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segunda-feira, 18 de março de 2024

Jeremias 50 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 50
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 50 – No micro, a decisão cabe a nós; no macro, cabe a Deus. Ele está no controle da História; e, sábio é todo aquele que optar por viver segundo Seus propósitos.

“O poder exercido por todo governante sobre a Terra, é-lhe comunicado pelo Céu; e depende seu êxito do uso que fizer no poder que assim lhe é concedido... Compreender que ‘a justiça exalta as nações’, que ‘com justiça se estabelece o trono’ e que ‘com benignidade’ (Prov. 14:34; 16:12; 20:28) ele é mantido; reconhecer a operação destes princípios na manifestação de Seu poder que ‘remove os reis e estabelece os reis’ (Dan. 2:21) – corresponde a entender a filosofia da História”, destaca Ellen White.

Em Jeremias 50, o relato de Babilônia ecoa através dos séculos trazendo consigo lições sobre poder, justiça e o desígnio divino. Os princípios bíblicos transcendem as fronteiras religiosas, apresentando-se como verdades universais aplicáveis a todos os contextos políticos e sociais.

• A queda da Babilônia serve como lembrete vívido das consequências do abuso do poder e da injustiça.
• A história da humanidade está repleta de exemplos que corroboram a importância da justiça e da benevolência na governança.

Ao examinarmos Jeremias 50 à luz desses princípios, somos confrontados com a narrativa de uma nação que se desviou do caminho da justiça e da retidão. A soberba e a opressão levaram à ruína de um império que, em sua arrogância, esqueceu-se dos princípios divinos que fundamentam a verdadeira autoridade.

Considerando que Deus interage com a história humana, é evidente que a história das nações não são apenas uma sequência de eventos aleatórios; ela é como um intrincado tecido de causa e efeito, influenciado pela interação entre a vontade de Deus e a vontade humana.

Por conseguinte, entender a filosofia da história não é apenas uma tarefa intelectual, mas uma jornada espiritual e moral. Implica reconhecer a soberania divina sobre os assuntos imperiais, governamentais – políticos, enquanto também se assume a responsabilidade pela justiça, retidão e compaixão em nossa própria esfera de atuação.

• A soberania divina sobre os assuntos humanos nos recorda que governantes são meros administradores temporários do poder concedido pelo Céu; devem, portanto, agir com responsabilidade e humildade.

Diante disso, é imprescindível preocuparmo-nos com os governantes e orar por todos eles! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Deus é soberano - Jeremias 50

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Jeremias 50

Comentário Pr Heber Toth Armí 

A Bíblia cita Babilônia cerca 370 vezes. Aproximadamente, 200 citações estão em Jeremias. No capítulo em questão temos quase 20 citações, beirando 10% de todo o livro.

Deus incluiu Babilônia várias vezes em Suas profecias! Babilônia serviu como Seu propósito para executar juízo sobre nações perversas; todavia, agora Deus avaliará suas ações, sendo ela também julgada.

Medite nestes pontos:

1. A soberania não está com Impérios e potências mundiais, não há nenhum poder que sufoque o poder de Deus (vs. 1-2).

2. De onde ninguém imagina Deus suscita instrumentos para executar Seus propósitos, e ninguém segura; Seu maior objetivo é restaurar Seu povo (vs. 3-5).

3. A disciplina corretiva é divina, e, caso não se aprende a confiar em Deus, deve seguir Suas orientações para salvar-se do caos previsto nas profecias (vs. 6-9).

4. Deus explica as razões de Suas ações; Ele não tolera explorações (vs. 10-15).

5. Deus profetiza detalhes do sofrimento dos julgados, e elucida reiteradamente Suas motivações (vs. 16-18).

6. Israel é a preciosa nação que recebe a principal atenção benfazeja de Deus, pois dela viria o Messias (vs. 16-20).

7. O martelo usado por Deus será julgado por Ele, pois maldito aquele que faz a obra de Deus conforme quer. O remanescente judeu que sobrou do martelo de Deus degustará da misericórdia celestial, mas Babilônia, o martelo indisciplinado, será sentenciado (vs. 21-30).

8. Orgulho, adoração adulterada, injustiças e arrogâncias foram motivações babilônicas que resultaram em ações ilegais (delitos) perante o Juiz do Universo (vs. 31-39);

9. Tudo o que um indivíduo, povo, nação ou império planta, certamente terá sua colheita (vs. 41-43).

10. Deus é soberano e está no controle do Universo, Suas obras surpreendem ao mundo inteiro, pois Ele quer atrair a todos com objetivo de salvar o maior número possível de perdidos no pecado (vs. 44-46).

Sintetizei estes dez pontos, mas o texto bíblico fala de muitas outras formas ao nosso coração. As orientações de Deus são valiosíssimas em cada versículo, se estudado com oração!

Para encerrar este comentário, quero extrair mais uma verdade desta mensagem:

• Mais importante que ser usado por Deus é ser aprovado por Ele. Melhor mesmo é ser USADO e APROVADO por Ele.

Babilônia não aprendeu essa lição, e nós aprendemos? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Jeremias 50 Comentário Pr Heber Toth Armí


Jeremias 50
Comentário Pr Heber Toth Armí

A Bíblia cita Babilônia cerca 370 vezes. Aproximadamente, 200 citações estão em Jeremias. No capítulo em questão temos quase 20 citações, beirando 10% de todo o livro.

Deus incluiu Babilônia várias vezes em Suas profecias! Babilônia serviu como Seu propósito para executar juízo sobre nações perversas; todavia, agora Deus avaliará suas ações, sendo ela também julgada.

Medite nestes pontos:

1. A soberania não está com Impérios e potências mundiais, não há nenhum poder que sufoque o poder de Deus (vs. 1-2).
2. De onde ninguém imagina Deus suscita instrumentos para executar Seus propósitos, e ninguém segura; Seu maior objetivo é restaurar Seu povo (vs. 3-5).
3. A disciplina corretiva é divina, e, caso não se aprende a confiar em Deus, deve seguir Suas orientações para salvar-se do caos previsto nas profecias (vs. 6-9).
4. Deus explica as razões de Suas ações; Ele não tolera explorações (vs. 10-15).
5. Deus profetiza detalhes do sofrimento dos julgados, e elucida reiteradamente Suas motivações (vs. 16-18).
6. Israel é a preciosa nação que recebe a principal atenção benfazeja de Deus, pois dela viria o Messias (vs. 16-20).
7. O martelo usado por Deus será julgado por Ele, pois maldito aquele que faz a obra de Deus conforme quer. O remanescente judeu que sobrou do martelo de Deus degustará da misericórdia celestial, mas Babilônia, o martelo indisciplinado, será sentenciado (vs. 21-30).
8. Orgulho, adoração adulterada, injustiças e arrogâncias foram motivações babilônicas que resultaram em ações ilegais (delitos) perante o Juiz do Universo (vs. 31-39);
9. Tudo o que um indivíduo, povo, nação ou império planta, certamente terá sua colheita (vs. 41-43).
10. Deus é soberano e está no controle do Universo, Suas obras surpreendem ao mundo inteiro, pois Ele quer atrair a todos com objetivo de salvar o maior número possível de perdidos no pecado (vs. 44-46).

Sintetizei estes dez pontos, mas o texto bíblico fala de muitas outras formas ao nosso coração. As orientações de Deus são valiosíssimas em cada versículo, se estudado com oração!

Para encerrar este comentário, quero extrair mais uma verdade desta mensagem:

• Mais importante que ser usado por Deus é ser aprovado por Ele. Melhor mesmo é ser USADO e APROVADO por Ele.

Babilônia não aprendeu essa lição, e nós aprendemos? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

Salmos 67 Comentário:

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