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segunda-feira, 28 de maio de 2018

O Estudo da Bíblia Produz Cultura

Refletindo a Cristo

O Estudo da Bíblia Produz Cultura-28 de maio


Pelo conhecimento se encherão as câmaras de toda sorte de bens, preciosos e deleitáveis. Prov. 24:4.
É lei de Deus que a força, tanto para o espírito e a alma como para o corpo, se adquira por meio do esforço. É o exercício que desenvolve. De acordo com essa lei, Deus proveu em Sua Palavra os meios para o desenvolvimento mental e espiritual.
A Bíblia contém todos os princípios que os homens necessitam compreender a fim de se habilitarem tanto para esta vida como para a futura. E tais princípios podem ser compreendidos por todos. Quem quer que possua espírito capaz de apreciar seus ensinos, não poderia ler uma simples passagem da Bíblia sem adquirir dela algum conceito auxiliador. Todavia, os mais valiosos ensinos da Bíblia não serão obtidos com um estudo ocasional ou fragmentado. Seu grande conjunto de verdades não é apresentado de modo a ser descoberto pelo leitor apressado ou descuidoso. … As verdades que irão perfazer o grande todo, devem ser pesquisadas e reunidas “um pouco aqui, um pouco ali”. Isa. 28:10.
Quando assim descobertas e reunidas, notar-se-á que se adaptam perfeitamente umas às outras. Cada evangelho é um suplemento dos outros, cada profecia uma explicação de outra, cada verdade um desenvolvimento de alguma outra. Os símbolos da economia judaica são esclarecidos pelo evangelho. Cada princípio tem na Palavra de Deus seu lugar, cada fato sua significação. E a estrutura completa, em seu plano e execução, dá testemunho do seu Autor. Mente alguma poderia conceber ou moldar tal estrutura, a não ser a que possui o Ente infinito.
Pesquisando as várias partes e estudando as relações entre elas existentes, são chamadas a uma intensa atividade, as mais altas faculdades da mente humana. Ninguém poderá empenhar-se em tal estudo, sem desenvolver poder mental.
E não somente na pesquisa e reunião da verdade consiste o valor mental do estudo da Bíblia. Também consiste no esforço exigido para se apreenderem os temas apresentados. O espírito ocupado unicamente com coisas comuns, torna-se acanhado e enfraquecido. Nunca trabalhando para compreender grandiosas e profundas verdades, depois de algum tempo perde a faculdade de crescer. Como salvaguarda contra esta degenerescência, e como estímulo ao desenvolvimento, nada se poderá igualar ao estudo da Palavra de Deus. Como meio para o preparo intelectual, a Bíblia é mais eficaz do que qualquer outro livro, ou todos os outros livros reunidos. … Nenhum outro estudo poderá transmitir tal poder mental como o faz o esforço para se compreenderem as verdades estupendas da revelação. A mente, elevada assim em contato com os pensamentos do Infinito, não poderá deixar de expandir-se e fortalecer-se. Educação, págs. 123 e 124.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986  Pág. 154 –

Romanos 6 Comentário Pr Heber Toth Armí

ROMANOS 6 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Antes de Paulo mostrar a solução da humanidade condenada, ele revirou a sujeira da alma humana; apresentou um quadro vívido de uma raça corrompida e depravada, enlameada no pecado, afogando num mar de imoralidades.

Muitos não gostam de psicólogos, tememos que revire os lixos emocionais. Se permitirmos que Deus lide conosco, precisaremos permitir que Ele mexa nas feridas purulentas e nos lixos imundos e fétidos de nosso caráter.

• Em Romanos 1:1-2:20 Paulo tratou do problema da humanidade, da doença moral que é o pecado;
• Em Romanos 3:21-5:21 Paulo tratou da providência de Deus, que é o remédio para o dente moral: A justificação pela fé em Cristo;
• A partir deste capítulo, Paulo apresentará o estilo de vida do pecador que foi justificado pela graça, mediante a fé em Cristo.

No capítulo em análise, Paulo revela o meio de reavivar o pecador morto. Aqui fica evidente que, avivamento acontece com o novo nascimento. Quem quer experimentar a nova vida em Cristo precisa morrer definitivamente para o pecado. 

Reflita:

1. Ser salvo significa liberdade, não libertinagem. Jesus não liberta o indivíduo do pecado para que este venha a pecar como antes ou mais do que antes. A graça de Cristo alcança ao pecador para libertá-lo da desgraça do pecado, não para liberá-lo a pecar. Estar debaixo da graça não significa carta branca (ou licença) para pecar.

2. O batismo bíblico é uma decisão consciente que deve acontecer quando o pecador decide tornar-se cristão e opta por morrer para a velha vida. O evangelho é um convite para viver, embora antes tenha de morrer. Quem se identifica com a morte de Cristo, morre para o pecado; porém, também com Cristo ressuscita para uma nova vida: Morto para o pecado e vivo para Deus.

3. Se somos livres da escravidão do pecado, também somos livres do poder do pecado. Ou pertencemos a Deus ou pertencemos ao pecado, não há como pertencer a ambos. Somos influenciados e súditos de quem nos entregamos. 

Sendo assim, o cristão não é indeciso: ora pende para um lado e ora para outro. Quem está em Cristo vive uma novidade de vida. A vida dupla é uma hipocrisia, uma existência cristã ilusória. Se este é o caso, é preciso rever teu cristianismo – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico



domingo, 27 de maio de 2018

A Avenida da Saúde

Refletindo a Cristo

A Avenida da Saúde- 27 de maio


Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os Seus ouvidos estão abertos ao seu clamor. Sal. 34:15
A certeza de estar procedendo corretamente é o melhor remédio para corpo e mente enfermos. A bênção especial de Deus repousando sobre o recebedor significa saúde e força. Aquele cuja mente está calma e satisfeita em Deus, se acha no caminho da saúde. A certeza de que os olhos do Senhor estão sobre nós, e de que os Seus ouvidos estão atentos às nossas orações, é realmente uma satisfação. O fato de saber que temos um Amigo que nunca falha, e a quem podemos confiar todos os segredos do coração, é uma felicidade que as palavras jamais poderão expressar. Aqueles cujas faculdades morais se acham obscurecidas pela doença não são os que representam apropriadamente a vida cristã ou os encantos da santidade. Acham-se freqüentemente possuídos de fervoroso fanatismo, ou gélida indiferença, ou apatia.
Os que não sentem ser um dever religioso disciplinar a mente a fim de que esta se demore em temas positivos, serão geralmente encontrados num dos seguintes dois extremos: ou estarão exultantes por uma contínua sucessão de divertimentos estimulantes, condescendendo com conversas frívolas, rindo e gracejando, ou estarão deprimidos, enfrentando grandes provações e conflitos mentais que, segundo imaginam, poucos experimentaram ou podem compreender. … Trabalho apropriado, e exercício salutar de todas as suas faculdades, desviariam os seus pensamentos de si próprios. …
Se exercitassem a mente para que esta se demorasse em idéias que nada têm a ver com o eu, eles ainda poderiam ser úteis. … Sentimentos de desânimo são freqüentemente o resultado de demasiado lazer. As mãos e a mente devem estar ocupadas em trabalho útil, aliviando as cargas dos outros; e os que estiverem assim ocupados beneficiarão a si próprios também. …
A mente deve ser desviada do eu; suas faculdades devem ser exercitadas a fim de divisar meios de fazer os outros melhores e mais felizes. “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.” Tia. 1:27.
A verdadeira religião enobrece a mente, refina o gosto, santifica o raciocínio, e torna o seu possuidor participante da pureza e santidade do Céu. Ela traz para perto os anjos, e nos separa mais e mais do espírito e influência do mundo. Ela faz parte de todas as ações e relações da vida, e nos dá um espírito sadio, produzindo como consequência felicidade e paz. Signs of the Times, 23 de outubro de 1884.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. – Pág. 153 

Romanos 5 Comentário Pr Heber Toth Armí

ROMANOS 5 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Para pecadores, condenados à morte, esse capítulo de Paulo revela esperança gloriosa. Aqui, o apóstolo traça o caminho do pecador, partindo...


• ...Da justificação para a salvação (vs. 1-11);

• ...Do reino da condenação e morte ao reino da graça e vida (vs. 12-21).

Observe cuidadosamente estas citações do tema deste capítulo, escritas por Wilson Paroschi:


• “Talvez seja possível afirmar que, de acordo com Paulo, todos herdamos de Adão não apenas as consequências, mas também algum tipo de responsabilidade penal pelo seu pecado, a qual antecede a culpa que adquirimos por causa dos nossos próprios pecados conscientes e voluntários. Não há dúvida de que, por causa do pecado de Adão, todos nascemos alienados de Deus, excluídos de Sua santa presença, e com uma natureza pecaminosa propensa para o mal (Rm 7:17, 20; 8:7; 1Co 2:14; Gl 5:16). Nascemos ‘na iniquidade’, fomos concebidos ‘em pecado’ (Sl 51:5) e somos, ‘por natureza, filhos da ira’ (Ef 2:3). Isso, por si só, já seria suficiente para nos condenar, visto que o pecado, em qualquer de suas formas, é ofensivo a Deus”.


• “Note que em Romanos 5:12-19 Paulo insistiu em que a morte como condenação pelo pecado sobreveio a todos os seres humanos por causa da desobediência de Adão (cf. v. 21; 6:23). É mais ou menos como o filho de uma mãe condenada que nasce na prisão. De alguma forma, ele compartilha da condenação da mãe, e não apenas de sua alienação. A linguagem de Paulo é clara e não deixa margem para interpretações contrárias”.


• “Da mesma forma que herdamos pecado e morte de Adão, podemos herdar a justiça e a vida que Cristo nos oferece. Jesus veio como o segundo Adão (Rm 5:14; 1Co 15:45) para restaurar tudo o que foi arruinado pelo primeiro Adão. Há, porém, uma importante diferença, e é isso que impede que a salvação por Ele outorgada seja universal: ao contrário de Adão, que é o cabeça da humanidade, Cristo só me representa se eu assim o desejar. Para que Sua justiça e morte substitutiva sejam eficazes em minha vida, preciso fazer Dele meu Substituto; preciso receber voluntariamente a graça que Ele oferece (Rm 5:17)”.


Como a salvação está gratuitamente à nossa disposição, não precisamos ficar condenados e desesperados.


Apropriemo-nos desses benefícios! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 26 de maio de 2018

Desfrutando os Reais Prazeres da Vida


Refletindo a Cristo

Desfrutando os Reais Prazeres da Vida


Espera em Deus, pois ainda O louvarei, a Ele, meu auxílio e Deus meu. Sal. 42:11.
O sábio diz que os caminhos da sabedoria “são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz”. Prov. 3:17. Muitos alimentam a idéia de que a dedicação a Deus é prejudicial à saúde e à alegria nos relacionamentos sociais da vida. Mas os que palmilham a senda da sabedoria e da santidade notam que “a piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser”. I Tim. 4:8. Eles têm animação para desfrutar os reais prazeres da vida, mas não se sentem incomodados por pesares inúteis causados por horas desperdiçadas, nem por depressão mental, como os mundanos geralmente experimentam quando não se divertem com alguma coisa estimulante.
É verdade que há muitos professos cristãos que têm imaginação doentia, e não representam corretamente a religião bíblica. Estão sempre caminhando sob uma nuvem. Parecem pensar ser uma virtude reclamar de espírito deprimido, grandes provações, e severos conflitos. Este procedimento não está de acordo com as palavras do Salvador: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos Céus.” Mat. 5:16. Todos têm o dever de andar na luz e cultivar habitualmente a jovialidade, para que possam refletir luz e não melancolia e trevas.
A piedade não se choca com as leis de saúde; ao contrário, está em harmonia com as mesmas. Se os homens tivessem sempre obedecido à lei dos Dez Mandamentos, se tivessem praticado em sua vida os princípios destes dez preceitos, a maldição da doença que agora infesta o mundo, não existiria. Os homens podem ensinar que os divertimentos fúteis são necessários para manter a mente livre de desânimo. A mente pode, na verdade, ficar assim entretida por algum tempo; mas depois que a agitação passa, vem a calma reflexão. A consciência desperta e sua voz se faz ouvir dizendo: “Esta não é a maneira de obter saúde ou verdadeira felicidade.”
Há muitos divertimentos que estimulam a mente, mas a depressão seguramente se seguirá. Outras formas de recreação são inocentes e saudáveis; mas o trabalho útil que proporciona exercício físico, muitas vezes exerce uma influência mais benéfica sobre a mente, e ao mesmo tempo fortalece os músculos, melhora a circulação, e se prova um poderoso agente na recuperação da saúde.
“Quem é o homem que ama a vida e quer longevidade para ver o bem? … Clamam os justos, e o Senhor os escuta e os livra de todas as suas tribulações.” Sal. 34:12 e 17. Signs of the Times, 23 de outubro de 1884.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 -26 de maio – Pág. 152 – 

Romanos 4 Comentário Pr Heber Toth Armí

ROMANOS 4 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Enquanto não entendermos bem o que é pecado, teremos dificuldades para entender o que é salvação. Paulo propõe ajudar-nos com seus escritos: Leia-os. Depois, retorne a este comentário!

O plano gracioso da salvação operada por Deus visa alcançar o miserável e condenado pecador no mais profundo abismo, para libertá-lo. Observe esta declaração proferida por John Wesley:

“Tendo provado por argumento (1) que a justificação é pela fé, e (2) que ela está livre para os gentios, ele passa a prová-la pelo exemplo... Estes dois exemplos são escolhidos e aplicados com a máxima justiça e propriedade. Abraão foi o mais ilustre modelo de piedade entre os patriarcas judeus. Davi foi o mais eminente de seus reis. Se nenhum destes foi justificado pela sua própria obediência, se os dois alcançaram aceitação por Deus, não como seres justos que poderiam reclamá-la, mas como criaturas pecaminosas, que tinham que implorar por ela, a consequência é mais que evidente. É uma consequência tal que deve impressionar cada mente aberta e falar à sensibilidade de cada pessoa individual”.

Analise atentamente detalhes de Romanos 4:

• Se a justificação é mediante obras, a glória da salvação seria antropocêntrica, não cristocêntrica (vs. 1-2);
• A justificação pelas obras contraria toda a doutrina bíblica da salvação (vs. 3-5);
• Basear a justificação em ações humanas torna o plano divino em merecimento, independente da graça divina (vs. 6-8);
• A justificação de Abraão não foi pela circuncisão (vs. 9-12), nem pela lei (vs. 13-17), nem pela confiança na fé (vs. 17-22), mas pela fé em Cristo (vs. 23-25).

Frente ao grande conflito, enfrentando nossa condenação pela transgressão da Lei, o método de Deus salvar pecadores é exatamente o mesmo, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento: Justificação pela fé. Além disso, a base dessa doutrina está no Antigo Testamento.

“Felizes são aqueles cujos pecados são cobertos pelo véu da divina misericórdia. Se de fato existir a felicidade na terra, ela é a porção daquela pessoa cujas iniquidades são perdoadas e que goza a manifestação daquele perdão. Bem pode ele suportar alegremente todas as aflições da vida e encarar a morte com conforto. Ou que não lutemos contra ela, mas honestamente orar para que tal felicidade venha a ser nossa!” (Wesley).

Você vive essa experiência de felicidade? – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Iluminado com Todo o Esplendor

Refletindo a Cristo
Iluminado com Todo o Esplendor

Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa. Osé. 6:3.
Estamos vivendo em meio aos perigos dos últimos dias, e devemos purificar-nos de toda e qualquer mancha, e vestir o manto da justiça de Cristo. A obra de Deus deve ser levada avante com perseverança. Devemos submeter a Cristo corpo, espírito e alma. Se não fizermos isso, a saúde do corpo e da mente serão postas em perigo.
Deus deseja que Seus obreiros adquiram diariamente a compreensão de como raciocinar logicamente da causa para o efeito, chegando a conclusões sábias e seguras. Deseja que eles ajudem a fortalecer a memória. Não podemos nos dar ao luxo de cometer erros. Como as crianças, devemos assentar-nos aos pés de Cristo, aprendendo dEle a trabalhar com êxito. Devemos pedir que Deus nos dê discernimento e luz para repartir com os outros. Há necessidade do conhecimento que é fruto da experiência. Não deveríamos permitir que um dia sequer passasse sem que aumentássemos nosso conhecimento das coisas temporais e espirituais. Não devemos fincar estacas que não estejamos dispostos a arrancar e fincar de novo, mais perto da altura que almejamos atingir.
A mais elevada educação se acha no treinamento da mente para avançar dia a dia. O término do dia deve nos encontrar a um dia de marcha mais perto da recompensa do vencedor. Dia a dia nosso entendimento deve amadurecer. Dia a dia devemos tirar conclusões que tragam valiosas recompensas nesta vida e também na vida por vir. Se olharmos diariamente para Jesus, em vez de olhar para aquilo que fizemos, faremos decidido progresso no conhecimento temporal e também no espiritual.
O fim de todas as coisas está próximo. Não devemos permitir que o que fizemos ponha fim ao nosso trabalho. O Capitão de nossa salvação diz: “Avante. A noite vem, quando ninguém pode trabalhar.” Precisamos aumentar constantemente em utilidade. Nossa vida deve sempre submeter-se ao poder de Cristo. Nossas lâmpadas devem continuar ardendo com esplendor.
A oração é um meio estabelecido pelo Céu para se obter êxito. Apelos, pedidos, solicitações entre os homens, movem as pessoas e atuam em parte para controlar os negócios das nações. Mas a oração mobiliza o Céu. Unicamente o poder que vem em resposta à oração tornará os homens sábios na sabedoria celestial e os capacitará a trabalhar em união com o Espírito, ligados pelos laços da paz. Oração, fé, confiança em Deus, atraem um poder divino que dão às estimativas humanas o seu valor real – nada. …
Aquele que se coloca no lugar onde pode ser iluminado por Deus, avança, por assim dizer, da obscuridade parcial da alvorada para o pleno esplendor do meio-dia. Australian Union Conference Record, 1º de novembro de 1904. 
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.25 de maio – Pág. 151 – 

ROMANOS 3 Comentário Pr Heber Toth Armí

ROMANOS 3 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Paulo fundamenta sua argumentação saudável e profunda referente à salvação no Antigo Testamento. Sem a revelação antes de Cristo, qualquer doutrina estaria sobre a areia movediça; por isso Satanás empenha-se tanto para fazer cristãos desprezarem ao Antigo Testamento.

“Paulo afirma o princípio básico em Romanos 2:11. Deus não mostra parcialidade. Sua ira oferece ‘oportunidades iguais’ a todos. Tanto judeus como gentios são pecadores. Isso leva à conclusão, em Romanos 3 de que ninguém é justo. Paulo diz: ‘Já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado’ (Romanos 3:9). Após dizer isso, Paulo faz algo interessante. Volta ao Antigo Testamento e oferece uma série de citações, que apoiam esse ponto. Ao fazer isto, reúne as mais severas denúncias da pecaminosidade humana que pode encontrar. As referências incluídas neste conglomerado de textos, por ordem de aparição, são Salmo 14:1-3; 53:1-3; Eclesiastes 7:20; Salmo 5:9; 140:7; Isaías 59:7, 8; e Salmo 36:1” (John Brunt).

“Esse capítulo é a ponte entre a seção 1, ‘pecado’, e a 2, ‘salvação’. Na primeira seção (vv. 1-20), Paulo lida com a condenação e conclui que o mundo todo – judeus e gentios – está sob pecado. Na última seção (vv. 21-31), ele apresenta o tema que tratará nos dois capítulos seguintes: a justificação pela fé” – analisa Warren W. Wiersbe; o qual acrescenta que, o capítulo 3 é a base do restante do livro:

• Nos versículos 1-4, Paulo aborda a descrença de Israel, tema que retoma nos capítulos 9-11.
• No versículo 8, Paulo menciona a questão do viver em pecado, ao qual retorna nos capítulos 6-8 (observe que 3:8 relaciona-se de perto com 6:1).
• O versículo 21 traz à tona o tópico da justificação pela fé, tema dos capítulos 4-5.
• Por fim, os versículos 22-31 falam do estabelecimento da Lei e da obediência a ela, assunto desenvolvido nos capítulos 12-16 (observe 13:8-14).

Há esperança para nós, pecadores, ao sermos “justificado[s] gratuitamente” pela graça divina, “mediante a redenção que há em Cristo Jesus” que derramou Seu sangue e deu Sua vida em nosso favor (v. 24). Só assim, Deus pode salvar transgressores da Lei, condenados por causa do pecado, e ainda permanecer “justo e justificador”, não de todos, somente “daquele que tem fé em Jesus” (v. 26).

Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 24 de maio de 2018

A Sabedoria Segundo o Criador

Refletindo a Cristo

A Sabedoria Segundo o Criador -24 de maio 

O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência. Prov. 9:10.
Todas as variadas aptidões que os homens possuem – de espírito, alma e corpo – são-lhes por Deus dadas a fim de serem empregadas de tal maneira que atinjam o mais elevado grau possível de perfeição. Mas esta não pode ser uma cultura egoísta e exclusiva; pois o caráter de Deus, cuja semelhança devemos receber, é benevolência e amor. Cada faculdade, cada atributo de que o Criador nos dotou, deve ser empregado para a Sua glória, e para o reerguimento de nossos semelhantes. E neste emprego encontra-se o seu exercício mais puro, mais nobre e mais feliz.
Se a este princípio fosse dada a atenção que a importância do mesmo reclama, haveria uma modificação radical em alguns dos métodos usuais de educação. Em vez de apelar para o orgulho e para a ambição egoísta, acendendo um espírito de rivalidade, esforçar-se-iam os professores por despertar o amor pela bondade, verdade e beleza – por suscitar o desejo de perfeição. O estudante procuraria o desenvolvimento em si dos dons de Deus, não para sobrepujar aos outros, mas para cumprir o propósito do Criador e receber a Sua semelhança. Em lugar de ser encaminhada às meras normas terrestres, ou ser movida pelo desejo de exaltação própria, que em si mesmo atrofia e deteriora, a mente se encaminharia ao Criador, a fim de O conhecer e tornar-se semelhante a Ele. …
A grande obra da vida é a formação do caráter; e o conhecimento de Deus é o fundamento de toda a verdadeira educação. … A lei de Deus é o reflexo de Seu caráter. Daí o dizer o salmista: “Todos os Teus mandamentos são justiça”; “pelos Teus mandamentos, alcancei entendimento.” Sal. 119:172 e 104. Deus Se nos revelou, em Sua Palavra e nas obras da criação. Mediante o inspirado volume e o livro da Natureza, devemos obter o conhecimento de Deus.
É lei do espírito adaptar-se ele gradualmente aos assuntos de que é ensinado a ocupar-se. Se ele se ocupa apenas com coisas comuns, tornar-se-á definhado e enfraquecido. Se nunca lhe é exigido atracar-se com problemas difíceis, quase perderá depois de algum tempo a faculdade de crescimento. Como uma força educativa, a Bíblia é sem rival. Na Palavra de Deus a mente encontra assunto para os mais profundos pensamentos, para as mais elevadas aspirações. A Bíblia é a história mais instrutiva que os homens possuem. Ela proveio em seu frescor da fonte da verdade eterna, e uma mão divina tem preservado sua pureza através de todos os séculos. Patriarcas e Profetas, págs. 595 e 596.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 150 –

Romanos 2 Comentário Pr Heber Toth Armí

ROMANOS 2 
Comentário Pr Heber Toth Armí

O caráter de Deus tem dois aspectos, assim como a moeda tem dois lados. Há um desequilíbrio quando se enfatiza mais o amor do que a justiça de Deus. Consequentemente, o evangelho se torna incompleto, e, o impacto não será tão grande quando deveria.

A ira também faz parte do caráter de Deus. A introdução da carta de Romanos deixa isso bem evidente, pena que muitos crentes a ignoram. Observe o final do primeiro capítulo antes de entrar na análise do segundo capítulo. Deus Se ira porque...

• ...os pecadores mudaram a glória divina em idolatria; consequentemente, foram entregues à imundícia (vs. 19-23).
• ...os seres humanos substituíram a verdade divina pela mentira; consequentemente, foram entregues a grosseiras imoralidades (vs. 25-26);
• ...Suas criaturas inteligentes desprezaram o conhecimento divino; consequentemente foram entregues à vil mentalidade e conduta pervertida (vs. 28-32).

O pecado nos torna alvos da ira divina. O mal nos rouba a sabedoria, ficamos destituídos de percepção: Por isso, fazemos coisas que condenamos no próximo (Romanos 2:1). Este segundo capítulo nos revela que:

• Ao julgar o pecador, a sentença divina se baseia na verdade divina, não na mera opinião humana empapuçada de convicção, ciência e filosofia (vs. 2-5);
• O veredicto de Deus é que cada pecador recebe retribuição de seus próprios atos (vs. 6-10);
• O Tribunal Divino é imparcial em relação aos pecadores (vs. 11-15);
• O mais importante de tudo, é que a toda ação divina está em harmonia com o evangelho, as boas novas de salvação (v. 16).

O gentio ou incrédulo não é inocente por sua ignorância; nem mesmo o judeu por seu privilégio da revelação de Deus. Para que não haja diferença, Paulo argumenta:

• Não há razão para orgulhar-se de privilégios espirituais (vs. 17-20);
• A falta de transformação diante dos privilégios aumenta a condenação dos irresponsáveis (vs. 21-22);
• O mau testemunho é pedra de tropeço aos incrédulos, além de desonrar ao nome de Deus (vs. 23-24);
• O mero formalismo religioso é hipocrisia, isso pode ser considerado pior que nunca ter conhecido a revelação de Deus (vs. 25-29).

Não há como fugir, com ou sem privilégios espirituais, desprovidos do evangelho estamos todos perdidos. Contudo, o desespero se desfaz frente ao muito que Deus fez, faz e quer fazer por nós. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Verdadeiras Normas de Excelência Cristã

Refletindo a Cristo

Verdadeiras Normas de Excelência Cristã 23 de maio

Segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque Eu sou santo.  I Ped. 1:15 e 16.
É plano de Deus que o aperfeiçoamento seja a obra vitalícia de todo o Seu povo, e que em todos os seus objetivos eles sejam guiados e controlados por princípios cristãos e por uma correta experiência. Muitos, porém, não conseguem entender o verdadeiro objetivo da vida, e sob a influência de erros acariciados, sacrificam tudo o que é realmente valioso na vida. O verdadeiro homem é aquele que está disposto a sacrificar os seus próprios interesses para o bem de outros. …
O intelecto é uma força mais poderosa do que a riqueza ou o vigor físico. Se for santificado e controlado pelo Espírito de Deus, poderá exercer uma poderosa influência para o bem. Mas o intelecto apenas não faz o homem, de acordo com o padrão divino. Quando se torna servo do vício, um grande intelecto é uma maldição para o seu possuidor e para todos os que se acham sob sua influência.
A afirmação de verdadeira varonilidade por parte de alguém precisa ser determinada pelo uso das faculdades que Deus lhe deu. Lord Byron possuía raros dotes intelectuais; mas não era um homem segundo o critério divino. … Ele foi um dos homens mais notáveis do mundo; Deus, porém, o considerava apenas alguém que havia abusado dos talentos que Ele lhe concedera. Muitos outros, aos quais Deus dotou de poderoso intelecto, e a quem o mundo chamou de grandes homens, se alinharam sob a bandeira de Satanás, e utilizaram os dons de Deus para a perversão da verdade e destruição de vidas. …
Em contraste com a vida de tais homens está a de Martinho Lutero. Ele não nasceu príncipe. Não usava coroa real. De uma cela solitária sua voz foi ouvida, e sentida sua influência. Possuía um coração nobre e generoso, bem como um vigoroso intelecto, e todas as suas faculdades foram utilizadas para o bem da humanidade. Permaneceu corajosamente ao lado da verdade e do direito, e resistiu a oposição do mundo a fim de beneficiar seus companheiros.
O que beneficiará a humanidade é a vida espiritual. Se o homem estiver em harmonia com Deus, dependerá continuamente dEle para ter força. “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.” Mat. 5:48. Nossa obra vitalícia deve ser a de avançar continuamente rumo à perfeição do caráter cristão, esforçando-nos sempre para submeter-nos à vontade de Deus, e lembrando que os esforços iniciados na Terra continuarão por toda a eternidade. Deus colocou diante da família humana uma elevada norma, e o que for fiel à varonilidade que Deus lhe concedeu, não apenas promoverá a felicidade de seu próximo nesta vida, mas o auxiliará a conseguir uma eterna recompensa na vida por vir. Signs of the Times, 17 de junho de 1886.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 149

Romanos 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

ROMANOS 1 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Mesmo que nossos planos sejam os mesmos planos de Deus, a realização deles pode não ser fácil ou acontecer como gostaríamos.

O último terço do livro de Atos descreve a viagem de Paulo de Jerusalém a Roma (Atos 19:21-28:31). Essa capital e maior cidade do Império Romano sempre esteve no coração desse apóstolo (Atos 19:21). Para alcançar seu objetivo, teve de passar por prisão ilegal, julgamentos de judeus e romanos, reclusão e naufrágio. 

Hernandes Dias Lopes observa que por oito vezes Paulo revelou seu propósito de visitar Roma:

• Essa viagem foi alvo de suas orações (Romanos 1:10);
• Ele propôs-se várias vezes visitar os crentes romanos (Romanos 1:13);
• Expressou que em todas as investidas para visitá-los, fora impedido (Romanos 1:13);
• Afirmou que, ao escrever sua Carta aos Romanos, estava pronto para anunciar o evangelho a eles (Romanos 1:15);
• Afirmou ter sido impedido de visitar Roma porque seu compromisso era prioritariamente pregar o evangelho onde Cristo não tinha sido ainda anunciado (Romanos 15:20-22);
• Disse ter pregado em todos os cantos do Império Romano e, não tendo mais onde pregar nas regiões que percorrera, aproveitaria para passar por Roma quando fosse visitar a Espanha (Romanos 15:23-24);
• Estando de partida para Jerusalém, a fim de levar uma oferta aos santos, disse que seguiria para a Espanha, passando por Roma (Romanos 15:25-29);
• Ele pediu oração à igreja de Roma, queria livramento dos rebeldes judeus, alcançar bom êxito na entrega da oferta, e chegar a Roma (Romanos 15:30-32). Deus também queria que Paulo fosse a Roma (Atos 23:11).

Paulo chegou a Roma, mas de uma forma indesejada: Como prisioneiro. Mas, sua carta fora escrita antes, da cidade de Corinto, no final de sua terceira viagem missionária. Na carta, Paulo:

• Na introdução, apresenta-se; e, revela que os crentes romanos são os destinatários; também apresenta o tema: Cristo e o evangelho da salvação (vs. 1-7).
• Explica por que escreve (vs. 8-15) e sobre o que escreve (vs. 16-17): Justificação pela fé.
• Começa sua argumentação referindo-se ao pecado. Sua tese é: Mesmo possuindo conhecimento de Deus, a humanidade não O glorificou, mudou a verdade em mentira, e rejeitou o conhecimento do verdadeiro Deus (vs. 18-32). Consequentemente, todos os humanos estão condenados.

Paulo mostrará que, apesar disso, há esperança e salvação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

terça-feira, 22 de maio de 2018

Recebemos a Sabedoria da Eternidade

Refletindo a Cristo

Recebemos a Sabedoria da Eternidade 22 de maio 

Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda; ensina ao justo, e ele crescerá em prudência. Prov. 9:9.
Acariciando as sugestões do Espírito, e a elas obedecendo, nosso coração se dilatará para receber mais e mais de Seu poder, e para fazer maior e melhor obra. Energias adormecidas são despertadas, e faculdades paralisadas recebem nova vida.
O obreiro humilde, que obedientemente responde ao apelo de Deus, pode estar certo de que receberá a assistência divina. Aceitar responsabilidade tão grande e sagrada, por si só eleva o caráter. Estimula à atividade as mais elevadas forças mentais e espirituais, e fortalece e purifica a mente e o coração. Pela fé no poder de Deus é maravilhoso quão forte se torna um homem débil, quão decididos seus esforços, quão fecundos de grandes resultados. Quem principia com pouco conhecimento, e de modo humilde fala o que sabe, ao passo que procura diligentemente mais sabedoria, achará todo o tesouro celestial aguardando seu pedido. Quanto mais procurar comunicar luz, mais luz receberá. Quanto mais alguém experimentar explicar a Palavra de Deus a outros com amor, mais clara ela se tornará para ele. Quanto mais usarmos nosso conhecimento e exercitarmos nossas faculdades, maior conhecimento e capacidade teremos.
Todo esforço feito para Cristo reverterá em bênçãos para nós mesmos. Se usarmos nossos meios para Sua glória, Ele nos dará mais. Se tentarmos ganhar outros para Cristo, manifestando em nossas orações preocupação por eles, nosso coração palpitará pela influência vivificadora da graça de Deus; nossos próprios afetos arderão com mais divino fervor; toda a nossa vida cristã será mais e mais uma realidade, mais sincera e mais devota.
O valor do homem é calculado no Céu de acordo com a capacidade do coração de conhecer a Deus. Esse conhecimento é a fonte da qual origina todo o poder. Deus criou o homem para que toda faculdade fosse faculdade da mente divina, e sempre procura pôr a mente humana em associação com a divina. Oferece-nos o privilégio de cooperar com Cristo, revelando Sua graça ao mundo, para que recebamos conhecimento crescente das coisas celestes. Olhando para Cristo adquirimos visão mais brilhante e distinta de Deus, e pela contemplação somos transformados. A benignidade e o amor para com nossos semelhantes tornam-se um instinto natural. Desenvolvemos caráter que é uma cópia do divino. Crescendo à Sua semelhança, ampliamos nossa capacidade de conhecer a Deus. Mais e mais entramos em comunhão com o mundo celeste, e temos poder incessantemente crescente de receber as riquezas do conhecimento e sabedoria da eternidade. Parábolas de Jesus, págs. 354 e 355.

Atos 28 Comentário Pr Heber Toth Armí

ATOS 28 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Nada põe limite ao evangelho. A missão de Cristo avança poderosamente apesar dos inúmeros obstáculos. Observe isso no último capítulo de Atos:

• Após o naufrágio e o salvamento, a tripulação passou o inverno em Malta. Paulo foi picado por uma cobra venenosa, mas, ao invés de morrer, ele viveu para ser instrumento de Deus para curar doentes da ilha (vs. 1-10).
• Paulo chegou a Roma, onde ficou como prisioneiro numa casa alugada, na qual atraiu muitos para conhecer ao evangelho, que estava sendo pregado livremente (vs. 11-31).

Há mais informações nas cartas de Paulo escritas na prisão (Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom) do que no relato de Lucas; daí, Hernandes Dias Lopes pontua:

1) A prisão de Paulo levou a igreja de Roma a pregar com mais ousadia.
2) Nesses dois anos Paulo evangelizou toda a guarda pretoriana, bem como outros membros da casa imperial.
3) Não podendo visitar as igrejas, Paulo lhes escreveu cartas, as quais fazem parte do cânon sagrado.
4) Dessa primeira prisão Paulo orou para ser libertado e pediu oração nesse sentido às igrejas.
5) Paulo continuou seu trabalho após ser solto, fazendo uma espécie de quarta viagem missionária.
6) Paulo foi capturado novamente e colocado numa masmorra romana, de onde saiu para o martírio no ano 67 d.C.

“Do ponto de vista de missão da igreja, no entanto, pode-se dizer que o livro de Atos (ou a história da propagação do evangelho) ainda não foi concluído, e é aqui que cada um de nós entra em cena. Muitos outros capítulos emocionantes e dramáticos já foram escritos ao longo dos séculos, às vezes com o próprio sangue das fieis testemunhas de Deus. Agora é nossa vez de acrescentar mais um capítulo – talvez o último – e concluir a missão que Jesus deixou aos discípulos, e ‘então, virá o fim’ (Mt 24:14)” (Wilson Paroschi).

“Os Atos dos Apóstolos terminaram há muito tempo. Mas os atos dos seguidores de Jesus continuarão até o fim do mundo, e a palavra deles vai se espalhar até os confins do mundo” (John Stott).

O tempo de pregar o evangelho bíblico ainda não terminou. Precisamos nos unir e utilizar todos os meios e recursos para fazer avançar a mensagem de salvação cada vez mais. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Faculdade de Pensar e Agir

Refletindo a Cristo

Faculdade de Pensar e Agir-21 de maio

Reconcilia-te, pois, com Ele e tem paz, e assim te sobrevirá o bem. Jó 22:21.
A lei do amor pede a consagração do corpo, espírito e alma ao serviço de Deus e de nossos semelhantes. E este serviço, ao mesmo tempo que faz de nós uma bênção aos outros, traz sobre nós mesmos as maiores bênçãos. A abnegação é a base de todo o verdadeiro desenvolvimento. Por intermédio do serviço abnegado recebemos a mais alta cultura de cada faculdade. De maneira cada vez mais plena nos tornamos participantes da natureza divina. Somos habilitados para o Céu, pois o recebemos em nosso coração.
Desde que Deus é a fonte de todo o verdadeiro conhecimento, é, como temos visto, o principal objetivo da educação dirigir a mente à revelação que Ele faz de Si próprio. Adão e Eva adquiriam o saber mediante a comunhão direta com Deus, e acerca dEle aprendiam por meio de Suas obras. Todas as coisas criadas, na sua perfeição original eram uma expressão do pensamento de Deus. Para Adão e Eva a Natureza estava repleta de sabedoria divina. Pela transgressão, porém, o homem ficou impedido de aprender de Deus mediante a comunhão direta, e, em grande parte, mediante as Suas obras. A Terra, corrompida e maculada pelo pecado, não reflete senão palidamente a glória do Criador. É verdade que Suas lições objetivas não se apagaram. Em cada página do grande livro de Suas obras criadas ainda se podem notar os traços de Sua escrita. A Natureza ainda fala de seu Criador. Todavia, estas revelações são parciais e imperfeitas. E em nosso decaído estado, com faculdades enfraquecidas e visão restrita, somos incapazes de as interpretar corretamente. Necessitamos da revelação mais ampla que de Si mesmo Deus nos outorgou em Sua Palavra escrita.
As Escrituras Sagradas são a perfeita norma da verdade. …
Cada ser humano criado à imagem de Deus, é dotado de certa faculdade própria do Criador – a individualidade – faculdade esta de pensar e agir. Os homens nos quais se desenvolve essa faculdade, são os que encaram responsabilidades, que são os dirigentes nos empreendimentos e que influenciam caracteres. … Sejam os estudantes encaminhados às fontes da verdade, aos vastos campos abertos a pesquisas na Natureza e na revelação. Que contemplem os grandes fatos do dever e do destino, e a mente expandir-se-á e fortalecer-se-á.
Em vez de qualquer paixão dominante torna-se um poder para a destruição, todo motivo e desejo é posto em harmonia com os grandes princípios do que é reto. Ao meditar-se sobre a perfeição do caráter de Deus a mente se renova, e a alma é restaurada a Sua imagem. …
Mais elevado do que o sumo pensamento humano pode atingir, é o ideal de Deus para com Seus filhos. A santidade, ou seja, a semelhança com Deus é o alvo a ser atingido. Educação, págs. 16-18.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.  – Pág. 147 –

Atos 27 Comentário Pr Heber Toth Armí

ATOS 27 
Comentário Pr Heber Toth Armí

 As provas da existência servem para revelar quem é quem. 

Observe a sequência desse relato inspirado:

• Paulo, Aristarco e Lucas estavam entre prisioneiros levados a Roma pelo navio de Adramínio (vs. 1-2).
• Julio, centurião da Coorte Imperial, gentilmente permitiu Paulo desembarcar em Sidom, a 12 Km de Cesareia, para rever amigos (v. 3).
• De Sidom, o navio rumou à ilha de Chipre visando proteger-se do vento, depois passou pela Cilícia e Panfília, e chegou à Mirra, na Lícia; ali os prisioneiros foram transferidos a um navio de Alexandria, África, com destino à Itália (vs. 4-6).
• A viagem foi demorou devido ao vento que se intensificava. Além disso, o inverno se aproximava para inviabilizar a viagem. Paulo advertiu do perigo de perder carga, navio e até vidas caso insistissem em prosseguir. Contudo, a embarcação avançou, por óbvias razões humanas (vs. 7-12).
• Como Paulo havia previsto, a situação complicou demasiadamente. O condenado poderia ter acusado aos que não lhe deram atenção, entretanto, ofereceu mensagem de esperança ao grupo (vs. 13-44). Do que acontece depois, A. W. Tozer escreve:

“Quando o vento sul soprou brandamente, o navio que levava Paulo navegou com toda a tranquilidade, e ninguém a bordo sabia quem Paulo era ou quanta força de caráter se encontrava escondida atrás de uma aparência comum. Quando, porém, lhes sobreveio a forte tempestade, o Euroaquilão, a grandeza de Paulo passou a ser assunto das conversas de tripulantes e passageiros. Apesar de ser um prisioneiro, o apóstolo literalmente assumiu o comando da embarcação, tomou decisões e deu ordem que fizeram a diferença entre a vida e a morte dos homens a bordo. A meu ver, a crise concretizou na vida de Paulo algo que nem ele havia percebido com clareza. Quando veio a tempestade, a bela teoria se transformou rapidamente em fato inquestionável”. 

• As palavras positivas de Paulo cumpriram-se acertadamente: Ninguém morreu.

“Ao longo de toda a história, há vários indícios do cuidado contínuo e vigilante de Deus pelo apóstolo” (Bíblia Andrews). Essa história é a realidade de promessas como Salmo 23:4; Mateus 28:20; etc.

Dificuldades surgem para Deus revelar a veracidade de Suas promessas. Dificuldades revelam Deus e Seus servos ao mundo. Problemas são oportunidades para testemunharmos de Deus!

O justo viverá pela fé! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

domingo, 20 de maio de 2018

Dar Valor às Maravilhosas Obras de Deus

Refletindo a Cristo

Dar Valor às Maravilhosas Obras de Deus - 20 de maio

Graças Te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as Tuas Obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem. Sal. 139:14.
Cada talento que Deus nos deu deve ser empregado no mais sábio e mais elevado serviço para Deus. O Senhor tirou do mundo um povo, não apenas para adaptá-lo para um Céu puro e santo, mas para prepará-lo através da sabedoria que lhe há de dar para colaborar com Deus no preparo de um povo que permaneça firme no dia de Deus.
Foi dada muita luz sobre a reforma de saúde, mas é essencial que todos encarem este assunto com imparcialidade e o defendam com sabedoria. Em nossa experiência temos visto muitos que não têm apresentado a reforma da saúde de modo a causar a melhor impressão sobre aqueles que eles gostariam que aceitassem seus pontos de vista. A Bíblia está cheia de sábios conselhos, e mesmo o comer e o beber recebem a devida atenção. O maior privilégio que o homem pode desfrutar é o de ser participante da natureza divina, e a fé que nos liga em íntima relação com Deus de tal modo modelará a mente e a conduta, que nos tornaremos um com Cristo. Ninguém deve, através de um apetite intemperante, condescender com as suas inclinações a ponto de debilitar qualquer das delicadas engrenagens da maquinaria humana, prejudicando assim a mente ou o corpo. O homem é a propriedade adquirida de Deus.
Se formos participantes da natureza divina, viveremos em comunhão com nosso Criador e daremos valor a todas as obras de Deus, as quais levaram Davi a exclamar: “Por modo assombrosamente maravilhoso me formaste”. Sal. 139:14. Não devemos considerar os órgãos do corpo como sendo nossa propriedade, como se os tivéssemos criado. “Não sois de vós mesmos”. “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” I Cor. 6:19 e 20.
Não devemos tratar imprudentemente uma única faculdade da mente, espírito, ou corpo. Não podemos abusar de qualquer dos delicados órgãos do corpo humano sem pagar a penalidade por transgredirmos as leis da natureza. A religião bíblica, quando posta em prática na vida, garante a mais elevada cultura do intelecto.
A temperança é exaltada a um elevado nível na Palavra de Deus. Se obedecermos à Sua Palavra, poderemos elevar-nos mais e mais. O perigo da intemperança é destacado. A vantagem a ser ganha pela temperança nos é revelada por meio das Escrituras. A voz de Deus se dirige a nós nas palavras: “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.” Mat. 5:48.
A reforma da saúde, acolhida com sabedoria, se provará uma cunha por onde a verdade poderá penetrar com assinalado sucesso. Review and Herald, 25 de junho de 1959
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.  – Pág. 146 – 

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