvam a Deus (v 12).

Hoje é o tempo para você fazer um pacto com Jesus para ser selado como um de seus especiais 144.000, que no tempo do fim demonstrarão lealdade total a Deus. Que por Sua graça você reflita plenamente o caráter de Jesus.

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Médico, Medicina do Trabalho
Greeneville, TN. EUA.


* NT: A observância do sábado é um sinal exterior de uma lealdade interior (ver Ez 20:12, 20; Is 8:16; 51:6-7; I Jo 2:3, 4; Êx 20:8-11; Ap 14:12;  Mt 5:17, 18; Prov 30:5, 6; ap 22:18, 19; Êx 31:13; 5.  Ver tb. Lc 4:16, 31; 23:52-56; Mc 16:1-2). Aqueles que amam a Deus de todo o coração consideram um dever e privilégio observar o dia criado e escolhido por Ele para Sua adoração.






Apocalipse 6 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Apocalipse 6
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Deus está no controle da História. Quem está assentado no trono juntamente com o Cordeiro recebem adoração de todo o Universo. Quem tem o livro na mão e Aquele que pode desselar os selos e abrir o livro têm o controle de tudo.

O Universo inteirinho está sob autoridade de Jesus. Do trono saem ordens e cavaleiros, os quais dão a largada e mergulham na história humana. Isso pode ser muito complexo para quem não possuir visão inteiramente bíblica de como Deus age na História.

1. O cavalo branco: A abertura do primeiro selo refere-se ao início do cristianismo após a ressurreição, ascensão de Cristo e derramamento do Espírito Santo no Pentecostes. Jesus no Céu, mas agindo através de Sua igreja na Terra, avança ganhando muitas batalhas, porém a luta continua. A igreja vence o mal através do amor e da paz simbolizado pelo arco sem flechas.

2. Cavalo vermelho: A partir do terceiro século há mudanças, de promoção da paz pela guerra; há matanças recíprocas simbolizadas pela espada. A igreja luta por supremacia; pela primeira vez, imperadores sustentam e lideram política e militarmente à Igreja Cristã.

3. Cavalo preto: Na abertura do terceiro selo um cavalo preto representa degradação e corrupção da igreja. Após guerras vem fome, pior ainda é a fome espiritual. Por falta de grãos, azeite e vinho que simbolizam a Palavra de Deus, o Espírito Santo e o sangue de Cristo, membros da igreja estão desnutridos espiritual e teologicamente – Início Idade Média!

4. Cavalo amarelo: Palidez, terror e morte surgem na abertura do quarto selo. A igreja personifica a morte em seu nível mais cruel simbolizado pela morte e o inferno. Surge a Inquisição para oprimir e massacrar quem quer que seja. Seres humanos ocuparam a função de Deus e tentaram fazer justiça com as próprias mãos o que resultou no maior estrago na história eclesiástica – Fim Idade Média!

5. Quinto selo: Aqui clamores das vítimas da perseguição substituem os ruídos dos cavalos.

6. Sexto selo: Este período antecede a volta de Jesus; está separado por dois extremos: Início e fim do período. Os versículos 12-13 se cumpriram entre 1755 e 1833 e os versículos 14-17 em breve se cumprirão.

Quem sobreviverá a tudo isso? Não perca amanhã!


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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

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Apocalipse 6 Comentários de Kenneth Mathews, Jr. M. D.

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica   Apocalipse 6
Comentários  de Kenneth Mathews, Jr. M. D.

O ministério de Jesus se inicia no santuário celestial. Ele começa a abrir os selos do pergaminho e cavalos começam a correr ao longo do tempo. Quem são os cavalos e quem é o cavaleiro? Os três primeiros cavalos são a igreja (Zc 10:3; Is 63:11-13) e o cavaleiro é Jesus. A morte e o inferno estão cavalgando o quarto cavalo. Mesmo na hora mais escura, Jesus tem as chaves da morte e da sepultura. Nada acontece à Sua igreja que Ele não veja e não controle.

As sete igrejas em Apocalipse 2 e 3 descrevem as necessidades espirituais da igreja ao longo de cada era e a graça de Jesus ajuda a corrigir os seus problemas. Os sete selos descrevem a igreja em sua apostasia política e religiosa ao longo da era cristã. As sete trombetas descrevem os julgamentos sobre a igreja que ocorrem como resultado da sua apostasia.

A igreja de Deus, representada pelo cavalo branco, cavalga através dos dois primeiros séculos, levando o evangelho puro para todo o mundo romano através da palavra de Deus e do martírio. O cristianismo conquista o paganismo; Constantino, o imperador romano, aceita a religião cristã e introduz o paganismo dentro da igreja, produzindo uma união entre a igreja e o estado. Satanás alcança através de astúcia o que ele não conseguiu pela perseguição. Como a igreja está unida com o Estado, representada pelo cavalo vermelho, começa a perseguir cristãos que rejeitam esse novo arranjo. Uma divisão causada pela Palavra de Deus se introduz na igreja.

A apostasia se torna mais completa durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo negro. Ao mesmo tempo, Jesus começa a julgar a igreja apóstata com a balança da verdade. A Palavra de Deus, o Espírito Santo, e o verdadeiro Evangelho se tornam escassos. O declínio espiritual quase total da igreja ocorre durante a Idade das Trevas, representada pelo cavalo pálido. A morte e o inferno tem as rédeas do cavalo e milhões de cristãos fiéis morrem por sua fé. Mas a igreja ainda está sob o controle daquele que tem as chaves da morte e do túmulo.

O quinto selo descreve sob o altar de ouro aquelas almas (pessoas) que pereceram por causa da Palavra de Deus. Seu sangue clama por julgamento. Foi-lhes dito para descansar um pouco, pois o julgamento virá.

O sexto selo é aberto e os sinais do retorno de Cristo começam a ocorrer. O terremoto de Lisboa em 01 de novembro de 1755, o Dia Escuro, de 19 de maio de 1780 e a chuva de meteoros em 13 de novembro de 1833 foram todos sinais de breve volta de Cristo. Vivemos agora no sexto selo. O céu ainda não se enrolou como um pergaminho (v. 14), as rochas ainda não caíram sobre os maus (v. 16). O sexto selo termina com uma pergunta: “quem poderá suportar?” (v. 17). Somente com a ajuda de Jesus!

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA



quinta-feira, 2 de julho de 2015

Apocalipse 5 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Apocalipse 5
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Salário de pecado é morte. A sentença do mundo está lavrada; pois, todos pecaram. Somos todos culpados; portanto, estamos condenados.

Ninguém consegue fugir das consequências do pecado. O destino do mundo está selado. A não ser que alguém abra o livro da História para interferir nela e alterar o destino horrível que o pecado impõe à humanidade. Se, entendemos isso verdadeiramente, choraríamos como João, copiosamente!

O livro/rolo/pergaminho estava escrito por dentro e por fora; contudo, nada podia ler dele, estava fechado/selado. Quem o poderia abrir? Vasculharam o Universo inteiro (veja versículo 3). Procurou-se...

• ...por todo o Céu, mas ninguém era digno de abrir o livro;
• ...em toda a Terra, mas ninguém era digno de abrir o livro;
• ...até debaixo da Terra (o que quer que isso signifique, demonstra não ficar nenhum lugar sem ser vasculhado); contudo, todo empenho resultou em total fracasso.

Sem abrir esse livro não haveria salvação, nem libertação da morte, nem destruição do pecado/mal. Era preciso desselar. A capacidade de abri-lo não é questão de força, posição, valor moral ou habilidade; se fossem assim, o próprio Deus Pai poderia tê-lo aberto (Apocalipse 4:11). Ninguém nem mesmo podia olhar ao livro... João chorava desesperadamente!

As lágrimas de desespero e angústia de João cessaram quando um dos 24 anciãos o consolou com palavras reais e impactantes. Havia um único Ser digno/capaz de abrir o livro (vs. 1-6). “O Leão e o Cordeiro mostram duas ênfases das profecias do Antigo Testamento: Cristo, como Leão, conquista e reina; como Cordeiro, morre pelos pecados do mundo” (W. W. Wiersbe).

Para compreender o Apocalipse importa estudar e compreender o Antigo Testamento. Jesus é digno de desselar o livro por ser o Cordeiro que foi morto/sacrificado como oferta pelo pecado.
Cristo...

1. ...venceu a morte e as hostes satânicas;
2. ...pagou o preço para executar legalmente as decisões dos transgressores da Lei de Deus;
3. ...sacrificou-se sendo inocente para oferecer libertação aos culpados – condenados à morte;
4. ...entregou-se à cruz para garantir nossa vitória sobre o pecado e nosso acesso ao Céu.

Jesus é digno de abrir cada selo dos sete e de dar a certeza da salvação aos que se convertem e Lhe adorem. Continuará sentenciado à morte somente quem rejeitar Cristo!

Reavivemo-nos: Adoremos Jesus!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Apocalipse 5 Comentários de Kenneth Mathews, Jr. M. D.

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 5
Comentários  de  Kenneth Mathews, Jr. M. D.

João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.

Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial,  consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!

As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi  ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.

Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).
Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA




quarta-feira, 1 de julho de 2015

Apocalipse 4 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições de Vida  

Leitura Bíblica- Apocalipse 4
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Embora o mal pareça dominar/reinar/governar sobre tudo e todos, a revelação mostra Deus detendo todo poder do Universo inteiro. As muitas promessas dos dois capítulos anteriores recebem a certeza de realização neste capítulo, pois por Deus ser soberano fará o que prometeu.

Antes de desvendar acontecimentos terrestres, Deus quer informar-nos acontecimentos celestes. O futuro é desconhecido a nós até que Deus abra as portas do Céu. A revelação do trono de Deus surge antes da revelação dos dramas da igreja apontado pelos sete selos (vs. 1-3).

Neste capítulo unimo-nos a João para ver a história do mundo do ponto-de-vista do trono divino. Assim, cristãos observam a história mundial pela cosmovisão celestial. A história não está descontrolada.

Observemos o que João vê em visão. Ele vê...
1. ...Alguém assentado no trono com aparência de pedra de jaspe e de sardônico (vs. 2-3);
2. ...Um arco-íris de esmeralda acima do trono (v. 3);
3. ...Seres ao redor do trono:
• 24 anciãos;
• 7 Espíritos de Deus;
• 4 seres viventes;
• Todos estão constantemente louvando e exaltando ao santo, soberano, onipotente e eterno Deus (vs. 4-8);
4. ...Uma tormenta assustadora oriunda do trono (v. 5);
5. ...Um mar como se fosse vidro diante do trono, semelhante ao cristal (v. 6).

Nas mãos divinas a história humana tem um destino/rumo/objetivo sublime. O fiel não deve temer o futuro!

Os sete Espíritos de Deus pode referir-se à plenitude do Espírito Santo. Deus é o Criador. Isso já é suficiente para toda criatura render-Lhe louvores. Os quatro seres viventes podem ser referência aos serafins/querubins que estão sempre junto a Deus.

Mas, e os 24 anciãos?
Eles parecem apontar para a garantia das promessas sobre a coroa, vestiduras brancas, trono, etc. dos capítulos anteriores (2:10; 3:5, 21, etc.). Esta garantia pode ser pessoas resgatadas da morte. Mateus fala da ressurreição de um grupo com Cristo (27:52-53), Paulo fala de sua ascensão ao Céu (Efésios 4:8) e João vê o grupo no Céu.

Há louvores a Deus por Ele ser soberano da criação desde sua concepção e no transcorrer da história (vs. 9-11). Ele sustenta/provê/preserva Sua criação. Quem O louva agora, O louvará futuramente no Céu!

Enfim, tudo prova que o acesso ao Céu está garantido aos fieis...

Louvaremos a Deus agora?
Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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Apocalipse 4 Comentários de Kenneth Mathews, Jr.

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica   Apocalipse 4
Comentários  de  Kenneth Mathews, Jr.

Em Apocalipse 2 e 3, João testemunha um vívido retrato da graça que Jesus ofereceu a Sua Igreja em todas as eras, até o fim dos tempos. No capítulo 4, João vê uma porta aberta no céu e ouve a voz de Jesus, como uma trombeta, convidando-o para contemplar o santuário celestial. João na visão vê o que está ocorrendo. Ele vê todo o céu esperando Jesus retornar ao céu, depois de Sua ressurreição, para ser empossado como nosso Sumo Sacerdote e Rei do santuário celestial, para salvar a todos aqueles que se achegarem a Deus através dEle.

A primeira das oito cenas da sala do trono de Apocalipse é descrita por João ao ele ver o Pai sentado no trono, refletindo jaspe e sardônio, pedras que representam o caráter do Seu Filho, cujo recente sacrifício possibilitou a remissão dos pecados. O verde no arco-íris que circunda o trono representa a esperança e o vermelho expressa o sangue do sacrifício do amor divino por nós.
Circundando o trono estão os vinte e quatro anciãos e os quatro seres vivos que dão glória, honra e louvor ao Pai. Eles O reconhecem como o Criador, Aquele que criou todas as coisas por Sua vontade.

Diante do trono também estão sete lâmpadas que simbolizam a plenitude do Espírito Santo em Sua disposição e capacidade de salvar os que se submetem a Deus. Os quatro seres viventes angélicos refletem de maneira acurada as características humanas de Jesus conforme retratado nos quatro Evangelhos. O leão da tribo de Judá o representa como o cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento (Mateus). O boi representa Jesus em seu papel como sacrifício e em sua paciente e sofredora vida de servo (Marcos). O homem representa Jesus em Sua humanidade (Lucas). E a águia, que domina majestosamente os céus, representa a divindade de Jesus (João). Estas características de Jesus também serão refletidas nas pessoas que compõem a Sua igreja.

Diante dessa cena gloriosa, com todo o Céu esperando para empossar Jesus como Sumo Sacerdote e Rei do Universo, os seres ao redor do trono caem prostrados, lançam suas coroas perante Deus e exclamam que Ele é digno de receber glória, honra e poder, pois criou todas as coisas. Eles compreendem que a humanidade foi criada para a comunhão com Deus.

Neste momento, pela fé, adentre você também na Sala do Trono do Céu. Prostre-se diante do Criador e dê a Ele honra, glória e louvor por ter-lhe criado e redimido!

Kenneth Mathews, Jr.
Médico, Estados Unidos



Salmos 37 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 37 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 37 – Este Salmo enfatiza a importâ...