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domingo, 11 de novembro de 2018

O Apoio de Débora a Baraque

Refletindo a Cristo

O Apoio de Débora a Baraque - 11 de novembro

Ficaram desertas as aldeias em Israel, repousaram, até que eu, Débora, me levantei, levantei-me por mãe em Israel. Escolheram-se deuses novos; então, a guerra estava às portas; não se via escudo nem lança entre quarenta mil em Israel. Juízes 5:7 e 8.

Durante vinte anos os israelitas sofreram sob o jugo do opressor; então eles se voltaram de sua idolatria, e em humildade e arrependimento clamaram ao Senhor por livramento. E não clamaram em vão. Habitava em Israel uma mulher, famosa por sua religiosidade, e por meio dela o Senhor escolheu livrar o Seu povo. Seu nome era Débora. Era conhecida como profetisa, e na ausência dos costumeiros juízes, o povo se dirigia a ela em busca de conselho e justiça.

O Senhor comunicou a Débora o Seu propósito de destruir os inimigos de Israel, e mandou-a chamar um homem por nome Baraque… e dar-lhe a conhecer as instruções que recebera. Ela, por conseguinte, mandou chamar a Baraque, e instruiu-o a reunir dez mil homens das tribos de Naftali e Zebulom, a fim de guerrear contra o exército do rei Jabim.

Baraque sabia que os hebreus estavam dispersos, desalentados e desarmados, e conhecia a força e destreza de seus inimigos. Embora tivesse sido escolhido pelo próprio Deus para libertar a Israel, e recebido a garantia de que Deus estaria com ele e subjugaria os seus inimigos, era tímido e receoso. Ele aceitou a mensagem de Débora como sendo a palavra de Deus, mas tinha pouca confiança em Israel, e temia que eles não obedecessem à sua convocação. E recusou envolver-se nesse empreendimento duvidoso a menos que Débora o acompanhasse e apoiasse seus esforços através de sua influência e conselho. …

Baraque convocou então um exército de dez mil homens, e subiu ao Monte Tabor, como o Senhor havia ordenado. Sísera imediatamente reuniu uma força imensa e bem equipada, esperando cercar os hebreus e deles fazer presa fácil. Os israelitas… olhavam com terror sobre o vasto exército espalhado na planície abaixo deles, equipados com todos os petrechos de guerra. … Grandes facas em forma de foice foram fixadas nos eixos, de modo que os carros de guerra, ao serem conduzidos contra as fileiras do inimigo, haveriam de cortá-los como trigo.

Os israelitas se haviam estabelecido num local fortificado nas montanhas, a fim de aguardar uma oportunidade favorável para atacar. Animado pela certeza dada por Débora de que havia chegado o dia de assinalada vitória, Baraque conduziu seu exército pela planície aberta, e ousadamente investiu contra o inimigo. O Senhor dos Exércitos guerreou por Israel, e nem a destreza bélica nem a superioridade de homens e equipamento pôde resistir-lhes. Os exércitos de Sísera foram tomados de pânico. … Só Deus poderia ter desbaratado o inimigo, e a vitória podia ser unicamente atribuída a Ele. Signs of the Times, 16 de junho de 1881.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo – Pág. 321
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