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terça-feira, 11 de junho de 2024

Amós 1 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Amós 1
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


AMÓS 1 – No tempo de Amós, Israel vivia em grande prosperidade, mas também em profunda corrupção moral e idolatria desenfreada.

Seu ministério profético “se desenrolou na parte final do reinado do próspero e idólatra Jeroboão II (c.793-753 a.C.), quando em Judá reinava Azarias (Uzias) (c.792-740 a.C.). Portanto, o tempo de Amós seria aproximadamente 765-750 a.C. Foi uma época de prosperidade econômica e padrão de vida luxuoso, de corrupção moral e irrefreada idolatria. Amós dirigiu sua ardente oratória contra esses pecados”, contextualiza Merrill Unger.

Em meio ao luxo e ao conforto, muitos esquecem os princípios de justiça e integridade que deveriam guiar suas ações na vida diária. Enquanto refletirmos sobre os desafios dos nossos dias, somos chamados a redescobrir esses princípios essenciais para reconstruir uma sociedade mais justa e compassiva.

Enquanto avançarmos nas páginas do livro de Amós, assimile estes princípios:

• Estude e compreenda os erros do passado para evitar repeti-los, utilizando a sabedoria histórica para guiar suas ações presentes e futuras.
• Mantenha a honestidade e a ética em suas ações e decisões, independentemente da prosperidade econômica ao teu redor.
• Independentemente de tua posição ou sucesso econômico, permaneça humilde e ciente das necessidades dos outros.
• Mantenha padrões morais elevados e encoraje outros a fazer o mesmo, combatendo a decadência moral da sociedade.
• Encontre equilíbrio entre a prosperidade material e a espiritualidade genuína, evitando a hipocrisia religiosa.
• Mantenha-se fiel a princípios éticos sólidos, independentemente das circunstâncias externas.
• Tenha coragem de opor-se a práticas corruptas e imorais, mesmo que sejam comuns na sociedade.
• Cultive uma vida espiritual ou de fé que inspire a prática do bem e da justiça.
• Mostre compreensão e apoio, especialmente aos que sofrem injustiças.
• Fale contra os males e a corrupção, ainda que seja impopular ou arriscado, como fez Amós em sua época.

Amós 1:2 introduz seu livro, fornecendo uma imagem poderosa e vívida da Palavra de Deus. Nele temos:

• Declaração do profeta: “O Senhor ruge de Sião e troveja de Jerusalém” – Iminência do julgamento.
• Consequências do bramido divino: “Secam-se as pastagens dos pastores e murcha o topo do Carmelo” – Resultados da desobediência.

Amós 1:1 a 2:16 revela o julgamento de Israel e das nações vizinhas. A lição é clara: Deus encara nossa realidade com muita seriedade, também precisamos encará-la assim! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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quarta-feira, 10 de março de 2021

Sociedades decadentes - Amós 1

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Amós 1

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Sociedades decadentes buscam luzes, grandeza e poder. Deus, por outro lado, procura gente humilde. Pessoas degradadas pelo pecado prezam pelo berço de ouro, poder social, realeza, glória, sucesso material, fama. Deus preza pelos sinceros e simples.

Pessoas mergulhadas no pecado valorizam o que tem a ver com o ego pervertido, Deus, valoriza o que tem a ver com o ego convertido. Por isso, desafiando a lógica e a inteligência carnal que tem mania de grandeza, Deus escolhe “as coisas humildes do mundo, as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são” (I Coríntios 1:28).

Amós, cujo nome significa “aquele que carrega fardos” ou “penoso” foi boieiro e cultivava sicômoros antes do chamado de Deus. Ele “não era profeta profissional do quadro de funcionários do rei (7:14). Era apenas um ‘entre os pastores de Tecoa’, uma vila cerca de dezenove quilômetros ao sul de Jerusalém (1:1) e ‘colhedor de sicômoros’ (7:14)” (John D. W. Watts).

Apesar de sua origem nada nobre do ponto de vista humano, Amós foi chamado por Deus e fez um excelente trabalho. No início, ele revelou que a graça, misericórdia e oportunidades dadas divinas têm limites. Sobre a expressão “Por três transgressões […] e por quatro” J. Sidlow Baxter explica que “não deve ser interpretada em sentido aritmético literal de três ocorrências seguidas de uma quarta, mas de modo metafórico, indicando uma medida cheia, seguida de uma transbordante; em outras palavras, o pecado do povo tinha ido longe demais. Em termos coloquiais, eles haviam ‘passado dos limites’”.

• Antes de executar Seu juízo, Deus se comunica com o condenado. Damasco, representando a Síria (vs. 1-5), Gaza (vs. 6-8), Tiro (vs. 9-10), Edom (vs. 11-12) e Amom (vs. 13-15) recebem advertências e avisos antes de receberem a sentença de suas atitudes corruptas.

• Deus explica as razões do julgamento e apresenta o resultado dos pecados, revelando assim Sua bondade com o pecador, e também Sua intolerância com o pecado.

• Nossa sociedade está atraindo o mesmo juízo divino. Analise se as razões pela condenação de nações do passado não estão presentes ao nosso redor:

a) Arrogância;

b) Exploração;

c) Irresponsabilidade;

d) Estupidez;

e) Indiferença;

f) Indisciplina;

g) Infidelidade;

h) Atrevimentos…

Veja como o apóstolo Paulo descreveu nossa triste realidade em 2 Timóteo 3:1-5. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

AMÓS 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

AMÓS 1 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Sociedades decadentes buscam luzes, grandeza e poder. Deus, por outro lado, procura gente humilde. Pessoas degradadas pelo pecado prezam pelo berço de ouro, poder social, realeza, glória, sucesso material, fama, etc. Enquanto, Deus preza pelos sinceros e simples.

Pessoas mergulhadas no pecado valorizam o que tem a ver com o ego pervertido, Deus com o ego convertido. Por isso, desafiando a lógica e a inteligência carnal que tem mania de grandeza, Deus escolhe “as coisas humildes do mundo, as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são” (I Coríntios 1:28).

Amós, cujo nome significa “aquele que carrega fardos” ou “penoso” foi boieiro e cultivava sicômoros antes do chamado de Deus. Ele “não era profeta profissional do quadro de funcionários do rei (7:14). Era apenas um ‘entre os pastores de Tecoa’, uma vila cerca de dezenove quilômetros ao sul de Jerusalém (1:1) e ‘colhedor de sicômoros’ (7:14)” (John D. W. Watts).

Apesar de sua origem nada nobre do ponto de vista humano, Amós foi chamado por Deus e fez um excelente trabalho. No início, ele revelou que a graça, misericórdia e oportunidades dadas divinas têm limites. Sobre a expressão “Por três transgressões ... e por quatro” J. Sidlow Baxter explica que “não deve ser interpretada em sentido aritmético literal de três ocorrências seguidas de uma quarta, mas de modo metafórico, indicando uma medida cheia, seguida de uma transbordante; em outras palavras, o pecado do povo tinha ido longe demais. Em termos coloquiais, eles haviam ‘passado dos limites’”.

• Antes de executar Seu juízo, Deus comunica ao condenado. Damasco representando a Síria (vs. 1-5), Gaza (vs. 6-8), Tiro (vs. 9-10), Edom (vs. 11-12) e Amom (vs. 13-15) recebem advertências e avisos antes de receberem a sentença de suas atitudes corruptas.
• Deus explica as razões do julgamento e apresenta o resultado dos pecados, revelando assim Sua bondade com o pecador, e também Sua intolerância com o pecado.
• Nossa sociedade está atraindo o mesmo juízo divino. Analise se as razões pela condenação de nações do passado não estão presentes ao nosso redor:

a) Arrogância;
b) Exploração;
c) Irresponsabilidade;
d) Estupidez;
e) Indiferença;
f) Indisciplina;
g) Infidelidade;
h) Atrevimentos...

Veja como o apóstolo Paulo descreveu nossa triste realidade em 2 Timóteo 3:1-5. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 13 de setembro de 2014

Amós 1 Comentários


Amós 1
Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Aqueles que se distanciam de Deus logo estarão diante dEle. Aqueles que fogem dEle um dia se encontrarão do tribunal celestial. O juízo virá a todos, de todos os lugares e épocas.

Cinco nações vizinhas do povo de Deus são julgadas e condenadas neste capítulo: Damasco, Gaza, Tiro, Edom e Amóm. Por quê? Qual a razão? Deus explica:

• “... porque trilharam a Gileade com trilhos de ferro” (v. 3). Deus não tolera àqueles que humilham a seus semelhantes.
• “... porque levaram em cativeiro todo o povo para o entregar a Edom” (v. 6). Deus não tolera àqueles que escravizam pessoas.
• “... porque entregaram todos os cativos a Edom, e não se lembraram da aliança de irmãos” (v. 9). Deus não tolera àqueles que ignoram seus compromissos.
• “... porque perseguiu a seu irmão à espada, e baniu toda a misericórdia” (v. 11). Deus não tolera quem não age com misericórdia e amor.
• “... porque fenderam o ventre das grávidas de Gileade, para dilatarem as próprias fronteiras” (v. 13). Deus não tolera indiferentes e arrogantes.

Deus diz o que não tolera, dá o veredicto e ainda apresenta as razões para as punições. Há destruição para àqueles que não optarem pela salvação ou não haveria necessidade de salvação. Deus é a única solução; rejeitá-lO implica cavar a própria sepultura.

“Amós era um pastor [de ovelhas] dedicado à agricultura” – comenta Matthew Henry, mas agiu pelo poder e eloquência do Espírito Santo. Ele “assegura às doze tribos [de Israel] a destruição das nações vizinhas... Deus usou um pastor [de ovelhas] para repreender e advertir ao povo”. A seguir, Henry nos dá duas excelentes aplicações:
1. Aos que Deus dá habilidade para Seu serviço não devem ser desprezados por sua origem e ocupação;
2. Há juízos às nações que oprimem ao povo de Deus; o número quatro não é exato – significa que ultrapassaram na vida de pecado e estão maduros para a vingança.

Aqueles que desprezam, zombam e humilham ao povo de Deus precisam saber que vão prestar contas a Ele no dia do juízo. Todo aquele que se entrega a Deus, ainda que enfrente opressão aqui, certamente é alvo da proteção de Deus, que virá defendê-lo e libertá-lo.

Para o fiel, juízo é sinônimo de vindicação! Aguarde-o!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
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 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos de Gênesis até hoje você encontra em:


Amós 1 Comentários de Deepati Vara Prasad

Amós 1
Comentários  de  Deepati Vara Prasad

“Amós”, que significa “um portador de carga” era um humilde pastor de ovelhas em Tecoa, na Judéia, no século VIII aC. Ele não era nem filho de profeta, nem havia sido treinado para ser profeta (7:14). No entanto, ele foi chamado por Deus para profetizar contra Israel a respeito do comportamento de seus líderes religiosos e políticos que faziam mal aos olhos do Senhor. Isso conteceu numa época em que Israel e Judá eram prósperos durante os reinados de Uzias, rei de Judá, e de Jeroboão, rei de Israel (v.1).

Sentindo-se seguro contra os inimigos estrangeiros e confiante na sua própria força, Israel não vê qualquer perigo ou risco de destruição. Mas os maus frutos da prosperidade — orgulho, luxúria, egoísmo e opressão — estavam aparecendo com fartura tanto em Israel quanto em Judá. Amós sentiu-se incomodado com o luxo e os pecados existentes, descritos em vívidos detalhes por ele. Ele repreende os pecados que floresceram após a prosperidade material: as extravagâncias, as orgias, a libertinagem dos ricos, que podiam desfrutar disso pela opressão aos pobres e perversão do juízo, através de suborno e extorsão.

Amós utiliza uma linguagem bastante vívida, própria de um pastor atento aos barulhos dos animais selvagens. Para expressar o desagrado do Senhor ele disse que “O Senhor ruge” e que as pastagens e o monte Carmelo iriam chorar (v. 2). Nos versos 3-15, o profeta apresenta o julgamento de Deus sobre Damasco, Gaza, Tiro, Edom e Amon.

Damasco (vv. 3-5), a bela, próspera e bem fortificada capital e representante de toda a Síria, experimentaria os juízos de Deus por suas más ações intencionais e incuráveis, particularmente por “moer” gente como o grão é moído por artefatos de ferro (v. 3, NLT). Deus adverte que enviará fogo e destruirá Hazael e seu filho (Heb. Ben) Hadad, toda a sua dinastia e a cidade de Damasco, com todos os seus magníficos palácios reais. As barras transversais da porta da cidade seriam quebradas para o inimigo entrar e as pessoas abatidas no Vale de Áven. E, finalmente, o povo da Síria seria levado em cativeiro. Tudo isso se cumpriu quando o rei da Assíria subiu contra Damasco e a tomou.

Gaza, a cidade dos filisteus, recebe acusação por impor a migração e a escravidão. Deus decidiu lançar fogo sobre os muros de Gaza a fim de devorar seus palácios. Os habitantes de Asdod, Asquelon e Ecron seriam abatidos. Gaza foi conquistada pelo rei do Egito, e por Alexandre, o Grande. Asdod foi capturada por Uzias, e depois por Sargão II. Deus destruiria aqueles que tentam destruir o seu povo.

O julgamento também é pronunciado sobre Tiro (vv. 9-10), a principal cidade dos fenícios, por entregar prisioneiros israelitas aos edomitas. Sendo assim, eles também foram responsabilizados pelas crueldades que os judeus sofreram. A parte continental de Tiro foi tomada por Senaqueribe. Mais tarde, a ilha que pertence a Tiro foi conquistada por Asaradão e, finalmente, Tiro foi destruída por Alexandre, o Grande. Aos olhos de Deus uma pessoa é tão culpado do crime que ela ajuda a cometer quanto do crime que ela própria comete.

Em seguida, Amós denuncia as três nações aparentadas de Israel por sangue — Edom, Amon e Moabe. A atitude pouco fraterna dos Edomitas, os descendentes de Esaú, em relação aos descendentes de Jacó, e a hostilidade dos Amonitas para com os Israelitas, foi condenada por Amós. É ruim odiar a um inimigo, pior do que isso odiar a um amigo e ainda pior odiar a um irmão.

Senhor, livra-me de cometer injustiças e de oprimir aos semelhantes. Ajuda-me a amar a todos.
Deepati Vara Prasad
Índia



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