Páginas

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Riquezas

Riquezas, 7 de Julho


A bênção do Senhor é que enriquece, e ele não acrescenta dores. Provérbios 10:22.

Muitos invejaram a popularidade e a extraordinária magnificência de Salomão, julgando que dentre os homens era ele o mais feliz. Mas em meio a toda aquela glória de ostentação artificial, esse homem invejado é o mais digno de lástima. Traz o semblante sombrio, possuído de desespero. Todo o resplendor que o cerca é para ele como um escárnio à aflição e angústia dos seus pensamentos, ao recordar ele sua vida malbaratada na busca da felicidade mediante a condescendência e a egoísta satisfação de cada um dos seus desejos.

No meio da prosperidade o perigo esconde-se. Através dos séculos, riquezas e honra sempre têm-se feito seguir do perigo para a humildade e espiritualidade. Não é o copo vazio que se torna difícil de ser transportado; é o copo cheio que precisa ser cuidadosamente equilibrado para ser conduzido. A aflição e adversidade podem causar tristeza, mas é a prosperidade que representa maior perigo para a vida espiritual. A menos que o ser humano esteja em constante submissão à vontade de Deus, a menos que seja santificado pela verdade, a prosperidade fará que ressurja a inclinação natural para a presunção.

No vale da humilhação, onde os homens dependem de Deus para serem ensinados e guiados em cada passo, há relativa segurança. Mas os homens que se plantam, por assim dizer, num elevado pináculo, e que, por causa de sua posição, presumem possuir grande sabedoria — esses estão no mais grave perigo. A não ser que tais homens façam de Deus sua confiança, seguramente cairão.

Sempre que a ambição e o orgulho são tolerados, a vida é maculada; pois o orgulho, não sentindo necessidade, cerra o coração para as bênçãos infinitas do Céu. Aquele que faz da glorificação de si mesmo seu alvo encontrar-se-á destituído da graça de Deus, por cuja eficiência as verdadeiras riquezas e o mais satisfatório prazer são conquistados. Mas o que tudo entrega e tudo faz por Cristo conhecerá o cumprimento da promessa: “A bênção do Senhor é que enriquece, e não acrescenta dores.” Provérbios 10:22.

Todos os pecados e excessos de Salomão podem ser atribuídos ao seu grande erro de deixar de confiar em Deus quanto à posse de sabedoria, e de andar humildemente diante dEle. — The S.D.A. Bible Commentary 2:1030, 1031.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Isaías 48 – Comentários Principais Heber Toth Armí

Isaías 48 –
Comentários Principais Heber Toth Armí

Ser negligente espiritual, relaxado na religião, morno na prática da fé, relapso no cumprimento da missão significa estar enredado nas teias do mal pensando que tudo está bem.

Os judeus se acomodaram em Babilônia, afrouxaram no propósito divino para eles e perderam o foco espiritual, que era a vinda do Messias. A única forma de resolver nossa apatia espiritual, nossa letargia religiosa e nossa indisposição para cumprir a missão resume-se em ouvindo a Palavra de Deus.

O capítulo em pauta foi divido por John N. Oswalt da seguinte forma:

ESCUTA AO SENHOR:
1. A palavra de Deus:
a) Coisas do passado (vs. 1-5).
b) Coisas novas (vs. 6-11).
2. Escuta-me:
a) O Senhor da eternidade e do tempo (vs. 12-16).
b) Se houvesses atendido (vs. 17-22).

“Seria de se pensar que os judeus estivessem ansiosos para deixar sua ‘prisão’ e voltar para sua terra, a fim de ver Deus fazer coisas novas e grandiosas por eles. Porém, haviam se acostumado com a segurança do cativeiro e se esquecido dos desafios da liberdade. Não é difícil para a igreja de hoje se acomodar com seu conforto e fartura. Deus pode nos colocar na fornalha assim como enviou os judeus para o exílio para nos lembrar de que estamos aqui para ser servos e não consumidores ou espectadores” (Warren W. Wiersbe).

Neste maravilhoso texto, “o Senhor se apresenta como Deus absoluto e eterno (o primeiro e também o último), o criador e sustentador do universo, o organizador de sua história, o Deus da profecia, e anuncia que suscitará alguém a quem ele ama (Ciro) para derrotar os babilônios e libertar o povo de Israel. Observe as três pessoas da Trindade no versículo 16: O Senhor Deus, Seu Espírito e a mim (i.e., Cristo). Aqui ocorre uma transição quase imperceptível de Ciro para seu antítipo, o Senhor Jesus Cristo” (William MacDonald).

Deus não nos quer estagnados numa forma exterior de religiosidade (v. 1) nem desviados da religião verdadeira (v. 5). Por isso, bondosamente, Ele oferece graça e anseia que abandonemos a Babilônia espiritual, isto é, os princípios, filosofias e práticas que não Lhe agradam (Apocalipse 18).

A obediência a Deus promove tudo o que a desobediência roubou. Paz e alegria são proporcionais à obediência. Obedeceremos? – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Liqüidado

Liqüidado, 6 de Julho


Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. Mateus 6:24.

Tão gradual foi a apostasia de Salomão que antes que dela se advertisse, tinha-se afastado de Deus. Quase imperceptivelmente começara a confiar cada vez menos na divina guia e bênção, e a pôr a confiança em sua própria força. ...

Dominado por um subjugante desejo de superar outras nações em exibições exteriores, o rei subestimou a necessidade de adquirir beleza e perfeição de caráter. Procurando glorificar-se a si mesmo perante o mundo, vendeu sua honra e integridade. ... O espírito considerado, consciencioso, que lhe havia assinalado o trato com o povo durante a primeira parte de seu reinado, estava agora mudado. Do mais sábio e mais misericordioso dos reis, ele se degenerou num tirano. Outrora guardião do povo, compassivo e temente a Deus, tornara-se opressor e despótico. — Profetas e Reis, 55, 56.

Os possuidores de dinheiro devem aprender uma lição da história de Salomão. Os que são competentes estão em constante perigo de pensar que dinheiro e posição lhes garantirão o respeito, e que não precisam ser muito exatos. Mas a exaltação própria é apenas uma bolha de sabão. Abusando dos talentos que lhe foram concedidos, Salomão apostatou de Deus. Quando Deus concede prosperidade aos homens, devem eles precaver-se de seguir as imaginações de seu coração, para não porem em perigo a simplicidade de sua fé e deteriorarem sua experiência religiosa. — Manuscrito 40, 1898.

A lição que nos toca aprender da história daquela vida pervertida é a necessidade de confiar continuamente nos conselhos de Deus; vigiar cuidadosamente a tendência de nosso procedimento, e reformar todo e qualquer hábito tendente a nos afastar de Deus. Ensina-nos que são necessários grande cuidado, vigilância e oração para manter incontaminada a simplicidade e pureza de nossa fé. Se queremos subir à mais elevada excelência moral, e alcançar a perfeição do caráter religioso, quanto discernimento devemos usar na formação de amizades, e na escolha do companheiro para a vida! — The S.D.A. Bible Commentary 2:1031.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Isaías 47 Comentário Pr Heber Toth Armí

Isaías 47
Comentário Pr Heber Toth Armí

Babilônia está novamente nos escritos do profeta Isaías. Antes de extrair preciosas lições de vida, considere esta análise:

“Segundo a tradição antiga, o profeta Isaías foi serrado em pedaços. Não podemos ter certeza da veracidade da tradição, mas sabemos que um dos primeiros feitos da alta crítica foi fazer algo parecido com sua profecia. A teoria de uma profecia dividida está ganhando tanto terreno que ninguém pode ter erudição se hesita em aceitar a autoria dupla de Isaías. Do capítulo 40 até o final, somos informados com cansativa repetição, temos uma passagem que não foi escrita por Isaías, mas por um profeta do exílio – o grande desconhecido” (J. Sidlow Baxter).

Mas, Isaías continua falando de Babilônia neste capítulo – tema que teve início nos capítulos 13, 14 e 21. Babilônia, que, inicialmente pequena, ao crescer, aumentou sua arrogância, crueldade, orgulho, egoísmo e amor à luxúria (vs. 1-8), recebeu a sentença divina (vs. 9-15).

O mesmo Isaías “passa a expandir agora o tema que mencionou brevemente em 13:10. O Senhor condena a astrologia da Babilônia, sua adoração as estrelas e sua apreciação pela magia (47:9-13)” diz Edouard Kitoko Nsiku. Sim, “o texto censura a crueldade da Babilônia (v. 6), sua arrogância (v. 7,8,10) e a sua devoção à astrologia e às práticas da magia (v. 12,13)”, explica David F. Payne.

“Estas coisas”, afirma Nsiku, “além de causarem a ira de Deus, não tem utilidade alguma. Para os babilônios, não serviram para protegê-los do julgamento de Deus (47:14-15)”.

A condenação da Babilônia seria a salvação do povo remanescente de Deus. Apesar das notas pessimistas, os humildes as entenderam como boas-novas.

As lições que extraímos para nossa vida são as seguintes:

• Quando a injustiça é praticada na Terra, Deus vê, julga e redime os injustiçados.
• A crueldade, orgulho (arrogância), presunção e práticas religiosas antibíblicas são todos pecados que levarão àqueles os amarem à destruição.
• Aqueles que permitem que a humildade e a submissão a Deus sejam suas características principais certamente serão livres da desgraça dos pecados de Babilônia.

Deus quer salvar todas as pessoas que estão enraizadas na cultura de Babilônia apocalíptica. Por isso Seu apelo:

“Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes de seus flagelos” (Apocalipse 18:4) – Heber Toth Armí #rbhw #ebiblico #rpsp

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Que epitáfio!

Que epitáfio! 5 de Julho


Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e Eu vos receberei. 2 Coríntios 6:17.

Salomão presumia que sua sabedoria e o poder do seu exemplo haveriam de levar suas esposas da idolatria à adoração do verdadeiro Deus, e também que as alianças assim formadas atrairiam as nações circunvizinhas em mais íntimo contato com Israel. Vã esperança! O erro de Salomão em considerar-se suficientemente forte para resistir às influências de associações pagãs foi fatal. E fatal foi também o engano que o levou a esperar que, não obstante a desconsideração de sua parte para com a lei de Deus, outros poderiam ser levados a reverenciá-la e obedecer-Lhe aos sagrados preceitos. — Profetas e Reis, 54.

Muitos, como o rei de Israel, seguem seus próprios desejos carnais, e contraem casamento profano. Muitos que iniciaram a vida como que numa manhã bela e promissora, em sua esfera limitada, como Salomão em sua posição exaltada, mediante um passo falso e irrevogável quanto ao casamento, perdem a alma, e atraem outros à ruína com eles. Como as esposas de Salomão lhe desviaram o coração, de Deus para a idolatria, assim os cônjuges frívolos, que não têm profundidade de princípios, desviam o coração dos que outrora eram nobres e verdadeiros, para a vaidade, para os prazeres corruptos e para o vício declarado.

Que a triste memória da apostasia de Salomão sirva de advertência a todos, para que evitem o mesmo precipício. ... O maior rei a empunhar um cetro, de quem foi dito ser o amado de Deus, por causa de afeições extraviadas contaminou-se e foi tristemente abandonado de seu Deus. O mais poderoso soberano da Terra fracassou na tarefa de dominar suas próprias paixões. Salomão pode ter sido salvo qual “tição de fogo”, contudo seu arrependimento não erradicou aqueles “lugares altos”, nem demoliu aqueles monumentos, que permaneceram como evidência de seus crimes. Ele desonrou a Deus, preferindo deixar-se dominar pela concupiscência a ser participante da natureza divina. Que legado a vida de Salomão transmitiu aos que se prevalecem de seu exemplo para acobertar suas ações vis! Nós transmitimos uma herança boa ou má. Serão nossa vida e nosso exemplo uma bênção, ou maldição? Hão de as pessoas olhar à nossa sepultura e dizer: Ele me arruinou, ou ele me salvou? — The S.D.A. Bible Commentary 2:1031.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Isaías 46 Comentário Pr Heber Toth Armí

Isaías 46
Comentário Pr Heber Toth Armí


A sabedoria de Deus é infinita. Seu saber não é limitado como o nosso. Deus conhece o fim desde o princípio. O Deus verdadeiro é onisciente. Ele conhece tudo, sabe tudo sobre tudo. Deus nos conhece, inclusive nossas decisões antes mesmos delas serem pensadas. Deus também conhece quais decisões tomaremos lá no futuro.

As profecias relacionadas com gente possuindo o livre arbítrio provam que Deus é verdadeiramente onisciente. Conhecer o futuro de forma infalível é característica exclusiva de Deus que O distingue dos ídolos e tantos outros deuses falsos (ver Salmo 147:5; Isaías 41:21-24).

Em Isaías 46 encontramos esta informação dada por Deus: “Eu sou o Eterno, o único Deus que já tiveram e terão – incomparável, insubstituível – Desde o começo dizendo a vocês como será o fim, ao longo de toda a caminhada revelando a vocês o que irá acontecer... ‘Conheço tudo há muito tempo, vou fazer exatamente o que me propus a fazer” (vs. 9-11).

Ninguém consegue atrapalhar os propósitos de Deus (Jó 42:2). Além de onisciente, Deus é onipotente. Consequentemente, Ele...

1. ...Faz o que, quando e onde quiser. No presente Ele prediz o futuro e no futuro Ele age como falou no passado – sem que ninguém interfira: nem o diabo com suas hostes demoníacas O impedem executar Seus extraordinários planos para um mundo decadente (vs. 1-4).

2. ...Chama as pessoas à responsabilidade, incentiva os pecadores a serem sábios, aos incrédulos a crerem, aos injustos a serem justos, aos pagãos a se converterem. Sua oferta de salvação é um presente para todos os que estão presos a um destino de total perdição (vs. 5-13).

Além destas, o texto inspirados transmitem-nos as seguintes verdades:

• O Deus verdadeiro é onipotente, todos os outros são absolutamente impotentes.
• O Deus verdadeiro conhece e sustenta os Seus seguidores, os outros deuses precisam ser transportados por seus seguidores.
• O Deus verdadeiro cuida e protege; os outros deuses precisam de cuidado e proteção para não quebrarem ou caírem.
• O Deus verdadeiro conhece o passado, o presente e o futuro; os outros deuses nada sabem.
• O Deus verdadeiro age, interage e executa obras impossíveis aos humanos; os deuses falsos não fazem nem o que é possível aos humanos fazerem.

Conheça melhor o Deus que te conhece bem! Anime-se! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

terça-feira, 4 de julho de 2017

O mais sábio dos homens

O mais sábio dos homens, 4 de Julho


Discorreu sobre todas as plantas, desde o cedro que está no Líbano até ao hissopo que brota do muro; também falou dos animais e das aves, dos répteis e dos peixes. 1 Reis 4:33.

O nome de Jeová foi grandemente honrado durante a primeira parte do reinado de Salomão. ... Ao passarem os anos, e aumentando a fama de Salomão, buscou ele honrar a Deus acrescentando sua força mental e espiritual e constantemente repartindo com outros as bênçãos recebidas. Ninguém compreendia melhor que ele, haver sido pelo favor de Jeová que entrara na posse do poder, sabedoria e entendimento, e que esses dons foram-lhe concedidos para que ele pudesse dar ao mundo o conhecimento do Rei dos reis. Salomão tomou especial interesse pela História Natural, mas suas pesquisas não estavam limitadas a um determinado ramo do saber. Mediante diligente estudo de todas as coisas criadas, tanto animadas como inanimadas, adquiriu clara concepção do Criador. Nas forças da natureza, no mundo mineral e animal, e em toda árvore, arbusto e flor, ele via a revelação da sabedoria de Deus; e ao procurar aprender mais e mais, seu conhecimento de Deus e seu amor por Ele constantemente aumentavam.

A divinamente inspirada sabedoria de Salomão encontrou expressão em cânticos de louvor e em muitos provérbios. ... Nos provérbios de Salomão estão esboçados princípios de santo viver e elevados intentos; princípios oriundos do Céu e que conduzem à piedade; princípios que devem reger cada ato da vida. Foi a ampla disseminação desses princípios, e o reconhecimento de Deus como Aquele a quem pertence todo louvor e honra, que fez dos primeiros tempos do reinado de Salomão uma ocasião de reerguimento moral bem como de prosperidade material. ...

Oxalá tivesse Salomão em seus últimos anos atentado para estas maravilhosas palavras de sabedoria! Quem dera aquele que declarou: “Os lábios dos sábios derramarão o conhecimento” (Provérbios 15:7) e que ensinara, ele próprio, os reis da Terra a render ao Rei dos reis o louvor que haviam intentado dar a um governador terreno, não tivesse jamais tomado para si com “boca perversa”, em “soberba” e “arrogância” a glória devida a Deus somente! — Profetas e Reis, 32-34.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Salmos 66 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – Salmos 66 Comentário: Pr. Heber Toth Armí SALMO 66 – Os temas deste Salmo são amp...