Translate

domingo, 2 de junho de 2019

A Cura da Ociosidade

A Fé Pela Qual Eu Vivo
2 de junho
A Cura da Ociosidade

Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor. Rom. 12:11.
A vida de Cristo, desde os mais tenros anos, foi uma vida de fervorosa atividade. Não vivia para satisfazer-Se. Era Filho do Deus infinito, não obstante trabalhava com Seu pai José na carpintaria. Seu ofício era significativo. Viera a este mundo para edificar caracteres, e como tal toda a Sua obra era perfeita. Em todo o Seu trabalho secular manifestou a mesma perfeição que nos caracteres que transformava por Seu divino poder. É nosso modelo. Parábolas de Jesus, pág. 345.

É o dever de todo cristão adotar hábitos de ordem, perfeição e presteza. Não há desculpa para a morosidade e imperfeição em trabalho de qualquer natureza. Quando alguém está sempre trabalhando, e a tarefa nunca está concluída, é porque a mente e o coração não estão na obra. Parábolas de Jesus, pág. 344.

A Bíblia não apóia a ociosidade, que é a maior maldição de nosso mundo. Todo homem e mulher verdadeiramente convertidos serão diligentes trabalhadores.

Do justo emprego do tempo depende nosso êxito no conhecimento e cultura mental. A cultura do intelecto não precisa ser tolhida por pobreza, origem humilde ou circunstâncias desfavoráveis, contanto que se aproveitem os momentos. Alguns momentos aqui e outros ali, que poderiam ser dissipados em conversas inúteis; as horas matutinas tantas vezes desperdiçadas no leito; o tempo gasto em viagens de bonde ou trem; ou em espera na estação; os minutos de espera pelas refeições, de espera pelos que são impontuais – se se tivesse um livro à mão, e estes retalhos de tempo fossem empregados estudando, lendo ou meditando, que não poderia ser conseguido! O propósito resoluto, a aplicação persistente e cautelosa economia de tempo, habilitarão os homens para adquirirem conhecimento e disciplina mental que os qualificarão para quase qualquer posição de influência e utilidade. Parábolas de Jesus, págs. 343 e 344.

Meditação Matinal de Ellen White – A Fé Pela Qual Eu Vivo, 1959– Pág. 159
Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário:

Receba em seu e-mail nossas mensagens

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

AddThis