domingo, 3 de março de 2024

Rosas de pitimini

 Devocional Diário

Rosas de pitimini

Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio. Salmo 90:12


Era dia de feira. Coloquei a mochila nas costas e desci até o vilarejo. Sou fascinado pela variedade de cores que aparecem no céu nas manhãs de primavera. No caminho, vi ao longe uma cerca coberta de uma multidão de rosas. As fragrâncias do Mediterrâneo em flor fazem você se sentir como se passeasse pelo jardim do Éden. Desde tempos imemoriais, alguns dias por semana, os agricultores da região vêm para a praça do povoado e ali expõem seus produtos. Suas barracas não têm o aspecto elaborado dos grandes supermercados, mas suas frutas e verduras têm sabor verdadeiro. Depois de adquirir alguns limões e gengibre, experimentei alguns damascos sazonais. Foi como voltar à minha infância. Depois de um breve diálogo com uma senhora que comprava abacates (devia ou não levar coentro para um bom guacamole?), decidi voltar para casa. O Sol, em seu percurso zenital, cobria de contrastes a paisagem. De novo, vi a cerca e me aproximei. Estava repleta de pequeninas rosas de pitimini. As pétalas, umas bem branquinhas e outras de um rosado intenso, me fizeram lembrar bordados que havia visto em alguma almofada. Eram de uma delicadeza exuberante, de uma cor sedutora e de um aroma refinado. Não pude resistir à emoção do meu coração e murmurei: “Obrigado, Senhor!”

Orando conosco, o salmista pede a Deus que o ajude a saber como contar os dias, a perceber os detalhes, a compreender a grandeza da Sua mão. A participação de Deus em nossa vida é intensa, constante e merecedora de nossa gratidão. Em resumo, quando aprendemos a enxergá-la, adquirimos a certeza de que Deus é Deus, e de que nós, como criaturas voluntariamente dependentes, chegaremos a vislumbrar esse mundo com o olhar do Criador e a nos tornar sábios.

Tenho visto muitas manhãs como aquela, como também tardes e noites. Tenho visto o Senhor nas magnitudes, nos sentimentos, e minha oração só pode ser de agradecimento. Tenho certeza de que você tem visto o mesmo, ou até mais do que eu. Tenho certeza de que você sabe que Deus também Se preocupa em sustentar você neste mundo. Por que não oramos juntos, agradecendo do fundo do nosso coração? São apenas duas palavras: “Obrigado, Senhor!” 

Vislumbres da eternidade
3 de março
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Jeremias 35 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 35
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 35 – Deus honra àqueles que O honram. Os recabitas serviram de ilustração de fidelidade aos judeus; por conseguinte, foram exemplos de fidelidade para o povo que deveria ser fiel a Deus.

Os recabitas foram o sermão de Jeremias demonstrando lealdade inabalável aos mandamentos de seu antepassado Jonadabe, mesmo diante de provas arriscadas: Poderiam ser expulsos de Jerusalém (Jeremias 35:11).

Como os recabitas, Deus queria que judeus de outrora, e cristãos de agora...

• Reconhecessem a importância da lealdade e da integridade mesmo em tempos de adversidades.
• Entendessem que confiar plenamente nEle e em Seus princípios é o meio de obter segurança até mesmo em tempos de crises.
• Assimilassem que o compromisso mantido com Ele é a garantia de preservação diante de quaisquer situações.

Enquanto que, para os infiéis desobedientes e impenitentes judeus, Deus apresentava consequências de seus pecados, aos recabitas, no final do capítulo, Deus fez uma declaração profética, prometendo que sempre haveria alguém da linhagem de Jonadade para estar diante dEle, ou seja, servindo-O fielmente.

Enquanto os recabitas foram recompensados por sua obediência, os judeus enfrentaram as consequências de sua infidelidade e desobediência. Além de revelar que Deus não deixa passar despercebida a lealdade e fidelidade, a grande questão é que Ele cumpre o que promete.

Assim que o cristianismo ressurgiu das cinzas da perversão religiosa da Idade Média, e várias doutrinas importantes foram redescobertas, especialmente a promessa da segunda vinda de Cristo, José Wolff atuou como missionário adventista apregoando o advento de Cristo extensivamente pelo Oriente Médio durante o século 19. “Entre judeus, turcos, persas, hindus e muitas outras nacionalidades e povos, ele distribuiu a Palavra de Deus em várias línguas, e em toda parte anunciou a proximidade do reino do Messias. Em suas viagens pelo Usbequistão encontrou a doutrina da próxima vinda do Senhor, professada por um povo remoto e isolado”. “No Iêmen”, diz Wolff em seu diário, “passei seis dias com os filhos de Recabe. Não bebem vinho, não plantam vinhedos, não semeiam, e vivem em tendas; lembram-se do bom e velho Jonadabe. [Eles] esperavam... a breve vinda do Messias nas nuvens do Céu” (EGW, GC, 360-362).

Certamente que Deus cumpre o que promete! Ele preza, vela e age para que Suas promessas sejam realidade.

Reavivemo-nos. Sejamos leais a Ele! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sábado, 2 de março de 2024

Nunca é demais

 Devocional Diário

Nunca é demais

À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e Ele ouvirá a minha voz. Salmo 55:17

Deus sempre quer dialogar conosco, não importa quando, onde, como ou por quê. Ele gosta de nos explicar a mecânica do Universo e até de partilhar segredos conosco. Como diz o salmo: “Meu povo, escute a Minha lei; dê ouvidos às palavras da Minha boca. Abrirei os Meus lábios para proferir parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos” (Sl 78:1, 2).

Nunca é cedo ou tarde demais para Ele. Para os madrugadores, o alvorecer é um bom momento para orar. A mente está ativa, e as expectativas de um novo dia geram uma conversa bem animada. Para os noturnos, a noite é um bom momento para refletir sobre o ocorrido e sobre como melhorar. Não importa quão jovem você seja, sempre haverá um bom momento para investir toda essa transbordante vitalidade em uma divertida conversação. Não importa quão idoso você seja, sempre haverá um momento para recordar quanto Deus o ajudou no passado e a preciosa esperança que aponta para o futuro.

Algumas pessoas pensam que são por demais pecadoras e que o Senhor não Se interessa por elas. Essa ideia é totalmente equivocada. Não importa quão longe você tenha ido nem quão baixo tenha caído, Deus está sempre presente, disposto a ter uma conversa com você. Essa ideia é válida também para os que já se sentem tão espirituais que não precisam mais disso. Conheci alguém que dizia ter orado tanto desde jovem que já não precisava mais fazê-lo. Isso não é verdade, pois orar nunca é suficiente. E se pensamos que já o fizemos suficientemente, é porque talvez estejamos mais ocupados com o pecado. Quando gostamos de uma pessoa, o tempo com ela nunca é suficiente. Essa ideia sugere algo a você?

Para Deus, nunca é complicado ou simples demais, pois as formas não importam tanto para Ele. Orar ao Senhor é um diálogo de coração, não um exercício de retórica. Ele conhece o verdadeiro sentido de nossas palavras e nos entende plenamente.

Estar conectado a Deus nunca é demais. Pelo contrário, precisamos cada vez mais Dele. O Senhor nos ama de tal maneira que não existe nenhum impedimento que possa servir de obstáculo para que Ele nos alcance. Por isso, fale com Deus constantemente, pois Ele está esperando para responder.

Vislumbres da eternidade
2 de março
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Jeremias 34 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 34
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 34 – A revelação divina não apenas apresenta a fragilidade humana; ela também nos instiga a examinar a autenticidade de nossos compromissos espirituais. Jeremias 34 confronta-nos com a realidade de que fazer promessas a Deus é fácil em tempos de adversidades, mas a verdadeira prova de nossa fé reside em nossa fidelidade quando as tribulações se dissipam.

Nesse contexto, a investida babilônica contra Judá estava dando certo. O exército de Nabucodonosor adentrava territórios judaicos; contudo, mesmo quando o rei Zedequias deparou-se com um destino indesejado, não se rendeu aos apelos do profeta Jeremias (Jeremias 34:1-7).

Quando o cerco apertou, os judeus fizeram uma aliança de seguir a recomendação divina quanto à libertação dos escravos (Jeremias 34:15; Êxodo 21:1-11; Deuteronômio 15:12-18); entretanto, assim que o cerco babilônico afrouxou, os antigos escravos foram forçados a voltarem à escravidão (Jeremias 34:8-22).

Mas, atenção! “Antes de condenarmos com muita severidade esses senhores judeus de desonestos, devemos admitir que o povo de Deus costuma fazer promessas ao Senhor em tempos difíceis só para depois voltar atrás, quando a situação melhora. Em meu ministério pastoral, ouvi mais de um cristão sofrendo num leito de hospital prometer tornar-se mais exemplar membro da igreja caso Deus lhe desse a cura de que precisava, e, quando Deus atendeu seu pedido, essa pessoa esquecia-se imediatamente do Senhor”, reflete Warren Wiersbe.

Então, considere...

• Como os judeus de outrora, facilmente trilhamos o caminho de fazer pacto com Deus apenas para quebrá-los assim que a crise é superada.

• Nossas promessas a Deus não devem ser “moedas de troca”, mas compromissos inabaláveis, mesmo nos momentos de alívio.

• A verdadeira prova de fé não está em nossas promessas durante a angústia, mas em nossa fidelidade quando a crise esvai.

• Não é sábio usar a Deus como nosso último recurso temporário; pois Ele merece nossa devoção constante, não apenas nos momentos de aflição.

• Se nossas promessas e obediências ao Senhor só são lembradas em momentos de dor, estamos falhando em nosso compromisso genuíno com nosso Salvador.

• Não basta fazer promessas a Deus sob a pressão da circunstância; é preciso honrá-las mesmo quando as coisas se acertam como gostaríamos.

Deus não é um negociante que aceita promessas vazias; Ele espera uma entrega total, não importa o contexto e a situação. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

#rpsp #ebiblico #palavraeficaz
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sexta-feira, 1 de março de 2024

Um relacionamento vivo

 Um relacionamento vivo

Senhor, por causa destas coisas vivem os homens, e inteiramente delas depende o meu espírito. Portanto, restaura a minha saúde e faze-me viver. Isaías 38:16

A palavra “religião” vem do latim religare, que significa “voltar a atar” ou “atar intensamente”. O termo faz referência ao desejo de Deus de voltar a Se relacionar de maneira muito viva com o ser humano. Por causa do pecado (Gn 3), o homem e a mulher haviam se afastado de Deus. Mas, graças a Jesus, esse vínculo foi restabelecido. É por isso que o mais importante da religião cristã é a relação com Cristo.

Entretanto, muitas pessoas neste mundo consideram a religião como uma “relíquia”, uma palavra que faz referência aos restos de alguém ou de um objeto. No entanto, religião não tem nada a ver com “restos”, mas com “plenos”. Tem a ver com uma relação plena com Deus.

É pelo compromisso que essa relação mostra que está viva. Como indica Ellen G. White: “Todo aquele que se liga à igreja faz por esse ato um voto solene de trabalhar pelos interesses da igreja e de manter esse interesse acima de toda consideração mundana. Sua obra é conservar viva comunhão com Deus, empenhar-se de coração no grande plano da redenção e mostrar, em sua vida e caráter, a excelência dos mandamentos de Deus em contraste com os costumes e preceitos do mundo. Quem se entregou a Cristo comprometeu-se a ser tudo quanto lhe seja possível como um obreiro espiritual, a ser ativo, zeloso e eficiente no serviço de seu Mestre. Cristo espera que cada pessoa cumpra seu dever; seja esse o lema em todas as fileiras de Seus seguidores” (Conselhos Sobre Mordomia, p. 32 [43]).

Com que nos encontramos atados? A que ou quem nos amarramos? Seria a nossa religião apenas a devoção por uma relíquia moderna (normas, formas, autoridades, prazer)? Em termos de religião, como está nosso nível de compromisso? Tomara que você esteja “amarrado” a Deus! Tomara que você esteja ligado a Jesus! Tomara que sua religião seja um relacionamento vivo! Tomara que você tenha um forte compromisso com o Senhor! Se não for assim, este é um bom momento para começar. 

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
 de março
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Jeremias 33 Comentário:

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 33
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 33 – O profeta de Deus foi preso durante o reinado de Zedequias, rei de Judá, antes da queda de Jerusalém (Jeremias 32:1-2). Mas... por que um profeta de Deus estava preso no território do povo de Deus?

As razões pelas quais Jeremias foi preso estão relacionadas principalmente à sua mensagem profética, que era frequentemente desconfortável aos líderes e ao povo de Judá. Ele advertiu repetidamente sobre a iminente destruição de Jerusalém e o exílio do povo de Judá como consequência do pecado e da desobediência a Deus. Suas palavras foram consideradas como traição e desencorajamento ao povo e às autoridades (Jeremias 32:3-5).

O que isso nos ensina atualmente?

• Fidelidade à Palavra de Deus, mesmo diante da oposição e perseguição (Jeremias 20:7-12).
• Persistência na pregação correta da Palavra de Deus, mesmo quando enfrentamos obstáculos e dificuldades (Jeremias 26:8-15).
• Confiança em Deus, em Sua soberania e em Sua Palavra, especialmente em meio às circunstâncias adversas (Jeremias 32:17-42).
• As experiências negativas, de fidelidade, persistência e confiança servem como testemunho poderoso a todos nós, mostrando a importância de permanecer dependendo de Deus mesmo quando tudo conspira contra nossa vida, nossa fé e nosso bem-estar.

Tanto Jeremias quanto João tiveram a presença confortante de Deus pela fidelidade deles à Palavra Divina mesmo em meio às adversidades; Deus manifestou-Se a eles com mensagens de esperança, relevantes para nós ainda hoje (Jeremias 33:1-13; Apocalipse 1:9-11).

As divinas promessas em Jeremias 33:14-26 não se cumpriram plenamente devido à teimosia, rebeldia e negligência descarada dos judeus na vinda do Messias (João 1:9-11). O cativeiro não exerceu o que a disciplina de Deus almejava. Contudo, a promessa divina não caducou por causa da rejeição judaica a Jesus!

Por isso, no Novo Testamento, vemos uma redefinição das promessas descritas em Jeremias 33:

• Assim como Jeremias não desistiu em face da prisão e morte, Jesus também não desistiu. Com Seu sangue, instituiu a Nova Aliança (Mateus 26:26-29; Jeremias 31:31-34).
• Assim como Jeremias teria a sorte de ter sua terra de volta (Jeremias 32:1-15, 43-44), Deus mudará a sorte do Planeta Terra (Jeremias 33:11), como visto em Apocalipse 21:1-8, melhor do que era no início (Apocalipse 22:1-6).

Jesus é a garantia de que as promessas que faltam cumprir, se cumprirão! Por isso, temos motivos para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.

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quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Resistir

 DEVOCIONAL DIÁRIO - VISLUMBRES DA ETERNIDADE

Quinta-feira, 29 de fevereiro

     Resistir

   Permaneçam em Mim, e Eu permanecerei em vocês. Como o ramo não pode produzir fruto de si mesmo se não permanecer na videira, assim vocês não podem dar fruto se não permanecerem em Mim. João 15:4


   Ela mal tinha entrado na adolescência quando foi trancada na torre de Constance, na pequena vila francesa de Aigues-Mortes. Marie Durand era uma jovem crente a quem aprisionaram para que ela dedurasse o irmão dela, um pastor huguenote. Ela permaneceu ali por 38 anos. Diz a tradição que, na borda de um poço daquele lugar, ela escreveu uma palavra que mostra o segredo de sua força interior: “Resistir!”

   Marie é um exemplo de resiliência, como também o são Fati Hassane, presidente de um banco de sementes do Níger; Malala Yousafzai, do Paquistão, que defende o direito que as meninas têm de estudar; ou Teresa Perales, que, apesar de ser paraplégica, tem 26 medalhas paraolímpicas. O que leva essas mulheres a serem tão diferentes? Normalmente, as pessoas resilientes realizam tarefas criativas. O esforço na busca de outras alternativas fortalece sua capacidade de enfrentar problemas. Talvez seja essa a razão para elas estarem sempre fazendo coisas novas. Elas costumam ser realistas, reconhecendo a situação em que estão. Não ficam atadas a sonhos improváveis e buscam maneiras de se adaptar sem perder sua identidade. Além disso, gostam de estar rodeadas de pessoas positivas porque, juntas, podem desenvolver novos projetos. É possível que seja essa a causa que as leve a ser pessoas de bom humor, gerando alegria em qualquer situação. Também são seres reflexivos e flexíveis. Adaptam-se aos outros para melhorar as coisas, mas o fazem meditando bem sobre o que é realmente importante. Por último, são pessoas de fé.

   Edith Stein, vítima do holocausto, escreveu: “Quanto mais escuridão se faz ao nosso redor, mais devemos abrir o coração à luz que vem do alto.” A fé em Jesus nos permite ter a verdadeira visão da existência. Graças à Sua resiliência, podemos ser resilientes. Graças à Sua morte, sabemos que teremos vida. Mas, para isso, temos que permanecer Nele. Conectados pela fé, veremos como a fortaleza, a identidade e a integridade virão naturalmente. Com Seu sangue, Ele grava em nosso coração: “Resistam!”

2 Crônicas 30 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – 2 Crônicas 30 Comentário: Pr. Heber Toth Armí II CRÔNICAS 30 – Buscamos grande re...