quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

O SANTO DE ISRAEL

 O SANTO DE ISRAEL

O Meu Filho eles respeitarão. Mateus 21:37

Deus suportou Seu povo com coração de pai. Pleiteou com eles por bênçãos dadas e retiradas. Pacientemente lhe expôs seus pecados, e com longanimidade esperava seu reconhecimento. Profetas e mensageiros foram enviados para reclamar os direitos de Deus sobre os lavradores; mas, em vez de serem bem-vindos, foram tratados como inimigos. Os lavradores perseguiam-nos e matavam-nos. Deus enviou ainda outros mensageiros, porém receberam o mesmo tratamento que os primeiros, os lavradores apenas mostraram ódio ainda mais decidido.

Como último recurso, Deus enviou Seu Filho, dizendo: “O Meu Filho eles respeitarão” (Mt 21:37). Mas sua resistência tornara-os vingativos, e disseram entre si: “Este é o herdeiro; venham, vamos matá-Lo e ficar com a herança Dele para nós” (v. 38).

Os líderes judeus não amavam a Deus. Por isso, romperam com Ele e rejeitaram todas as propostas para uma reconciliação justa. Cristo, o Amado de Deus, veio para reivindicar os direitos do Proprietário da vinha; mas os lavradores O trataram com desprezo aberto, dizendo: “Não queremos que este reine sobre nós.” Invejavam a beleza do caráter de Cristo. Sua maneira de ensinar era muito superior à deles, e temiam Seu êxito. Argumentava com eles, desmascarando sua hipocrisia e lhes mostrando a consequência inevitável de seu procedimento. Isso lhes provocou a ira ao extremo. Torturavam-se ante as repreensões que não podiam silenciar. Odiavam o alto padrão de justiça que Cristo constantemente apresentava. Viam que Seus ensinos acabariam revelando seu egoísmo e resolveram matá-Lo. Odiavam Seu exemplo de fidelidade e piedade, e a elevada espiritualidade revelada em tudo quanto fazia. Toda a Sua vida lhes era uma reprovação do egoísmo, e, ao chegar a prova final, prova que significava obediência para vida eterna ou desobediência para morte eterna, rejeitaram o Santo de Israel. Ao escolherem entre Cristo e Barrabás, exclamaram: “Solte-nos Barrabás” (Lc 23:18). E ao perguntar Pilatos: “Que farei, então, com Jesus?” gritaram: “Que seja crucificado!” (Mt 27:22) (Parábolas de Jesus, p. 293, 294).

PARA REFLETIR: Você já tentou silenciar a voz de Jesus porque Ele repreendeu algum pecado acariciado em sua vida? Por acaso você é diferente da turba que gritou: “Que seja crucificado!”?

Meditação Diária

27/01/2022

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