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segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

Isaías 39 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Isaías 39
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


ISAÍAS 39 – Ao conectarmos Isaías 36, 37, 38 e 39 percebemos uma narrativa coesa que explora a confiança em Deus diante de desafios, a resposta divina à oração sincera, a fragilidade humana e os perigos da complacência espiritual. Estes capítulos fornecem verdades que continuam a ressoar, inspirando-nos a buscar uma relação mais intensa com Deus, confiando em Sua orientação, reconhecendo nossa dependência e evitando a complacência que desvia-nos do caminho certo.

Em Isaías 36, Senaqueribe ameaça invadir Jerusalém. A confiança do rei Ezequias é testada; então busca o profeta.

Em Isaías 37, a resposta de Deus veio com um anjo exterminando o exército assírio, demonstrando a vitória que acompanha àquele que coloca a confiança em Deus.

• Mesmo diante de ameaças esmagadoras, a confiança em Deus é a verdadeira fonte de fortaleza.
• A fé é importante em meio às adversidades.
• A intervenção divina na história humana transforma situações aparentemente sem solução em bênçãos extraordinárias.

Em Isaías 38 Ezequias enfrenta uma doença mortal e volta-se para Deus, que decido curá-lo e prolongar sua existência.

• A misericórdia de Deus revela-se como resposta à humildade e à fé, oferecendo esperança mesmo nas situações mais sombrias.
• Essas verdades deveriam ser propagadas por toda pessoa que desfruta de um relacionamento real com Deus.

Porém, em Isaías 39, o último capítulo desta sequência, ao receber enviados da Babilônia, orgulhosamente Ezequias exige seus tesouros. Então, Isaías prediz que, como resultado dessa exibição, a Babilônia se tornaria uma ameaça futura aos judeus. A tentação da exibição de riquezas resultou na profecia de que, eventualmente, esses tesouros seriam levados à Babilônia (Daniel 1:1-2).

• Esse episódio alerta-nos sobre os perigos da complacência espiritual e destaca como nossas escolhas moldam nosso destino, o destino de nossa família e até mesmo o destino de uma nação inteira.
• Esse capítulo não revela apenas a fragilidade inclusive de grandes homes de fé, mas também serve de lembrete das consequências das decisões alheias à perspectiva de Deus.

Isaías 36, 37, 38 e 39 formam um quadro complexo, tecido com fios de desafios humanos, respostas divinas, orações fervorosas, curas milagrosas e previsões proféticas. Este ciclo de eventos convida-nos a contemplar não apenas as batalhas e vitórias momentâneas, mas a jornada completa da fé, da fragilidade humana diante da soberania divina!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Exibição Ególatra - Isaías 39

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 
Leitura Bíblica - Isaías 39
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Exibição Ególatra

A exibição ególatra das próprias riquezas materiais traz consequências infernais. Ezequias, rei que se empenhou para erradicar a idolatria em seu reino, idolatrou bens materiais – como fazem adoradores dos falsos deuses.

Ezequias, aquele que recebera de Deus cura miraculosa duma enfermidade mortal, desperdiçou uma oportunidade de ouro ao valorizar mais as riquezas do que o Deus que as deu.

• Atenção: Filosofias capitalistas desviam-nos dos caminhos da verdadeira religião.

Visitas ilustres, homens importantes, com intenções políticas visitaram o rei Ezequias devido a sua cura e, provavelmente, pelo retrocesso do sol adorado como deus em diversas nações; mas, em vez de falar do Deus verdadeiro, Ezequias revelou sua vaidade.

A vaidade faz o indivíduo ser educado, mas com segundas intenções. Promove a política da boa vizinhança, visando algo de seu próprio interesse. Por fim desconsidera o cuidado, a direção, a proteção e a bênção de Deus – o verdadeiro responsável por tudo o que temos e somos (vs. 1-4).

A vaidade conduz até o piedoso, que recebeu uma graça miraculosa de Deus, à ingenuidade espiritual. A ingenuidade não discerne perigos por agir independente de Deus. Nem percebe o mal de priorizar coisas em vez de glorificar a Deus. Não distingue as oportunidades que Deus dá para testemunhar dEle, por isso, usa tais oportunidades para falar de si mesmo ignorando as consequências de perder a oportunidade de ouro (vs. 5-8).

A vaidade materialista demonstra-se ambição que preocupa-se apenas com o presente, não pensa no futuro. Por isso, a exploração exagerada da natureza, o desperdício abundante de água, o aumento das fábricas que eliminam gases que diminuem a camada de ozônio, que resultam em aquecimento global, derretimento das geleiras, gerando assim grandes catástrofes no presente, mas principalmente no futuro…

Eis o mal da vaidade: A filosofia materialista rouba…

• …os dízimos para investir em si mesmo tirando a oportunidade da pregação do evangelho.
• …a glória de Deus para exaltar-se.
• …o lugar de Deus, pois Sua missão não é importante para o materialista.

“O rei estava desfrutando sua fama e fortuna e, ao que parece, negligenciando sua vida espiritual”, conclui Warren W. Wiersbe sobre Ezequias.

E quanto a nós? Não estamos aproveitando as bênçãos de Deus para nos engrandecermos diante das pessoas em vez de exaltarmos a Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
 #ebiblico #rpsp #rbhw

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Isaías 39 Comentário Pr Heber Toth Armí

Isaías 39
Comentário Pr Heber Toth Armí


A exibição ególatra das próprias riquezas materiais traz consequências infernais. Ezequias, rei que se empenhou para erradicar a idolatria em seu reino, idolatrou bens materiais – como fazem adoradores dos falsos deuses.

Ezequias, aquele que recebera de Deus cura miraculosa duma enfermidade mortal, desperdiçou uma oportunidade de ouro ao valorizar mais as riquezas do que o Deus que as deu.

• Atenção: Filosofias capitalistas desviam-nos dos caminhos da verdadeira religião.

Visitas ilustres, homens importantes, com intenções políticas visitaram o rei Ezequias devido a sua cura e, provavelmente, pelo retrocesso do sol adorado como deus em diversas nações; mas, em vez de falar do Deus verdadeiro, Ezequias revelou sua vaidade.

A vaidade faz o indivíduo ser educado, mas com segundas intenções. Promove a política da boa vizinhança, visando algo de seu próprio interesse. Por fim desconsidera o cuidado, a direção, a proteção e a bênção de Deus – o verdadeiro responsável por tudo o que temos e somos (vs. 1-4).

A vaidade conduz até o piedoso, que recebeu uma graça miraculosa de Deus, à ingenuidade espiritual. A ingenuidade não discerne perigos por agir independente de Deus. Nem percebe o mal de priorizar coisas em vez de glorificar a Deus. Não distingue as oportunidades que Deus dá para testemunhar dEle, por isso, usa tais oportunidades para falar de si mesmo ignorando as consequências de perder a oportunidade de ouro (vs. 5-8).

A vaidade materialista demonstra-se ambição que preocupa-se apenas com o presente, não pensa no futuro. Por isso, a exploração exagerada da natureza, o desperdício abundante de água, o aumento das fábricas que eliminam gases que diminuem a camada de ozônio, que resultam em aquecimento global, derretimento das geleiras, gerando assim grandes catástrofes no presente, mas principalmente no futuro...

Eis o mal da vaidade: A filosofia materialista rouba...

• ...os dízimos para investir em si mesmo tirando a oportunidade da pregação do evangelho.
• ...a glória de Deus para exaltar-se.
• ...o lugar de Deus, pois Sua missão não é importante para o materialista.

“O rei estava desfrutando sua fama e fortuna e, ao que parece, negligenciando sua vida espiritual”, conclui Warren W. Wiersbe sobre Ezequias.

E quanto a nós? Não estamos aproveitando as bênçãos de Deus para nos engrandecermos diante das pessoas em vez de exaltarmos a Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

Salmos 16 Comentário

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