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terça-feira, 1 de maio de 2018

A Gloriosa Árvore da Vida

Refletindo a Cristo

A Gloriosa Árvore da Vida

E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden. … Do solo fez o Senhor Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Gên. 2:8 e 9.
O homem foi formado à semelhança de Deus. Sua natureza estava em harmonia com a vontade de Deus. A mente era capaz de compreender as coisas divinas. As afeições eram puras; os apetites e paixões estavam sob o domínio da razão. Ele era santo e feliz, tendo a imagem de Deus, e estando em perfeita obediência à Sua vontade.
Ao sair o homem das mãos do Criador… O rosto trazia a rubra coloração da saúde, e resplendia com a luz da vida e com alegria. …
Tudo que Deus havia feito era a perfeição da beleza, e nada parecia faltar do que pudesse contribuir para a felicidade do santo par; deu-lhes, contudo, o Criador ainda outra demonstração de Seu amor, preparando um jardim especialmente para ser o seu lar. Neste jardim havia árvores de toda variedade, muitas das quais carregadas de deliciosos frutos. … No meio do jardim estava a árvore da vida, sobrepujando em glória a todas as outras árvores. Seu fruto assemelhava-se a maçãs de ouro e prata, e tinha a propriedade de perpetuar a vida. …
A árvore da ciência, que se achava próxima da árvore da vida, no meio do jardim, devia ser uma prova da obediência, fé e amor de nossos primeiros pais. Ao mesmo tempo em que se lhes permitia comer livremente de todas as outras árvores, era-lhes proibido provar desta, sob pena de morte. …
Eram visitados pelos anjos, e concedia-se-lhes comunhão com seu Criador, sem nenhum véu obscurecedor de permeio. Estavam cheios do vigor comunicado pela árvore da vida, e sua capacidade intelectual era apenas pouco menor do que a dos anjos. …
Nossos primeiros pais… deviam desfrutar comunhão com Deus e com os santos anjos; antes, porém, … devia ser provada sua fidelidade. …
A obediência, perfeita e perpétua, era a condição para a felicidade eterna. Sob esta condição teria ele acesso à árvore da vida. …
A fim de possuir uma existência eterna, o homem devia continuar a participar da árvore da vida. Privado disto, sua vitalidade diminuiria gradualmente até que a vida se extinguisse. … [Satanás] esperava que comessem da árvore da vida. … Depois da queda do homem, porém, santos anjos foram imediatamente comissionados para guardarem a árvore da vida. … A nenhum da família de Adão foi permitido passar aquela barreira para participar do fruto doador de vida; logo, não há nenhum pecador imortal. Patriarcas e Profetas, págs. 45-50 e 60.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. - 1º de maio – Pág. 127 

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