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sábado, 19 de setembro de 2015

Os Dez Mandamentos

Leitura Bíblica- Êxodo 20
Os Dez Mandamentos
Comentários Bíblicos Pr. Heber Toth Armí

Os Dez Mandamentos (ou “dez palavras” conforme Deuteronômio 4:10 e 10:4), de acordo com o formato no capítulo em análise, foram dados por período limitado, como Paulo claramente declarou em Gálatas 3:19. Observe:

A Lei “foi acrescentada para que se manifestassem as transgressões – ATÉ que viesse a descendência/[JESUS], a quem fora feita a promessa”. Entretanto, a mudança operada pelo Catecismo e seguida por várias vertentes cristãs não tem aprovação de Deus (Daniel 7:25). Cuidado!

Foi Jesus pré-encarnado, Filho de Deus, que entregou os Dez Mandamentos a Moisés, conforme declarou Estevão em seu sermão pentecostal, atestando serem eles palavras de vida (Atos 7:37-38). Precisamos de todos eles!

O que importa é ter os princípios introduzidos nos Dez Mandamentos impressos no coração pelo Espírito Santo (Jeremias 31:31-33; Hebreus 8:8-10). Para tanto, faremos uma reflexão desde a conclusão dos Dez Mandamentos para entender o todo:

A cobiça é desejo/anseio focado no lugar errado. É querer o que não é certo possuir. É o único imperativo que proíbe sentimentos profundos (anseios) da alma. O único mandamento que diz “NÃO” duas vezes. Ele é o auge/ápice/apoteose da Lei Moral; pois, é por causa da cobiça que...

1. Substituímos Deus por deuses falsos (v. 3);
2. Adoramos/veneramos/reverenciamos o que não devemos (vs. 4-6);
3. Desonramos o nome Divino (v. 7);
4. Ignoramos a santidade do sábado (vs. 8-11);
5. Proclamamos independência dos pais (v. 12);
6. Matamos (v. 13);
7. Adulteramos (v. 14);
8. Roubamos (v. 15);
9. Denegrimos o próximo (v. 16).

O cobiçoso rouba, adultera e mata; ambiciona o lugar de Deus e O destrona do coração; pisoteando, assim, nos primeiros mandamentos... (Leia atentamente Mateus 5, Jesus vai à raiz do problema).

O problema é o pecado enraizado no coração; desta forma, obediência sem o décimo mandamento seria fácil. Atenção: Apenas desejar, sem possuir a mulher e coisas do próximo, não seria pecado.

Pecados afastam-nos de Deus promovendo em nós atos pecaminosos. Consequentemente, temos medo (Êxodo 20:18-21), o qual motivam-nos a criar/fazer/fabricar deuses mais convenientes. Prevendo isso, Deus proíbe tais alternativas (vs. 22-26).

A libertação da escravidão do pecado/desobediência/rebeldia/orgulho/egoísmo/etc. é fruto da graça que conduz à obediência/submissão/reverência/restauração naquele que permite Deus agir (vs. 1-2).

Sobretudo, precisa-se reverência para estar na presença de Deus (v. 21). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí 


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