terça-feira, 31 de julho de 2012

MD:Isaías 6:1, 2


Meditação Diária
Serafins

No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de Suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. Isaías 6:1, 2

Os serafins pertencem a uma das mais exaltadas milícias celestiais. São “seres resplandecentes”, exaltados e nobres.

Ao estar em oração numa das alas do templo, Isaías teve uma visão do templo celestial. Suas portas se abriram e ele viu, no lugar santíssimo, o próprio Deus assentado em Seu alto e sublime trono. Que privilégio! De acordo com o Comentário Bíblico Adventista, a palavra “templo”, nessa ocasião, estava designando “o palácio do Grande Rei do Céu”.

Pela visão de Isaías, descrita no capítulo 6 do seu livro, podemos deduzir que os anjos pertencentes a essa categoria angelical são extraordinariamente belos. Eles são dotados de seis asas: duas são usadas para voar, duas para cobrir o rosto e duas para cobrir os pés. Quando Isaías teve essa visão, os serafins se apresentavam com as faces veladas em adoração, unindo suas vozes em solene invocação, clamando em antífona “uns para os outros: santo, santo, santo, é o Senhor dos exércitos”. Segundo alguns estudiosos, inclusive Billy Graham, a função primordial dos serafins é louvar o nome de Deus em Seu trono celestial e revelar a todo o Seu vasto Universo, incluindo nosso planeta, a glória divina.

Em toda a Bíblia, os serafins são mencionados apenas nesta visão de Isaías relacionada com o seu chamado e sua capacitação para a grande missão que o Senhor lhe confiara.

Como seria se acontecesse conosco o que aconteceu com Isaías, os nossos lábios serem tocados por uma brasa viva do altar de Deus trazida por um serafim? Quem sabe deixaríamos de ter lábios impuros, conversas vulgares seriam abandonadas, palavras torpes deixariam de ser pronunciadas... Em vez de criticar, usaríamos os lábios para abençoar os semelhantes. Muitos dos nossos hinos deixariam de ser apenas expressão da nossa vaidade pessoal e passariam a ser uma expressão do nosso amor e louvor a Deus e, então, as palavras de nossas orações chegariam com toda a certeza ao trono da graça.

REFLEXÃO: “Então, disse eu: Ai de mim! Estou perdido! [...] Então, um dos serafins voou para mim [...] com a brasa [viva] tocou a minha boca e disse: [...] a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado” (Is 6:5-7). Seja essa a minha e a sua experiência. Amém!
Escrito por Wilson Sarli


Coloque seus projetos, suas alegrias, e suas lutas, aos pés Daquele que tudo pode, e descanse na segurança que somente Jesus Cristo pode nos dar.


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