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sábado, 18 de maio de 2019

“Este é o Meu Filho Amado”

A Fé Pela Qual Eu Vivo 

18 de maio 
“Este é o Meu Filho Amado”

E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se Lhe abriram os Céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre Ele. E eis que uma voz dos Céus dizia: Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo. Mat. 3:16 e 17.

Ao pedir Jesus, o batismo, João recusou, exclamando: “Eu careço de ser batizado por Ti, e vens Tu a mim?” Com firme, se bem que branda autoridade, Jesus respondeu: “Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça”. E João, cedendo, desceu com o Salvador ao Jordão, sepultando-O nas águas. “E logo que saiu da água” Jesus “viu os céus abertos, e o Espírito, que como pomba descia sobre Ele” Mat. 3:14 e 15. …

A solenidade da divina presença repousou sobre a assembléia. O povo ficou silencioso, a contemplar a Cristo. Seu vulto achava-se banhado pela luz que circunda sem cessar o trono de Deus. Seu rosto erguido estava glorificado como nunca antes tinham visto um rosto de homem. Dos céus abertos, ouviu-se uma voz, dizendo: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo.” Mat. 3:17. …

E as palavras dirigidas a Jesus no Jordão… abrangem a humanidade. Deus falou a Jesus como nosso representante. Com todos os nossos pecados e fraquezas, não somos rejeitados como indignos. Deus “nos fez agradáveis a Si no Amado”. Efés. 1:6. A glória que repousou sobre Cristo é um penhor do amor de Deus para conosco. … Seu amor circundou o homem e atingiu o mais alto Céu. A luz que se projetou das portas abertas sobre a cabeça de nosso Salvador, incidirá sobre nós ao pedirmos auxílio para resistir à tentação. A voz que falou a Cristo, diz a todo crente: “Este é Meu Filho amado, em quem Me comprazo”. …

Nosso Redentor abriu o caminho, de maneira que o mais pecador, necessitado, opresso e desprezado pode achar acesso ao Pai. Todos podem ter um lar nas mansões que Jesus foi preparar. O Desejado de Todas as Nações, págs. 111-113.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 144 – 
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