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terça-feira, 27 de agosto de 2019

Ofertas de Gratidão

A Fé Pela Qual Eu Vivo
27 de agosto
Ofertas de Gratidão


Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. II Cor. 9:7.

Não devemos, apenas, devolver fielmente a Deus os nossos dízimos, que Ele requer como Seus, mas também devemos trazer à Sua tesouraria um tributo como oferta de gratidão. Com coração alegre levemos ao nosso Criador as primícias de toda a Sua liberalidade – as nossas mais acariciadas posses, nosso melhor e mais santo serviço. Conselhos Sobre Mordomia, pág. 18.

O Senhor requer que se dêem dádivas em tempos determinados, sendo arranjado isto de maneira que o dar se torne um hábito, e sinta-se que a caridade é um dever cristão. O coração aberto por uma dádiva, não deve ter tempo de tornar-se egoísta, frio e fechar-se antes que a seguinte seja feita. A corrente deve estar continuamente fluindo, mantendo assim aberto o canal por atos de beneficência. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 373.

As contribuições exigidas dos hebreus para fins religiosos e caritativos, montavam a uma quarta parte completa de suas rendas. Uma taxa tão pesada sobre os recursos do povo poder-se-ia esperar que os reduzisse à pobreza; mas, ao contrário, a fiel observância destes estatutos era uma das condições de sua prosperidade. Patriarcas e Profetas, pág. 527.

Não é o vulto da dádiva que torna a oferta aceitável a Deus, é o propósito do coração, o espírito de gratidão e amor que ela expressa. Conselhos Sobre Mordomia, págs. 73 e 74.

As pequenas somas poupadas por atos de sacrifício farão mais para o levantamento da obra de Deus do que os grandes donativos que forem feitos sem renúncia do eu. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 358.

Coisa alguma há, demasiado preciosa para darmos a Jesus. Se Lhe devolvermos os talentos de meios que nos confiou à guarda, mais porá Ele em nossas mãos. Todo esforço que fizermos por Cristo será por Ele recompensado; e todo dever que cumprimos em Seu nome contribuirá para nossa própria felicidade. Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 446.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 245
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