terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

Sem tristeza

 Sem tristeza

Eu os verei outra vez, e o coração de vocês ficará cheio de alegria, e ninguém poderá tirar essa alegria de vocês. João 16:22

Uma das cidades mais lindas da Europa é Praga. Passear por suas ruas de edifícios limpíssimos e multicoloridos é como estar dentro de um livro infantil lindamente ilustrado. Apesar disso, a cidade tem habitantes que sempre andam com o semblante triste. Já me perguntei algumas vezes o porquê disso. Creio que uma das razões possa ser o fato de a República Checa ser um dos países mais ateus da Europa. O famoso poeta checo, Václav Havel, que chegou a ser presidente da república, disse em certa ocasião: “Aprendemos a não crer em nada, a sermos alheios aos demais, a nos preocuparmos apenas conosco. Conceitos como amor, amizade, compaixão, humildade ou perdão perderam sua profundidade e suas dimensões e, para muitos de nós, passaram a representar singularidades psicológicas.”

Muitos poderão dizer que não existe uma aparência mais triste do que a de um crente. Permita-me discordar desse estereótipo. Um crente de verdade possui algumas características que o fazem feliz. Existem cinco elementos básicos da felicidade que são encontrados na crença em Jesus. O primeiro é o amor. Desde os primeiros momentos de vida, ficamos felizes quando nos acariciam e nos sussurram palavras carinhosas. Se essa prática for mantida ao longo do tempo, é muito difícil que deixemos de nos sentir seguros e, portanto, alegres. O mesmo se dá com a simplicidade, pois Jesus só precisa de um coração sincero; o restante é complementar. Temos coisas em demasia e, talvez por isso, não desfrutamos do essencial. Há também a gratidão. É por graça que recebemos a fé; com um simples “obrigado” selamos nossa salvação. Ser agradecidos nos distancia do nosso “eu” egoísta, insaciável, e evita a insatisfação. Além disso, o perdão é um bálsamo que perfuma nossos dias tristes e permite que nos reiniciemos como pessoas. Descarregar em Cristo nosso sentimento de culpa revitaliza e até rejuvenesce nosso ser. Por fim, temos a esperança. Não existe satisfação maior do que saber que tudo o que há de negativo também é passageiro e que Cristo virá outra vez.

Há razões de sobra para crer. São razões que, além de tudo, alegram a alma. E você? Crê de todo o coração?

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
13 de fevereiro
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Jeremias 16 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 16
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 16 – O profeta trata de advertências e profecias sobre o julgamento de Deus com Seu povo por causa da corrupção religiosa e adultério espiritual que resultaram em desobediência declarada à Sua vontade.

O texto inicia com Deus pedindo que Jeremias não se casasse nem tivesse filhos, pois além de ser um sermão encenado (dramatização) viria uma desolação sobre a terra e, sabendo como seria o futuro, Deus poupou seu servo de sofrimentos ainda maiores. Deus não é contra o casamento, Ele é o idealizador do matrimônio. Portanto, pedir a Jeremias para não tomar mulher para si era “uma ordem incomum, já que a vida familiar era considerada uma grande bênção. Ser solteiro não era visto como virtude” (Bíblia Andrews).

Na verdade, “o Senhor proibiu Jeremias de fazer três coisas normais e aceitáveis: casar-se, prantear os mortos e participar de banquete” (Warren Wiersbe). O que significaram estas instruções divinas? “A ordem para Jeremias não se casar representava uma profecia anunciando a devastação que as famílias sofreriam. A perda seria muito pior do que não ter o conforto de uma família... as mortes serias numerosas demais para se prantear e sepultar... todas as interações humanas normais cessariam” (Bíblia Andrews).

A própria vida do profeta anunciava juízo sobre o povo, apontava para lamentos, festas interrompidas, mortes prematuras de jovens, etc. Na sequência, é pronunciada algumas profecias que merecem nossa atenção:

• Deus revela Sua rejeição à geração de Jeremias por sua persistente rebeldia e idolatria; o que serve como advertência aos judeus em relação aos pecados de seus antepassados (Jeremias 16:10-13).
• Deus promete que haveria uma restauração no futuro após a disciplina no cativeiro. O Senhor traria o povo de volta à terra que Ele prometera dar a Israel – isso seria um grande livramento (Jeremias 16:14-15).
• Deus mostra que o caminho da restauração passa imprescindivelmente pelo arrependimento. Por isso, o profeta convoca o povo a confessar seus pecados e voltar ao Senhor, que é misericordioso (Jeremias 16:16-21).

No final do capítulo, “numa explosão de fé e de alegria profética, Jeremias viu não apenas o ajuntamento do remanescente judeu, mas também a vinda das nações gentias de todos os cantos da Terra para adorar o verdadeiro Deus vivo de Israel” (Wiersbe). Fazemos parte do cumprimento desta profecia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024

Sem magia

 Sem magia

Conhecerão a verdade, e a verdade os libertará. João 8:32

Visitar Machu Picchu, no Peru, é uma experiência impactante. As edificações da cidade sagrada inca falam de gente não somente com grande habilidade e conhecimento, mas também com forte interesse religioso. Até hoje, pessoas com inclinação espiritual meditam junto aos altares de sacrifícios ou nas salas de ofertas. Tudo parece mágico.

Descer até Aguas Calientes é voltar à normalidade. Os hotéis, os restaurantes, os turistas e o artesanato local se agrupam por ali. No fim da rua principal da cidade, escurecida e de ares medievais, encontra-se uma imagem de Cristo, à qual se conferem os mesmos símbolos da Pachamama (deusa adorada pelos povos indígenas dos Andes). Essa mescla de cristianismo e crenças pré-colombianas impregna a espiritualidade de toda aquela região. Os habitantes locais olham para a imagem com uma devoção infantil e, uma vez mais, tudo parece mágico.

A experiência espiritual mais simples é a magia. O fantástico ocupa o lugar do comum; o milagre resolve os problemas. Na religião mágica, oferendas, palavras ou atos agradam ao divino, que, em um ato de generosidade, concorda em atender às petições. Uma folha de coca ou um pouco de álcool comprazem o “Cristo” da rua, e ele se digna de alterar a dureza do dia a dia. Não é preciso compreender as razões. Basta aceitá-las com submissão e com o intenso desejo de que o extraordinário venha a acontecer. A magia é caprichosa e escraviza as pessoas, impedindo o desenvolvimento espiritual delas.

Jesus Se opõe à magia. Ele cria relações de diálogo e de compreensão. Segui-Lo é começar a entender o mundo, porque Ele é a verdade. Sua proposta de relacionamento (lembre-se de que esse é o significado de “religião”) se situa na normalidade, no dia a dia. O normal é a conversação com o Deus de amor, com o Deus que realiza o milagre do comum: o amor em casa, a responsabilidade no trabalho, a missão na rua, a liberdade no pensamento.

Às vezes, sem que percebamos, retornamos à magia e esperamos por uma religião de exceções. Se é assim com você, lembre-se de que Deus enviou o maná por tantos anos que este acabou se tornando enfadonho. Deixe, portanto, o excepcional para o momento certo e desfrute da liberdade de viver com Deus a cada momento.

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
12 de fevereiro
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Jeremias 15 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 15
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 15 – Na vida de Jeremias, dois aspectos retratam seu caráter. “Por um lado, muitas de suas profecias e narrativas sobre sua vida revelam a força de sua devoção ao Senhor. Os pronunciamentos de condenação feitos por ele encontraram muita resistência no reino do Sul. Sua pregação nunca foi popular. A despeito destas coisas, o profeta continuou a anunciar ousadamente que os pecados de Judá tinham condenado Jerusalém à destruição e sua população iria para o exílio.

“Por outro lado, entretanto, o livro de Jeremias apresenta um quadro de um homem com profundas lutas interiores. Ele era atormentado pelo complexo de inferioridade, depressão, dúvida e falta de esperança. Numerosas passagens (frequentemente chamadas de ‘confissões de Jeremias’) revelam graves conflitos interiores. O profeta lamenta a traição de seus amigos e familiares (Jr 11:18-12:6). Perguntava-se sobre o propósito de seu ministério (Jr 15:10-21). Ficava impaciente, no aguardo do cumprimento da Palavra de Deus (Jr 17:12-18). Orou pela vingança do Senhor contra seus oponentes (Jr 18:18-23). Em sua última lamentação registrada (Jr 20:7-18), clamou ao Todo-poderoso: ‘Iludiste-me, ó Senhor; iludido fique’ (Jr 20:7) e amaldiçoou o dia de seu nascimento (Jr 20:14-18).

“Essas revelações demonstram importantes dimensões do caráter de Jeremias. Ele lutava contra o desânimo por um ministério que não tinha boa aceitação por parte do povo. Várias vezes sofreu por causa de sua mensagem e poucas vezes recebeu incentivo. Em todas as suas provações, entretanto, ele encarava sua miséria com uma honestidade admirável. Não tratava suas dificuldades superficialmente, mas sentia e expressava profundamente seu desencorajamento. De qualquer maneira, Jeremias demonstrou ser um homem de fé, e levou suas perguntas e perplexidades diante do Senhor em oração. Buscou consolo no Deus que o havia chamado para pregar”, analisou Richard Pratt.

Foi desafiadora a vida do profeta Jeremias. O próprio Deus rejeitou sua intercessão pelo povo, devido ao juízo ter sido pronunciado (Jeremias 15:1-9). Embora tenha recebido uma promessa divina e uma sentença sobre seus perseguidores, lamentou o ódio de seus compatriotas (Jeremias 15:10-14). Ele clamou a Deus e foi atendido com uma promessa especial (Jeremias 15:15-21). Sua situação precisou da intervenção de Deus, mostrando que podemos contar com a ajuda divina também quando estamos decididos a cumprir o chamado de Deus custe o que custar. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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domingo, 11 de fevereiro de 2024

Olhando para Ele

Olhando para Ele

Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro. Isaías 45:22, ARA

Conforme indica o texto de Isaías, é preciso olhar para o Senhor e crer Nele para ser salvo. Olhar para Jesus significa que, para vencer o pecado, é necessário desviar a vista do mundo, da filosofia, da ciência, de qualquer instituição e até de nós mesmos. Nenhum sistema político, social ou econômico pode salvar o ser humano. A salvação é obra de Cristo, o Salvador.

Jesus tem poder para salvar e quer exercer esse poder em nosso benefício. Ele deseja fazê-lo agora, isto é, não precisamos esperar até estarmos quase mortos para sermos salvos. Não precisamos fazer peregrinações, nem jejuns, nem sacrifícios, nem nos submeter a flagelações para alcançar ou comprar o que Cristo alcançou com Sua morte na cruz do Calvário. Quando Cristo salva, Ele salva para sempre, salva de forma total, e quer fazê-lo imediatamente.

Cristo não vai pedir coisa alguma para o pecador, a não ser o coração; Ele vai dar tudo, começando com a salvação. Ele é um grande Salvador e nos promete: “Ainda que os pecados de vocês sejam como o escarlate, eles se tornarão brancos como a neve” (Is 1:18). Não importa o limo ou lodo de maldade que cubra o pecador. Não importa quão miserável ele tenha sido, ou que tenha se metido nos antros do pecado. Cristo aceita, limpa e salva o pecador.

Nosso Senhor não veio nos condenar, pois isso seria absurdo. Como pecadores, já estávamos condenados. Éramos transgressores da santa e imutável lei de Deus. Cristo veio salvar o pecador de seu pecado, de sua desobediência aos princípios eternos (que são cópia do caráter perfeito de Deus).

Sim, Cristo foi levantado na cruz, pendendo entre o céu e a terra, para que, mediante Sua morte, o ser humano tenha vida. Todos fomos picados pela serpente que se chama “diabo e Satanás” (Ap 12:9). Jesus é o antídoto contra a picada letal dessa serpente maligna. Assim como o veneno que uma víbora inocula é mortal se não houver antídoto, da mesma maneira o veneno do pecado nos levaria à morte, não fossem o perdão e a graça do amor de Deus manifestados na cruz. Cristo é o remédio contra a rebelião e o pecado. Você precisa apenas de uma coisa: olhar para Ele.

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
11 de fevereiro
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Jeremias 14 Comentário

 Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse

Leitura Bíblica – Jeremias 14
Comentário: Pr. Heber Toth Armí


JEREMIAS 14 – Aqui, o profeta mistura lamento, intercessão, exortação e promessa, refletindo tanto a condição desesperada do povo ingrato, hipócrita, rebelde e arrogante quanto a relação entre Deus e Seu servo, o profeta.

Cada um dos pontos deste capítulo tem informações relevantes; considere...

• Jeremias 14:1-6 descreve a seca e a fome em Judá. O povo está em lamento e tristeza, buscando água, mas em vão.
• Jeremias 14:7-9 revela o profeta intercedendo em favor do povo, apelando a Deus para que não os rejeite por causa de seus pecados.
• Jeremias 14:10-12 mostra que Deus responde a súplica de Jeremias rejeitando as súplicas do povo, por causa da persistente infidelidade e idolatria.
• Jeremias 14:13-16 apresenta um diálogo do profeta verdadeiro com Deus e a profecia contra os falsos profetas, prognosticadores.
• Jeremias 14:17-18, o profeta de Deus expressa a própria aflição e tristeza diante da situação do povo devido aos seus pecados.
• Jeremias 14:19-22 demonstra a preocupação do profeta em mais uma súplica a Deus em nome do povo, clamando que Ele intervenha por causa de Seu próprio nome e reputação.

A grande seca acarreta fome e miséria (Jeremias 14:1-6), mas os falsos profetas intentam iludir o povo com falsas mensagens (Jeremias 14:13). Considerando Jeremias 14:14-18, Deus ensina pelo menos três verdades impactantes a nós, que vivemos numa sociedade pluralista, inclusive na religião:

1. Essência dos falsos profetas: O próprio Deus declara que os falsos profetas/pregadores estão propagando mentiras em Seu nome, sem terem sido enviados por Ele. Eles falam presumindo autoridade divina, e assim enganam facilmente multidões.
2. Mensagem dos falsos profetas: Deus revela que eles propagam falsas visões, vaidades e enganos do próprio coração. Em vez de transmitirem a verdadeira Palavra de Deus, estão criando mensagens que satisfazem seus próprios interesses ou afagam o ego dos ouvintes falando o que mais lhes convêm.
3. Consequências para os falsos profetas: Deus afirma que tanto os profetas falsos quanto aqueles que os ouvem serão punidos. Os falsos profetas enfrentarão a espada e a fome, sendo consumido pelas calamidades que eles negligenciaram, assim também seus seguidores.

Esse tema é expandido no Novo Testamento (Mateus 7:15-20; 24:11, 24; II Pedro 2:1-3). Na Bíblia, Deus adverte contra o engano. Sua Palavra é escudo para proteger-nos de mensagens falsas. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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sábado, 10 de fevereiro de 2024

Olhos bem abertos

 Olhos bem abertos

Envia a Tua luz e a Tua verdade, para que me guiem e me levem ao Teu santo monte e aos Teus tabernáculos. Salmo 43:3

É graças à visão que conseguimos andar retamente sem sair do caminho. Se fecharmos os olhos ou estivermos em um lugar escuro, quem assume o controle do nosso caminhar são os músculos e o sistema vestibular (a parte do ouvido que controla o equilíbrio). Se somos destros, penderemos para um lado; se canhotos, para o outro. No fim, todos terminamos caminhando em círculos se não houver luz suficiente.

O salmista pede a Deus Sua luz e Sua verdade, pois há “luzes” e “verdades” que não são de Deus. Existem os que dependem de uma lanterna e, de vez em quando, ficam no escuro por falta de pilhas. Existem também os que preferem a luz de tochas e, quando menos esperam, acabam se queimando. Há os que vivem presos à luz de um telefone celular ou à tela de um computador – pequenas luzes que não nos levam muito longe.

A luz de Deus é diferente. Ela fornece referenciais que nos conduzem à verdade. Não às pequenas verdades dos nossos mundos pessoais, mas à verdade que dá estabilidade e nos aproxima da presença divina. Crer não é só um ato espontâneo, uma fuga da realidade, mas também uma atividade emoldurada e focada na verdade. É por isso que devemos caminhar de olhos abertos, desfrutando dos milhares e milhares de lúmens da luz divina. Observando os detalhes, os matizes, os contrastes e compreendendo que devemos avançar de maneira diferente daquela que nos compraz.

Há um quadro de Pieter Bruegel, o Velho, que leva o título de “A Parábola dos Cegos”, em que o pintor retrata cegos seguindo outro cego. O guia cai em um buraco, e o que vem atrás cai em cima do primeiro. Acho que, por vezes, somos um pouco como esses cegos de Bruegel: sem luz e quase nos arrastando sobre o solo do materialismo. Que lástima!

Não se conforme com as miudezas de uma lanterna nem com o fulgor de uma tocha ou, muito menos, com uma tela brilhante (ainda que seja uma tela retina), pois você tem a possibilidade de receber muito mais, e gratuitamente. Que sua oração hoje seja como a do salmista: “Envia-me, Senhor, a Tua luz e a Tua verdade. Não quero mais caminhar em círculos. Leva-me à Tua presença.”

Devocional Diário

Vislumbres da eternidade
10 de fevereiro
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2 Crônicas 30 Comentário

  Lendo a Bíblia de Gênesis a Apocalipse Leitura Bíblica – 2 Crônicas 30 Comentário: Pr. Heber Toth Armí II CRÔNICAS 30 – Buscamos grande re...