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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Segurança na Vigilância

A Fé Pela Qual Eu Vivo
8 de novembro
Segurança na Vigilância

Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios. I Tess. 5:6.


Foi-me então mostrado Satanás como havia sido: um anjo feliz e exaltado. Em seguida, ele foi-me mostrado como se acha agora. Ainda apresenta porte real. Suas feições ainda são nobres, pois é um anjo, ainda que decaído. Mas a expressão de seu rosto está cheia de ansiedade, cuidados, infelicidade, malícia, ódio, discórdia, engano e toda maldade. De modo especial, prestei atenção àquele semblante outrora tão nobre. Sua fronte, logo acima dos olhos, começava a recuar. Vi que ele se havia degradado durante tanto tempo que toda boa qualidade se rebaixara, e todo mau traço se desenvolvera. Seu olhar era astuto e dissimulado, demonstrando grande perspicácia. Sua constituição era ampla; mas a carne lhe pendia frouxamente nas mãos e no rosto. Quando o vi, apoiava o queixo sobre a mão esquerda. Parecia estar em profunda meditação. Tinha um sorriso no rosto, o qual me fez tremer, por ser tão cheio de maldade e astúcia. Esse sorriso é o que ele tem precisamente antes de atacar sua vítima; e, ao prendê-la em sua cilada, tal sorriso se torna horrível. Primeiros Escritos, págs. 152 e 153.

O povo de Deus deve estar preparado para resistir ao perverso inimigo. É esta resistência que apavora a Satanás. Ele conhece, melhor do que nós, o limite de seu poder, e como facilmente pode ser vencido, se lhe resistirmos e o enfrentarmos. Mediante poder divino, o mais fraco dentre os santos é mais forte do que ele e do que todos os seus anjos e, se submetido a uma prova, poderá demonstrar sua força superior. Portanto, o passo de Satanás é silencioso, seus movimentos são traiçoeiros e suas baterias camufladas. …

Em si mesmo, não tem poder para opor resistência eficaz ao mal. É só à medida que Cristo nele habita, pela viva fé, influenciando-lhe os desejos e fortalecendo-o com poder do alto, que pode o homem atrever-se a fazer face a tão terrível inimigo. Qualquer outro meio de defesa é inteiramente inútil. Testemunhos Seletos, vol. 2, págs. 105 e 106.


Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959 – Pág. 318


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