quarta-feira, 11 de março de 2020

A CRUZ DO SALVADOR

MEDITAÇÃO DIÁRIA

 11 de março
A CRUZ DO SALVADOR

E obrigaram a Simão Cireneu, que passava, vindo do campo, pai de Alexandre e Rufo, a carregar-Lhe a cruz. Marcos 15:21

Não raramente ouvimos dizer sobre pessoas que acabaram vítimas de um grande prejuízo simplesmente por estarem onde não deveriam estar, em um momento impróprio. Algumas, inclusive, têm perdido a vida. Igualmente, temos ouvido falar sobre pessoas que, sem que esperassem, e até se sentissem limitadas para certas conquistas, receberam algum grande benefício, estando “no lugar certo e na hora certa”. Esse conceito poderia ser correto, não estivesse Deus no controle e na direção de todas as coisas. Simão de Cirene viveu essa experiência.

Casado, Simão era pai de dois filhos: Alexandre e Rufo. Certa manhã, ele voltava do campo, em um horário que não era comum. As pessoas normalmente trabalhavam no cultivo do solo fora da cidade durante o dia, voltando para casa à noite. Talvez, somente a providência divina explique o fato de Simão ter voltado para casa em uma ocasião atípica, e encontrado uma estranha procissão. Era a época da Páscoa. A cidade estava em rebuliço, uma multidão seguia três homens que seriam crucificados: dois ladrões e um inocente. Este último era o centro das atenções. Com rosto ferido, Sua aparência frágil denunciava a tortura impiedosa a que havia sido submetido. A multidão O injuriava!

Simão olhou e O viu desfalecido sob a cruz. Mal podia ficar em pé. O que o cirineu pode ter dito ou “pensado alto” em um compadecido protesto não está registrado na Bíblia, mas os guardas simplesmente o forçaram a carregar a cruz de Cristo. E ele a tomou. Ao carregá-la, seguindo em direção ao Calvário, ouviu o nome de Jesus. Lembrou-se do que já havia ouvido sobre Ele, deixando-se impregnar pelos mínimos detalhes do que passou a ver e ouvir em seguida, até o último gemido.

Encontrando Cristo, Simão foi por Ele encontrado e salvo. Além disso, a presença do Salvador a seu lado o fortaleceu naquela penosa jornada. Aquele foi o maior fardo que Simão carregou. No entanto, isso se tornou uma ponte para seu verdadeiro encontro com Jesus.

Que tipo de cruz está sendo imposta a você? Coloque-se à sombra da graça divina, ao longo da jornada, e receba a força que vem do alto. O peso decorrente da cruz pode ser aliviado pela presença de Jesus a seu lado. Na hora certa, Simão foi guiado ao lugar certo para um encontro real com o Salvador. Que privilégio é partilhar o peso do sofrimento com Cristo!
Meditações Matinais - De Coração a Coração, Zinaldo A. Santos

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