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quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Lucas 7 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Lucas 7
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


LUCAS 7 – Jesus, como Lucas nos mostra, não é meramente um simples curador miraculoso ou um grande mestre; Ele é Aquele que oferece a verdadeira vida e esperança que tanto ansiamos. Sua mensagem e ministério ainda ressoam hoje, chamando-nos a confiar nEle, a construir nossa vida sobre Sua Palavra e a compartilhar esperança com todos, assim como Lucas fez com Teófilo.

Jesus é mais que profeta; Ele é Deus encarnado (Lucas 1:26-38); contudo, como humano, Jesus cresceu em sabedoria e estatura, passando pelos processos normais de desenvolvimento, mas sem pecado (Lucas 2:40, 52).

No Cântico de Zacarias (Lucas 1:68-79), Jesus é considerado a luz “para brilhar sobre aqueles que estão vivendo nas trevas e na sombra da morte”. E, no Cântico de Simeão (Lucas 2:29-32), é identificado como a “luz para a revelação aos gentios e para a glória de Israel”, mostrando que desde o início, Sua obra é universal, abrangendo judeus e gentios.

Lucas traçou a linhagem de Jesus até Adão, ligando-O à humanidade inteira; porém, no episódio de Seu batismo destaca-se que Ele é o Filho amado de Deus, O representante de Adão – identificado como filho de Deus (Lucas 3:21-37). Jesus invadiu o mundo tomado por Satanás para libertar ao pecador das mãos do usurpador – isso notamos no deserto da tentação, em Seu ministério público e em Seus ensinamentos (Lucas 4:1-6:49).

• Ricos ou pobres, judeus ou gentios, gente culta ou simples, todos precisam do ministério de Cristo; e Cristo está disponível a todos. Tanto ao Centurião e seu servo doente – gentios (Lucas 7:1-10), quanto à viúva e seu filho morto – judeus (Lucas 7:11-17).

• Apesar disso, os religiosos judeus rejeitaram a Jesus. a rejeição dos líderes judaicos não significa que Jesus não seja Quem de fato era; o problema, é que os críticos nunca estão satisfeitos: “Pois veio João Batista, que jejua e não bebe vinho, e vocês dizem: ‘Ele tem demônio’. Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e vocês dizem: ‘Aí está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores’” (Lucas 7:18-35).

• Embora certos líderes religiosos não valorizaram a Jesus como deveriam – exemplificado por Simão, uma pecadora derramou lágrimas e perfume sobre Seus pés, reconhecendo Quem de fato Ele É (Lucas 7:36-50).

Qual será nossa reação a Jesus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 18 de junho de 2021

Fé Exemplar -Lucas 7

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Lucas 7

Comentário Pr Heber Toth Armí 

O estudo da Palavra de Deus promove a fé. Ao ler o capítulo em apreço, note que as respostas positivas dadas pelas pessoas vieram após entenderem Quem Ele realmente é.

• Como obter tal entendimento sem a devida análise do texto revelado e inspirado?

Baseando-me na divisão de Darrell L. Borchert destaco os seguintes pontos:

1. Um centurião gentio demonstrou possuir uma fé melhor que a dos judeus, evidenciando o contraste entre Israel e as nações (vs. 1-10).

2. A multidão creu que Jesus era um profeta quando ressuscitou o filho da viúva de Naim, como Elias e Eliseu haviam feito (vs. 11-17).

3. João Batista expressou dúvidas se Jesus era aquele que viria, provavelmente porque o estilo de ministério dEle não evidenciava o Messias que viria para governar e julgar. Jesus redarguiu que suas ações escatológicas, curando e pregando, servem de resposta afirmativa (vs. 18-35; conferir Isaías 29:18; 35:5-6; 51:1).

• Jesus é aquele que traz o tempo do cumprimento. A diferença das duas épocas é tão grande que João, o melhor dos homens que viviam na época de Jesus, é menos que o menor dos que participarão na era vindoura (v. 28).

4. Uma fé exemplar foi demonstrada pela mulher que ungiu Jesus em público (vs. 36-50).

Para quem não quer crer, nada mudará suas convicções mesquinhas. Nos versículos 31-35 temos exemplos diferentes dos que revelaram fé em Cristo nos pontos supracitados. Deste trecho inspirado, temos as seguintes revelações: A incredulidade…

• …perverte a capacidade de perceber a verdade.

• …impede as pessoas de se converterem da iniquidade.

• …se revela na rejeição da única solução para os verdadeiros problemas da alma.

• …promove o preconceito e fundamenta as crenças em suposições engenhosamente inventadas pelos ignorantesF

É evidente o coração corrompido pelo afastamento de Deus tem predisposição para odiar e rejeitar tudo o que vem de Deus.

A sabedoria divina estimula a fé que combate à incredulidade responsável por perverter a intelectualidade humana.

Se necessário, faça como João Batista, investigue, analise, mas não seja incrédulo!

A incredulidade que cede espaço à fé desaparecerá miraculosamente. A fé suplanta a descrença concedendo vitória ao que decide ser fiel. A fé é alavanca que impulsiona o pecador para o invisível, mas real, reino de Deus.

“Senhor, aumenta nossa fé!” – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sábado, 17 de março de 2018

Lucas 7 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 7
Comentário Pr Heber Toth Armí


O estudo da Palavra de Deus promove a fé. Ao ler o capítulo em apreço, note que as respostas positivas dadas pelas pessoas vieram após entenderem Quem Ele realmente é.

• Como obter tal entendimento sem a devida análise do texto revelado e inspirado?

Baseando-me na divisão de Darrell L. Borchert destaco os seguintes pontos:

1. Um centurião gentio demonstrou possuir uma fé melhor que a dos judeus, evidenciando o contraste entre Israel e as nações (vs. 1-10).
2. A multidão creu que Jesus era um profeta quando ressuscitou o filho da viúva de Naim, como Elias e Eliseu haviam feito (vs. 11-17).
3. João Batista expressou dúvidas se Jesus era aquele que viria, provavelmente porque o estilo de ministério dEle não evidenciava o Messias que viria para governar e julgar. Jesus redarguiu que suas ações escatológicas, curando e pregando, servem de resposta afirmativa (vs. 18-35; conferir Isaías 29:18; 35:5-6; 51:1).

• Jesus é aquele que traz o tempo do cumprimento. A diferença das duas épocas é tão grande que João, o melhor dos homens que viviam na época de Jesus, é menos que o menor dos que participarão na era vindoura (v. 28).

4. Uma fé exemplar foi demonstrada pela mulher que ungiu Jesus em público (vs. 36-50).

Para quem não quer crer, nada mudará suas convicções mesquinhas. Nos versículos 31-35 temos exemplos diferentes dos que revelaram fé em Cristo nos pontos supracitados. Deste trecho inspirado, temos as seguintes revelações: A incredulidade...

• ...perverte a capacidade de perceber a verdade.
• ...impede as pessoas de se converterem da iniquidade.
• ...se revela na rejeição da única solução para os verdadeiros problemas da alma.
• ...promove o preconceito e fundamenta as crenças em suposições engenhosamente inventadas pelos ignorantes.

É evidente o coração corrompido pelo afastamento de Deus tem predisposição para odiar e rejeitar tudo o que vem de Deus.

A sabedoria divina estimula a fé que combate à incredulidade responsável por perverter a intelectualidade humana.

Se necessário, faça como João Batista, investigue, analise, mas não seja incrédulo!

A incredulidade que cede espaço à fé desaparecerá miraculosamente. A fé suplanta a descrença concedendo vitória ao que decide ser fiel. A fé é alavanca que impulsiona o pecador para o invisível, mas real, reino de Deus.

“Senhor, aumenta nossa fé!” – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Lucas 7 Comentários de Douglas Jacobs


Lucas 7
Douglas Jacobs

Por que a fé de um centurião romano em Cafarnaum fez Jesus se maravilhar e chamá-la de a maior fé que havia encontrado? Anciãos dos judeus tinham pedido a Jesus para curar o servo do centurião, porque ele “ama a nossa nação, e construiu a nossa sinagoga” (Lc 7:4 NVI). Quando Jesus se encaminha para curar o servo, o centurião envia um apelo diferente: “Senhor … não mereço receber-Te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao Teu encontro. Mas dize uma palavra e o meu servo será curado”(Lc 7:6, 7 NVI). 

Somos tentados a pensar que somos dignos de receber a cura de Jesus por causa do que temos feito. O centurião reconheceu sua indignidade e baseou seu pedido no poder da Palavra de Jesus. Seu servo não precisava de presença e toque de Jesus. Jesus era o Senhor do Universo, Ele tinha autoridade sobre tudo, incluindo a doença do empregado: “Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: Vá, e ele vai; e a outro: Venha, e ele vem. Digo a meu servo: Faça isto, e ele faz”(Lc 7: 8 NVI). Jesus maravilhou-se com a fé do centurião. Quando os mensageiros voltaram para a casa do Centurião, encontraram o servo completamente curado.

No dia seguinte, Lucas nos diz, Jesus mostrou que Sua Palavra poderia conquistar a própria morte, ressuscitando o filho de uma viúva em Naim (Lucas 7:11-17). Quão grande é a sua fé no poder da Palavra de Deus? Você está disposto a parar de depender de suas próprias obras e confiar sua salvação à Palavra de Jesus?

Quando os discípulos de João Batista disseram a ele o que Jesus tinha feito, João enviou uma mensagem a Jesus, mas não foi uma mensagem de fé: “És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” (Lucas 7:19 NVI). Às vezes as pessoas mais próximas de Jesus têm maior dificuldade de confiar em Sua palavra. Se João podia duvidar, então qualquer um pode ser tentado a duvidar de Deus e de Sua Palavra. Na verdade, quanto mais tempo alguém tem sido um cristão, maior pode ser a tentação de duvidar. Peça a Deus para dar-lhe a fé do centurião.

Lucas 7  termina com uma mulher “pecadora” interrompendo a festa de Simão, ungindo os pés de Jesus com perfume caro. Jesus usa com tato uma parábola de dois devedores para mostrar a Simão que tanto ele como a mulher eram pecadores necessitados do perdão. Enquanto você lê esta história questione qual a sua resposta a Jesus e a outros pecadores. A mulher que ungiu os pés de Jesus reconhecia que ela era uma pecadora e veio a Jesus para pedir perdão. Simão, o fariseu, respondeu a Jesus oferecendo-lhe o prestígio de uma refeição com ele. Ele se sentiu insultado que uma mulher pecadora viesse sem ser convidada à sua festa.

Ao reconhecermos a nossa própria pecaminosidade, ao nos achegarmos a Jesus com fé pedindo perdão, estenderemos o perdão que recebemos aos demais pecadores.

Douglas Jacobs



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Salmos 74 Comentário

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