quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Suprema escolha

MEDITAÇÃO DIÁRIA

Quarta-feira, 20 de janeiro

Suprema escolha

Escolhei, hoje, a quem sirvais [...]. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Josué 24:15

No dia em que o grande missionário da África Davi Livingstone foi sepultado na abadia de Westminster, milhares de pessoas lotaram as ruas de Londres para prestar a ele a última homenagem. Em meio à multidão, um homem idoso, vestido modestamente, chorava muito. Alguém lhe perguntou o motivo de seu pranto quase que convulsivo. “Eu lhe direi por que”, respondeu o homem banhado em lágrimas. “Davi Livingstone e eu nascemos na mesma vila, crescemos na mesma escola, frequentamos a mesma igreja, trabalhamos juntos na mesma sala, mas Davi seguiu o caminho do evangelho, e eu desprezei o convite de Cristo. Agora ele é honrado pela nação e pelos cristãos de toda a parte, mas eu sou negligenciado, desconhecido e ignorado. Nada tenho que esperar para o futuro a não ser o sepultamento de um bêbado.”

Josué, o grande líder de Israel, no crepúsculo de sua vida, ajuntou “todas as tribos de Israel em Siquém e chamou os anciãos […] e os seus cabeças, e os seus juízes, e seus oficiais”, e lhes apresentou um memorável desafio (Js 24:1). Após recordar as poderosas atuações de Deus em favor do povo, convidou a nação a escolher a quem servir. O culto aos deuses do paganismo era praticado secretamente por muitos entre eles. Então o grande líder lhes apresenta a necessidade inadiável de uma decisão: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24:15).

Que insensatez seria para Israel escolher as divindades dos amorreus! Os deuses desse povo foram evidentemente incapazes de proteger seus adoradores, os quais foram destruídos. A terra em que habitavam tinha sido dada por herança ao povo de Deus.

Na vida há escolhas que produzem consequências duradouras. Se a escolha for boa, será uma fonte de bênçãos; se for má, produzirá maldição. Tente projetar sua mente para o lugar agradável em que Josué desafiou o povo, tendo as montanhas de Ebal e Gerizim como testemunhas silenciosas. Ele exorta: “Escolhei, hoje, a quem sirvais.” O dilema provocou uma resposta favorável. O povo disse: “Longe de nós o abandonarmos o Senhor para servirmos a outros deuses” (Js 24:16).

Qual será nossa resposta? A vida ou a morte? A bênção ou a maldição?

Enoch de Oliveira, 15/2/1990

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