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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

O Servo do Homem

A Fé Pela Qual Eu Vivo
18 de outubro
O Servo do Homem


Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou. João 13:16.

Em Sua vida e ensinos, Cristo deu um perfeito exemplo do abnegado ministério que tem sua origem em Deus. Deus não vive para Si. Criando o mundo, mantendo todas as coisas, Ele está constantemente ministrando em benefício de outros. … Esse ideal de ministério confiou Deus a Seu Filho. A Jesus foi dado pôr-Se como cabeça da humanidade, para que por Seu exemplo pudesse ensinar o que significa servir. Toda a Sua vida esteve sob a lei do serviço. … Assim viveu Ele a lei de Deus, e por Seu exemplo mostrou como podemos obedecer à mesma.

Repetidamente procurara Jesus estabelecer este princípio entre os discípulos. Quando Tiago e João pediram para ser postos em destaque, disse: “Todo aquele que quiser, entre vós, fazer-se grande, que seja vosso serviçal.” Mat. 20:26. Em Meu reino não tem lugar o princípio de preferência ou supremacia. A grandeza única é a grandeza da humildade. A única distinção baseia-se na dedicação ao serviço dos outros. O Desejado de Todas as Nações, págs. 649 e 650.

A ordenança do lava-pés é uma ordenança de serviço. Esta é a lição que o Senhor queria que todos entendessem e praticassem. Quando esta ordenança é corretamente praticada, os filhos de Deus são levados a uma santa relação mútua, de auxiliar e abençoar uns aos outros.

A fim de que Seu povo não viesse a se corromper pelo egoísmo que habita no coração natural, e que se fortalece pelo servir ao eu, o próprio Cristo nos deu um exemplo de humildade. Não poderia deixar tão importante assunto ao cuidado do homem. De tal relevância considerou este ponto, que Ele próprio, Um igual a Deus, lavou os pés dos discípulos. …

Esta cerimônia significa muito para nós. Deus nos quer ver integrados em toda a cena, não apenas no singelo ato de purificação exterior. Este ensino não se restringe meramente ao ato. Deve revelar a grande verdade de que Cristo é um exemplo do que nós, pela Sua graça, devemos ser em nossas relações de uns para com outros. Mostra que a vida inteira deve ser um ministério humilde e fiel. SDA Bible Commentary, vol. 5, págs. 1.138 e 1.139.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 297

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Cristo Morreu Pelo Homem

A Fé Pela Qual Eu Vivo
11 de julho
Cristo Morreu Pelo Homem


Esta é uma palavra fiel e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. I Tim. 1:15.

A parte mais importante do ministério diário era a oferta efetuada em prol do indivíduo. O pecador arrependido trazia a sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. Pela sua própria mão era então morto o animal, e o sangue era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca que continha a lei que o pecador transgredira. Por esta cerimônia, mediante o sangue, o pecado era figuradamente transferido para o santuário. Nalguns casos o sangue não era levado ao lugar santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme instruiu Moisés aos filhos de Arão, dizendo: “O Senhor a deu a vós, para que levásseis a iniqüidade da congregação.” Lev. 10:17. Ambas as cerimônias simbolizavam semelhantemente a transferência do pecado, do penitente para o santuário.

Tal era a obra que dia após dia continuava, durante o ano todo. Os pecados de Israel, sendo assim transferidos para o santuário, ficavam contaminados os lugares santos, e uma obra especial se tornava necessária para sua remoção. Deus ordenara que se fizesse expiação por cada um dos compartimentos sagrados, assim como pelo altar, para o purificar “das imundícias dos filhos de Israel”, e o santificar. Lev. 16:19.

Uma vez ao ano, no grande dia da expiação, o sacerdote entrava no lugar santíssimo para a purificação do santuário. O cerimonial ali efetuado completava o ciclo anual do ministério. Patriarcas e Profetas, págs. 354 e 355.

O santuário terrestre era “uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios”; seus dois lugares santos eram “figura das coisas que estão no Céu” (Heb. 9:9 e 23); pois Cristo, nosso grande Sumo Sacerdote, é hoje “Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem”. Heb. 8:2. Profetas e Reis, pág. 685.

Ele Se apresenta na presença de Deus, … pronto para aceitar o arrependido e responder as orações de todo o Seu povo. Signs of the Times, 22 de novembro de 1883.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 198

O caminho largo não é o que parece

  Devocional Diário: 2 de Agosto O caminho largo não é o que parece Vocês pensam que Eu tenho prazer na morte do ímpio? – diz o Senhor Deus....