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segunda-feira, 4 de julho de 2022

A ESTRELA DE ESPERANÇA

 A ESTRELA DE ESPERANÇA

Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o Seu Filho. Gálatas 4:4

A rebelião de Israel contra a lei e a autoridade de Deus causou a ruína da nação. A honra que Deus lhe deu por ser assim conduzida por Seu Filho aumentou o pecado dela. As acusações dos judeus de que Cristo não cumpria a lei de Moisés eram desprovidas de qualquer fundamento. Cristo era judeu e, até a hora da Sua morte na cruz, observou a lei dos judeus. Quando, porém, o tipo encontrou seu antítipo por ocasião da morte de Jesus, o sacrifício de sangue de animais perdeu o valor. Ao dar a própria vida, Cristo fez o grande sacrifício que todos os sacrifícios anteriores prefiguraram, dando fim à validade do sistema de sacrifícios da lei judaica. 

Desde a queda, nenhuma comunicação imediata podia existir entre Deus e a humanidade, somente por intermédio de Cristo. Em sentido especial, o Senhor confiou ao Seu Filho o caso da raça caída. Cristo assumiu a obra da redenção. Tem o propósito de manter a honra plena da lei de Deus, a despeito de como a família humana a transgrediu. Ele redimirá da maldição da lei todos os obedientes que aproveitarem a oferta de misericórdia ao aceitar a expiação tão maravilhosamente oferecida. […] 

Ao serem criados, Adão e Eva tinham conhecimento da lei original de Deus. Ela foi gravada no coração deles, e estavam familiarizados com os seus requerimentos. Ao transgredir a lei de Deus e cair da condição de inocência feliz, tornaram-se pecadores. O futuro da raça caída não era amenizado por um único raio de esperança. Deus Se compadeceu deles, e Cristo elaborou o plano da salvação, no qual Ele próprio carregaria a culpa. Quando a maldição foi pronunciada sobre a Terra e a humanidade, com a maldição, se fez a promessa de que, por intermédio de Cristo, haveria esperança e perdão pela transgressão da lei de Deus. Embora tristeza e escuridão se projetassem como o manto da morte sobre o futuro, ainda assim, na promessa do Redentor, a Estrela de esperança iluminava o futuro sombrio. O evangelho foi pregado por Cristo a Adão pela primeira vez. Adão e Eva sentiram tristeza e arrependimento sinceros por sua culpa. Criam na promessa preciosa de Deus e foram salvos da ruína completa (Review and Herald, 29 de abril de 1875). 

PARA REFLETIR: Se você fosse Adão, como se sentiria ao saber que Deus providenciou um meio para salvar o mundo que o seu pecado prejudicou de maneira tão terrível? 

MEDITAÇÃO DIÁRIA

4 de julho

https://mais.cpb.com.br/meditacao/a-estrela-de-esperanca/

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Graça Sobre Graça

 Meditação Diária

Quinta-feira, 23 de setembro

GRAÇA SOBRE GRAÇA

Todos recebemos da Sua plenitude, graça sobre graça. João 1:16, NVI

Vimos a Sua glória, […] cheio de graça e de verdade”, escreveu João, o amado (Jo 1:14, NVI). E completou: “Todos recebemos da Sua plenitude” (Jo 1:16, NVI). Jesus é a personificação da graça; Ele é a plenitude da graça. Essa plenitude transborda até nos atingir.

Eugene Peterson traduziu essa passagem da seguinte maneira: “Todos nós vivemos de Sua generosidade, recebendo dádivas, uma após a outra.” Gosto dessa tradução, pois a essência da graça é o favor de Deus, concedido gratuitamente, sem merecermos. “Graça sobre graça” (tradução literal) sugere dádiva sobre dádiva. Nosso Deus é abundante em amor; a palavra “mesquinho” jamais pode ser atribuída a Ele. Em Sua misericórdia e compaixão pelos pecadores, Ele é generoso para com o pródigo imperfeito.

Aqui está um exercício para aquecer seu coração: procure numa concordância bíblica as palavras “abundante”, “abundantemente” e “abundância”. Você notará a ocorrência dessas palavras tanto nas versões mais antigas quanto nas mais modernas. Paulo afirmou que Deus “é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos” (Ef 3:20, ARC).

Que expressão interessante! Se fôssemos editar o texto de Paulo, omitiríamos “muito mais” por ser redundante. Mas Paulo sabia o que estava fazendo. Ele exagerou nos advérbios na tentativa de expressar em palavras algo que não pode ser reduzido ao vocabulário: a incrível habilidade de nosso Deus de suprir todas as nossas necessidades, de fazer muito mais do que podemos pedir ou imaginar.

Em Jesus vemos a personificação da natureza de nosso generoso Deus. O Pai, abundante em amor, privou o Céu de seu mais excelente tesouro ao nos conceder o Filho unigênito para que tivéssemos a vida eterna (Jo 3:16), vida em abundância (Jo 10:10) e infinita (1Jo 5:11, 12).

Nenhum pecado é grande demais que nosso generoso Deus não possa perdoar. Onde o pecado abundou, a graça superabundou. Nenhuma situação é tão desesperadora que o Deus da abundância não ofereça solução; quer seja a fome, o perigo, a enfermidade, a fraqueza ou a cruel tentação. Nem mesmo a própria morte.

William G. Johnsson, 25/5/2012

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