sábado, 25 de setembro de 2021

O Que É O Arrependimento?

  Meditação Diária

Sábado 25 de setembro

O QUE É O ARREPENDIMENTO?

Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Atos 2:37, 38

Quando me arrependo, mudo minha maneira de pensar e de sentir; há mudança até em minha atitude, e a própria direção de minha vida é modificada. Afasto-me do pecado para servir a Deus. Isso não é natural em nós nem podemos fazê-lo quando queremos. O natural é ocultarmos o pecado.

“O que encobre as suas transgressões, nunca prosperará” (Pv 28:13). Não prosperamos mesmo. A vida espiritual estaciona quando não nos arrependemos. Sem confissão sincera, o pecado fica sempre diante de nós (Sl 51:3). Não como uma acusação, mas como um desvio. É uma verdadeira tendência, persistente, com uma força superior. Esse sentimento sombrio nos arrasta e não podemos fazer nada para impedi-lo. Para acabar com isso, Deus nos concede o arrependimento por meio de Jesus Cristo.

“O Deus de nossos pais”, disse Pedro ao Sinédrio, “ressuscitou a Jesus, a quem vós matastes, pendurando-O num madeiro. Deus, porém, com a Sua destra, O exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados” (At 5:30, 31).

No arrependimento, sentimos uma espécie de tristeza. Não a confusa e destruidora tristeza que o pecado deixa, mas uma tristeza em harmonia com Deus. Ela surge quando o Espírito Santo nos ajuda a compreender toda a maldade do pecado, e nos induz a reconhecê-lo.

“Agora, me alegro”, dizia Paulo aos Coríntios, “porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, […] porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação” (2Co 7:9, 10).

A tristeza do pecado é diferente. Confusa e difícil. Destruidora e perversa. Davi a expressou de forma dramática, porque o pecado é uma contaminação destrutiva. Nesse processo, ele aniquila todo nosso ser interior.

“Enquanto calei os meus pecados”, dizia Davi, “envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. […] E o meu vigor se tornou em sequidão de estio” (Sl 32:3, 4).

Mas, quando confessamos nosso pecado, Deus nos restitui a alegria, e voltamos a viver.

Mario Veloso, 17/5/1997

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