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quinta-feira, 11 de abril de 2024

Ezequiel 17 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Ezequiel 17
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


EZEQUIEL 17 – Até aqui Deus utilizou vários recursos didáticos objetivando alcançar o coração desviado e endurecido de Seu povo.

Ezequiel teve uma visão do Ser vivente no carro de fogo, cheio de rodas (Ezequiel 1). Ao ser chamado por Deus, ele recebeu sua comissão profética numa visão dramática que inclui comer um rolo de livro (Ezequiel 2-3).

O profeta foi instruído por Deus para encenar o cerco de Jerusalém, usando tijolos e um utensílio de ferro; desenhar um modelo de Jerusalém sitiada; deitar-se de lado por um determinado período, etc. (Ezequiel 4-7).

Através de Seu profeta, Deus utilizou várias parábolas que retratam a rebeldia de Seu povo e o julgamento pela desobediência – veja a parábola da prostituta infiel (Ezequiel 16).

Ezequiel 15 e 17 não estão diretamente conectados em termos de narrativa contínua, porém, ambos compartilham temas semelhantes e usam metáforas relacionadas à natureza para transmitir mensagens espirituais e teológicas:

• Em Ezequiel 15, Deus compara Israel a uma videira inútil, que, embora recebesse total cuidado, não produziu frutos úteis. A videira inteira foi considerada inútil para qualquer propósito, exceto como combustível ao fogo.
• Em Ezequiel 17, Deus apresenta uma parábola envolvendo duas águias e uma videira. A primeira águia representa Nabucodonosor, rei da Babilônia, enquanto a segunda águia representa o Egito. A mensagem principal aqui é sobre a aliança de Judá com outras nações em busca de proteção, em vez de confiar em Deus, e sobre a eventual desolação e exílio devido à quebra da aliança.

Em Ezequiel 15, o foco da videira está na falta de frutos espirituais, enquanto em Ezequiel 17, o foco está na quebra da aliança e na busca por segurança fora de Deus. Em ambos os casos, o resultado é juízo e desolação sobre Israel.

Assim como Israel enfrentou o juízo de Deus devido à sua idolatria e deslealdade espiritual, os crentes hoje devem evitar colocar qualquer coisa acima de Deus em sua vida e, apesar de qualquer situação, devem permanecer leais a Ele.

Em vez de buscar segurança em alianças com o mundo ou em seus recursos, os crentes devem confiar plenamente em Deus como fonte de proteção e provisão.

Diferentemente de Israel, os crentes devem produzir frutos espirituais para não serem classificados como inúteis para Deus!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Deus no controle - Ezequiel 17

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse 

Leitura Bíblica - Ezequiel 17

Comentário Pr Heber Toth Armí 

Os proclamadores das mensagens divinas são como cozinheiros que preparam saborosos alimentos para pessoas que perderam o apetite pelos alimentos saudáveis.

Contudo, Deus continua variando o cardápio, procurando despertar rebeldes da letargia espiritual. Acompanhe estes pontos com atenção e oração:

• Visando chamar a atenção, o profeta usa alegoria com objetivo retórico. Quem sabe por uma forma mais compreensível a sabedoria profética alcançaria o coração dos ouvintes (vs. 1-2).

• As imagens enigmáticas deveriam despertar prazer de ouvir e fixar o ensinamento na mente do povo relapso. Já no início, Deus é o lavrador que Se dedica a Sua vinha. Planta-a em boa terra, próximo a abundantes águas. Seu crescimento foi impressionante. Babilônia, retratada como uma exuberante águia, sob a supervisão divina, atrai a vinha. Contudo, uma segunda águia, prende a atenção da vinha, a qual rejeita as intenções do lavrador e foge ao Seu propósito disciplinador (vs. 3-10).

• A interpretação da alegoria é uma explicação da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, quando tomou a Joaquim e sua corte real em 597 a.C. (ver II Reis 24:6-17). Joaquim foi bem tratado. Babilônia colocou em seu lugar no trono de Judá a Matanias, cujo nome foi alterado para Zedequias (II Reis 24:17) (vs. 11-12).

• No início havia submissão da parte de Zedequias a Babilônia, depois rebelou-se contra Nabucodonosor e fez aliança com o Egito. Quando Zedequias precisou contar com a ajuda egípcia, teve resposta positiva, mas nada impediu a queda de Jerusalém. Zedequias selou seu destino e o destino dos fugitivos ao romper com Babilônia e aliar-se com o Egito, demonstrando rebelião contra Deus (vs. 13-21).

• Deus, identificando-Se com a primeira águia, tomará um terno renovo e o plantará em um alto monte. Deus reavivará a linhagem davídica, de onde viria o Messias (vs. 22-24).

Aplicações: Deus…

…tem a última palavra, não a rebeldia, a rebelião ou a indiferença humana.

…está no controle mesmo quando Seu povo se esforça para agir contrário a Sua vontade.

…aviva a esperança nos corações desesperados usando variados recursos retóricos para alcançar Seus propósitos.

…enviou o Messias, da tribo de Judá, da linhagem de Davi, mesmo contra a vontade de Seu povo (João 1:10-11).

…quer salvar-nos de nossa rebeldia.

…anseia por nosso coração!

…espera nossa resposta!

Daremos atenção a Deus? – Heber Toth Armí.

 #ebiblico #rpsp #palavraeficaz

sábado, 7 de outubro de 2017

Ezequiel 17 Comentário Pr Heber Toth Armí

Ezequiel 17 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Os proclamadores das mensagens divinas são como cozinheiros que preparam saborosos alimentos para pessoas que perderam o apetite pelos alimentos saudáveis.

Contudo, Deus continua variando o cardápio, procurando despertar rebeldes da letargia espiritual. Acompanhe estes pontos com atenção e oração:

• Visando chamar a atenção, o profeta usa alegoria com objetivo retórico. Quem sabe por uma forma mais compreensível a sabedoria profética alcançaria o coração dos ouvintes (vs. 1-2).

• As imagens enigmáticas deveriam despertar prazer de ouvir e fixar o ensinamento na mente do povo relapso. Já no início, Deus é o lavrador que Se dedica a Sua vinha. Planta-a em boa terra, próximo a abundantes águas. Seu crescimento foi impressionante. Babilônia, retratada como uma exuberante águia, sob a supervisão divina, atrai a vinha. Contudo, uma segunda águia, prende a atenção da vinha, a qual rejeita as intenções do lavrador e foge ao Seu propósito disciplinador (vs. 3-10).

• A interpretação da alegoria é uma explicação da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, quando tomou a Joaquim e sua corte real em 597 a.C. (ver II Reis 24:6-17). Joaquim foi bem tratado. Babilônia colocou em seu lugar no trono de Judá a Matanias, cujo nome foi alterado para Zedequias (II Reis 24:17) (vs. 11-12).

• No início havia submissão da parte de Zedequias a Babilônia, depois rebelou-se contra Nabucodonosor e fez aliança com o Egito. Quando Zedequias precisou contar com a ajuda egípcia, teve resposta positiva, mas nada impediu a queda de Jerusalém. Zedequias selou seu destino e o destino dos fugitivos ao romper com Babilônia e aliar-se com o Egito, demonstrando rebelião contra Deus (vs. 13-21).

• Deus, identificando-Se com a primeira águia, tomará um terno renovo e o plantará em um alto monte. Deus reavivará a linhagem davídica, de onde viria o Messias (vs. 22-24).

Aplicações: Deus...

...tem a última palavra, não a rebeldia, a rebelião ou a indiferença humana.
...está no controle mesmo quando Seu povo se esforça para agir contrário a Sua vontade.
...aviva a esperança nos corações desesperados usando variados recursos retóricos para alcançar Seus propósitos.
...enviou o Messias, da tribo de Judá, da linhagem de Davi, mesmo contra a vontade de Seu povo (João 1:10-11).
...quer salvar-nos de nossa rebeldia. 
...anseia por nosso coração!
...espera nossa resposta!

Daremos atenção a Deus? – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

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