sábado, 24 de abril de 2021

A CRUZ E A NATUREZA

 MEDITAÇÃO DIÁRIA

Sábado, 24 de abril 

A CRUZ E A NATUREZA

Pois me alegraste, Senhor, com os Teus feitos; exaltarei nas obras das Tuas mãos. Salmo 92:4

Assim hoje, o homem não pode por si mesmo ler devidamente o ensino da natureza. A menos que seja guiado por sabedoria divina, exalta-a e a suas leis acima do Deus que a criou. É por isso que as ideias meramente humanas quanto à ciência tantas vezes contradizem o ensino da Palavra de Deus. Mas, para os que recebem a luz da vida de Cristo, a natureza novamente se ilumina. Na luz que se irradia da cruz, é-nos possível interpretar devidamente o ensino da natureza (A Ciência do Bom Viver, p. 462).

Há, no plano da salvação, mistérios que a mente humana não pode sondar – coisas que a sabedoria humana é incapaz de explicar –, mas a natureza pode nos ensinar muito quanto ao mistério da piedade. Deixemos, então, a mente juvenil aprender, o quanto possível, do livro da natureza. Todo arbusto, toda árvore frutífera, toda vegetação, tudo é dado para nosso benefício. Os mistérios do reino de Deus devem ser lidos no desenvolvimento da semente. […] É desígnio de Deus que a natureza sirva de manual ao homem a fim de guiá-lo do caminho da desobediência para Deus. É necessário profundo estudo da natureza sob a guia do Espírito Santo. O Senhor está dando lições práticas, tornando familiares à mente humana verdades santas, por meio das coisas mais simples da natureza (The Youth’s Instructor, 6 de maio de 1897).

Todo raio de sol, todo pedaço de pão ou gota de água é um benefício do amor que redime e roga ao pecador que se reconcilie com Deus (Manuscrito 44).

O Sol e a Lua foram feitos por Ele; não há uma estrela a embelezar o firmamento, que não haja sido feita por Ele. Não há um alimento em nossa mesa que não tenha sido providenciado por Ele para nossa manutenção. O selo e a assinatura de Deus acham-se em tudo. Todas as coisas são incluídas e abundantemente fornecidas ao homem mediante o inefável Dom, o Filho unigênito de Deus (Carta 79, 1897).

Ellen G. White, 22/8/1956 e 2005

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