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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Serviço e Abnegação

Refletindo a Cristo


Serviço e Abnegação - 6 de agosto

Antes (Cristo) a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-Se em semelhança de homens. Filip. 2:7.


Quantos há que aceitam a Cristo e aparentemente vivem uma vida cristã até que sua situação mude! Talvez entrem na posse de propriedades. Deus os prova dessa maneira, a fim de ver se eles serão mordomos sábios. Mas eles não resistem à prova, e utilizam para a satisfação própria os recursos que deveriam dedicar para alimentar os famintos e vestir os nus. Em necessidade e aflição os filhos de Deus estão apelando a Ele. Muitos estão morrendo por falta do necessário para viver. …


Há um mundo a ser advertido. Esta tarefa foi confiada a nós. Precisamos praticar a verdade a qualquer preço. Precisamos dispor-nos como abnegados soldados prontos para a ação, dispostos a perder a própria vida, se preciso for, no serviço de Deus. … Todos os que finalmente receberem a coroa da vitória, terão adquirido, por seu nobre e decidido esforço de servir a Deus, o direito de serem revestidos com a justiça de Cristo. Alistar-se na cruzada contra Satanás, erguendo bem alto o estandarte ensangüentado da cruz de Cristo, é o dever de todo cristão. …

O sermão mais difícil de pregar e o mais duro de praticar é a renúncia ao próprio eu. O insaciável pecador, o eu, fecha a porta para o bem que poderia ser feito porque investe o dinheiro para fins egoístas. Mas é impossível que alguém retenha o favor de Deus e desfrute comunhão com o Salvador, e ao mesmo tempo seja indiferente aos interesses do seu próximo, que não tem vida em Cristo, e que está perecendo em seus pecados.


Cristo nos deixou um maravilhoso exemplo de abnegação. Ele não satisfez a Si mesmo, mas dedicou Sua vida ao serviço dos outros. Fez sacrifícios a cada passo, sacrifícios que nenhum de Seus seguidores poderá jamais fazer, porque jamais ocuparam a posição por Ele ocupada antes de vir à Terra. Ele era o Comandante dos exércitos celestiais, mas veio aqui para sofrer pelos pecadores. Era rico, mas por nossa causa Se fez pobre, para que por meio de Sua pobreza pudéssemos tornar-nos ricos. Porque nos amou, pôs de lado Sua glória e assumiu a forma de servo. Ele deu Sua vida por nós. Que estamos dando por Ele? … Ao segui-Lo no caminho da abnegação, erguendo a cruz e carregando-a após Ele para a casa de Seu Pai, revelaremos em nossa vida a beleza da vida de Cristo. No altar da renúncia ao eu – o lugar de encontro entre Deus e o homem – recebemos das mãos de Deus a tocha celestial que esquadrinha o coração, revelando a necessidade de um Cristo que permanece. Review and Herald, 31 de janeiro de 1907.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 224 –


MÃOS 


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