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sábado, 31 de março de 2018

Como Obter a Mente de Cristo

Refletindo a Cristo

Como Obter a Mente de Cristo - 31 de março

A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento. Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz. Tia. 3: 17 e 18.
Onde quer que haja união com Cristo, aí há amor. Quaisquer outros frutos que produzamos, se faltar o amor, de nada aproveitarão. O amor a Deus e ao próximo é a própria essência de nossa religião. Ninguém pode amar a Cristo sem amar a Seus filhos. Quando estamos unidos a Cristo, temos a mente de Cristo. A pureza e o amor resplandecem no caráter, a mansidão e a verdade controlam a vida. A própria expressão de nosso semblante se transforma. Cristo, habitando na alma, exerce um poder transformador, e o aspecto exterior testifica da paz e alegria que reinam no interior. Fruímos o amor de Cristo, como a vara tira alimento da videira. Se somos enxertados em Cristo, se fibra por fibra somos unidos à Videira Viva, traremos prova desse fato, produzindo ricos cachos de fruto vivo. Se estamos ligados à Luz, seremos condutos de luz, e em nossas palavras e atos refletiremos luz ao mundo. Os que são verdadeiramente cristãos são ligados com a cadeia de amor que une Terra e Céu, que liga o homem finito ao infinito Deus. A luz que resplandece na face de Jesus Cristo brilha no coração de Seus seguidores, para glória de Deus.
Contemplando, havemos de ser transformados; e ao meditarmos nas perfeições do Modelo divino, desejaremos tornar-nos inteiramente transformados, e renovados na imagem de Sua pureza. É pela fé no Filho de Deus que se efetua a transformação do caráter, e o filho da ira torna-se filho de Deus. Passa da morte para a vida; torna-se espiritual e discerne as coisas espirituais. A sabedoria de Deus lhe ilumina a mente e ele em Sua lei contempla coisas maravilhosas. … Ao tornar-se um homem de obediência a Deus, tem ele a mente de Cristo, e a vontade de Deus torna-se a sua vontade.
Aquele que se coloca sem reserva sob a guia do Espírito de Deus, descobrirá que sua mente se expande e se desenvolve. Obtém, no serviço de Deus, uma educação que não é unilateral e deficiente, nem forma um caráter unilateral, mas uma educação simétrica e cabal. Fraquezas que se têm manifestado em uma vontade vacilante e caráter fraco são vencidas, pois a contínua devoção e piedade levam o homem a tão íntima relação com Cristo que ele adquire a mente de Cristo. Ele é um com Cristo e seus princípios são sadios e robustos. Mensagens Escolhidas, vol.1, págs. 337 e 338.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 96 – 

Lucas 21 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 21 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Você já se preparou para o maior evento prestes a acontecer no mundo? Estude o capítulo em pauta, depois leia abaixo...

1. Jesus mostra que fé independe do templo e, riqueza não evidencia a vida consagrada. O consagrado pode ser pobre tanto quanto o perdido pode trabalhar no templo e ainda ser rico (vs. 1-5).
2. Jesus apresenta aos judeus que fundiam as Suas duas vindas em uma só, aplicando características da segunda na primeira; confundindo, assim, a compreensão do povo. 

Antes do segundo advento de Cristo,

• ...haveria muitas dores, devido às dificuldades morais, sociais, políticas, econômicas e religiosas, e para isso seria necessário confiar nAquele que cuida até mesmo dos cabelos da cabeça e, perseverar firme na fé (vs. 7-19).
• ...a cidade de Jerusalém seria destruída, seus habitantes mortos e espalhados: Os principais culpados da rejeição do Salvador sofreriam as consequências de suas escolhas (vs. 20-24).
• ...haveria sinais no céu, na terra e no mar, objetivando o despertar do povo para o maior evento que ocorrerá no Universo (vs. 25-28).
• ...as pessoas deverão se avivar ao perceber que o dia extraordinário está se aproximando como se percebe a aproximação do verão (vs. 29-36).

Na parábola da figueira, “nossa atenção é dirigida ao tempo em que nos é possível saber que a vinda de Cristo está ‘às portas’ com a mesma segurança que sabemos estar próximo o verão ao vermos as primeiras tenras folhas nascendo nas árvores [...]. Ao chegar o momento de aprender a parábola, podemos estar certos de que é chegado o tempo em que Deus vai levantar mestres para ensiná-la” (J. N. Loughborough).

Na década de 1840, Deus levantou um povo que apregoaria com poder pentecostal a doutrina esquecida do segundo advento de Cristo. Após 1840, muitos evangelistas se tornaram avivalistas do advento. Pastores e pregadores de variadas denominações se uniram no movimento adventista para despertar o mundo para o maior dos eventos descritos na Bíblia.

A destruição de Jerusalém se deu em 70 d.C.; o escurecimento do sol e da lua aconteceu em 1780; a queda de estrelas, em 1833; as duas guerras mundiais no século XX. 

Os sinais já foram interpretados e divulgados. Só falta Jesus aparecer. Portanto, não meça esforços para relacionar-se com Jesus (vs. 37-38)! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sexta-feira, 30 de março de 2018

Nada Podemos Fazer Sem Jesus

Refletindo a Cristo

Nada Podemos Fazer Sem Jesus - 30 de março

Mas vós sois dEle, em Cristo Jesus, o qual Se nos tornou da parte de Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção. I Cor. 1:30.
Muitos pensam que é impossível amar ao próximo como a si mesmos; mas este é o único fruto genuíno do cristianismo. Amar aos outros é revestir-se do Senhor Jesus Cristo; é andar e trabalhar com os olhos fixos no mundo invisível. Devemos, pois, conservar os olhos em Jesus, o Autor e Consumador de nossa fé.
A solene advertência que foi dada ao jovem e insensato rico, deveria ser suficiente para todos os homens até ao final do tempo. Nosso Senhor nos deixou lição após lição a fim de afastar a todos do egoísmo, e estabelecer laços íntimos de comunhão e fraternidade entre homem e homem. Ele queria que o coração dos crentes estivesse intimamente ligado por fortes laços de simpatia, a fim de que houvesse unidade nEle. Eles juntamente se regozijariam na esperança da glória de Deus, aguardando a vida eterna graças aos méritos de Jesus Cristo. Se Cristo habita no coração, Seu amor se difundirá a outros por intermédio de seu possuidor, e ligará coração a coração.
A graça de Cristo deve ser a única segurança do cristão, e quando assim for, ele amará a seus irmãos como Cristo o amou. Poderá então dizer: “Vinde”, e suplicar e persuadir as pessoas a que se reconciliem com Deus. Sua influência será mais e mais decidida, e sua vida será dedicada a Cristo, que foi por ele crucificado.
Onde o amor é aperfeiçoado, a lei é observada e o eu não encontra lugar. Os que amam supremamente a Deus trabalham, sofrem e vivem por Ele, que deu a Sua vida por eles. Só poderemos guardar a lei se nos apossarmos da justiça de Cristo. Ele diz: “Sem Mim nada podeis fazer.” João 15:5. Quando recebemos o dom celestial, a justiça de Cristo, veremos que a graça divina nos foi providenciada, e que os recursos humanos são impotentes. Jesus concede o Espírito Santo em grande medida para grandes emergências, para ajudar em nossas enfermidades, para dar-nos muito consolo, para iluminar-nos a mente, e purificar e enobrecer nosso coração. Cristo Se torna para nós sabedoria, justiça, santificação, e redenção.
Do primeiro ao último passo, na vida cristã, nenhum pode ser dado com êxito sem Cristo. Ele enviou o Seu Espírito a fim de estar constantemente conosco, e se confiarmos totalmente em Cristo, entregando-Lhe nossa vontade, poderemos segui-Lo aonde quer que Ele for. Review and Herald, 26 de junho de 1894.
O Espírito Santo atuará em cada coração sensível a Sua influência. A justiça de Cristo irá adiante de tal pessoa, e a glória do Senhor será a sua recompensa. Carta 192, 1902.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 95 – 

Lucas 20 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 20
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A incredulidade é obstáculo ao reavivamento. A falta de fé é o grande empecilho para muitos alcançarem o elevado padrão que Cristo espera dos pecadores.

O capítulo em questão revela-nos importantes pontos que devem ser estudados com incessante oração:

• As autoridades eclesiásticas da igreja instituída por Deus questionaram a autoridade de Cristo, o enviado de Deus (vs. 1-8).
• O enviado de Deus intentou mostrar o quanto Seus críticos estão absurda e absolutamente equivocados. Sendo mestre em psicologia por conhecer como ninguém o ser humano, Jesus usou retoricamente a parábola dos lavradores maus (vs. 9-18).
• As autoridades judaicas, incomodadas com o contundente ensino de Jesus escancarando seus erros, intentaram matá-lO, como profetizado na parábola acima; porém, temendo ao povo, apenas O atacaram verbal e intelectualmente com respeito à questão de economia e política. Contudo, eles não contavam com a sabedoria excepcional de Cristo (vs. 19-26).
• Unindo-se aos fariseus no ataque ao Messias, os saduceus criaram uma questão complexa baseando-se na revelação jurídica sobre o levirato escrita em Deuteronômio 25:5, intentando mostrar falta de lógica na doutrina da ressurreição (vs. 27-40).
• Jesus utilizou da mesma arma dos Seus opositores para destruí-los: Fez uma pergunta (vs. 41-44); depois, os censurou, visando alertar o povo dos perigosos ensinos deles (vs. 45-47).

Observações:

No versículo 17, Jesus “confirmou a profecia citando Salmos 118:22. Os construtores judaicos tinham rejeitado a Cristo, a pedra. Eles não tinham lugar nos seus planos para ele. Mas Deus estava determinado que Ele teria o lugar de preeminência, fazendo dEle a principal pedra angular, uma pedra indispensável, e no lugar de maior honra” (William MacDonald).

Mais a frente, citando novamente as Escrituras Sagradas (Salmo 110), Jesus escancarou a incredulidade dos seus críticos. 

• Quem não acredita na Palavra de Deus apega-se a qualquer crença esdrúxula.

Guilherme Miller, grande avivalista da doutrina do advento de Cristo, observou que, “as portas me tem sido abertas para proclamar a doutrina da segunda vinda de Cristo em quase todas as denominações... Em todos os lugares onde estive, os que mais prontamente receberam as verdades apresentadas são os mais piedosos, dedicados e ativos membros das igrejas, enquanto professores mundanos, fariseus, fanáticos, orgulhosos, arrogantes e egoístas zombam e ridicularizam a doutrina da segunda vinda de Cristo”.

Fora incredulidade! Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quinta-feira, 29 de março de 2018

Consagração Pessoal e Santificação

Refletindo a Cristo

Consagração Pessoal e Santificação - 29 de março

Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão. I Cor. 15:58.
Há grande necessidade da influência do Espírito Santo em nosso meio. É preciso realizar um trabalho individual a fim de abrandar os corações obstinados. É necessário haver um profundo esquadrinhar do coração que resulte na confissão dos pecados. Os crentes neste tempo devem ter o coração abrandado, santificado, quebrantado, não deixando de confessar em arrependimento um pecado sequer. O Espírito Santo está esperando a fim de acender no coração o amor de Deus, para que o Seu louvor seja pronunciado por lábios que sejam verdadeiros, altruístas, puros e honestos. Quando princípios santos guiam a vida, a alma será bela em sua simplicidade.
A influência da oração da fé é tão extensa como a eternidade. O Senhor abençoará a todos os que O buscarem de todo o coração, e que com espírito humilde e ardente propósito se esforçarem para seguir o exemplo de Cristo. Aqueles que desta maneira procuram tornar-se participantes da natureza divina, são dirigidas as palavras: “Não vos canseis de fazer o bem” (II Tess. 3:13), e “sede… sempre abundantes na obra do Senhor”. I Cor. 15:58. Aquele que trabalha em fé e humildade, apegando-se firmemente às promessas de Deus, terá êxito. A grandeza do reino debaixo de todo o céu será dada aos filhos de Deus, fiéis e crentes. …
Fui instruída a insistir sobre a necessidade de consagração pessoal e santificação do ser todo a Deus. Que cada pessoa indague: “Senhor, que queres que eu faça para que a vigilância de Cristo possa ser vista em minha vida, e o Seu exemplo possa ser imitado por mim, e eu possa falar palavras sinceras, que ajudarão as pessoas que se acham em trevas e pecado?” …
Todo indivíduo tem a obrigação de transmitir a outros a verdade que possui. Não se deve permitir que coisa alguma impeça o servo de Cristo de fazer sua luz brilhar sobre o seu próximo. … Devemos diariamente adquirir maior habilidade para fazer o precioso trabalho de ganhar pessoas para Cristo. Este é um trabalho tão precioso, tão satisfatório! E o Céu todo está esperando que sejam abertos canais através dos quais possa ser derramado o óleo celestial para refrigerar e fortalecer as pessoas carentes. O Senhor protegerá e guiará os que permitirem que a Sua divina plenitude flua de seus lábios em grato louvor, e os que realizam atos de caridade e amor para o bem da humanidade. Tais obreiros se tornarão consagrados instrumentos de Deus.
Eu diria a cada crente: Acrescentai o espírito de graça celestial à vossa experiência: este é o sinete do caráter de Cristo. … E vossa recompensa pelo serviço será encontrada no reflexo do meigo espírito de Cristo em vossa própria vida. Review and Herald, 25 de fevereiro de 1909.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 94 – 

Lucas 19 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 19 
Comentário Pr Heber Toth Armí 

Avidez por prosperidade financeira não é o incentivo dos escritos de Lucas; muito menos enriquecer-se a qualquer custo. A simplicidade caracteriza Cristo e Seus seguidores.

Desde o início do livro há um incentivo à simplicidade no estilo de vida. “A história do nascimento de Cristo é contada com extrema simplicidade no evangelho de Lucas: A obediência de Maria, a humilhação da manjedoura, a fidelidade de Simeão e Ana. Não cansamos de nos admirar com o fato de Deus haver escolhido a modesta localidade de Belém e designado simples pastores para a cerimônia do nascimento real. Talvez na maneira pela qual enviou Seu Filho primogênito a este mundo, Deus esteja nos ensinando algo fundamental a respeito da natureza da vida do evangelho” (Richard Foster).

Jesus viveu de maneira simples e Se envolveu com pessoas simples, assim revelou compaixão para com os desprovidos de valor na sociedade. Desta forma, temos muito que aprender ao seguir Seus passos.

“Se o caráter de Deus inclui um zelo por justiça que o leva ao mais terno amor e à intimidade mais profunda com pessoas em desvantagem social, como, então, deve ser e agir como povo de Deus? Devemos nos preocupar intensamente com os fracos vulneráveis que Ele Se preocupa” (Timothy Keller).

• Zaqueu era maioral dos publicados. Se os publicanos eram odiados por seus conterrâneos, quanto mais o líder deles! Contudo, Jesus o observou empoleirado numa árvore e disse que ficaria em sua casa. A vida pomposa de Zaqueu mudou drasticamente, ele deu metade de seus bens aos pobres, além de restituir quatro vezes mais a quem ele tenha defraudado. Jesus disse que houve salvação na casa de Zaqueu (vs. 1-10). O que Jesus diria de nossa casa?
• A parábola das minas revela que aquele que tem uma visão distorcida do caráter de Deus terá sentimentos negativos em relação a Ele, e será irresponsável diante da missão deixada por Cristo (vs. 11-27).
• De forma simples, Jesus entra em Jerusalém num jumentinho emprestado. Foi aclamado pela multidão, mas repreendido pelos pomposos fariseus; contudo, Jesus chorou revelando Sua compaixão pela capital de Seu povo (vs. 28-44).
• O confronto aberto com os maiorais do povo revelou a preocupação de Jesus com os sinceros e simples adoradores (vs. 45-48).

Reflita nestes ensinamentos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

quarta-feira, 28 de março de 2018

O Instrumento de Nossa Santificação

Refletindo a Cristo

O Instrumento de Nossa Santificação - 28 de março

E a favor deles Eu Me santifico a Mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade. João 17:19.
Antes que Jesus Se encaminhasse para o conflito final com os poderes das trevas, ergueu os olhos ao Céu e orou por Seus discípulos. Disse Ele: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também Eu não sou. Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade.” João 17:15-17.
A preocupação do pedido de Cristo era a de que os que cressem nEle fossem guardados da maldade existente no mundo, e santificados por meio da verdade. Ele não nos deixa a fazer suposições vagas sobre o que é a verdade, mas acrescenta: “A Tua palavra é a verdade.” A Palavra de Deus é o instrumento por meio do qual nossa santificação é realizada. É da maior importância, portanto, que nos familiarizemos com as sagradas instruções da Bíblia.
É tão necessário para nós o entendimento das palavras de vida como foi para os primeiros discípulos o estar informados a respeito do plano de salvação. Ficaremos sem desculpa se, em virtude de nossa própria negligência, ignorarmos as reivindicações da Palavra de Deus. Deus nos deu Sua Palavra, a revelação de Sua vontade, e prometeu o Espírito Santo a quem Lho pedir, a fim de guiá-los em toda a verdade; e toda pessoa que honestamente deseja fazer a vontade de Deus saberá da doutrina. …
A missão de Jesus foi demonstrada através de milagres convincentes. Sua doutrina maravilhou o povo. … Era um conjunto de verdades que supria as necessidades do coração. Seu ensino era claro, simples e compreensível. As verdades práticas que Ele enunciou tinham poder convincente e prendiam a atenção das pessoas. Multidões se demoravam ao Seu lado, maravilhadas com a Sua sabedoria. Seu modo de ser estava em harmonia com as grandes verdades que proclamava. Não usava palavras de desculpa ou hesitação, e não havia sombra de dúvida ou incerteza de que Ele pudesse ser outro, exceto quem Se declarava. Ele falava de coisas terrenas e celestiais, humanas e divinas, com positiva autoridade; e “estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina; porque Ele as ensinava como quem tem autoridade”. Mat. 7:28. …
É para nós uma questão da maior importância e interesse que entendamos o que é a verdade, e nossas petições devem ser dirigidas com um intenso desejo de que sejamos guiados a toda a verdade.
Davi apreciava a iluminação divina, e reconheceu o poder da Palavra de Deus. Disse ele: “A revelação das Tuas palavras esclarece e dá entendimento aos simples.” Sal. 119:130. Aqueles que desejam obter luz devem esquadrinhar as Escrituras, comparando escritura com escritura, e suplicando a Deus pela iluminação do Espírito Santo. A promessa é a de que aqueles que procuram hão de encontrar. Review and Herald, 6 de julho de 1911
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 93 – 

Lucas 18 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 18 
Comentário Pr Heber Toth Armí

 Vamos ler a Bíblia? Até quando preservaremos nossa indiferença?

• Lucas apresenta dois princípios que devem reger a oração segundo os ensinamentos de Jesus: “As duas parábolas de 18.1-14 se relacionam estreitamente. A oração deve ser tanto com perseverança (18.1-8) quanto com humildade (18.9-14)” (Hernandes Dias Lopes).

• Ainda precisamos aprender as antigas lições de Jesus sobre crianças (vs. 15-17). Primeiramente, o valor delas: “Há muitos pais, em geral, que relegam as crianças a um segundo plano, a exemplo do que fizeram os apóstolos, quando as crianças se aproximaram de Jesus. E as relegam a um segundo plano em todos os aspectos da vida, notadamente na orientação cristã”. Segundo, ser como elas: “Obviamente, Jesus não quis que os adultos se infantilizassem, mas que sua atitude para com Deus fosse de docilidade, simplicidade e confiança, como agem as crianças” (Érico Tadeu Xavier).

• Ir a Jesus sem segui-lO nos fará sair de Sua presença pior do que entramos (vs. 18-23). “É possível que o jovem rico e influente seja o único homem dos Evangelhos a colocar-se aos pés de Jesus e, depois, partir numa situação pior do que quando havia chegado... Apesar de ter buscado a Pessoa certa, de ter feito a pergunta certa e de ter recebido a resposta certa, tomou a decisão errada” (Warren Wiersbe).

• Após o episódio do jovem rico Jesus reitera o tema das riquezas (vs. 24-30). “Você sabia que Jesus falou mais a respeito de posses materiais, uso do tempo e talento que qualquer outro assunto? Você sabia que das 38 parábolas de Jesus, 19 dizem respeito à maneira como utilizarmos nosso dinheiro, propriedade, tempo e habilidades? Um versículo em cada cinco no Novo Testamento se relaciona em dar e receber. Você sabia que mais de 1.000 passagens bíblicas tratam de prosperidade pessoal e uso de bens? E ainda que há cerca de 1.560 versículos que tratam de contribuição e doação?... Por que tanta informação sobre dinheiro na Bíblia?... Na verdade, o dinheiro fala quem somos, fala de nossa motivação, revela nosso caráter, revela o que de fato é importante para nós” (Leandro Tarrataca).

• Jesus terminou falando de Seu sacrifício; depois curou a um pobre cego de Jericó (vs. 31-43).

Amigos, clamemos pela cura da cegueira espiritual! Precisamos, você não acha?– Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

terça-feira, 27 de março de 2018

O Plano Divino de Multiplicação

Refletindo a Cristo

O Plano Divino de Multiplicação - 27 de março

Graça e paz vos sejam multiplicadas, no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor. II Ped. 1:2.
Se quisermos desenvolver um caráter que Deus possa aceitar, precisamos formar hábitos corretos em nossa vida religiosa. A oração diária é tão essencial ao crescimento na graça, e mesmo à própria vida espiritual, como o alimento temporal ao bem-estar físico. Devemos acostumar-nos a elevar muitas vezes os pensamentos a Deus em oração. Se a mente vagueia, devemos fazê-la retornar; mediante perseverante esforço, o hábito finalmente fará que isto seja fácil. Não podemos, por um momento, separar-nos de Cristo com segurança. Podemos contar com Sua presença para assistir-nos a cada passo, mas somente observando nós as condições que Ele mesmo estabeleceu.
A religião deve tornar-se o grande negócio da vida. Tudo mais deve ficar subordinado a ela. Todas as nossas faculdades morais, físicas e espirituais devem empenhar-se na batalha cristã. Devemos olhar para Cristo em busca de força e graça, e ganharemos a vitória tão certamente como Jesus morreu por nós.
Devemos aproximar-nos da cruz de Cristo. O arrependimento junto à cruz é a primeira lição que temos de aprender. O amor de Jesus – quem o pode compreender? Infinitamente mais terno e abnegado que o amor de uma mãe! Se quisermos conhecer o valor de um ser humano, precisamos olhar, com fé viva, para a cruz e aí começar o estudo que será a ciência e o cântico dos remidos através de toda a eternidade. O valor de nosso tempo e de nossos talentos pode ser calculado somente pela grandeza do resgate pago por nossa redenção. …
A santificação é uma obra progressiva. Os passos sucessivos são postos perante nós nas palavras de Pedro: “Reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor. Porque estas coisas, existindo em vós e em vós aumentando, fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.” II Ped. 1:5-8. …
Eis aqui um procedimento pelo qual podemos ter certeza de que jamais cairemos. Aqueles que estão assim trabalhando sobre o plano de adição em obter as graças cristãs, terão a certeza de que Deus operará de acordo com o plano de multiplicação, em assegurar-lhes os dons de Seu Espírito. … Pela graça divina todos aqueles que quiserem poderão galgar os brilhantes degraus da Terra ao Céu e, afinal, “com júbilo; e alegria eterna” (Isa. 35:10), passar através dos portais, para dentro da cidade de Deus. Santificação, págs. 93-95.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986. – Pág. 92 – 

Lucas 17 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 17 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Alguns creem que o evangelho de Lucas “é o livro mais maravilhoso do mundo [...]. Não erraríamos muito se disséssemos que o terceiro evangelho é a melhor vida de Cristo que já foi escrita” (William Barclay).

No capítulo em pauta, os ensinamentos de Cristo continuam a impactar Seus ouvintes:

1. É pecado colocar tropeço ou ser pedra de tropeço na vida de outras pessoas. Mau testemunho, escândalos e hipocrisias são contemplados por Jesus nesta maldição (vs. 1-2). Liberte-se!
2. O cristão é um pecador perdoado, portanto, em resposta ao que Deus Lhe fez, terá para com o próximo um espírito perdoador ilimitado. O perdão é fruto da graça, ofereça-o para quem não merece (vs. 3-4).
3. A fé deve crescer; portanto, há sabedoria em pedir que Deus aumente nossa fé; contudo, é preciso ser humildade para reconhecer sua pequenez e necessidade de aumentar. “A fé é uma virtude que admite graus. Ela não atinge o pleno vigor e perfeição imediatamente após ser plantada no coração por intermédio do Espírito Santo. Existe a pequena e a grande fé, e fé vigorosa e a fé frágil” (J. C. Ryle). Como está a tua fé? (vs. 5-6).
4. Não importa o que façamos para Deus, não faremos nada mais do que nossa obrigação. Deus nunca ficará devendo coisa alguma pelo trabalho que Lhe prestamos. Nada temos de nos orgulhar perante Deus. O cristão verdadeiro é humilde e serve a Deus por satisfação (vs. 7-10; ver Salmo 40:8).
5. Ser grato a Cristo é muito mais importante que cumprir regras e rituais esboçados em Sua Palavra; tire tempo para agradecer-Lhe pelo que Ele já fez por você, assim como reagiu o samaritano (vs. 11-19).
6. O Reino de Deus começa no coração, não é político nem visível; contudo, o retorno do Rei Messias será visível a todos, para buscar aos Seus súditos que se submeteram a Ele enquanto estiveram no mundo dominado pelo pecado (vs. 20-37).

“Quando será isso, Senhor?” – Quiseram saber os discípulos! “Onde estiver o corpo, aí se ajuntarão os abutres” – Respondeu Jesus!

Em outras palavras, não precisará dizer quando, pois quando acontecer será tão notório e visível que ninguém perderá o espetáculo – tão visível quanto urubus voando sobre um cadáver! 

“Senhor, aviva-nos intensamente!” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

segunda-feira, 26 de março de 2018

Contemplando a Jesus Com os Olhos da Fé

Refletindo a Cristo

Contemplando a Jesus Com os Olhos da Fé- 26 de março

Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. I Cor. 15:57.
Pela fé, olhai para as coroas destinadas aos que hão de vencer; atentai para o exultante canto dos remidos: Digno, digno é o Cordeiro, que foi morto e nos redimiu para Deus! Esforçai-vos por considerar estas cenas como reais.
Estêvão, o primeiro mártir cristão, em seu terrível conflito com os principados, e as potestades, e as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais (Efés. 6:12), exclamou: “Eis que vejo os céus abertos e o Filho do homem, em pé à destra de Deus.” Atos 7:56. O Salvador do mundo foi-lhe revelado como olhando dos Céus para ele com o mais profundo interesse; e a gloriosa luz do semblante de Cristo brilhou sobre Estêvão com tal resplendor que mesmo os seus inimigos viram seu rosto brilhar como o rosto de um anjo.
Se permitíssemos que nossa mente se demorasse mais sobre Cristo e o mundo celestial, acharíamos um poderoso estímulo e amparo em guerrear as batalhas do Senhor. O orgulho e o amor ao mundo perderão seu poder ao contemplarmos as glórias daquela terra melhor, que tão logo será nosso lar. Diante da amabilidade de Cristo, todas as atrações terrenas parecerão de pouco valor.
Que ninguém pense que sem fervoroso esforço de sua parte poderá obter a certeza do amor de Deus. Quando por tão longo tempo se permitiu à mente repousar somente em coisas terrenas, é difícil mudar os hábitos do pensamento. Aquilo que os olhos vêem e os ouvidos escutam, demasiadas vezes atrai a atenção e absorve o interesse. Mas se quisermos entrar na cidade de Deus e olhar para Jesus e Sua glória, precisamos acostumar-nos, aqui, a contemplá-Lo com os olhos da fé. As palavras e o caráter de Cristo devem ser, freqüentemente, o assunto de nossos pensamentos e de nossa conversação; e, cada dia, algum tempo deve ser consagrado especialmente a devota meditação nestes temas sagrados.
A santificação é uma obra diária. Ninguém se engane a si mesmo com a suposição de que Deus o perdoará e abençoará, enquanto está pisando um de Seus mandamentos. A prática voluntária de um pecado conhecido silencia a testemunhadora voz do Espírito e separa de Deus a alma.
Quaisquer que sejam os êxtases do sentimento religioso, Jesus não pode habitar no coração que desrespeita a lei divina. Deus apenas honrará àqueles que O honram. …
É aqui que o auxílio de Cristo se faz preciso. A fraqueza humana se une à força divina, e a fé exclama: “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” I Cor. 15:57. Santificação, págs. 91-93.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.

Lucas 16 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 16
Comentário Pr Heber Toth Armí

 É inadmissível negociar valores do reino de Deus pelas riquezas mundanas. Precisamos recusar atitudes que fiquem aquém ou que vão além daquilo que Cristo ensinou.

Em relação às riquezas, Jesus conta a parábola do administrador esperto, que usa oportunidades sabiamente. O administrador esbanjara as posses de seu senhor, consequentemente, seria demitido por justa causa; contudo, ele tomou uma atitude que garantiu seu futuro: Fez plano com os devedores de pagarem menos do que deviam. Muitas vezes precisamos criar oportunidades e agir com sabedoria (vs. 1-8).

Após isso, Jesus apresentou alguns princípios de economia divina aos seres humanos:

• Deus valoriza e confia nos mordomos responsáveis. Ele confia Suas riquezas aos que são honestos e fieis. Como seria o Céu com caloteiros e fraudulentos? (vs. 10-11);
• Como Deus pode confiar naqueles que devem e não pagam, que não cumprem o que prometem, que tomam posse do que é dos outros e até do que pertence a Deus? (v. 12, Malaquias 3:8; Lucas 20:20-25).
• É impossível servir a Deus e à riqueza simultaneamente, é um ou outro. Não há meio termo. “Ou há de aborrecer-se de um e amar o outro ou se devotará a um e desprezará o outro” (v. 13).

Os líderes religiosos contemporâneos de Jesus, tomados pela avareza, amantes do dinheiro, se sentiram ofendidos com os ensinamentos de Jesus sobre as riquezas (vs. 14-15). Mesmo atingindo o ego fariseu de seus ouvintes, Jesus continuou com Seus preciosos ensinamentos:

• Para entrar no reino de Deus é preciso renúncia absoluta (v. 16).
• A Lei de Deus é imutável, é legislação do convertido (v. 17).
• Casamento não pode ser tratado com banalidade, mas com extrema responsabilidade (v. 18).

Jesus voltou no assunto das riquezas e da importância da Lei na parábola do rico e Lázaro. O rico termina em tormentos mostrando que, se os avarentos insistirem em sua incredulidade ficarão fora do reino de Deus (vs. 19-31).

• Não é a avareza que deve reger nossa vida, é a revelação de Deus dada através de Seus profetas.
• Não é ambição que deve moldar nossa conduta, mas a legislação divina revelada em Sua Palavra.
• Não permitir reger-se pela Palavra de Deus, resultará em perdição eterna!

Em vez de questionar Jesus, use Seus ensinamentos para questionar teus conceitos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

domingo, 25 de março de 2018

Ênfase na Santificação Bíblica

Refletindo a Cristo

Ênfase na Santificação Bíblica - 25 de março

Porque estais inteirados de quantas instruções vos demos da parte do Senhor Jesus. Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação. I Tess. 4:2 e 3.
Em sua carta à igreja de Éfeso, Paulo apresenta perante os membros o “mistério do evangelho” (Efés. 6:19) -as “insondáveis riquezas de Cristo” (Efés. 3:8) – e então lhes assegura suas fervorosas orações em favor de sua prosperidade espiritual:
“… Me ponho de joelhos diante do Pai, … para que, segundo a riqueza da Sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o Seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus.” Efés. 3:14, 16-19.
Escreve ele também a seus irmãos de Corinto: “Aos santificados em Cristo Jesus, … graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Sempre dou graças ao meu Deus por vós pela graça de Deus que vos foi dada em Jesus Cristo. Porque em tudo fostes enriquecidos nEle, em toda a palavra e em todo o conhecimento (como foi mesmo o testemunho de Cristo confirmado entre vós). De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo.” I Cor. 1:2-7.
Estas palavras são dirigidas não somente à igreja de Corinto, mas a todo o povo de Deus até ao fim dos tempos.
O apóstolo continua nestes termos: “Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.” I Cor. 1:10. Paulo não teria apelado para eles a fim de que fizessem o impossível. A união é o resultado certo da perfeição cristã. …
O próprio apóstolo esforçava-se por alcançar a mesma norma de santidade que apresentara a seus irmãos. …
Paulo não hesitava em salientar, em toda ocasião oportuna, a importância da santificação bíblica. Diz Ele: “Vós bem sabeis que mandamentos vos temos dado pelo Senhor Jesus. Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação.” I Tess. 4:2 e 3.
“De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência. … Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo.” Filip. 2:12-15. Santificação, págs. 84-87.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986.– Pág. 90 

Lucas 15 Comentário Pr Heber Toth

LUCAS 15 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Os críticos de plantão sempre encontram alguma coisa para fazer. O pior é que sempre possuem visão distorcida. O orgulho e a vaidade os cegam a tal ponto de enxergarem coisas que não são como eles alegam.

Pela terceira vez Jesus foi criticado por envolver-se com gente de má fama, ralé e párias da sociedade, contaminadas, imorais, a vergonha da nação, pessoas perdidas no pecado (vs. 1-2). A reação de Jesus nos legou o capítulo em apreço, do qual destacam-se as seguintes verdades:

• As pessoas se perdem do rebanho de Deus por ignorância, estupidez; agem por instinto (como animais), sem sabedoria divina, e se afastam de Deus (vs. 3-7);
• A moeda é um objeto inanimado, se perde e nem sabe que está perdida; pessoas como moedas desconhecem o seu real valor, aliás, nem sabem que são filhas de Deus (vs. 8-10);
• O filho perdido apostatou-se premeditadamente, afastou-se propositadamente por um ato obstinado da própria vontade e decisão consciente (vs. 11-24).
• O filho mais velho não se afastou de casa, nunca abandonou o serviço na fazenda, porém era como a dracma, estava perdido e não sabia, perdido dentro de casa; assim como existem os perdidos dentro da igreja, como os escribas e fariseus que eram líderes religiosos (vs. 25-32).

Em relação aos três primeiros pontos há indicação de arrependimento e aceitação da parte de Deus. Aliás, a ênfase está na alegria e festa divina por encontrar o que se havia perdido. Contudo, no último ponto, o filho mais velho não se arrepende. O final da história não fala nada positivo dos profissionais da religião.

Reflita: 

• “Pelo irmão mais velho foram representados os impenitentes judeus contemporâneos de Cristo, como também os fariseus de todas as épocas, que olhavam com desprezo aqueles que consideravam publicanos e pecadores” (Ellen G. White).

• “O irmão mais velho se orgulha diante do pai de nunca haver quebrado nenhum dos seus mandamentos, portanto, não há nele verdadeira consciência de pecado... Membros da igreja com a ‘síndrome do irmão mais velho’, justos e superiores aos seus próprios olhos, na idolatria das formas sem essência e exigentes, se tornam frios, acusadores e julgadores de todos os outros que não alcançam o seu ‘padrão’ de justiça própria” (Amin Rodor). 

Amigos, arrependamo-nos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

sábado, 24 de março de 2018

Santificação por Meio de Fé e Obediência

Refletindo a Cristo

Santificação por Meio de Fé e Obediência - 24 de março

Nisto é glorificado Meu Pai, em que deis muito fruto; e assim vos tornareis Meus discípulos. João 15:8.
Muitos se esquivam de uma vida como a que viveu nosso Salvador. Sentem que requer muito sacrifício imitar o Modelo, produzir frutos em boas obras e então, pacientemente suportar a poda divina, para que possam produzir mais fruto. Mas quando o cristão se considera apenas um humilde instrumento nas mãos de Cristo e se esforça por cumprir fielmente todo dever, confiando no auxílio prometido por Deus, então tomará o jugo de Cristo e achará fácil fazê-lo; então assumirá responsabilidades por Cristo, e dirá serem agradáveis. Ele poderá olhar para cima com ânimo e confiança, e dizer: “Sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.” II Tim. 1:12.
Se encontramos obstáculos em nosso caminho e fielmente os vencemos; se deparamos com oposição e descrédito, e, em nome de Cristo, ganhamos a vitória; se temos responsabilidades e nos desempenhamos de nossos deveres no espírito de nosso Mestre – então, de fato, alcançamos um precioso conhecimento de Sua fidelidade e poder. Não mais dependeremos da experiência de outros, porque temos o testemunho em nós mesmos. Como os samaritanos da antiguidade, podemos dizer: “Nós mesmos temos ouvido e sabemos que Este é verdadeiramente o  Salvador do mundo.” João 4:42.
Quanto mais contemplarmos o caráter de Cristo e quanto mais experimentarmos de Seu poder salvador, com tanto maior perspicácia reconheceremos nossa própria fraqueza e imperfeição, e mais fervorosamente olharemos para Ele como nossa força e nosso Redentor. … Pela fé em Cristo e obediência à lei de Deus, podemos ser santificados e assim obter aptidão para a sociedade com os santos anjos e os remidos vestidos de branco no reino da glória.
Não é somente o privilégio, mas o dever de todo cristão manter uma íntima união com Cristo e ter uma rica experiência nas coisas de Deus. Então sua vida será frutífera em boas obras. …
Quando lemos a vida de homens que foram eminentes por sua piedade, muitas vezes consideramos suas experiências e realizações como muito além de nosso alcance. Mas este não é o caso. Cristo morreu por todos; e é-nos assegurado em Sua Palavra que Ele está mais pronto a dar Seu Santo Espírito àqueles que Lho pedirem do que os pais terrenos a dar boas dádivas a seus filhos.
Os profetas e apóstolos não aperfeiçoaram o caráter cristão por milagre. Eles usaram os meios colocados por Deus ao seu alcance; e todos os que fizerem o mesmo esforço hão de conseguir os mesmos resultados. Santificação, págs. 82-84.

Lucas 14 Comentário Pr Heber Toth Armí

LUCAS 14
Comentário Pr Heber Toth Armí


Na existência do cristão, muitas coisas precisam ser consideradas. Muitos que se dizem fieis (crentes) o são apenas na teoria; na prática, não passam de pagãos disfarçados de cristãos.

Religião, para muitos, é mera ilusão. O engano, muitas vezes, fala mais alto do que a verdade. E, Jesus não quer ninguém iludido, por isso proferiu os ensinamentos desse capítulo:

1. Religiosos egoístas enxergam a Bíblia como lhes convém; os conceitos pré-formados servem para condenar aqueles que agem de forma altruísta diante do que é certo. É mais fácil curar um homem hidrópico do que religiosos míopes (vs. 1-6).

• Note que, para muitos, a santidade do sábado ainda não está clara.
• Existem, atualmente, pessoas que distorcem ou rejeitam o dia sagrado instituído por Deus.
• Muitos preferem ser cegos espirituais.

2. Egoístas e orgulhosos precisam aprender a submissão total ao Deus que oferece gratuitamente a salvação. Não é melhor ser o melhor, estar à frente, nos primeiros lugares; é melhor ser humilde. Não é melhor servir àqueles que retribuirão, mas àqueles que nada têm para recompensar (vs. 7-14).

3. O cristão que não dá prioridade às coisas celestiais revela que Deus não é tão importante quanto professa crer (vs. 15-24).

• Alguém disse que as piores desculpas são as verdadeiras.
• Apesar dos materialistas, negociadores e hedonistas desinteressados de Deus, Cristo manterá Sua grande festa universal. Somos seus convidados; como responderemos?
• Nossas desculpas são indesculpáveis diante do Soberano Juiz do Universo!

4. Após tais advertências, Jesus ensinou sobre o verdadeiro discipulado. Veja os princípios (vs. 25-35):

a) Ninguém deve ocupar o lugar mais importante de nossa vida, a não ser Jesus;
b) Nem a nossa vida deve ser considerada, se quisermos seguir verdadeiramente a Jesus;
c) Tomar a cruz antecede ao ato de seguir a Jesus (tomar a cruz significa morrer para o eu);
d) É preciso avaliar o preço do discipulado a fim de decidir a favor ou contra Cristo;
e) Quem não renuncia tudo quanto tem não pode ser discípulo de Cristo;
f) Sem assimilação na vida do que foi dito anteriormente, o discipulado é uma ilusão tanto quanto sal que não salga.

Hipocrisia é ser pagão parecendo ser cristão. Ser plenamente cristão é o que interessa realmente para Cristo.

Viveremos intensamente o discipulado? – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sexta-feira, 23 de março de 2018

Amor e Obediência Espontânea

Refletindo a Cristo

Amor e Obediência Espontânea - 23 de março 

Se quiserdes e Me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Isa. 1:19.
O caráter do cristão é manifesto em sua vida diária. Disse Cristo: “Toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus.” Mat. 7:17. Nosso Salvador Se compara a uma videira, da qual Seus seguidores são os ramos. Ele declara positivamente que todos aqueles que desejam ser Seus discípulos precisam produzir frutos; e então mostra como podem tornar-se ramos frutíferos. “Permanecei em Mim, e Eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em Mim.” João 15:4.
O apóstolo Paulo descreve o fruto que o cristão deve produzir. Diz ele que “consiste em toda bondade, e justiça, e verdade”. Efés. 5:9. E outra vez: “O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.” Gál. 5:22 e 23. Estas preciosas graças são apenas os princípios da lei de Deus, demonstrados na vida.
A lei de Deus é a única norma verdadeira de perfeição moral. Essa lei foi praticamente exemplificada na vida de Cristo. Ele diz de Si mesmo: “Tenho guardado os mandamentos de Meu Pai.” João 15:10. Nada menos que esta obediência satisfará às exigências da Palavra de Deus. “Aquele que diz que permanece nEle, esse deve também andar assim como Ele andou.” I João 2:6. Nós não podemos alegar que somos impotentes para fazer isso, porque temos a afirmativa: “A Minha graça te basta.” II Cor. 12:9. Ao olharmos no espelho divino – a lei de Deus – vemos a excessiva malignidade do pecado e nossa própria condição de perdidos, como transgressores. Mas, pelo arrependimento e fé, somos justificados perante Deus, e, mediante a graça divina, habilitados a prestar obediência aos Seus mandamentos.
Aqueles que têm genuíno amor a Deus, manifestarão um intenso desejo de conhecer Sua vontade e executá-la. … A criança que ama aos pais, mostrará esse amor por voluntária obediência; mas a criança egoísta, ingrata, procura fazer tão pouco quanto lhe seja possível por seus pais, enquanto, ao mesmo tempo, deseja desfrutar todos os privilégios assegurados ao obediente e fiel.
A mesma diferença é vista entre os que dizem ser filhos de Deus. Muitos que sabem ser o objeto de Seu amor e cuidado, e desejam receber Sua bênção, não têm nenhum prazer em fazer Sua vontade. Consideram as exigências de Deus como uma desagradável restrição, Seus mandamentos um danoso jugo. Mas aquele que está verdadeiramente procurando a santidade de coração e de vida, deleita-se na lei de Deus, e lamenta unicamente o fato de que fica muito aquém de satisfazer a suas reivindicações. Santificação, págs. 80 e 81.
Meditação Matinal de Ellen White – Refletindo a Cristo, 1986 – Pág. 88

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