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segunda-feira, 3 de junho de 2019

O Legítimo Valor do Dinheiro

A fé pela qual eu vivo

3 de junho
O Legítimo Valor do Dinheiro

Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares. Prov. 3:9 e 10.

Este texto ensina que Deus, como o Doador de todos os nossos benefícios, tem uma reivindicação sobre todos eles; que Seu pedido deve ser nossa primeira consideração; e que uma bênção especial sobrevirá a todo aquele que honrar esse pedido.

Aqui se estabelece um princípio que se vê em todo o trato de Deus com os homens. O Senhor colocou nossos primeiros pais no Jardim do Éden. Cercou-os de tudo aquilo que lhes poderia trazer felicidade, e lhes ordenou que O reconhecessem como o possuidor de todas as coisas. Fez crescer, no jardim, toda a árvore agradável à vista ou boa para comer; mas, dentre elas, fez uma reserva. De todas as demais, Adão e Eva poderiam comer livremente; mas, sobre essa única árvore, disse Deus: “Dela não comerás.” Gên. 2:17. Aí estava a prova de sua gratidão e lealdade a Deus.

Assim nos tem o Senhor comunicado as mais ricas bênçãos celestiais, ao nos dar Jesus. Com Ele, nos tem dado desfrutar abundantemente todas as coisas. Conselhos Sobre Mordomia, pág. 65.

Deus… confia aos homens meios. Dá-lhes a capacidade de ganhar riquezas. …

O dinheiro não nos foi dado para honrarmos e glorificarmos a nós mesmos. Como mordomos fiéis devemos usá-lo para a honra e glória de Deus. Alguns pensam que apenas parte de seus meios é do Senhor. Ao porem de parte uma cota para fins religiosos e caritativos, consideram o restante como sua propriedade, que podem usar como julgam conveniente. Erram nisso, porém. Tudo quanto possuímos é do Senhor, e Lhe somos responsáveis pelo uso que fazemos. No uso de cada centavo deve ser visto se amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

O dinheiro é de grande valor, porque pode realizar grande bem. Nas mãos dos filhos de Deus é alimento para o faminto, água para o sedento, vestido para o nu. É proteção para o opresso, e meio para socorrer o enfermo. Mas o dinheiro não é de mais valor que a areia, a não ser que o empreguemos para prover às necessidades da vida, para bênção de outros, e para o desenvolvimento da obra de Cristo. Parábolas de Jesus, pág. 351.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 160
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