sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Maravilhoso Jesus Mateus 23:23


Como os Fariseus Erraram o Alvo

"Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês dão o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas têm negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vocês devem praticar estas coisas, sem omitir aquelas". Mateus 23:23, NVI.

Jesus tinha silenciado Seus críticos. Eles lhe haviam apresentado pergunta após pergunta, procurando fazê-lo cair numa armadilha. Eles haviam enviado escribas, advogados, fariseus, saduceus e herodianos, numa tentativa de constrangê-lo publicamente. Todos os seus esquemas falharam: "Ninguém conseguia responder-lhe uma palavra; e daquele dia em diante, ninguém jamais se atreveu a lhe fazer perguntas" (Mateus 22:46, NVI).

Agora, no final da tarde daquela segunda-feira ou no dia seguinte, Jesus proferiu Seu último ensino público. Nos poucos dias que restavam até o Calvário Jesus transmitiria instruções valiosas, mas seriam apresentadas apenas para o círculo íntimo dos doze.

Mateus 23 apresenta o último ensinamento de Jesus ao povo. Palavras fortes, mas ditas em amor, estabelecendo uma série de desgraças que cairiam sobre aqueles que acima de todos em Israel deveriam ter reconhecido o Messias – os escribas e fariseus.

Falha 1: Suas ações negavam a sua profissão de religião. Faça o que eles pregam, disse Jesus, mas não siga o exemplo deles (versículos 3, 4).

Falha 2: Eles amavam o louvor dos homens mais do que a aprovação de Deus. Eles procuravam ostentar sua piedade usando filactérios. Eles buscavam os principais assentos nas sinagogas e nos banquetes. Eles gostavam de serem chamados de "professor", "pai", ou "mestre" (versos 5-11).

Falha 3: Eles desviavam sinceros pesquisadores da verdade. Ao deixarem de reconhecer o alto chamado de Deus para eles, por seu exemplo levavam outros a se desviarem de Deus (versículo 13).

Falha 4: A despeito de suas longas orações, pretensamente piedosas, eles maltratavam os infelizes (versículo 14).

Falha 5: Eles eram zelosos em ganhar almas – mas como seguidores de sua religião equivocada e não como servos de Deus (versículo 15).

Falha 6: Eles corrompiam a adoração pela racionalização teológica. Apesar da constante participação em cerimônias religiosas, Eles haviam se tornado materialistas de modo que valorizavam mais o ouro do Templo do que o próprio Templo, e mais a oferta que estava sobre o altar do que o próprio altar (vv. 16-22) .

Falha 7: Eles eram escrupulosos acerca dos detalhes, mas cegos para a essência da lei – a justiça, a misericórdia e a fé (versículos 23, 24).

Falha 8: Eles eram especialistas em exterioridades religiosas, mas não haviam sido mudados de dentro para fora. Assim, enquanto a população de Jerusalém os considerava com deferência e temor, para Deus eles eram como sepulcros caiados cheios de carne em decomposição (versículos 25-28).

ORAÇÃO

Ó Mestre, cuja olhar penetrante conhece perfeitamente os corações de homens e mulheres, dá-me um novo coração para Te adorar em espírito e em verdade.

Autor: William G. Johnsson

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