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sábado, 30 de junho de 2018

Ana e a Infância de Samuel

Refletindo a Cristo

Ana e a Infância de Samuel - 30 de junho

Mas o jovem Samuel crescia em estatura e no favor do Senhor e dos homens. I Sam. 2:26.

O cumprimento do voto de Ana, de dedicar seu filho ao Senhor, não foi deixado para a ocasião em que ele poderia ser apresentado no templo. Desde as primeiras expressividades de seu intelecto ela educou-lhe a mente infantil para amar e reverenciar a Deus, e para se considerar dEle. Por meio de todo e qualquer objeto familiar que o cercava ela procurou elevar-lhe os pensamentos para o Criador.

Ao separar-se do filho, a fiel solicitude da mãe não cessou. Ele era o objeto de suas orações. Todos os anos ela lhe fazia uma pequena túnica, e quando vinha com o marido para o sacrifício anual, dava-a ao menino como prova de seu amor. Ao costurar cada ponto daquela túnica ela suspirava uma oração, pedindo que ele fosse puro, digno, e verdadeiro. Ela não pedia que ele se tornasse grande, mas fervorosamente suplicava que ele pudesse ser bom.

Sua fé e devoção foram recompensadas. Ela viu o filho, na simplicidade de sua infância, andar no amor e temor de Deus. Viu-o crescer até tornar-se adulto… zeloso no serviço de seu divino Mestre. …

Quem dera que cada mãe percebesse quão grandes são seus deveres e responsabilidades, e quão grande será a recompensa de sua fidelidade. A influência diária da mãe sobre os filhos os está preparando para a vida eterna ou para a morte eterna. Ela exerce no lar uma influência mais decisiva do que o pastor no púlpito, e do que o rei em seu trono. O Dia do Senhor revelará o quanto o mundo deve a mães piedosas pela formação de homens que se tornaram resolutos defensores da verdade e da reforma – homens que foram corajosos para fazer e ousar, que permaneceram inabaláveis em meio a provas e tentações; homens que escolheram os elevados e santos interesses da verdade e da glória de Deus, antes que honras mundanas ou a própria vida.

Quando o Juiz Se assentar e os livros forem abertos, quando as palavras “bem está” do grande Juiz forem pronunciadas, e a coroa de glória imortal for colocada sobre a fronte dos vencedores, muitos erguerão suas coroas à vista do Universo congregado, e apontando para sua mãe, dirão: “Ela fez de mim o que sou através da graça de Deus. Seus ensinos, suas orações, foram coroados de êxito para a minha eterna salvação.”

Samuel se tornou um grande homem em todo o sentido, segundo Deus avalia o caráter. … Os jovens devem ser ensinados a permanecer firmes pelo que é direito em meio à prevalecente iniqüidade, para fazerem tudo que estiver ao seu alcance a fim de deter o progresso do vício, e promover a virtude, a pureza, e a verdadeira nobreza. As impressões causadas na mente e no caráter durante a infância são profundas e duradouras. Signs of the Times, 3 de novembro de 1881.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 187

2 Coríntios 7 Comentários Pr. Heber Toth Armí

 II CORÍNTIOS 7 
Comentários Pr. Heber Toth Armí

Deus aspira nossa restauração, que resulta em nossa transformação de caráter. Por isso,

• Precisamos avivar-nos e reconciliarmo-nos com Deus, para que tornemos agentes de reconciliação no mundo, conforme termina o capítulo 5. 

• Precisamos entender a aversão que devemos pela incredulidade, imoralidade, perversidade e motivados pelas promessas de Deus para purificarmo-nos “de toda impureza, tanto na carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus”. Desta forma, o final do capítulo 6 está ligado com a introdução do capítulo 7.

Nos versículos 2-4 nota-se amor, carinho, afeto e intimidade que Paulo ansiava ter com os crentes de Corinto. Ah! Se todo pastor tivesse esse perfil. Ah! Se todo líder espiritual tivesse o amor de Deus regendo cada uma de suas atitudes em relação aos frágeis filhos de Deus! Aprendamos com Paulo.

Os versículos seguintes são divididos da seguinte forma, conforme Paul Barnett, para auxiliar nossa compreensão:

Os efeitos da “carta severa”:

1. Alegria de Paulo pela chegada de Tito (vs. 5-7);
2. Alegria de Paulo pelo recebimento da carta (vs. 8-12);
3. Paulo confia nos crentes de Corinto (vs. 12-16).

A alegria de Paulo é notória nestes versículos. Pois, Deus o confortou em sua angústia e tribulações. Isso deixa claro que Deus jamais abandona ou rejeita Seus filhinhos. Paulo acabara de revelar suas fraquezas, ele era imperfeito como todo ser humano; todavia, Deus Lhe revelou Seu amor e consolou-o com a chegada de Tito, e com as notícias positivas resultantes de seu empenho em orientar os crentes de Corinto.

“Paulo encerra essa seção importante de sua carta com uma expressão de confiança na igreja: ‘Alegro-me porque em tudo posso confiar em vós’ (7:16). O sentimento de alegria do apóstolo (7:13-16) está intimamente ligado ao completo bem-estar daqueles com quem ele está amorosamente preocupado, seja seu cooperador (7:13-14) sejam os seus filhos espirituais (7:15-16)”, diz Hernandes Dias Lopes.

Reflita:

• A igreja deve cuidar de seus líderes e, os líderes devem cuidar dos membros da igreja.
• O arrependimento segundo Deus é positivo, mas o arrependimento do mundo é negativo.
• A santificação erradica atitudes e sentimentos impróprios e os substitui por atitudes e sentimentos nobres.
• O amor fraternal jamais deve esfriar na igreja de Cristo.

“Senhor, eleva-nos para viver o Teu ideal” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Abraão Obedeceu à Voz de Deus

Refletindo a Cristo

Abraão Obedeceu à Voz de Deus- 29 de junho

Porque Abraão obedeceu à Minha palavra e guardou os Meus mandados, os Meus preceitos, os Meus estatutos e as Minhas leis. Gên. 26:5.

Seu próprio exemplo, a influência silenciosa de sua vida diária, eram uma lição constante. A persistente integridade, a beneficência e cortesia abnegada, que haviam conquistado a admiração dos reis, eram ostentadas em seu lar. Havia uma fragrância em torno de sua vida, uma nobreza e formosura de caráter, que revelavam a todos que ele estava em ligação com o Céu. Ele não negligenciava a alma do mais humilde servo. Em sua casa não havia uma lei para o senhor e outra para o servo; um régio caminho para o rico, e outro para o pobre. Todos eram tratados com justiça e compaixão, como herdeiros com ele da graça da vida.

Ele “há de ordenar… a sua casa”. Gên. 18:19. Não haveria uma negligência pecaminosa em restringir as más propensões de seus filhos, tampouco qualquer favoritismo fraco, imprudente, condescendente; nem renúncia à sua convicção do dever ante as exigências de uma afeição mal-entendida. Abraão não somente dava a instrução exata, mas mantinha a autoridade de leis justas e retas.

Quão poucos há em nossos dias que seguem este exemplo! Por parte de muitos pais há um sentimentalismo cego e egoísta, impropriamente chamado amor, que se manifesta deixando-se as crianças, com o juízo ainda por formar-se e as paixões indisciplinadas, à direção de sua própria vontade. Isto é a máxima crueldade para com a juventude, e grande mal ao mundo. A condescendência por parte dos pais ocasiona desordem nas famílias e na sociedade. Confirma no jovem o desejo de seguir a inclinação, em vez de se submeter aos mandamentos divinos. Assim crescem com um coração adverso a fazer a vontade de Deus, e transmitem o espírito irreligioso e insubordinado a seus filhos, e filhos de seus filhos. Como Abraão, devem os pais ordenar as suas casas depois deles. Que a obediência à autoridade paterna seja ensinada e imposta como o primeiro passo na obediência à autoridade de Deus. …

Aqueles que procuram diminuir as reivindicações da santa lei de Deus, estão ferindo diretamente o fundamento do governo das famílias e nações. Pais religiosos, que deixam de andar em Seus estatutos, não ordenam sua casa de modo a observarem o caminho do Senhor. Não se faz da lei de Deus a regra da vida. Os filhos, ao constituírem lar, não se sentem na obrigação de ensinar a seus filhos aquilo em que eles mesmos nunca foram ensinados. E esta é a razão por que há tantas famílias sem Deus …

Antes que os próprios pais andem na lei do Senhor com coração perfeito, não estarão preparados para ordenar a seus filhos depois deles. Necessita-se de uma reforma neste sentido, reforma que seja profunda e extensa. Patriarcas e Profetas, págs. 139 e 140.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 186 –

II CORÍNTIOS 6 Comentários Pr Heber Toth Armí

 II CORÍNTIOS 6 
Comentários Pr Heber Toth Armí

 Paulo está escrevendo a cristãos, não a pagãos. Mesmo os cristãos precisam renovar seu compromisso com Deus. Devem ter disposição para a reconciliação. Por isso, é possível perguntar: Hoje, você já renovou teu compromisso com Deus?

Paulo fala sobre relacionamento aos cristãos de Corinto nos 13 primeiros versículos deste capítulo:

• Relacionamento com Deus.
• Relacionamento com ele, Paulo;
• Relacionamento com seus companheiros, de Paulo.

Há um apelo inicial para atender à graça de Deus, e um apelo final onde Paulo convida os crentes a abrir o coração e ele. 

“Entre esses dois apelos, Paulo defende seu ministério. Ele novamente afirma que as agruras por que passou são uma insígnia de honra. Nessas aflições, Paulo e sua equipe exemplificaram, pelo poder de Deus, as grandes virtudes cristãs [vs. 6-7]. Eles serviram coerentemente através das mutáveis marés da opinião pública e do tratamento injusto [vs. 8-10]. Entre as contradições de seu ministério, mencionadas por Paulo, está a de que ele e seus auxiliares são desconhecidos, e, ao mesmo tempo, conhecidos [v. 9]. Eles não conquistaram grande reputação entre os homens. Mas à vista de Deus, são bem conhecidos” (John McVay).

Escrevendo a cristãos, esta carta visa o discipulado, que acompanha a conversão. E, o capítulo em questão tem muito a ser considerado (vs. 14-18):

1. O chamado ao discipulado é um chamado a ser separado:

• Separar-se significa renunciar a velha vida, filosofias anti-bíblicas, familiares e posses.
• É preciso separar-se porque associação requer compromisso com quem não quer compromisso com Deus.
• É necessário separar-se porque cristãos tornam-se santuários do Deus vivente.

Este tema abrange desde sociedade comercial até relacionamento conjugal. “O casamento entre cristãos e descrentes é proibido porque: (1) O matrimônio não ocorre entre dois indivíduos, mas também entre duas comunidades (v. 15-16); (2) A igreja é o templo santo de Deus (v. 16); e (3) por ser morada de Deus, a igreja deve manter uma clara separação do mundo em termos de constituição do caráter” (Bíblia Andrews).

2. O discipulado precisa de promessas divinas para manter os crentes motivados:
a) “Habitarei e andarei entre eles; serei o Seu Deus, e eles serão o meu povo” (v. 16).
b) “Serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas” (v. 18).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw


quinta-feira, 28 de junho de 2018

O Exemplo de Abraão Como Pai

Refletindo a Cristo

O Exemplo de Abraão Como Pai - 28 de junho

Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo; para que o Senhor faça vir sobre Abraão o que tem falado a seu respeito. Gên. 18:19.

De Abraão está escrito que “foi chamado amigo de Deus” (Tia. 2:23), “pai de todos os que crêem”. Rom. 4:11. O testemunho de Deus com relação a este fiel patriarca, é: “Abraão obedeceu à Minha palavra e guardou os Meus mandados, os Meus preceitos, os Meus estatutos e as Minhas leis”. Gên. 26:5. … Alta honra aquela a que Abraão foi chamado, para ser o pai do povo que durante séculos foram os guardas e preservadores da verdade de Deus para o mundo, sim, daquele povo por meio do qual todas as nações da Terra seriam benditas no advento do Messias prometido. Mas Aquele que chamou o patriarca julgou-o digno. É Deus quem fala. Aquele que de longe compreende os pensamentos, e dos homens faz justa apreciação, diz: “Eu o tenho conhecido”. Não haveria por parte de Abraão qualquer traição à verdade por intuitos egoístas. Ele guardaria a lei, e procederia justa e retamente. E não somente temeria ele próprio o Senhor, mas cultivaria em seu lar a religião. Instruiria a família na justiça. A lei de Deus seria a regra em sua casa.

A casa de Abraão compreendia mais de mil pessoas. Aqueles que eram levados pelos seus ensinos a adorar o único Deus, encontravam um lar em seu acampamento; e ali, como em uma escola, recebiam a instrução que os habilitaria a serem representantes da verdadeira fé. Assim, grande responsabilidade repousava sobre ele. Estava a educar chefes de famílias, e seus métodos de governo seriam levados para as casas a que eles presidiriam. …

Abraão procurou por todos os meios ao seu alcance guardar os domésticos de seu acampamento de se misturarem com os gentios e de testemunharem suas práticas idólatras; pois sabia que a familiaridade com os maus corromperia insensivelmente os princípios. O máximo cuidado foi exercido para excluir toda a forma de religião falsa, e impressionar o espírito com a majestade e glória do Deus vivo como o verdadeiro objeto de culto. …

A afeição de Abraão para com seus filhos e sua casa, levou-o a guardar a fé religiosa dos mesmos, a comunicar-lhes o conhecimento dos estatutos divinos, como o legado mais precioso que ele lhes poderia transmitir, e por meio deles ao mundo. A todos se ensinava que estavam sob o governo do Deus do Céu. Não deveria haver opressão por parte dos pais, nem desobediência por parte dos filhos. A lei de Deus havia indicado a cada um os seus deveres, e apenas na obediência a ela poderia alguém conseguir felicidade e prosperidade. Patriarcas e Profetas, págs. 140-142.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 185

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Verdades Transmitidas de Pai Para Filho

Refletindo a Cristo

Verdades Transmitidas de Pai Para Filho - 27 de junho

O rei … constituiu-o [José] senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía, para, a seu talante, sujeitar os seus príncipes, e aos seus anciãos ensinar a sabedoria. Sal. 105:20-22.

Em sua infância, a José havia sido ensinado o amor e temor de Deus. Muitas vezes, na tenda de seu pai, sob as estrelas da Síria, contava-se-lhe a história da visão noturna de Betel, da escada do Céu à Terra e dos anjos que por ela desciam e subiam, e dAquele que do trono, no alto, Se revelou a Jacó. Fora-lhe contada a história do conflito ao lado do Jaboque, quando, renunciando a pecados acariciados, Jacó se tornou conquistador e recebeu o título de príncipe com Deus.

A vida pura e simples de José, como um pastorzinho guiando os rebanhos de seu pai, favorecera o desenvolvimento não só da capacidade física mas também da mental. Em comunhão com Deus por meio da Natureza e do estudo das grandes verdades transmitidas como um sagrado legado de pai a filho, adquiriu ele vigor mental e firmeza de princípios.

No momento crítico de sua vida, quando fazia aquela terrível viagem do lar de sua infância em Canaã, para o cativeiro que o esperava no Egito, olhando pela última vez as colinas que ocultavam as tendas de sua parentela, José lembrou-se do Deus de seu pai. Recordou-se das lições da infância e sua alma fremiu com a resolução de mostrar-se verdadeiro – agindo sempre como convém a um súdito do Rei celestial.

Na amargurada vida de estrangeiro e escravo, entre as cenas e os ruídos do vício e das seduções do culto pagão, culto este cercado de todas as atrações de riquezas, cultura e pompas da realeza, José permaneceu firme. Tinha aprendido a lição da obediência ao dever. A fidelidade em todas as situações, desde as mais humildes até as mais exaltadas, adestrou toda a sua capacidade para o mais elevado serviço.

Na ocasião em que ele fora chamado à corte de Faraó, o Egito era a maior das nações. Em civilização, arte, saber, era inigualado. Através de um período de máxima dificuldade e perigo, José administrou os negócios do reino; e isto fez de maneira a captar a confiança do rei e do povo. Faraó fez dele “senhor de sua casa e mordomo de tudo o que possuía, para, a seu talante (arbítrio), sujeitar os seus príncipes e aos seus anciãos ensinar a sabedoria”. Sal. 105:21 e 22. …

Lealdade para com Deus, fé no Invisível – foram a âncora de José. Nisto se encontrava o segredo de seu poder.

“Os braços de suas mãos foram fortalecidos pelas mãos do Valente de Jacó”… Gên. 49:24.

José e Daniel mostraram-se fiéis aos princípios de sua primeira educação, fiéis para com Aquele de quem eram os representantes. Educação, págs. 52- 57.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 184

2 Coríntios 5 Comentários Pr Heber Toth Armí

II CORÍNTIOS 5 
Comentários Pr Heber Toth Armí

Sobre o capítulo em questão, o comentário na Bíblia Andrews observa que nus, sem corpo, “parece ser a imagem de Paulo sobre a morte: nem vestido com o corpo mortal, nem com o imortal, mas nu. Uma vez que para ter ‘vida’ (v. 4) e ‘habitar com o Senhor’ (v. é necessário possuir o corpo imortal (v. 1, 2). A passagem nega a ideia de uma alma desprovida de corpo desfrutando a vida eterna [...]. Paulo gostaria de passar de uma forma de existência para a outra sem experimentar a morte. ‘Habitar com o Senhor’ significa desfrutar plena comunhão pessoal com Ele em Sua presença imediata. Isso ocorrerá na ressurreição dos mortos (1Ts 4:16, 17)”.

Paulo não era adepto da abolição dos Dez Mandamentos (3:7-11) nem cria na crença na imortalidade da alma (5:1-10); pois, estaria contrariando a Bíblia e suas próprias convicções (Êxodo 3:18; Mateus 5:17-19; I Coríntios 15:1-58; I Tessalonicenses 4:13-18; João 5:28-29; Eclesiastes 9:5-6, 10).

Destaco aqui os pontos do capítulo:

• A morte não tem a última palavra. A ressurreição é a certeza da vitória sobre a morte, promovendo esperança além-túmulo (vs. 1-8);
• A curta vida que recebemos deve ser vivida para agradar ao povo de Deus, ser influência positiva e orientar e fortalecer a sua fé; pois, um tribunal divino será estabelecido e todos terão de responder pelo que fez ou deixou de fazer (vs. 8-9);
• Por saber desse tribunal cósmico, os ministros de Cristo persuadem homens e mulheres, ricos e pobres, religiosos e ateus, a se reconciliarem com Deus, comprometerem-se e confiarem no sacrifício de Cristo para que sejam novas criaturas, que não vivam mais para si mesmas, a fim de terem a esperança da vida eterna (vs. 11-17);
• Os ministros de Deus são embaixadores do Céu perante todas as pessoas, convidando-as ou rogando como representantes do Senhor a que assumam um compromisso com o Salvador (vs. 18-21).

O plano da salvação é mais que oferecimento do perdão de Deus, é reconciliação em que, ambas as partes tomam atitude de acertar o relacionamento arruinado. Claro que, Deus toma iniciativa, sacrifica-Se e, então espera nossa resposta!

Seria muito bom ir para o Céu urgentemente, mas é importante preparar mais pessoas para estarem lá conosco! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

2 Coríntios 4 – Comentários Pr Heber Toth Armí

 II CORÍNTIOS 4 – 
Comentários Pr Heber Toth Armí 

Esse é um capítulo fantástico!

Nos versículos 1-6 Paulo aborda a magnificência do evangelho. Comentando estes versículos, Hernandes Dias Lopes destaca seis características desse evangelho que não é produto da invenção humana, mas da revelação divina: Tal evangelho...

1. ...é concedido pela misericórdia divina, e não pelo mérito humano (v. 1);
2. ...nos dá forças para enfrentar o sofrimento (v. 1);
3. ...nos capacita a ser íntegros na pregação (v. 2);
• O cristão verdadeiro vive na luz;
• O cristão verdadeiro não usa truques para pregar a Palavra;
• O cristão verdadeiro não adultera a Palavra para ganhar os ouvintes;
• O cristão verdadeiro vive de forma transparente na presença de Deus e dos homens.
4. ...nos adverte acerca de uma terrível oposição (vs. 3-4):
• O evangelho salva ou condena;
• O diabo interfere na mente dos ouvintes;
• O diabo ataca os incrédulos com a cegueira espiritual.
5. ...nos mantém longe da presunção (v. 5);
6. ...nos evidencia um poderoso milagre (v. 6).

Apesar das dificuldades e sofrimentos, das pressões e oposições, o discípulo de Cristo precisa proclamar o evangelho. O “trio Discípulos”, baseou-se nos versículos 7-11 para uma música magnífica, da qual destaco alguns trechos:

Se o Senhor mandar seguir
Seja feito até o fim
Jogo a rede ou vou pregar
Em terra firme ou alto mar

[...]

Eles pensaram que me fariam recuar
A glória é pesada e a tribulação é leve e já vai passar

[...]

Somos abatidos, mas não destruídos
Ainda há boa obra, eu sei
Seu amor é o primeiro e o último em tudo que farei
Somos perseguidos, mas não desamparados
Glorio-me na Sua cruz
Esperança irrompe do sangue de Jesus...

Merril F. Unger, comentando os versículos 12-18 descreve que o texto revela um segredo interior da natureza espiritual. Esse segredo abrange:

• A crucificação de si mesmo (v. 12);
• Uma fé intensa (v. 13);
• Uma radiante esperança (v. 14);
• Esquecimento de si mesmo (v. 15);
• Força espiritual (v. 16);
• Opinião correta (v. 17); e,
• Um sábio objetivo de vida (v. 18).

No versículo 15 temos a “declaração de missão pessoal de Paulo: (1) servir aos outros; (2) multiplicar a graça; (3) aumentar as ações de graça e (4) dar glória a Deus” (Bíblia de Estudo Andrews).

Aprendamos com Paulo! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

terça-feira, 26 de junho de 2018

A Alegria no Lar Promove a Felicidade

Refletindo a Cristo

A Alegria no Lar Promove a Felicidade- 26 de junho

Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo. Prov. 16:24.

A mãe deve cultivar disposição alegre, contente e feliz. Todo esforço nesse sentido será abundantemente recompensado, tanto na boa condição física como no caráter de seus filhos. O espírito satisfeito promoverá a felicidade de sua família, melhorando em alto grau a saúde dela própria.

Ajude o marido à esposa, mediante a simpatia e constante afeto. Se ele a deseja conservar jovial e contente, de modo a ser no lar como um raio de sol, auxilie-a no fazer face às responsabilidades. Sua bondade e amorável cortesia serão para ela uma preciosa animação, e a felicidade que ele comunica lhe trará paz e alegria ao próprio coração. …

Grande é a responsabilidade posta sobre pais e mães, e a honra a eles conferida nesse fato de que devem ocupar o lugar de Deus para com os filhos. Seu caráter, vida diária e métodos de educação serão para os pequeninos a interpretação das palavras de Deus. Sua influência há de atrair ou alienar a confiança dos pequeninos seres nas promessas divinas.

Felizes os pais cuja vida é um verdadeiro reflexo da divina, de modo que as promessas e mandamentos de Deus despertem na criança gratidão e reverência; os pais cuja ternura, justiça e longanimidade representam para a criança a longanimidade, a justiça e o amor de Deus; e que, ao ensinarem o filho a amá-los, a neles confiar e obedecer-lhes, estão ensinando-o a amar o Pai do Céu, a nEle confiar e obedecer-Lhe. Os pais que comunicam ao filho um tal dom, dotam-no com um tesouro mais precioso que a riqueza de todos os séculos – um tesouro perdurável como a eternidade.

Nos filhos confiados aos seus cuidados, tem cada mãe um sagrado encargo de Deus. “Toma este filho, esta filha”, diz Ele; “educa-o para Mim; forma-lhe um caráter polido como um palácio, a fim de que brilhe nas cortes do Senhor para sempre.”

Existe um Deus em cima no Céu, e a luz e glória do Seu trono repousam sobre a fiel mãe enquanto ela se esforça por educar os filhos para resistirem à influência do mal. Nenhuma outra obra pode se comparar à sua em importância. …

A mãe que sabe apreciar isso há de considerar as oportunidades que se lhe oferecem como inestimáveis. Zelosamente, ela procurará, em seu próprio caráter e em seus métodos de educação, apresentar aos filhos o mais elevado ideal. … Estudará diligentemente Sua Palavra. Conservará os olhos fixos em Cristo, a fim de que sua vida diária, no humilde curso dos cuidados e deveres, seja um verdadeiro reflexo da única Vida verdadeira. A Ciência do Bom Viver, págs. 374-378.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986Pág. 183

I I CORÍNTIOS 3 Comentários Pr Heber Toth Armí

I I CORÍNTIOS 3
Comentários Pr Heber Toth Armí

Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na tua, que é mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado. 

O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.

Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:

• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);
• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);
• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);
• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);
• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);
• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);
• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);
• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);
• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);
• A glória do ministério – sua pureza (6:11-7:1);
• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).

O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:

• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);
• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);
• É autenticado por Deus (vs. 4-6);
• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);
• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);
• Opera maravilhosa transformação (v. 18).

Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.

Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:

1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;
2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;
3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).

Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cortesia no Lar

Refletindo a Cristo

Cortesia no Lar -25 de junho

O amor seja sem hipocrisia. … Amai-vos cordialmente uns aos outros… preferindo-vos em honra uns aos outros. Rom. 12:9 e 10.

O princípio contido na recomendação: “Amai-vos cordialmente uns aos outros”, acha-se à própria base da felicidade doméstica. A cortesia cristã deve reinar em cada lar. … A esposa e mãe poderá ligar o coração do marido e dos filhos ao dela por fortes laços de amor, se em seu relacionamento com eles ela manifestar amor invariável em palavras gentis e conduta cortês.

Assinaladas diversidades de temperamento e caráter existem com freqüência na mesma família, pois é plano de Deus que pessoas de temperamentos diversos se associem. Quando este for o caso, cada membro da família deverá respeitar os sentimentos e direitos dos outros. Por este meio o respeito e tolerância mútuos serão cultivados, os preconceitos abrandados, e polidas as asperezas de caráter. Pode-se conseguir harmonia, e a mistura de temperamentos variados poderá ser benéfica a todos. …

A verdadeira esposa e mãe… desempenhará seus deveres com dignidade e alegria, não considerando degradante fazer com as próprias mãos o que for necessário em uma casa bem ordenada.

Para ser uma boa esposa, não é necessário que a natureza da mulher seja totalmente fundida na do marido. Cada indivíduo tem uma vida distinta de todos os demais, e uma experiência que difere fundamentalmente da deles. Não é o propósito do Criador que nossa individualidade se dissolva na de outro; Ele deseja que possuamos nosso próprio caráter, abrandado e santificado por Sua encantadora graça. Deseja ouvir nossas palavras, vindas diretamente de nosso coração. Quer que nossos ardentes desejos e clamores ascendam até Ele com a marca de nossa própria individualidade. Ninguém tem o mesmo desempenho mental, e Deus não pede experiência de segunda mão. Nosso compassivo Redentor nos estende Sua mão ajudadora justamente onde estamos.

Se uma mulher vai a Deus em busca de força e conforto, e em Seu temor procura executar seus deveres diários, ela conquistará o respeito e a confiança de seu marido, e verá os filhos se tornarem homens e mulheres amadurecidos e honrados, e possuindo robustez moral para fazerem o que é certo. …

Quando a mãe tiver obtido a confiança dos filhos, e lhes tiver ensinado a amá-la e obedecer-lhe, ela lhes terá dado a primeira lição na vida cristã. Eles precisam amar a seu Salvador, nEle confiar, e a Ele obedecer, da mesma maneira como amam a seus pais, neles confiam e a eles obedecem. O amor que os pais manifestam pelos filhos em fiel cuidado e educação apropriada, espelha muito debilmente o amor de Jesus por Seu povo fiel. Signs of the Times, 9 de setembro de 1886.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 182

II CORÍNTIOS 2 Comentários Pr Heber Toth Armí

II CORÍNTIOS 2 
Comentários Pr Heber Toth Armí

 A introdução deste capítulo liga ao capítulo anterior; na qual temos a informação que o apóstolo Paulo...

• ...não estava disposto a retornar a Corinto em tristeza (v. 1).
• ...reconhecia que caso ele os entristecesse, em contrapartida, eles o alegravam (v. 2);
• ...expôs que a alegria dos crentes promovia sua alegria (v. 3);
• ...em vez de visitá-los em clima de tristeza, escreveu-lhes, chorando, não para entristecê-los, mas para mostrar-lhes seu amor (v. 4).

O amor requer cuidados, promove a paz baseando-se na justiça a qual gera harmonia entre os crentes e Deus. A bênção divina se manifesta numa igreja que lida corretamente com o pecador, e erradica radicalmente ao pecado.

Na anterior carta de Paulo aos crentes de Corinto (I Coríntios 5), foi tratado do problema de um jovem que cometera incesto com a mulher de seu pai, ou seja, mantinha relação sexual com sua madrasta. Inspirado pelo Espírito Santo, Paulo ordenou veementemente à igreja disciplinar duramente a esse jovem, orientando à comunidade a:

• ...entregá-lo a Satanás visando à destruição da carne;
• ...lançar fora o fermento estragado;
• ...expulsar da comunidade o transgressor dos princípios sexuais.

Contudo, nessa ocasião, Paulo também orientou à comunidade eclesiástica a:

• ...chorar;
• ...julgar o pecado; e,
• ...remover o pecado.

Nesta segunda carta, o apóstolo volta ao mesmo assunto; e, destaca três fatos, conforme observa Hernandes Dias Lopes: O pecado...

• ...não tratado produz tristeza nos obreiros de Deus (v. 5);
• ...não tratado produz tristeza na igreja de Deus (v. 5);
• ...precisa ser confrontado e o faltoso precisa ser disciplinado (v. 6).

Como para Deus não há caso perdido, toda disciplina, por mais dura que seja, precisa restaurar ao pecador; por isso, o perdão da igreja deve ser oferecido ao transgressor. Warren W. Wierbe destaca: A igreja deve...

• ...perdoar o transgressor por amor a ele/Paulo, pois o perdão cura corações feridos (vs. 7-8).
• ...reafirmar seu amor pelo irmão perdoado por amor ao Senhor (vs. 9-10);
• ...perdoar o transgressor por amor à própria igreja (v. 11).

Paulo sabia que Deus o conduzia e o usava para edificar a igreja de Cristo (vs. 14-17). Aprendamos com esse grande apóstolo e, reavivemos nosso compromisso com o sacrifício de Cristo que liberta-nos de nossos pecados!

Após ser perdoado, não dê novamente espaço ao pecado! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

domingo, 24 de junho de 2018

Família Unida Pelos Laços do Amor

Refletindo a Cristo

Família Unida Pelos Laços do Amor - 24 de junho

[Ela] fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. Prov. 31:26.

Sempre que a mãe puder dizer uma palavra de louvor pela boa conduta dos filhos, ela deve fazê-lo. Deve incentivá-los através de palavras de aprovação e expressões de amor. Isto será como que um raio de sol no coração de uma criança, e a levará ao cultivo do respeito próprio e à dignidade de caráter. …

As crianças são de natureza sensível e amorosa. Facilmente ficam alegres e facilmente ficam tristes. Por meio de branda disciplina, através de atos e palavras amorosas, as mães podem ligar os filhos ao coração. Manifestar severidade e ser exigente com as crianças é um grande erro. Firmeza uniforme e controle imparcial são necessários à disciplina de cada família. Dizei o que pretendeis com calma, agi com ponderação, e executai tudo sem vos desviardes do que dissestes.

Valerá a pena manifestar afeto em vossa associação com os filhos. Não deveis repeli-los por falta de identificação com seus esportes, alegrias e pesares infantis. Testimonies, vol. 3, pág. 532.

Crianças de tenra idade são um espelho no qual a mãe pode ver refletidos seus próprios hábitos e conduta, e inclusive verificar a tonalidade de sua própria voz. Quão cuidadosa, então, não deveria ser sua linguagem e comportamento na presença desses pequenos aprendizes que a tomam como exemplo! Se ela deseja que os filhos tenham boas maneiras e sejam tratáveis, ela precisa cultivar esses traços em si mesma.

Quando os filhos amam e depositam confiança na mãe, e são a ela obedientes, aprenderam a primeira lição de cristianismo. …

Em vista da responsabilidade individual das mães, cada mulher deve desenvolver uma mente equilibrada e um caráter puro, refletindo apenas aquilo que é verdadeiro, bom e belo. A esposa e mãe pode ligar o marido e os filhos ao seu coração por incessante amor, demonstrado através de palavras gentis e comportamento cortês, os quais, via de regra, serão copiados pelos filhos.

A polidez não custa nada, e no entanto tem a capacidade de abrandar naturezas que se tornariam duras e rudes sem ela. A polidez cristã deve reinar em cada lar. O cultivo de uma cortesia uniforme, e a disposição de fazer pelos outros o que gostaríamos que fizessem por nós, eliminaria a metade dos males da vida. O princípio contido na recomendação: “Amai-vos cordialmente uns aos outros” (Rom. 12:10), é a pedra fundamental do caráter cristão. … A cortesia cristã é a fivela dourada que une os membros da família por laços de amor que se tornam mais íntimos e mais fortes a cada dia. Health Reformer, agosto de 1877.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986– Pág. 181

II Coríntios 1 Comentários Pr Heber Toth Armí

II CORÍNTIOS 1 
Comentários Pr Heber Toth Armí

 Deveríamos aplicar o ensinamentos bíblicos a nossa vida assim que o recebermos.

Ao lermos esta segunda carta de Paulo aos Coríntios, notemos que:

1. Os crentes parecem ter colocado seu comportamento em harmonia com as exortações de Paulo na primeira carta destinada a eles.
2. Outros problemas surgiram, talvez, em algumas questões, a situação da igreja tenha se agravado: Adentraram intrusos que questionaram a liderança e a teologia de Paulo.
3. Paulo se propôs a ir a Corinto para resolver tais problemas pessoalmente. Visando preparar os crentes para isso, eis o propósito desta carta em análise.

Paulo muda o itinerário outrora traçado em prol dos crentes de Corinto. À vezes devemos deixar alguns planos e substituí-los por outros (vs. 15-16; ver I Coríntios 16:5-6). 

• Paulo revela seu sofrimento e sua experiência com o conforto oriundo do próprio Deus; isso deixa evidente que nenhum recurso humano pode providenciar consolo e refúgio de paz e alegria que tanto clama o coração humano (vs. 1-11).
• Diante de falsas acusações de falsos cristãos, Paulo alegou consciência limpa perante Deus (vs. 12-14);
• Paulo apresentou a sinceridade de suas intenções de realmente visitá-los, e isso não era demagogia da parte dele apregoada pelos críticos de seu trabalho (vs. 15-16).
• Paulo não joga com a mesma estratégia dos críticos, mas com a de Cristo; a qual é explicar, não acusar, como faz Satanás (vs. 17-22; cf. Apocalipse 12:10).
• O líder verdadeiro que é servo genuíno de Cristo está mais do que disposto a contribuir com a salvação de seus opositores (vs. 23-24).

A Trindade atua com o objetivo de restaurar pecadores de todos os tipos. Nos versículos 20-22 temos:

1. Deus PROMETE salvação;
2. Jesus é a garantia dessa PROMESSA;
3. O Espírito Santo sela a CERTEZA da promessa em nosso coração.

Em II Coríntios “Paulo insiste constantemente na presença de realidades contrastantes, até contraditórias, em Cristo, no apóstolo e no cristão: sofrimento e consolação (1:3-7; 7:4); morte e vida (4:1-12; 6:9); pobreza e riqueza (6:10; 8:9); fraqueza e força (12:9-10). Tal é o mistério pascal, a presença de Cristo ressuscitado em meio ao mundo antigo de pecado e de morte (cf. 1Cor 1-2)” (Comentário Bíblia de Jerusalém).

Embora oponentes busquem nossa destruição, no Onipotente temos consolação! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 23 de junho de 2018

Ensinar os Filhos a Ser Obreiros de Deus

Refletindo a Cristo

Ensinar os Filhos a Ser Obreiros de Deus - 23 de junho
Os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles. Osé. 14:9.

Na vida do cristão, as coisas do mundo, os ídolos do orgulho, a extravagância, e a satisfação do eu não devem ter lugar. Deus não criou o olho para ser usado com objetivos egoístas. Ele nos deu a faculdade de ver para que possamos contemplar e admirar o Salvador em Suas obras, as quais Ele criou para nosso deleite.

Quando os filhos estiverem se preparando para freqüentar uma de nossas escolas, os pais que forem sábios os ajudarão a entender que na vida escolar eles devem esforçar-se para formar um caráter que os qualifique para associar-se com os seres não caídos do Universo. E isto eles só poderão fazer através do poder vencedor que Cristo lhes dará. Sem este dom, ninguém pode formar um caráter cristão.

Pais, ensinai vossos filhos a se tornarem obreiros convosco na igreja. Educai-os de tal modo que sintam deleite em ser obreiros de Deus. Gravai em sua mente o pensamento de que ao se tornarem mais velhos, suas oportunidades de servir se multiplicarão, e sua capacidade aumentará proporcionalmente. Levai-os a entender que aqueles que se entregam a Deus se tornarão condutos de bênçãos aos que não O conhecem. Ensinai-os a obter poder para prevalecer com Deus. Se isto fosse feito fielmente por todos os pais, veríamos obreiros consagrados por toda parte. Manuscrito 67, 1903.

Membros da igreja, tanto adultos como jovens, devem ser educados para sair a proclamar esta mensagem final ao mundo. Se eles vão com humildade, anjos de Deus os acompanharão, ensinando-os a erguer a voz em oração, em hinos, e a proclamar a mensagem evangélica para este tempo.

A idéia de dar estudos bíblicos é de origem celestial e abre o caminho para que centenas de moços e moças realizem no campo uma importante obra, que de outra maneira não poderia ser feita.

A Bíblia não está acorrentada. Pode ser levada a todas as portas, e suas verdades apresentadas à consciência de cada homem. À semelhança do nobre povo de Bereia, muitos, por si mesmos, examinarão diariamente as Escrituras, para ver se estas coisas são assim. … Jesus, o Redentor do mundo, ordena aos homens que não só leiam, mas examinem as Escrituras. É-nos confiada essa grande e importante obra, e, se a fizermos, seremos grandemente beneficiados, pois não ficará sem recompensa a obediência às ordens de Cristo. Ele há de coroar com sinais especiais de Seu favor esse ato de lealdade em seguir a luz revelada em Sua Palavra. Mensagens aos Jovens, págs. 217 e 220.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. – Pág. 180 –

I Coríntios 16 – Comentários Pr Heber Thot Armì

 
I CORÍNTIOS 16 – 
Comentários Pr Heber Thot Armì

O processo de crescimento espiritual deve ser tão real quanto o crescimento físico. Uma igreja problemática está cheia de crentes infantis. Falta-lhe maturidade. 

• O livro que estamos considerando visa promover essa maturidade espiritual tão necessária também nos dias atuais como era para os crentes da época de Paulo.

Erwin W. Lutzer destacou que a “igreja de Corinto era formada de vários crentes que se haviam convertido do homossexualismo, adultério, alcoolismo e violência física. Eles viviam numa cultura muito parecida com a nossa, mas ainda mais decadente. Paulo queria lhes garantir que podiam ter um novo começo, uma nova vida em Cristo”.

Ser bebê espiritualmente é o início de um novo começo, o qual se dá com o novo nascimento, o batismo. Contudo, Deus quer que cresçamos e amadureçamos – como qualquer pai espera isso de um filho.

Mas, como Timothy R. Jennigs observou: “Somos chamados a ser cristãos maduros, a desenvolver a capacidade de discernir o certo do errado. Mas, com demasiada frequência, continuamos como bebês” espirituais.

A conversão precisa ser completa, inclusive do bolso e da conta bancária. Para ampliar a área de crescimento espiritual, Paulo, neste capítulo, orienta os corintos (e a nós) a doar dos bens que Deus concede, para auxiliar os necessitados físicos e espirituais (vs. 1-4):

1. A oferta deve ter regularidade; cada semana/periódica;
2. A responsabilidade é de cada um (individual);
3. A doação precisa ser pautada pela proporcionalidade;
4. O ato de ofertar deve ter intencionalidade;
5. Os administradores das ofertas devem ser transparentes.

A varonilidade e a maturidade cristãs também devem ser vistas no profuso serviço ao próximo, onde o apoio mútuo e as visitas visam o desenvolvimento e a edificação de todos (vs. 5-24):

1. A visita de Paulo, Timóteo e Apolo revela o interesse dos líderes pelos crentes;
2. Os crentes precisam servir uns aos outros, e nisto consiste a dinâmica do crescimento/amadurecimento espiritual.
3. O serviço fraternal e o relacionamento interpessoal evidencia grande avanço no desenvolvimento espiritual de uma comunidade de pecadores alcançados pelo evangelho.

Finalmente, “uma última exortação formal à firmeza da fé e ao amor levou Paulo a concluir com sua saudação e bênção de costume” (David S. Dockery).

Assim, como crentes, precisamos crescer individual e coletivamente. Portanto, reavivamo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

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