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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

"Em Memória de Mim”

A Fé Pela Qual Eu Vivo

21 de outubro  
“Em Memória de Mim”

E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o Meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de Mim. Luc. 22:19.

Na última páscoa que nosso Senhor observou com Seus discípulos, Ele instituiu a Ceia do Senhor em lugar da Páscoa, para ser observada em memória de Sua morte. The Youth’s Instructor, maio de 1873.

Passaria para sempre a festa nacional dos judeus. O serviço que Cristo estabeleceu devia ser observado por Seus seguidores em todas as terras e por todos os séculos. O Desejado de Todas as Nações, pág. 652.

Deus não deixou aos homens dizer quem se apresentará nessas ocasiões. Pois quem pode ler o coração? Quem é capaz de distinguir o joio do trigo? “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice.” Pois “qualquer que comer este pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor”. “Porque o que come e bebe indignamente come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.” I Cor. 11:28, 27 e 29. …

Ao recebermos o pão e o vinho simbolizando o corpo partido de Cristo e Seu sangue derramado, unimo-nos, pela imaginação, à cena da comunhão no cenáculo. Afigura-se-nos estar atravessando o jardim consagrado pela agonia dAquele que levou sobre Si os pecados do mundo. Testemunhamos a luta mediante a qual foi obtida nossa reconciliação com Deus. Cristo crucificado apresenta-Se entre nós.

Contemplando o crucificado Redentor, compreendemos mais plenamente a magnitude e significação do sacrifício feito pela Majestade do Céu. O plano da salvação glorifica-se aos nossos olhos, e a idéia do Calvário desperta vivas e sagradas emoções em nossa alma. No coração e nos lábios achar-se-ão louvores a Deus e ao Cordeiro; pois o orgulho e o culto de si mesmo não podem crescer na alma que conserva sempre vivas na memória as cenas do Calvário. O Desejado de Todas as Nações, págs. 656 e 661.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 300
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