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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Não Negligenciar o Culto Familiar

Refletindo a Cristo

Não Negligenciar o Culto Familiar - 18 de junho

Não… depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento. I Tim. 6:17.

Devíamos ser mais felizes e mais úteis, se nossa vida doméstica e nossas relações sociais fossem governadas pelos princípios da religião cristã, e ilustrassem a mansidão e simplicidade de Cristo. … Que os visitantes vejam que estamos procurando tornar felizes os que nos cercam, através de nossa jovialidade, simpatia e amor.

Ao nos esforçarmos para garantir o conforto e a felicidade de nossos hóspedes, não passemos por alto nossa obrigação para com Deus. A hora de oração não deve ser negligenciada sob motivo algum. … À tardinha, quando puderdes orar com serenidade e entendimento, apresentai vossas súplicas e alçai vossas vozes em alegre e grato louvor. Que todos os que visitam os lares cristãos possam ver que a vossa hora de oração é a mais sagrada, a mais preciosa, e a mais feliz hora do dia. Um tal exemplo não ficará sem efeito.

Esses períodos de devoção exercem uma influência enobrecedora sobre todos os que deles participam. Pensamentos corretos e novos e melhores desejos serão despertados no coração dos mais indiferentes. A hora de oração traz uma paz e descanso que são gratos ao espírito abatido, pois a própria atmosfera de um lar cristão é de paz e descanso.

Em cada ato o cristão deve procurar representar seu Mestre, e fazer Seu serviço parecer atrativo. …

Nove décimos das provações e perplexidades sobre as quais muitos se preocupam, ou são imaginárias ou recaem sobre eles como conseqüência de sua própria conduta errônea. Devem parar de falar nessas provações e de exagerá-las. O cristão pode confiar cada incômodo e aborrecimento a Deus. Nada é tão pequeno que nosso compassivo Salvador não perceba; nada é tão grande que Ele não possa conduzir.

Então, coloquemos em ordem nosso coração e lar; ensinemos aos nossos filhos que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria; e através de uma vida alegre, feliz, e bem ordenada, expressemos nossa gratidão e amor Àquele “que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento”. I Tim. 6:17. Mas acima de tudo, fixemos nossos pensamentos e as afeições de nosso coração no amado Salvador que sofreu pelo homem culpado, abrindo-nos o Céu.

O amor a Jesus não pode ser ocultado, mas se fará visto e sentido. Ele exerce um poder admirável, e faz com que o tímido se torne ousado, o indolente ativo, o ignorante sábio. Torna o gago eloqüente, e desperta o intelecto adormecido para uma nova vida e um renovado vigor. Torna o desalentado esperançoso, e o melancólico jubiloso. O amor a Cristo leva o seu possuidor a aceitar responsabilidades e incumbências em atenção a Ele, e a assumi-las na Sua força. Signs of the Times, 17 de dezembro de 1885.


Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 175
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