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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Verdadeira Tristeza Pelo Pecado

A Fé Pela Qual Eu Vivo
1º de maio
Verdadeira Tristeza Pelo Pecado


Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor. Atos 3:19.

As condições para se obter a misericórdia de Deus são simples, justas e razoáveis. O Senhor não requer de nós fazermos alguma coisa difícil a fim de termos o perdão dos pecados. Não precisamos fazer longas e penosas peregrinações, ou levar a efeito dolorosas penitências, para confiar nossa vida ao Deus do Céu ou para expiar nossa transgressão; mas aquele que confessa e abandona o pecado achará misericórdia. Spiritual Gifts, vol. 1, pág. 37.

O arrependimento compreende tristeza pelo pecado e afastamento do mesmo. Não renunciaremos ao pecado enquanto não reconhecermos a sua malignidade; enquanto dele não nos afastarmos sinceramente, não haverá em nós uma mudança real da vida. Caminho a Cristo, pág. 23.

Um raio da glória divina, um vislumbre da pureza de Cristo que nos penetre na alma, tornará dolorosamente visível toda mancha do pecado, pondo a descoberto a deformidade e defeitos do caráter humano. Torna patentes os desejos profanos, a infidelidade do coração, a impureza dos lábios. Os atos de deslealdade do pecador, invalidando a lei de Deus, expõem-se-lhe à vista e seu espírito se abate e aflige sob a influência perscrutadora do Espírito de Deus. Caminho a Cristo, pág. 29.

As lágrimas do penitente não são senão as gotas de chuva que precedem o sol da santidade. Esse sol prenuncia o regozijo que será uma viva fonte na alma. “Somente reconhece a tua iniqüidade: que contra o Senhor teu Deus transgrediste”; “e não farei cair a Minha ira sobre vós; porque benigno sou, diz o Senhor.” Jer. 3:13 e 12. “Acerca dos tristes de Sião” determinou Ele dar-lhes “ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza, vestido de louvor por espírito quebrantado.” Isa. 61:3. O Desejado de Todas as Nações, págs. 300 e 301.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 127
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