quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

1 Samuel 23 Comentário

Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse


Leitura Bíblica - 1 Samuel 23
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I SAMUEL 23 – O pior da vida é cair no fundo do poço por não confiar plenamente em Deus, sem aprender nada com a terrível experiência da negligência.

Com Davi devemos aprender que, resolver problemas conforme nossa estratégia desencadeia outros problemas.

O tempo da unção ao trono foi necessário para o amadurecimento físico, emocional e espiritual de Davi. Por mais piedosos que sejamos, temos altos e baixos espirituais. As lições apreendidas quando estamos nas profundezas da aflição elevam-nos à alegria e satisfação providas pelo Deus que têm sempre soluções para todas as situações.

Porém, nossa fraqueza espiritual geralmente nos faz titubear na confiança em Deus. “Na vida do cristão, todo dia é dia de aprender e amadurecer. Os desafios da espiritualidade trazem algo como uma espécie de experiência necessária”, deste modo, “não resta dúvida de que ninguém é forte o tempo todo. Qual o problema de reconhecer que nem sempre as coisas funcionam direito no relacionamento com Deus? Como todo cristão maduro sabe, há dias em que a crise espiritual aparece sem pedir licença. Por outro lado, em alguns casos, a fraqueza pode estimular o cristão a buscar uma fé que não suspeitava possuir” (Fernando Beier).

Um aprendizado oriundo do amadurecimento de Davi em suas dificuldades foi dar atenção aos ministros de Deus. Neste quesito, Davi difere grandemente de Saul. Enquanto ele aprendia a honrar aos servos de Deus procurando-os para obter orientações divinas (I Samuel 23:1-4, 9-12), Saul mandou matar 85 sacerdotes do Senhor (I Samuel 22:18-19).

Observe que, “a caverna escura de Adulão era um ambiente muito diferente das colinas da Judéia onde Davi cuidava das ovelhas de seu pai e desfrutava de um relacionamento íntimo com o seu Criador. A caverna produzia uma atmosfera que envolvia a escuridão que capturava sua própria alma. Mais uma vez a luz da revelação de Deus brilhou na vida de Davi, trazendo-lhe um sentimento de segurança interior. O brilho do amor e do zelo de Deus dissipou o profundo medo que ele sentia e o ajudou a redirecionar seus pensamentos bizarros. Davi voltou a confiar em Deus, em vez de fiar-se de sua própria capacidade e habilidades, e a encarar os problemas a partir da perspectiva divina” (Gene Getz).

Reavivemo-nos diante de desafios da existência! – Heber Toth Armí.

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1 Samuel 23 — Comentários Bíblicos

 📖 1 Samuel 23 — Comentários Bíblicos

Contexto Geral
Este capítulo revela Davi como líder sensível à voz de Deus, mesmo sendo perseguido injustamente por Saul. Vemos o contraste entre um rei guiado pelo medo e ciúme (Saul) e um homem que busca direção do Senhor em cada decisão (Davi).

 1. Davi consulta ao Senhor antes de agir (v.1–5)
Ao saber que os filisteus atacavam Queila, Davi não age por impulso. Ele consulta ao Senhor, mesmo correndo risco pessoal.
👉 Lição: Nem toda boa causa deve ser abraçada sem direção divina. A vontade de Deus vem antes da lógica humana.
Mesmo com medo, Davi consulta novamente ao Senhor, que confirma a vitória. Isso mostra dependência contínua, não apenas uma consulta ocasional.

 2. Saul interpreta mal a situação (v.7–8)
Saul acredita que Deus entregou Davi em suas mãos porque ele entrou numa cidade murada. Porém, essa interpretação nasce do desejo pessoal, não da revelação divina.
👉 Lição: Nem toda “oportunidade” vem de Deus. Emoções e interesses podem distorcer a percepção espiritual.

 3. A traição evitada pela revelação divina (v.9–13)
Davi descobre que os moradores de Queila o entregariam a Saul. Deus revela não apenas o presente, mas o que aconteceria se Davi permanecesse ali.
👉 Lição profunda: Deus conhece decisões futuras e suas consequências. A revelação divina pode nos poupar de dores desnecessárias.
Davi age com sabedoria: retira-se e não enfrenta Saul desnecessariamente.

4. Saul persegue, mas Deus protege (v.14–15)
Mesmo com perseguição constante, a Escritura afirma claramente:
“Saul o buscava todos os dias, porém Deus não o entregou em suas mãos.”
👉 Lição: A proteção de Deus não elimina as lutas, mas garante que o propósito não será frustrado.

 5. Jônatas fortalece Davi no Senhor (v.16–18)
Este é um dos momentos mais belos do capítulo. Jônatas não fortalece Davi politicamente, mas espiritualmente.
👉 Ele reconhece que Davi será rei e aceita o plano de Deus com humildade.
👉 Lição: Amizades verdadeiras fortalecem nossa fé e confirmam o propósito de Deus, mesmo quando isso custa algo pessoal.

 6. Os zifeus e a perseguição contínua (v.19–28)
Os zifeus traem Davi, mas Deus intervém no momento exato: os filisteus atacam Israel, forçando Saul a recuar.
👉 Lição: Quando não vemos saída, Deus cria uma. O livramento pode vir de onde menos esperamos.
O lugar passa a se chamar Sela-Hamalecote — “Rocha das Divisões”, lembrando que Deus separa o perigo da promessa.

Temas Principais do Capítulo
Direção divina antes da ação
Proteção de Deus em meio à perseguição
Amizades que fortalecem a fé
Deus governa até os acontecimentos políticos e militares
O propósito de Deus não pode ser frustrado.

Aplicação Espiritual
Tenho consultado a Deus antes de decisões importantes?
Sei recuar quando Deus revela perigo?
Tenho sido um Jônatas na vida de alguém?
Confio que Deus está no controle mesmo quando sou perseguido injustamente?
💌 t.me/BibliaG

ANO QUE VEM, JERUSALÉM

 Devocional Diário:Descobertas da Fé

31 de Dezembro

ANO QUE VEM, JERUSALÉM


Mas como poderíamos entoar um cântico ao Senhor em terra estranha? Salmo 137:4

Exilados em território pagão, os israelitas almejavam retornar à terra natal. O Salmo 137, por exemplo, era entoado com lágrimas de tristeza enquanto o povo de Israel permanecia “junto aos rios da Babilônia”. Eles cantavam: “Se eu me esquecer de você, ó Jerusalém, que a minha mão direita se resseque” (v. 5).

Atacados pela Assíria, Babilônia, Grécia e Roma, os judeus foram forçados a abandonar Jerusalém e o Templo, várias vezes. Assim, as famílias que viviam em terras estrangeiras começaram a se despedir após a ceia de Páscoa dizendo uns para os outros: “Ano que vem, Jerusalém.” Ou seja, “que a próxima Páscoa seja na Cidade Santa”.

Até hoje, essa expressão é usada por famílias judias ao redor do mundo. Contudo, alguns perguntam se ela ainda faz sentido, uma vez que Jerusalém não pertence apenas aos judeus nem é a capital do moderno Estado de Israel. Além disso, o templo permanece sem ser reconstruído e,
em seu lugar, erguem-se monumentos muçulmanos.

Muitos israelenses não se importam com essa situação, pois não seguem mais os preceitos do judaísmo. De fato, muitas famílias judias que vivem fora de Israel estão confortáveis, tanto religiosa quanto materialmente, nos países em que residem. O que as incomoda são os extremos da vida religiosa e os constantes conflitos no Estado judaico.

Alguns rabinos explicam que, ao dizer “ano que vem, Jerusalém”, o judeu não se refere mais à capital de Israel, mas à Jerusalém eterna, aquela que nós, cristãos, chamamos de “Nova Jerusalém”. Assim, a esperança expressa nessa frase revela o anseio de que, no próximo ano, à mesma hora, estejam com o Messias em Seu reino. Para eles, isso significa Sua primeira vinda; para nós, o Seu retorno.

O modo como esperamos o Rei está diretamente relacionado ao sentimento que temos em relação a este mundo. Não se trata de viver um isolamento fanático, mas de questionar honestamente: O que sou neste mundo? Cidadão ou exilado? É estranho sentir falta de um lugar onde nunca estive, mas estou repleto de saudades do Céu. E você?

https://youtube.com/watch?v=79kAtBhqt3A&si=8MR7Ns1UOv8QBSRq

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

1 Samuel 22 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Samuel 22
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I SAMUEL 22 – Leia o capítulo, refletindo sinceramente, fazendo uma autoanálise.

Você já tomou alguma decisão que trouxe mais problemas que solução?

Ao deixar de confiar plenamente no poder de Deus, Davi causou grandes problemas, tentando resolver seus dilemas conforme suas próprias estratégias. Gene Getz sintetiza:

• “Por causa de seu primeiro plano, Davi e seu amado amigo Jônatas tiveram de separar-se e nunca mais voltaram a ver-se”.
• “Seu segundo plano custou a vida de muitos inocentes, imputando-lhe o sentimento de culpa”.
• “Seu terceiro plano figura como testemunha terrível diante do rei pagão e seu povo”.

Quando assumimos a direção de nossa vida, não resolvemos problemas, causamos o caos pensando que nossos planos são ótimos. Porém, “nessas ocasiões, nós – como Davi – ferimos os que estão próximo de nós, levamos sofrimento aos inocentes e envergonhamos o nome de Jesus Cristo. Também é nessas ocasiões que começamos a permitir que a desonestidade entre em nossa vida. Nosso primeiro plano pode incluir apenas uma mentira inocente [I Samuel 21:1-2, 8], mas o próximo passo leva-nos a outras mais ousadas. Antes de darmos conta, já estamos tão atolados que acabamos fingindo algo que não somos. Deixamos o estágio de contar mentiras, para vive-las” (Idem).

Deus não permitiu que Davi fosse morto em Gate; após fingir de louco, ele fugiu e refugiou-se na caverna de Adulão. Diante desse emaranhado de problemas, Davi voltou-se para Deus, aguardando orientação dEle (I Samuel 22:1-5). Teria sido melhor caso tivesse feito isso em todos os capítulos de sua vida! E, como também temos de aprender e crescer nesse ponto!

Ao falharmos como Davi, o alerta de I Samuel 22:6-23 é quanto a tomar cuidado com infiltrados do inimigo entre o povo de Deus. Assim como Judas, Doegue se tornou um traidor, mesmo estando bem próximo do Senhor. Ele era estrangeiro edomita, estava no santuário, mas não se converteu verdadeiramente. Ficou pior do que quando entrou. Seu legado é visto nos “adoradores” que estão prontos a prejudicar aos verdadeiros servos de Deus.

Atualmente na igreja, crentes traidores, propagadores de falsos testemunhos, aproveitadores, bajuladores pretendendo obter vantagens, delatores, oportunistas, fofoqueiros e destruidores... preservam o espírito de Doegue.

Pessoas como Doegue e Saul são ameaças à sociedade e à igreja. Se nos identificamos com eles, precisamos converter-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

Formados por Deus no Meio da Crise

📖 LIÇÃO – 1 Samuel 22


Formados por Deus no Meio da Crise

🎯 Objetivo da Lição
Compreender que Deus usa momentos de pressão, rejeição e anonimato para formar líderes segundo o Seu coração, enquanto a desobediência gera destruição e endurecimento espiritual.

📜 Texto Bíblico Base
1 Samuel 22

🟦 Introdução
O capítulo 22 de 1 Samuel apresenta dois caminhos opostos:
Davi, sendo moldado por Deus no esconderijo.
Saul, afundando em medo, ciúme e violência.
Enquanto um foge e confia, o outro governa e destrói. A lição nos convida a refletir: como reagimos quando somos pressionados?

🔹 1. A Caverna de Adulão: Deus Reúne os Quebrantados
(1 Samuel 22:1–2)
Davi se refugia na caverna de Adulão e atrai pessoas aflitas, endividadas e amarguradas. Deus inicia ali a formação de líderes improváveis.
Ensinamento:
Deus não rejeita os quebrantados; Ele os transforma.

🔹 2. Responsabilidade em Meio à Insegurança
(1 Samuel 22:3–4)
Mesmo fugindo, Davi protege seus pais, demonstrando maturidade espiritual e emocional.
Ensinamento:
A fé verdadeira se manifesta em atitudes responsáveis.

🔹 3. Direção Profética e Obediência
(1 Samuel 22:5)
O profeta Gade orienta Davi a retornar a Judá. Davi obedece, confiando mais na direção de Deus do que na lógica humana.
Ensinamento:
Obediência é a maior expressão de confiança em Deus.

🔹 4. Saul: Liderança Dominada pelo Medo
(1 Samuel 22:6–8)
Saul vê conspiração em todos, sente-se traído e perde o discernimento espiritual.
Ensinamento:
Quando o coração se afasta de Deus, o medo governa as decisões.

🔹 5. Doegue e o Uso Perverso da Verdade
(1 Samuel 22:9–10)
Doegue denuncia os sacerdotes. A informação era verdadeira, mas usada sem temor de Deus.
Ensinamento:
A verdade sem amor e temor pode se tornar instrumento de destruição.

🔹 6. O Massacre dos Sacerdotes: O Colapso Espiritual de Saul
(1 Samuel 22:11–19)
Saul ordena a morte dos sacerdotes do Senhor. Seus soldados se recusam, mas Doegue executa a ordem.
Ensinamento:
A desobediência persistente endurece o coração e cega a consciência.

🔹 7. Abiatar Escapa: Deus Preserva Seu Propósito
(1 Samuel 22:20–23)
Abiatar foge e se une a Davi. Deus preserva o sacerdócio e confirma quem Ele escolheu.
Ensinamento:
Nenhuma tragédia pode frustrar os planos de Deus.

Conclusão da Lição
Deus forma Seus servos no silêncio, na dor e no processo.
Enquanto Saul perde tudo por resistir a Deus, Davi aprende a depender dEle.
O verdadeiro reino começa no coração antes de chegar ao trono.

❓ Perguntas para Reflexão
Como tenho reagido aos meus “momentos de caverna”?
Tenho confiado mais em Deus ou em minhas próprias estratégias?
Minhas palavras e atitudes edificam ou ferem?

Verdade Central da Lição
Deus transforma crises em preparação quando escolhemos confiar e obedecer.

LEGALISMO E JUSTIÇA

 Devocional Diário: 30 de Dezembro -

 Descobertas da Fé
LEGALISMO E JUSTIÇA

Façam e observem tudo o que eles disserem a vocês, mas não os imitem em suas obras; porque dizem e não fazem. Mateus 23:3


O versículo de hoje faz parte de uma lista de reprovações de Jesus ao comportamento hipócrita dos escribas e fariseus de Seu tempo. O discurso inclui uma série de oito advertências iniciadas pela expressão “ai de vocês”.

Esses “ais” não são xingamentos ou imprecações, mas lamentos semelhantes à dor de quem está de luto. Por isso, imitam em aramaico o som de alguém chorando. Ou seja, Jesus quase certamente tinha a voz embargada ao pronunciar essas palavras solenes, carregadas de compaixão e tristeza por aqueles que teimavam em ofender a Deus.

Alguns veem no número de oito lamentos um contraste proposital com as bem-aventuranças, que também são em número de oito. As razões para a denúncia de Cristo são apresentadas no mesmo capítulo, que podemos enumerar: 1) O mau exemplo dos líderes judeus dificultava o arrependimento do povo e seu interesse pelo Reino; 2) sua ganância os levava a cometer grandes desmandos em nome da fé; 3) seu proselitismo visava assemelhar os convertidos a si mesmos e não a Deus; 4) seu rigor no cumprimento cerimonial da lei ignorava o amor, que é o resumo dela; e 5) sua postura arrogante os convencia de que eram espiritualmente superiores.

Isso me faz lembrar uma história. Conta-se que em um teatro em Atenas, um ancião fora barrado por jovens que não queriam ceder-lhe lugar. Os espartanos, por sua vez, levantaram e deram seu lugar ao idoso, e muitos viram isso. Então, um filósofo comentou: “É curioso ver como os
atenienses aplaudem a virtude, enquanto os espartanos é que a praticam.”

Não basta acreditar em uma doutrina verdadeira e coerente com a Bíblia. Se essa fé não se tornar prática, nossa voz será irrelevante para aqueles que precisam conhecer a Deus. Jesus não condenou os fariseus pelo que eles criam, mas pelo que deixavam de praticar, reduzindo suas convicções a um credo morto e ineficaz.

Para evitar a armadilha dos escribas e fariseus, precisamos interligar em amor nossos pensamentos e nossas atitudes. Se o diabo não nos torna descrentes, ele tentará nos fazer legalistas. Somente a graça nos livra disso e, pela fé, nos torna justos diante de Deus, levando-nos à prática de boas obras. Você deseja isso hoje?

https://youtube.com/watch?v=eBKCv20djKk&si=36POtaN-ih409KQl

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

1 Samuel 21 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica - 1 Samuel 21
Comentário
Pr Heber Toth Armí

I SAMUEL 21 – A vivência desprovida de princípios morais, a negligência ao respeito pelo próximo, a desvalorização da justiça, somando a isso o deixar-se dominar por sentimentos pervertidos, fazem a existência ser sofrida.

Desde quando entrou o pecado no mundo, afloraram sentimentos doentios em nosso coração:

• Tomados pelo medo, Adão e Eva fugiram do amoroso Deus que trouxera solução para seus problemas.

• Caim teve inveja e ciúmes de Abel, por isso praticou fratricídio sem qualquer motivo.

A loucura existente na sociedade deve-se aos sentimentos corrompidos impregnados na alma humana:

• A loucura de Saul originou-se da inveja e do ciúme de Davi (I Samuel 18:9, 28-29).

• A loucura de Davi originou-se do medo de Saul e dos filisteus (I Samuel 21:10-13).

Sentimentos negativos definham nosso caráter. Por conseguinte, Deus apela a que “não sejamos presunçosos, provocando uns aos outros e tendo inveja uns dos outros” (Gálatas 5:26).

Loucuras na sociedade podem fazer qualquer líder político preocupar-se como Aquis, perguntando: “Será que me faltam loucos para que vocês o tragam para agir como doido na minha presença?” (I Samuel 21:15).

Davi, assim como Elias diante da ameaça de Jezabel, após viver extraordinária experiência com Deus, revelou fraqueza, decresceu de sua confiança em Deus, foi ao fundo do poço, submergiu em comiserações miseráveis. Quando seguimos por tal caminho, a angústia e o pavor tomam conta do coração. A vida perde o sentido. Confiar em Deus parece pior que deixar de confiar nEle. O desespero passa a controlar nossas decisões. Todavia, Deus não abandona Seus filhos nas mazelas deste mundo corrompido e sociedade destrutiva.

Interessante é que Davi não foi para um lugar seguro; Davi foi abrigar-se em Gate, cidade de Golias, levando consigo a espada do gigante, onde as pessoas o tinham como um grande inimigo. Ironicamente, entre inimigos pagãos parecia melhor que entre o povo de Deus. Se não fosse a graça de Deus, a insanidade de Davi por não confiar plenamente no poder divino, o teria destruído.

Vivemos numa sociedade perigosíssima. O mundo está cheio de loucos, pessoas cruéis! Atrocidades e opressões daqueles que nos cercam levam-nos à loucura.

É certo que, sem a graça divina operando em meio à desgraça social, seríamos consumidos.

Portanto, não confie na loucura, fie-se no Autor das Escrituras!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#ebiblico #rpsp #palavraeficaz‌‌

1 Samuel 23 Comentário

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