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quinta-feira, 10 de maio de 2018

A Relação Íntima Entre a Carne e o Espírito

Refletindo a Cristo, 

A Relação Íntima Entre a Carne e o Espírito-.10 de maio

Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna. Gál. 6:8.
As mais baixas paixões têm sua sede no corpo e por seu intermédio operam. As palavras “carne” ou “carnal” ou ainda “concupiscência da carne” envolvem a natureza inferior, corrupta; a carne por si mesma não pode agir contrariamente à vontade de Deus. É-nos ordenado crucificar a carne com suas afeições e concupiscências. Como o faremos? Devemos infligir sofrimento ao corpo? Não; mas dar morte à tentação do pecado. Os pensamentos corruptos devem ser expulsos. Todo o pensamento deve ser levado cativo a Jesus Cristo. Toda propensão animal deve ser sujeita às faculdades mais altas da alma. O amor de Deus deve reinar supremo; Cristo deve ocupar um trono não dividido. Nosso corpo deve ser considerado como havendo sido comprado. Os membros do corpo devem tornar-se instrumentos de justiça. O Lar Adventista, págs. 127 e 128.
A estrita submissão aos requisitos divinos é benéfica à saúde do corpo e da mente. Para alcançar o mais elevado padrão de moral e realizações intelectuais, é preciso buscar sabedoria e força de Deus, bem como observar estrita temperança em todos os hábitos de vida. Na experiência de Daniel e seus companheiros temos um exemplo de triunfo dos princípios sobre as tentações em condescender com o apetite. Ela nos mostra que através dos princípios religiosos os jovens podem triunfar sobre as paixões da carne e permanecer fiéis aos mandamentos divinos, ainda que isto lhes custe muito sacrifício. …
Devemos tomar em consideração as palavras do apóstolo, nas quais ele apela aos seus irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresentem seu corpo “por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. Rom. 12:1. Isto é verdadeira santificação. Não é meramente uma teoria, uma emoção, ou uma forma de palavras, mas um princípio vivo e ativo que faz parte da vida diária. Ele requer que nossos hábitos de comer, de beber, e de vestir sejam de modo a assegurar a preservação da saúde física, mental e moral, a fim de que possamos apresentar ao Senhor nosso corpo… como um “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”. …
Existe uma afinidade íntima entre a natureza física e moral. … Onde quer que estejam, os que são realmente santificados elevarão o padrão moral através da preservação de hábitos físicos corretos, e como Daniel, apresentarão aos outros um exemplo de temperança e abnegação. Todo apetite depravado se torna uma paixão guerreira. Tudo que se opõe à lei natural cria uma condição doentia para a pessoa. …
Com que cuidado não deveriam os cristãos ordenar seus hábitos, a fim de poderem preservar o pleno vigor de cada faculdade a ser utilizada para o serviço de Cristo. Review and Herald, 25 de janeiro de 1881.

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