domingo, 13 de fevereiro de 2011

Maravilhoso Jesus-Romanos 8:3, 4. NVI


Quatro mães em Israel

Porque, aquilo que a Lei fora incapaz de fazer por estar enfraquecida pela carne, Deus o fez, enviando seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Romanos 8:3, 4. NVI

A genealogia de Jesus escrita por Mateus contém três surpresas. Os registros antigos seguiam apenas a linha paterna – as mulheres não tinham valor. Mateus, entretanto, rompeu com o costume existente e listou quatro mulheres na genealogia de Jesus – Tamar (Mateus 1:3), Raabe (verso 5), Rute (verso 5), e Bateseba (verso 6).

Quando vamos ao Antigo Testamento a fim de tentar descobrir porque ele selecionou essas quatro, levamos um choque. Cada uma destas quatro mulheres de Israel representava uma situação conjugal muito abaixo do ideal de Deus.
Tamar, nora de Judá, se disfarçou de prostituta e assim atraiu Judá a lhe dar um filho (Gênesis 38:13-30) – um emaranhado civil tão confuso como certas situações que vemos hoje.

Raabe era uma prostituta – isso foi verdade, pelo menos, no período em que os espias Israelitas sorrateiramente entraram em Jericó.

Rute, ao contrário, era uma mulher virtuosa. Mas ela era uma Moabita, membro de uma nação proibida de participar dos serviços do santuário. Os filhos de Israel haviam sido proibidos de se casar com qualquer pessoa daquela nação.

E Bateseba tornou-se esposa do rei Daví depois que houve um adultério e ela engravidou. O rei Davi então providenciou para que seu marido, Urias o Hitita, fosse morto numa batalha.

Cada um destes quatro casamentos era irregular ou ilícito. Mas cada um destes relacionamentos produziu um descendente homem que se tornou parte da genealogia de Jesus.

Vivemos num mundo de relacionamentos fraturados. O ideal edênico de felicidade conjugal, de fidelidade a um homem ou a uma mulher por toda a vida, é freqüentemente destruído. Divórcio, perversão, incesto, filhos molestados, esposas espancadas – este é o nosso mundo.

Mas para um mundo como este veio um salvador. Ele não veio para nos condenar ou para nos dizer o quanto tínhamos nos afastado do ideal, mas para nos resgatar. Para nos dar esperança – para nos dar perdão. Para nos erguer e nos dar poder para começar de novo.

As quatro mães de Israel nos representam – em toda a nossa dor e necessidade. E elas representam o plano de Deus para com cada filho ou filha de Adão e Eva, seu esforço universal para salvar-nos de nossa perdição.
ORAÇÃO

Senhor, é tão bom saber que não existe problema tão complicado que Tu não possas resolver, que não existe caminho tão escuro que Tua luz não possa iluminar. Ajuda-me a esquecer o que ficou para trás e a seguir avante com a certeza de que, contigo, o meu futuro será brilhante!

Autor: William G. Johnsson

Um comentário:

Jorge disse...

AMÉM, AMÉM, E AMÉM. OBRIGADA, OBRIGADA, E OBRIGADA.

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