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quinta-feira, 26 de setembro de 2024

Lucas 14 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Lucas 14
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


LUCAS 14 – Em suas pesquisas sobre Jesus escritas no tratado a Teófilo, o doutor Lucas descobriu intensas críticas dos líderes religiosos por Sua maneira de observar e ensinar sobre o sábado.

Para os líderes judeus, o sábado era um dia santo que exigia observância rigorosa pautando-se nas tradições judaicas. Entretanto, a abordagem de Jesus sobre o tema revela uma compreensão mais profunda e libertadora desse dia, desafiando a interpretação legalista dos escribas e fariseus.

Em Lucas 6:1-11 os discípulos colheram espigas no sábado para comerem – ação considerada trabalho aos religiosos da época; além disso, Jesus curou um homem com mão atrofiada na sinagoga no sábado. Os líderes eclesiásticos acusaram-nO de transgredir a Lei, porém Ele respondeu com uma interpretação radical do sábado. Jesus afirmou que “O Filho do Homem é Senhor do sábado”, indicando ter autoridade sobre a interpretação do que é apropriado ou não nesse dia. Ele foi categórico ao não deixar margens para dúvidas:

• “Eu pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar a vida ou destruí-la?”.

Contudo, os críticos de plantão nunca aprendem a lição. Em Lucas 13:10-17, os líderes religiosos indignaram-se por Jesus curar uma mulher encurvada durante 18 anos. A resposta de Jesus revela que o sábado é mais que um dia de parar de trabalhar para descansar, é dia de restaurar a integridade e dignidade humana.

Em Lucas 14, Jesus expõe a hipocrisia dos religiosos ao mostrar que eles reinterpretavam a lei do sábado de maneira que servisse aos próprios interesses. Ao curar um homem com hidropisia na casa de um fariseu no sábado, Jesus perguntou aos presentes se era correto curar no sábado. Ninguém respondeu. Então, Ele apontou que, mesmo no sábado, eles libertavam seus animais em necessidade, expondo a incongruência entre a rigorosa observância do sábado e a falta de compaixão para com as pessoas.

• A atitude de Jesus não é de rejeição à Lei, mas de restauração de seu propósito original.

Então Jesus demonstrou que a entrada no Reino de Deus está na disposição de responder ao convite da graça, não nas regras e tradições humanas (Lucas 14:15-23); ao falar do preço do discipulado, Ele destacou a total rendição e comprometimento do discípulo (Lucas 14:25-35).

Portanto, sejamos discípulos reavivados! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 25 de junho de 2021

Religiosidade - Lucas 14

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Lucas 14

Comentário Pr Heber Toth Armí 

 Na existência do cristão, muitas coisas precisam ser consideradas. Muitos que se dizem fieis (crentes) o são apenas na teoria; na prática, não passam de pagãos disfarçados de cristãos.

Religião, para muitos, é mera ilusão. O engano, muitas vezes, fala mais alto do que a verdade. E, Jesus não quer ninguém iludido, por isso proferiu os ensinamentos desse capítulo:

1. Religiosos egoístas enxergam a Bíblia como lhes convém; os conceitos pré-formados servem para condenar aqueles que agem de forma altruísta diante do que é certo. É mais fácil curar um homem hidrópico do que religiosos míopes (vs. 1-6).

• Note que, para muitos, a santidade do sábado ainda não está clara.

• Existem, atualmente, pessoas que distorcem ou rejeitam o dia sagrado instituído por Deus.

• Muitos preferem ser cegos espirituais.

2. Egoístas e orgulhosos precisam aprender a submissão total ao Deus que oferece gratuitamente a salvação. Não é melhor ser o melhor, estar à frente, nos primeiros lugares; é melhor ser humilde. Não é melhor servir àqueles que retribuirão, mas àqueles que nada têm para recompensar (vs. 7-14).

3. O cristão que não dá prioridade às coisas celestiais revela que Deus não é tão importante quanto professa crer (vs. 15-24).

• Alguém disse que as piores desculpas são as verdadeiras.

• Apesar dos materialistas, negociadores e hedonistas desinteressados de Deus, Cristo manterá Sua grande festa universal. Somos seus convidados; como responderemos?

• Nossas desculpas são indesculpáveis diante do Soberano Juiz do Universo!

4. Após tais advertências, Jesus ensinou sobre o verdadeiro discipulado. Veja os princípios (vs. 25-35):

a) Ninguém deve ocupar o lugar mais importante de nossa vida, a não ser Jesus;

b) Nem a nossa vida deve ser considerada, se quisermos seguir verdadeiramente a Jesus;

c) Tomar a cruz antecede ao ato de seguir a Jesus (tomar a cruz significa morrer para o eu);

d) É preciso avaliar o preço do discipulado a fim de decidir a favor ou contra Cristo;

e) Quem não renuncia tudo quanto tem não pode ser discípulo de Cristo;

f) Sem assimilação na vida do que foi dito anteriormente, o discipulado é uma ilusão tanto quanto sal que não salga.

Hipocrisia é ser pagão parecendo ser cristão. Ser plenamente cristão é o que interessa realmente para Cristo.

Viveremos intensamente o discipulado? – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sábado, 24 de março de 2018

Lucas 14 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 14
Comentário Pr Heber Toth Armí


Na existência do cristão, muitas coisas precisam ser consideradas. Muitos que se dizem fieis (crentes) o são apenas na teoria; na prática, não passam de pagãos disfarçados de cristãos.

Religião, para muitos, é mera ilusão. O engano, muitas vezes, fala mais alto do que a verdade. E, Jesus não quer ninguém iludido, por isso proferiu os ensinamentos desse capítulo:

1. Religiosos egoístas enxergam a Bíblia como lhes convém; os conceitos pré-formados servem para condenar aqueles que agem de forma altruísta diante do que é certo. É mais fácil curar um homem hidrópico do que religiosos míopes (vs. 1-6).

• Note que, para muitos, a santidade do sábado ainda não está clara.
• Existem, atualmente, pessoas que distorcem ou rejeitam o dia sagrado instituído por Deus.
• Muitos preferem ser cegos espirituais.

2. Egoístas e orgulhosos precisam aprender a submissão total ao Deus que oferece gratuitamente a salvação. Não é melhor ser o melhor, estar à frente, nos primeiros lugares; é melhor ser humilde. Não é melhor servir àqueles que retribuirão, mas àqueles que nada têm para recompensar (vs. 7-14).

3. O cristão que não dá prioridade às coisas celestiais revela que Deus não é tão importante quanto professa crer (vs. 15-24).

• Alguém disse que as piores desculpas são as verdadeiras.
• Apesar dos materialistas, negociadores e hedonistas desinteressados de Deus, Cristo manterá Sua grande festa universal. Somos seus convidados; como responderemos?
• Nossas desculpas são indesculpáveis diante do Soberano Juiz do Universo!

4. Após tais advertências, Jesus ensinou sobre o verdadeiro discipulado. Veja os princípios (vs. 25-35):

a) Ninguém deve ocupar o lugar mais importante de nossa vida, a não ser Jesus;
b) Nem a nossa vida deve ser considerada, se quisermos seguir verdadeiramente a Jesus;
c) Tomar a cruz antecede ao ato de seguir a Jesus (tomar a cruz significa morrer para o eu);
d) É preciso avaliar o preço do discipulado a fim de decidir a favor ou contra Cristo;
e) Quem não renuncia tudo quanto tem não pode ser discípulo de Cristo;
f) Sem assimilação na vida do que foi dito anteriormente, o discipulado é uma ilusão tanto quanto sal que não salga.

Hipocrisia é ser pagão parecendo ser cristão. Ser plenamente cristão é o que interessa realmente para Cristo.

Viveremos intensamente o discipulado? – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Lucas 14 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Lições da Vida de Jesus
 Leitura Bíblica-Lucas 14

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

As pessoas têm desculpas (justificativas) para toda ação. Talvez por isso alguém concluiu que de boas intenções o inferno estará cheio. É bom saber que muitos dão desculpas esfarrapadas, outras, falsas; mas, a pior desculpa pode ser a verdadeira.
O que tudo isso tem a ver com Lucas 14?

1. A hipocrisia e a religião baseada apenas em rituais não tem aprovação de Cristo; é preciso uma mudança radical do coração e da mente. Ao comer pão na casa de um dos principais fariseus no sábado, Jesus curou e foi questionado; entretanto, Sua resposta calou a boca dos maus intencionados (vs. 1-6). Feliz aquele que faz o bem no sábado!

2. Convidados e anfitriões devem aprender com Jesus como comportar-se numa festa. Os convidados devem saber que lugar escolher; os anfitriões devem saber escolher seus convidados. Ambos devem ser humildes em todo procedimento – nada de tirar vantagem, promover-se ou fazer coisas por interesses egoístas (vs. 7-14). Feliz aquele que ajuda a quem não pode retribuir!

3. As desculpas indesculpáveis são aquelas que revelam a desvalorização das coisas espirituais em detrimento das coisas materiais. Não é errado casar, adquirir propriedades e bens materiais; o erro está em deixar que qualquer coisa ocupe o lugar de Deus no tempo, no coração e na vida. Muitos experientes membros de igreja podem perder o Céu, quando muitos sinceros espalhados pelo mundo poderão salvar-se (vs. 15-24). Felizes aqueles que priorizam o que Deus prioriza.

4. Aquele que não renuncia a tudo por Cristo não é verdadeiro cristão. Um menino que estudava a Bíblia questionou seu instrutor: Se Deus pede 10% de tudo o que ganho é demais, não posso aceitar isso. O instrutor o deixou mais intrigado quando disse que não é só o dízimo que Deus quer, mas tudo. Quem quiser salvar-se, segundo Jesus, deve renunciar até a vida: cruz é sinal de morte (vs. 25-33). Feliz aquele que calcula corretamente o preço do discipulado.

5. Tem crente que não serve para nada, assim como o sal insípido (vs. 34-35). Feliz aquele que tempera a vida de outras pessoas oferecendo sabor do cristianismo verdadeiro.

Não arranje desculpas para teu cristianismo vazio, superficial e morno. Arranje tempo para viver e aprender com Jesus.

Reavivamente e reforma já!
Imagens do Google –
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Lucas 14 Comentários de Douglas Jacobs

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Lucas 14
Comentários  de  Douglas Jacobs

Jesus curava no Sábado, usando o dia memorial da Criação para mostrar o Seu poder de restaurar homens e mulheres para a saúde e integridade. Em Lucas 14, Jesus foi convidado para uma refeição no Sábado “na casa de um fariseu importante” (v 1 NVI). Os líderes judeus reunidos observavam o que Jesus faria quando entrasse na casa, pois um homem com uma doença que inchava todo o seu corpo havia sido colocado à Sua frente, como uma armadilha. Se não fosse assim, eles não teriam convidado um homem doente para uma refeição, pois acreditavam que os doentes e vítimas de outras tragédias estavam sendo castigados por Deus por seus pecados.

Jesus respondeu ao seu desafio silencioso com uma pergunta: “É permitido ou não [na Lei] curar no Sábado?” (v 3 NVI). Eles reconheceram imediatamente o seu dilema: se eles respondessem “Sim”, isto colocaria em dúvida as suas próprias tradições; se respondessem: “Não,” eles iriam expor sua falta de compaixão. Assim, “eles ficaram em silêncio” (v 4 NVI).

Depois de curar o homem, Jesus o despediu. Então Ele fez uma segunda pergunta que expôs completamente a hipocrisia dos fariseus: “Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poço no dia de Sábado, não irá tirá-lo imediatamente?(v 5 NVI)? Jesus colocou o resgate de um filho de um poço e a cura de um homem doente no mesmo nível moral. Se eles resgatassem um boi de um poço mas não resgatassem um homem de sua doença, estavam valorizando um animal acima de uma pessoa. Então, do mesmo modo que eles “ficaram em silêncio” após a primeira pergunta de Jesus, agora “eles nada puderam responder” (v 6 NVI).

E nós? Como devemos responder as perguntas de Jesus? Como as nossas respostas moldam nossas atividades no Sábado? A proibição de trabalhar no Sábado nos libera de termos que ganhar o nosso pão de cada dia, e nos dá a oportunidade de ajudar os outros e, assim, celebrar o poder criativo e mantenedor de Deus. Somos livres para participar no ministério de cura de Jesus em todas as dimensões da vida. Ele se torna a nossa expressão de agradecimento a Deus por nossa própria cura do pecado e da doença. Se o Sábado é um memorial da Criação, que melhor maneira de comemorá-lo que ajudar outros a experimentar o poder criador e curador de Jesus?

A verdade de que é lícito ajudar homens e mulheres no Sábado é o fundamento da ética do Sábado. Quando submetemos nossas diretrizes de observar o Sábado aos princípios de Jesus, tornando-o um dia para fazer o bem, podemos descobrir que alguma das nossas proibições do que fazer no Sábado, na verdade, limitam boas ações que dão vida. Podemos descobrir que algumas das nossas práticas sabáticas não têm valor de cura e devem ser feitas em outros dias.

Que a resposta silenciosa de Jesus, “É lícito fazer o bem no Sábado”, libere você a cada Sábado para ministrar o poder de cura de Jesus para outros.

Douglas Jacobs, D.Min.



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