Mostrando postagens com marcador Amós 5. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Amós 5. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de junho de 2024

Amós 5 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Amós 5
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


AMÓS 5 – A mensagem de Amós foi direcionada principalmente contra injustiças e hipocrisias de Israel, que mantinha rituais religiosos externos enquanto ignorava os princípios de justiça e retidão.

A mensagem de Amós é direcionada a um povo que, embora estivesse prosperando economicamente, estava moralmente e espiritualmente em decadência. Observe estes tópicos:

• Lamento, comparando a Casa de Israel a uma virgem caída, sem forças para se levantar, apontando para a inevitabilidade do juízo devido à persistência no pecado (Amós 5:1-3).

• Exortação a buscar ao Senhor e viver, abandonando práticas religiosas espúrias e injustiças. Deus chama ao arrependimento genuíno, integral – não parcial, a mudança radical, a transformação total (Amós 5:4-15).

• Condenação da hipocrisia religiosa e do falso reavivamento. Deus rejeita declaradamente as festas religiosas, ofertas e músicas do povo que O adora sem verdadeira devoção e arrependimento (Amós 5:16-27).

Amós 5 revela que mesmo os sacrifícios mais valiosos – embora prescritos por Deus – e abundantes, não agradam ao Senhor quando realizados por um povo que pratica a iniquidade. Deus rejeita a música do culto quando ela não sai de um coração verdadeiramente devoto e justo.

Amós 5 também enfatiza que a justiça social e a equidade devem ser a marca constante do comportamento do povo, em vez de meros rituais religiosos. Para Deus, é mais importante a justiça e a retidão do que os rituais externos da religião. A verdadeira adoração não acontece sem ações justas e um coração correto (Isaías 29:13).

Há reavivamentos que Deus rejeita e condena. Assim como Ele expressou desdém pelos rituais religiosos de Israel, mostra também pelas nossas celebrações desprovidas de verdadeira adoração, oriundas de corações contrários aos princípios de Sua revelação.

• Todo reavivamento sem transformação de vida é falso, ainda que contenha muita atividade religiosa.

• O falso reavivamento pode ter muitas músicas, louvores, chegando até ao êxtase espiritual, mas negligencia valores essenciais, focando apenas em meros rituais, iludindo os adoradores.

• Muitas pessoas em Israel esperavam pelo “dia do Senhor” como um tempo de bênção. Contudo, Amós adverte que esse dia seria de juízo e escuridão para aqueles que praticavam uma religião superficial. O falso reavivamento cria uma falsa segurança, fazendo as pessoas acreditarem que estão em favor de Deus quando, na verdade, estão sob Seu julgamento.

Cuidemo-nos com o falso reavivamento! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
••••

domingo, 14 de março de 2021

“Ouvi esta Palavra…” - Amós 5

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Amós 5

Comentário Pr Heber Toth Armí 

O pecador não pratica a justiça para ser salvo, pois isto é impossível. É a salvação que torna o pecador apto a praticar a justiça.

• Longe de Deus nossa existência sempre será moldada pelo pecado. Perto dEle, desprezamos o pecado.

Numa sociedade agitada, pautada pela cultura da pressa, caracterizada pelo estresse nosso de cada dia, temos tremenda dificuldade de ouvir a voz de Deus. Embora em nossos dias o problema de não ouvir a Deus só tenha aumentado, na história do pecado tal negligência sempre foi alvo de advertência divina (Isaías 55:1-7).

Por causa disso, temos orientações necessárias para moldar nossa vida corrida e sem tempo para Deus e as coisas relacionadas a Ele. Desde o capítulo três de Amós, Deus apela ao coração dos indiferentes, os quais nos dias de hoje podemos ser nós mesmos:

• “Ouvi a Palavra que o Senhor fala contra vós outros…” (3:1);

• “Ouvi esta Palavra…” (4:1);

• “Ouvi esta Palavra que levanto como lamentação sobre vós…” (5:1).

Uma visão abrangente auxilia-nos a perceber a urgente mensagem de Amós. Conforme William MacDonald, temos que o pecado e a punição de Israel:

• Primeira intimação (capítulo 3);

• Segunda intimação (capítulo 4);

• Terceira intimação (5:1-17);

• O primeiro ai (5:18-27)

• O segundo ai (capítulo 6).

O cenário é de juízo e condenação. O pecado obstinado provoca o julgamento divino: Deus convoca Seu povo a uma audiência.

No capítulo em pauta, Deus chama Seu povo ao arrependimento verdadeiro, o qual não significa melhorar a aparência religiosa ou a reformar a casa de culto, mas a buscar genuinamente ao Criador a fim de obter vida plena. O verdadeiro reavivamento no coração deve revelar nas ações do cristão uma mudança de estilo de vida; a razão dessa convocação divina é que o convertido não deve fazer “a justiça virar pó” nem arrastar “a justiça na lama” (v. 7).

• Arrependimento que gera genuíno reavivamento vai além das meras canções animadas, atinge a essência da vida diária.

Deus pergunta: “Alguém aí sabe o que eu quero? Eu quero justiça – um mar de justiça. Eu quero integridade – rios de integridade. É isso o que eu quero. Isso é tudo o que eu quero” (v. 24).

E você? Dará ouvidos a Deus? – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Amós 5 Comentário Pr Heber Toth Armí

AMÓS 5 
Comentário Pr Heber Toth Armí

 O pecador não pratica a justiça para ser salvo, pois isto é impossível. O cristão não faz o que é certo porque anseia conquistar a salvação. É a salvação que torna o pecador apto a praticar a justiça. 

• Longe de Deus, nossa existência sempre será moldada pelo pecado. Perto dEle, desprezamos ao pecado.

Numa sociedade agitada, pautada pela cultura da pressa, caracterizada pelo estresse nosso de cada dia, temos tremenda dificuldade de ouvir a Deus. Embora em nossos dias o problema de não ouvir a Deus só aumentou, na história do pecado tal negligência sempre precisou ser uma exigência divina (Isaías 55:1-7).

Por causa disso, temos orientações necessárias para moldar nossa vida corrida e sem tempo para Deus e as coisas relacionadas a Ele. Desde o capítulo três de Amós, Deus está apelando ao coração dos indiferentes, os quais nos dias de hoje podem ser nós:

• “Ouvi a Palavra que o Senhor fala contra vós outros...” (3:1);
• “Ouvi esta Palavra...” (4:1);
• “Ouvi esta Palavra que levanto como lamentação sobre vós...” (5:1).

Uma visão abrangente auxilia-nos a perceber a urgente mensagem de Amós. Conforme William MacDonald, temos: O pecado e a punição de Israel:

• Primeira intimação (capítulo 3);
• Segunda intimação (capítulo 4);
• Terceira intimação (5:1-17);
• O primeiro ai (5:18-27)
• O segundo ai (capítulo 6).

O cenário é de juízo e condenação. O pecado obstinado provoca o julgamento divino: Deus convoca Seu povo a uma audiência.

No capítulo em pauta, Deus chama Seu povo ao arrependimento verdadeiro, o qual não é melhorar a aparência religiosa ou a reformar a casa de culto, mas a buscar genuinamente ao Criador a fim de obter vida plena. O verdadeiro reavivamento no coração deve revelar nas ações do cristão uma mudança de estilo de vida; a razão dessa convocação divina é que o convertido não deve fazer “a justiça virar pó” nem arrastar “a justiça na lama” (v. 7).

• Arrependimento que gera genuíno reavivamento vai além das meras canções animadas, atinge a essência da vida diária. 

Deus pergunta: “Alguém aí sabe o que eu quero? Eu quero justiça – um mar de justiça. Eu quero integridade – rios de integridade. É isso o que eu quero. Isso é tudo o que eu quero” (v. 24).

Você dará ouvidos a Deus? – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Amós 5 Comentários

Lições de Vida

Amós 5
Pr. Heber Toth Armí

Como você está? Como vai a tua cidade? Como está a tua sociedade? E, tua igreja? Melhor dizendo, como está a tua religiosidade? Este capítulo nos ajuda a ver as coisas como Deus vê, a fim de alinharmos nossa vida com a Sua vontade.

Deste texto (sermão) de Amós, destaco quatro pontos:

1. A sociedade: Deus faz uma análise da sociedade de Amós, que, devido aos mesmos pecados, parece estar descrevendo a nossa realidade: Vocês fazem a justiça virar pó e arrastam a justiça na lama... Vocês atropelam os pobres sem dó nem piedade e tiram o pão da boca deles. A justiça é uma causa perdida. O mal virou epidemia. Cidadãos decentes levantam os braços em desespero. O protesto e a censura são inúteis...

2. A religiosidade: Deus diz: “Não suporto os encontros religiosos de vocês. Estou cheio de seus congressos e convenções. Não me interessam seus projetos religiosos, seus lemas e alvos presunçosos. Estou enojado das suas estratégias para levantar fundos... Não suporto mais sua barulhenta música de culto ao ego. Quando foi a última vez que vocês cantaram para mim?...”

3. O juízo: As atitudes que ofendem a Deus atraem juízos: “Ai daqueles que anseiam pelo dia do julgamento do Eterno! Por que vocês iriam querer ver o Eterno e desejar a vinda dele?... Quando o Eterno vier, a realidade será dura: nada de fantasia – uma nuvem negra, sem borda prateada”.

4. O apelo: Deus convida veementemente dizendo: “Busquem-me e vivam”. O profeta apela: “Portanto, busquem o Eterno e vivam! Vocês não querem acabar sem ter nada para apresentar na vida além de um monte de cinzas e uma casa em ruínas, querem?... Busquem o bem, não o mal – e vivam! Vocês falam do Eterno... como se Ele fosse seu melhor amigo. Então, vivam de acordo com isso... Odeiem o mal e amem o bem, e ponham isso em prática, à vista de todos...”.

Deus não tolera a mornidão espiritual. Ele não suporta a hipocrisia. Não é dEle a religião que não produz transformação de vida. Reavivamento e reforma jamais deve ser vistos como um programa que vem e logo passa na vida do cristão.

Deus quer integridade, santidade e equidade. Deus quer cristãos de verdade! Será que somos? Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:


Amós 5 Comentários de Deepati Vara Prasad


Amós 5
Deepati Vara Prasad

Este capítulo tem mensagens específicas para o Israel do norte, a respeito de sua precária condição social e espiritual e da devastação que viria num breve futuro, através da guerra.

Israel era orgulhosa, sentia-se superior; como “a virgem de Israel.” Mas, esta nação cairá e ninguém a levantará. O profeta lamenta a respeito de Israel, refletindo o espírito de Cristo, “que não só mostra o pecado, mas Se entristece quando deve punir o pecador (ver Lc 19:40-44)” CBASD 4:1071. O castigo de Deus a Israel seria tão severo que apenas um décimo dos habitantes sobreviveria (v.3).

Deus continua a chamar Israel ao arrependimento. Buscar a Deus e seguir seus caminhos é a única maneira de escapar da iminente tragédia da conquista, deportação e exílio. Eles não devem buscar os centros de idolatria de Betel, Gilgal ou Berseba (v.5). Israel (aqui mencionada como a casa de José – pai de Efraim) será destruída por sua intensa injustiça e extrema corrupção (vv. 6-7), se não buscar ao Senhor, fazendo o bem e abstendo-se de fazer o mal. Deus deseja a salvação de todos, mas quem não deixar seus maus caminhos não pode escapar da Sua punição (2 Pedro 3: 7-9).

Amós apresenta Deus como Criador e Juiz, ao afirmar: “Senhor é o seu nome” (v.8d). Ele fez as estrelas, as Plêiades e Órion. Ele transforma “a sombra da noite em manhã”, um forte contraste ao que Israel fez: transformando justiça em amarga injustiça. Ele faz com que a água do mar se transforme em vapor e caia na Terra em forma de chuva. Ele traz ruína sobre os rebeldes que se acham fortes (vv. 8-9).

Os ímpios odiavam quem os repreendiam e falavam a verdade. Eles oprimiam os pobres e exigiam deles pesadas contribuições. Além disso, afligiam o justo, aceitavam subornos e privavam os pobres de justiça. Por isso, eles não habitariam em suas casas luxuosas de pedras lavradas, nem beberiam do vinho de seus vinhedos (vv.10-12). Nestes tempos, o prudentes ficavam em silêncio – não se exporiam, relatando a injustiça aos magistrados, pois não seriam ouvidos (v.13). No entanto, Amós pede a Israel para buscar o bem e não o mal (v.14). O mal deveria ser abominado e o bem, amado (v.15).

No mundo, muitos enganam a si mesmos. Alguns têm prazer em fazer o mal, prejudicando outros; outros, não fazem o mal, nem fazem o bem – são inúteis; outros, ainda, fazem tanto o bem como o mal – são hipócritas. Somente aqueles que odeiam o mal e amam o bem são justos e recebem a promessa da presença de Deus habitando com eles e da Sua graça transformadora (vv. 14-15).

Amós descreveu ainda mais profundamente o destino de Israel: haveria lamento nas ruas; o agricultor e o trabalhador iriam chorar – haveria choro nas vinhas. O dia do Senhor seria dia de trevas para Israel. Seria como fugir de um leão, ou um urso, apenas para ser picado por uma serpente dentro de casa (vv. 16-20).

Porque o povo de Israel seguia seus maus caminhos, Deus odiava os seus dias de festa e assembleias solenes. Os seus holocaustos, grãos e ofertas pacíficas não eram aceitáveis para Ele. Suas canções e a melodia de seus instrumentos de cordas eram ruído para Ele (vv. 21-23).

O desejo do Senhor é que “corra a retidão como um rio, a justiça como um ribeiro perene!” (v.24 NVI), ou seja, um abastecimento contínuo de água como de um ribeiro perene em vez de uma corrente sazonal de águas. Justiça e retidão, os valores fundamentais de toda a estrutura da fé bíblica, são os atributos divinos que Deus compartilha com seus leais parceiros de concerto. Sem isso a religião se transforma em formalismo sem sentido e hipocrisia (v. 27).

Deepati Vara Prasad, Ph.D.
Watchman Publishing House, Índia



http://www.palavraeficaz.com/

Números 19 Comentário

   Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica - Números 19 Comentário Pr Heber Toth NÚMEROS 19 –  Oposição contra liderança ecle...