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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Cristo—Conduto da graça salvadora

Refletindo a Cristo

Cristo—Conduto da graça salvadora, 31 de Janeiro

Porquanto, nEle, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. Colossences 2:9.

Por Sua humanidade, Cristo estava em contato com a humanidade; por Sua divindade, firma-Se no trono de Deus. Como Filho do homem, deu-nos um exemplo de obediência; como Filho de Deus, dá-nos poder para obedecer. ...

Baixando a tomar sobre Si a humanidade, Cristo revelou um caráter exatamente oposto ao de Satanás. ...

Cristo foi tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito. Foi condenado pelos nossos pecados, nos quais não tinha participação, para que fôssemos justificados por Sua justiça, na qual não tínhamos parte. Sofreu a morte que nos cabia, para que recebêssemos a vida que a Ele pertencia. “Pelas Suas pisaduras fomos sarados.” Isaías 53:5.

Pela Sua vida e morte, Cristo operou ainda mais do que a restauração da ruína produzida pelo pecado. Era o intuito de Satanás causar entre o homem e Deus uma eterna separação; em Cristo, porém, chegamos a ficar em mais íntima união com Ele do que se nunca houvéssemos pecado. Ao tomar a nossa natureza, o Salvador ligou-Se à humanidade por um laço que jamais se partirá. Ele nos estará ligado por toda a eternidade. ... Para nos assegurar Seu imutável conselho de paz, Deus deu Seu Filho unigênito a fim de que Se tornasse membro da família humana, retendo para sempre Sua natureza humana. ... Deus adotou a natureza humana na pessoa de Seu Filho, levando a mesma ao mais alto Céu. É o “Filho do homem”, que partilha do trono do Universo. É o “Filho do homem”, cujo nome será “Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. Isaías 9:6. ... Em Cristo se acham ligadas a família da Terra e a do Céu. Cristo glorificado é nosso irmão. O Céu Se acha abrigado na humanidade, e esta envolvida no seio do Infinito Amor. ...

Por meio da obra redentora de Cristo, o governo de Deus fica justificado. O Onipotente é dado a conhecer como o Deus de amor. As acusações de Satanás são refutadas, e revelado seu caráter. A rebelião não se levantará segunda vez. O pecado jamais poderá entrar novamente no Universo. Todos estarão por todos os séculos garantidos contra a apostasia. Mediante o sacrifício feito pelo amor, os habitantes da Terra e do Céu se acham ligados a seu Criador por laços de indissolúvel união.

A obra da redenção será completa. Onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus. ... Nosso pequenino mundo, sob a maldição do pecado, a única mancha escura de Sua gloriosa criação, será honra do acima de todos os outros mundos do Universo de Deus. — O Desejado de Todas as Nações, 24-26.


Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 6 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 6
Comentário Pr Heber Toth Armí


Jesus veio ao mundo instalar Seu reino no coração dos escravizados no reino do pecado.

O capítulo pode ser dividido em dois tópicos, conforme sugere Merril F. Unger:

• Os herdeiros do reino e a oração (vs. 1-18);
• Os herdeiros do reino e o mundo (vs. 19-34).

É fácil parecer cristão, difícil é ser cristão. Parecer é fruto dos próprios esforços, ser é milagre divino. Assim inicia o capítulo: “Quando fizerem o bem, tenham cuidado para que seu gesto não vire peça de teatro. Pode até ser um grande espetáculo, mas Deus não vai aplaudir”.

• É fácil ser crente hipócrita! É fácil parecer cristão, praticar atitudes cristãs sem de fato morrer para o eu e os desejos pecaminosos. Como é teu cristianismo?

Jesus nos deixou um legado sobre oração em seu primeiro sermão. Pois, orar é o respirar da alma. Sem oração não há paixão espiritual. Augusto Cury, autor de dois volumes sobre o “Pai-nosso”, declarou que esta oração “rima nos extremos: é singela e complexa, inofensiva e desafiadora. Jamais palavras simples tiveram tanta profundidade. Jamais um texto tão pequeno foi tão revolucionário”.

Oração, jejum , perdão e sinceridade com Deus é a receita para o sucesso na vida cristã. A força adquirida com estas atitudes tornam possíveis os seguintes alvos:

• Tirar o foco das riquezas deste mundo para colocar nos tesouros celestiais (vs. 19-21);
• Tirar os olhos das coisas do reino das trevas para contemplar as belezas do reino da luz (vs. 22-23);
• Tirar do coração os deuses deste mundo, principalmente o dinheiro, a fim de servir dignamente ao Deus verdadeiro (v. 24).

Aquele que, verdadeiramente se rende a Deus, terá como padrão de vida estes ditos de Jesus: “Quero convencê-los a relaxar, a não se preocuparem tanto em adquirir alimentos, bebidas, vestimentas. Em vez disso, prefiram dar, correspondendo, assim, ao cuidado de Deus. Quem não conhece Deus e não sabe como Ele trabalha é que se prende a essas coisas...” (vs. 25-34).

• Você conhece Deus?

Mais que desafio de vida, esse sermão de Jesus é o estilo de vida dos súditos do reino divino! Pedir pela vinda do reino de Deus significa abandonar a vontade pessoal para que a vontade de Deus seja feita na Terra como é feita no céu! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Obras ainda maiores,

Refletindo a Cristo

Obras ainda maiores, 30 de Janeiro

Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em Mim fará também as obras que Eu faço e outras maiores fará, porque Eu vou para junto do Pai. João14:12.

Não queria Cristo dizer com isto que os discípulos fariam maiores esforços do que os que Ele havia feito, mas que sua obra teria maior amplitude. Ele não Se referiu meramente à operação de milagres, mas a tudo quanto iria acontecer sob a influência do Espírito Santo. “Mas, quando vier o Consolador”, disse Ele, “que Eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito da verdade, que procede do Pai, testificará de Mim. E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde o princípio.” João 15:26-27.

Maravilhosamente foram estas palavras cumpridas. Depois da descida do Espírito Santo os discípulos sentiram tanto amor por Ele, e por aqueles por quem Ele morreu, que corações se comoveram pelas palavras que falaram e pelas orações que fizeram. Falaram no poder do Espírito; e sob a influência desse poder, milhares se converteram.

Como representantes de Cristo, os apóstolos deviam fazer decidida impressão sobre o mundo. O fato de serem homens humildes não devia diminuir-lhes a influência, antes incrementá-la; pois a mente de seus ouvintes devia ser levada deles para o Salvador que, conquanto invisível, estava ainda operando com eles. O maravilhoso ensino dos apóstolos, suas palavras desânimo e confiança, assegurariam a todos que não era em seu próprio poder que operavam, mas no poder de Cristo. Humilhando-se a si mesmos declarariam que Aquele que os judeus haviam crucificado era o Príncipe da vida, o Filho do Deus vivo, e que em Seu nome haviam feito as obras que Ele fizera.

Em Sua conversação de despedida com os discípulos, na noite anterior à crucifixão, o Salvador não fez referência ao sofrimento que Ele havia suportado e teria ainda de suportar. Não falou da humilhação que estava a sua frente, mas buscou levar-lhes à mente o que lhes pudesse fortalecer a fé, levando-os a olhar para a frente, à recompensa que espera o vencedor. Ele Se regozijava na certeza de que poderia fazer por Seus seguidores mais do que havia prometido, e o faria; de que dEle brotariam amor e compaixão que purificariam o templo da alma e fariam os homens semelhantes a Ele no caráter; de que Sua verdade, armada com o poder do Espírito, sairia vencendo e para vencer.

“Tenho-vos dito isso”, declarou Ele, “para que em Mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo.” João 16:33. — Atos dos Apóstolos, 22-23.


Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 5 Comentário Pr Heber Toth Armí

Mateus 5
Comentário Pr Heber Toth Armí


Após jejuar e orar, Jesus venceu a tentação, operou milagres, e investiu profusamente no ministério da pregação.

No final do capítulo anterior, Mateus registrou numerosas multidões afluindo de diversos lugares para seguir a Jesus.

Então foi pregado o sermão do monte, o primeiro sermão longo de Jesus registrado. Através dele, Jesus tinha como objetivo tirar os pecadores do reino das trevas e introduzi-los no reino da luz. Seus princípios são contrários às filosofias mundanas. Jesus declara que felizes (makários, bem-aventurados) são os...

• ...Humildes de espírito; não os orgulhosos.
• ...Que choram; não os insensíveis.
• ...Mansos; não os nervosos.
• ...Insaciados; não os cheios de si.
• ...Misericordiosos; não os indiferentes/intolerantes.
• ...Limpos de coração; não os maliciosos/imorais/corruptos.
• ...Pacificadores; não os briguentos.
• ...Justos; não os desonestos/infiéis/fraudulentos.
• ...Perseguidos por causa de Cristo; não os perseguidores.

Após apresentar a satisfação no coração do cristão genuíno (vs. 1-12), Jesus revelou o impacto da aplicação dos princípios divinos na sociedade (vs. 13-16).

Em seguida, Jesus apresentou a legislação do reino de Deus. A Lei e os profetas incluem os Dez Mandamentos, porém, vai além deles. Jesus mostrava que o Antigo Testamento não era cultura judaica; era a cultura do Céu, que os judeus não aderiram.

O Antigo Testamento não perdeu sua autoridade, nem caducou com a vinda de Cristo; pelo contrário, brilhou ainda mais as Suas sublimes mensagens. Em Seu poderoso sermão, Jesus citou...

• ...O sexto e o sétimo mandamentos da Lei Moral (vs. 21-32);
• ...A lei levítica para falar do falso juramento e das promessas feitas a Deus (vs. 33-37);
• ...A Lex Talionis (lei da retaliação) para falar do respeito e amor ao próximo (vs. 38-48).

O seguidor de Cristo, liberto do reino das trevas, conduzido ao reino dos céus, torna-se súdito do Soberano do Universo; portanto, deve refletir o caráter dEle (v. 48) e proclamar a justiça e a legislação desse novo reino (vs. 17-20).

Nisto consiste o segredo das bem-aventuranças. Os reinos deste mundo contrastam com o reino de Deus, o mesmo contraste deve haver entre os seguidores de Cristo e o mundo.

Como os profetas, o cristão pode sofrer perseguição, mas o galardão será tão grande quanto o deles (v. 12).

Sejamos súditos do reino de Deus e auxiliemos na libertação dos súditos do reino do diabo! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Cristo revelou as riquezas do céu

Refletindo a Cristo

Cristo revelou as riquezas do céu , 29 de janeiro

O Espírito do Senhor Deus está sobre Mim, porque o Senhor Me ungiu para pregar boas novas   aos quebrantados, enviou-Me a curar os quebrantados de coração. Isaías 61:1.

Jamais houve um evangelista como Cristo. Ele era a majestade do Céu, mas humilhou-Se para tomar nossa natureza, afim de chegar até ao homem na condição em que se achava. A todos, ricos e pobres, livres e servos, Cristo, o Mensageiro do concerto, trouxe as boas novas de salvação. Sua fama como o grande Operador de curas espalhou-se por toda a Palestina. Os enfermos iam para os lugares por onde Ele devia passar, a fim de poderem encontrar auxílio. Iam também muitas criaturas ansiosas de Lhe ouvir as palavras e receber o toque de Sua mão. Assim ia de cidade em cidade, de vila em vila, pregando o evangelho e curando os enfermos — o Rei da glória na humilde veste humana.

Assistia às grandes festas anuais da nação, e falava das coisas celestes às multidões absortas nas cerimônias exteriores, trazendo a eternidade ao alcance de sua visão. Dos celeiros da sabedoria tirava tesouros para todos. Falava-lhes em linguagem tão simples que não podiam deixar de entender. Por métodos inteiramente Seus, ajudava a todos quantos se achavam em aflição e dor. Com graça e cortesia, ajudava a alma enferma de pecado, levando-lhe saúde e vigor. ...

Que vida atarefada levou Ele! Dia a dia podia ser visto entrando nas humildes habitações da miséria e da dor, dirigindo palavras de esperança aos abatidos, e de paz aos aflitos. Cheio de graça, sensível e clemente, andava erguendo os desfalecidos e confortando os tristes. Aonde quer que fosse, levava bênçãos.

Enquanto ajudava os pobres, Jesus estudava também os meios de atingir os ricos. Procurava travar relações com o rico e culto fariseu, o nobre judeu e a autoridade romana. Aceitava-lhes os convites, assistia a suas festas, tornava-Se familiar com os interesses e ocupações deles, ... a fim de obter acesso ao seu coração, e revelar-lhes as imperecíveis riquezas.

Cristo veio a este mundo para mostrar que, mediante o recebimento de poder do alto, o homem pode levar vida imaculada. Com incansável paciência e assistência compassiva, ia ao encontro dos homens nas suas necessidades. Pelo suave contato da graça, bania da alma o desassossego e a dúvida, transformando a inimizade em amor e a incredulidade em confiança. ...

Ao som de Sua voz, fugia do coração o espírito de avidez e ambição, e os homens levantavam-se, libertos, para seguir o Salvador. — A Ciência do Bom Viver, 22-25.


Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 4 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 4
Comentário Pr Heber Toth Armí


O evangelista Mateus, movido pelo mesmo Espírito que os profetas, intenta provar que Jesus é o Messias entre tantas vozes conflitantes; além disso, seus escritos mostram a realeza de Jesus visando impactar o coração do leitor, seja este judeu ou não.

No texto em análise, Jesus...

• ...foi tentado sem cair em pecado (vs. 1-11). Ser tentado não é pecado, pecado é cair na tentação.
• ...criou residência em Cafarnaum; Mateus citou o Antigo Testamento para mostrar que a vida de Cristo estava sendo regida pelas profecias divinas (vs. 12-16).
• ...apresentou o teor e conteúdo de Suas pregações (v. 17).
• ...chamou colaboradores a fim de serem treinados para fazer avançar Seu ministério (vs. 18-22).
• ...tornou-Se muito ativo; Mateus sintetizou as ações dEle logo no início do seu livro (vs. 23-25).

Sobre as tentações de Jesus, o comentário da Bíblia de Estudo Andrews destaca:

• “Só Mateus menciona o jejum. Ele deseja fazer um paralelo com o jejum de Moisés por 40 dias e 40 noites no monte Sinai, no deserto (Dt 9:9-18). A experiência também é paralela aos 40 anos de peregrinação dos israelitas no deserto, cercados de tentações e provas (Dt 8:2, 3)”.
• “O diabo tentou Jesus primeiro no ponto de sua maior necessidade imediata. De maneira semelhante, somos tentados em nossa maior vulnerabilidade. Segundo Mateus, as tentações do materialismo e uso do poder foram duas maiores enfrentadas por Jesus (ver v. 8)”.
• “No grego, aquilo que vem por último ou primeiro é o mais importante. Para Mateus, a realeza de Jesus explorada na última tentação era estratégia para seu evangelho”.

O chamado dos discípulos e as ações sociais de Jesus foram importantes, porém não mais importantes que Sua pregação evangelística e Sua missão pautada pela revelação do Antigo Testamento.

1. Jesus cumpriu a profecia de Isaías 9:1-2 ao iluminar as pessoas que vivem “na região e sombra da morte” (vs. 12-16). O mesmo Ele quer fazer conosco, independente do meio imoral em que moramos.
2. Jesus mostrou que Sua intenção é levar pessoas à conversão; por isso, Sua pregação consistiu em convidar Seus ouvintes ao arrependimento, apresentando a razão para isso: “Porque está próximo o reino dos céus” (v. 17).

Como responderemos? Como os discípulos, no versículo 22? Deixaremos tudo por Jesus?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

domingo, 28 de janeiro de 2018

Cristo na mente dos discípulos

Refletindo a Cristo

Cristo na mente dos discípulos, 28 de Janeiro

Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus.  Atos 4:13. 

Desde a queda de Adão, Cristo estivera confiando a servos escolhidos a semente de Sua Palavra, para ser lançada nos corações humanos. Durante Sua vida na Terra Ele semeara a semente da verdade e regara-a com Seu sangue. As conversões havidas no dia do Pentecoste foram o resultado dessa semeadura, a colheita da obra de Cristo, revelando o poder de Seus ensinos. ...

Sob a influência dos ensinos de Cristo, os discípulos tinham sido induzidos a sentir sua necessidade do Espírito. Mediante a instrução do Espírito receberam a habilitação final, saindo no desempenho de sua vocação. Não mais eram ignorantes e iletrados. Haviam deixado de ser um grupo de unidades independentes, ou elementos discordantes em conflito. Sua esperança não mais repousava sobre a grandeza terrestre. Todos eram “unânimes” (Atos 2:46) e “era um o coração e a alma da multidão dos que criam”. Atos 4:32. Cristo lhes enchia os pensamentos; e visavam a avançamento de Seu reino. Na mente e no caráter haviam-se tornado semelhantes a seu Mestre, e os homens “tinham conhecimento que eles haviam estado com Jesus”. Atos 4:13.

O Pentecoste trouxe-lhes uma iluminação celestial. As verdades que não puderam compreender enquanto Cristo estava com eles, eram agora reveladas. Com uma fé e certeza que nunca antes conheceram, aceitaram os ensinamentos da Sagrada Palavra. Não mais lhes era questão de fé, ser Cristo o Filho de Deus. Sabiam que, ainda que revestido da humanidade, Ele era de fato o Messias, e contaram sua experiência ao mundo com uma confiança que inspirava a convicção de que Deus estava com eles.

Eles podiam falar no nome de Jesus com segurança; pois não era Ele seu Amigo e Irmão mais velho? Levados em íntima comunhão com Cristo, assentaram-se com Ele nos lugares celestiais. Com que abrasante linguagem vestiam suas idéias quando testificavam dEle! Seus corações estavam sobrecarregados com benevolência tão ampla, tão profunda, de tão vasto alcance que foram impelidos a ir aos confins da Terra, testificando do poder de Cristo. Foram cheios de um intenso desejo de levar avante a obra que Ele tinha iniciado. Sentiram a enormidade de seu débito para com o Céu, e a responsabilidade de sua obra. Fortalecidos pela concessão do Espírito Santo, saíram com zelo para estender os triunfos da cruz. O Espírito animava-os, e falava por intermédio deles. A paz de Cristo brilhava em suas faces. Tinham-Lhe consagrado a vida para serviço, e seu próprio semblante evidenciava a entrega que haviam feito. — Atos dos Apóstolos, 44-46.

Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 3 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 3
Comentário Pr Heber Toth Armí


Quase 30 anos se passaram do capítulo anterior. Jesus não exibiu-Se ou exaltou-Se – esperou o tempo oportuno para começar Seu ministério. Ele não fez propaganda, nem campanha política nem usou recursos de marketing. Ele agiu diferentemente daqueles que, atualmente, dizem serem Seus representantes.

João Batista entrou em cena para ser Seu precursor; fez isso sem salário, num lugar nada promissor: o deserto. Não comia em restaurantes glamorosos e nem vestia-se com roupas de grife.

O resultado? Multidões afluíam da cidade para ouvi-lo no deserto da Judeia. Sua mensagem? Simples! “Arrependei-vos” (vs. 1-6).

• Guiado pelo Espírito Santo tudo foge à logica humana.

João tornou-se conhecido por Batista ao introduzir o batismo como evidência de arrependimento; todavia, profetizou que o Messias viria para batizar com Espírito Santo e fogo. Estes não são dois tipos de batismos, em diferentes momentos. A Bíblia não diz “ou com fogo”, mas “e com fogo” (v. 11).

Elucida LeRoy E. Froom que esse texto refere-se a “uma frase explicativa, completando a ideia. É a maneira escriturística de repetir para salientar e reforçar um só pensamento”.

Portanto, “devemos ser batizados com fogo divino agora para escaparmos da destruição do fogo consumidor mais tarde”, salienta Froom. João cumpriu a profecia de Isaías 40:3 e Malaquias 4:5.

Imagina o que seria hoje de um pregador como ele? “Raça de serpentes! O que vocês pretendem rastejando até o rio? Acham que um pouco de água nessa pele de cobra vai fazer alguma diferença? É a vida de vocês que precisa mudar, não a pele! ... O que conta mesmo é a vida. A vida de vocês mostra frutos? Se estiver como madeira morta, só serve para o fogo” (vs. 7-10).

Logo em seguida apareceu Jesus para ser batizado como todos os outros, para identificar-se com os pecadores. Ali a Trindade tornou-Se clara pela primeira vez: Jesus, o Emanuel, no rio Jordão; o Espírito Santo veio em forma de pomba; e, ouviu-se a voz do Pai (vs. 12-17). Três seres divinos, distintos, unidos num mesmo objetivo: salvar pecadores condenados à morte!

1. Precisamos atentar ainda hoje para a mensagem do Batista;
2. Precisamos batizar-nos com Espírito Santo e com fogo para livrar-nos do fogo do inferno.

Evidentemente, é imprescindível o reavivamento e a reforma! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 27 de janeiro de 2018

Jesus estabeleceu um modelo de caráter

Refletindo a Cristo

Jesus estabeleceu um modelo de caráter, 27 de Janeiro

Porque morrestes, e a vossa vida estão culta juntamente com Cristo, em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, Se manifestar, então, vós também sereis manifestados com Ele, em glória. Colossences 3:3-4.

Deixai vossa luz brilhar em boas obras. Disse Cristo: “Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens.” Mateus 5:13. Temo que haja muitos nessa condição. Nem todos têm a mesma obra a fazer; circunstâncias e talentos diferentes qualificam os indivíduos para diferentes tipos de trabalho na vinha do Senhor. Há alguns que ocupam cargos de mais responsabilidade do que outros, mas a cada um é designado um trabalho, e o indivíduo que o executa com fidelidade e zelo, é um fiel mordomo da graça de Deus.

Deus não pretende que a vossa luz brilhe a fim de que vossas palavras ou atos atraiam o louvor dos homens para vós mesmos, e sim, para que o Autor de toda boa obra seja glorificado e exaltado. Jesus, em Sua vida, deu aos homens um modelo de caráter. Quão pequena foi a influência que o mundo teve sobre Ele, para tentar modelá-Lo segundo o seu padrão! Toda a sua influência foi em vão. Disse Ele: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra.” João 4:34. Se tivéssemos tal devoção pela obra de Deus, realizando-a com o olhar voltado exclusivamente para a Sua glória, seríamos capazes de dizer com Cristo: “Eu não procuro a Minha própria glória.” João 8:50. Sua vida era cheia de boas obras, e é nosso dever viver como nosso grande Exemplo viveu. Nossa vida deve estar escondida com Cristo em Deus, e então a luz será refletida de Jesus para nós, e nós a refletiremos sobre os que nos cercam, não apenas no falar e no professar, mas em boas obras, e no manifestar o caráter de Cristo. Os que estão refletindo a luz de Deus manifestarão uma disposição amável. Serão joviais, bem dispostos, obedientes a todos os requisitos divinos. Serão mansos e abnegados, e trabalharão com amor dedicado em favor da salvação de pessoas. ...

Todos os que são verdadeiros portadores de luz hão de refleti-la sobre o caminho alheio. Que todos aqueles que ostentam o nome de Cristo abandonem a iniqüidade. Se vos submeterdes às reivindicações divinas, e vos tornardes permeáveis ao Seu amor, e cheios da Sua plenitude, as crianças, os jovens, e os novos discípulos olharão para vós afim de terem uma idéia do que constitui a religião prática; e assim podereis ser o instrumento que os conduzirá à senda da obediência a Deus. Exercereis então uma influência que resistirá ao teste divino, e vossa obra será comparada ao ouro, prata, e pedras preciosas, pois será de natureza imperecível. — The Review and Herald, 16 de Outubro de 1888.


Este texto vem do livro Refletindo a Cristo, escrito por Ellen G. White

Mateus 2 Comentário Pr Heber Toth Armí

MATEUS 2
Comentário Pr Heber Toth Armí

O fato de Jesus ter vindo ao mundo só terá resultado se Ele tiver lugar na estrebaria de nosso coração.

Três grupos existirão até o fim da história do pecado:

1. Algumas pessoas, como Herodes, sempre odiarão Jesus (vs. 2, 12-23). Perseguidores, críticos, ateus, incrédulos, etc. possuem ódio mortal contra Ele, mesmo que no fundo sabem que deveriam aceitá-lO!
2. Muitas pessoas, como os sacerdotes e escribas, negligenciarão sempre a Jesus (vs. 3-6). Professar ser cristão não é a mesma coisa que ser cristão. Aqueles que vivem relaxada, superficial e negligentemente as orientações de Cristo não O amam de verdade.
3. Alguns sempre adorarão a Jesus, como os magos (vs. 2, 11). Esses presentes valiosos revelam o quanto devemos valorizar Jesus.

Curioso é que os sábios vieram do Oriente, com presentes caros, até Jerusalém; guiados sobrenaturalmente por uma estrela, sem serem judeus; entretanto, nada disso atiçou a curiosidade dos líderes religiosos, conhecedores de Bíblia, a investigarem se realmente o Messias, prometido em todo o Antigo Testamento, estaria nascendo em seus dias.

Indagados por Herodes, os principais líderes religiosos citaram de memória Miqueias 5:2 (v. 6). Consequentemente, o texto mostra que, conhecer a Bíblia não é o mesmo que conhecer Jesus. Ser Dr. em teologia, pastor, padre, bispo, presbítero, diácono, professor de classe bíblica, etc. não é garantia de ser verdadeiramente religioso.

O que precisa ser feito? Submeter-se a Deus como demonstraram os sábios:

• É necessário buscar a Jesus com fé sincera: Viajando a camelos, enfrentando o deserto arenoso, frio à noite e calor de dia, eles viajaram com fé.

• É necessário procurar Jesus séria e diligentemente: Sem perceber vestígios do nascimento do Messias em Jerusalém, os sábios perguntaram diligentemente por Ele até chegar a Herodes, o governador. Eles não desistiram enquanto não O encontraram.

• É necessário seguir à revelação inspirada: Possivelmente os sábios tiveram apenas a profecia de Números 24:17; contudo, eles atentaram para o que tinham.

Enfim, cuidado com a religiosidade teórica, superficial e formal. Apenas quem segue os passos dos magos aos procurarem por Jesus encontrarão e adorarão ao verdadeiro Salvador

Se Jesus não hesitou em nascer numa estrebaria fétida Ele não terá problema em nascer num coração apodrecido de dúvidas e pecados. Ele quer transformar nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Cristo—Nosso exemplo em humildade

Refletindo a Cristo


Cristo—Nosso exemplo em humildade ,26 de Janeiro


Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados. Efésios 5:1.

Os vigias de Deus não devem estudar meios de agradar ao povo, nem ouvir suas palavras, nem expressá-las; devem antes ouvir o que diz o Senhor, e qual é Sua mensagem para o povo. Se se basearem em sermões preparados anos atrás, poderão deixar de atender às necessidades do momento. Seu coração deve estar aberto para que o Senhor possa impressionar a mente, e então terão condições de transmitir ao povo a preciosa verdade acolhedora do Céu. ...

Há ao mesmo tempo muito pouco do Espírito e poder de Deus no trabalho dos vigias. O Espírito que caracterizou a maravilhosa reunião no dia de Pentecoste, está esperando a fim de manifestar o Seu poder sobre os homens que agora se acham colocados entre os vivos e os mortos, como embaixadores de Deus. O poder que tão fortemente sacudiu o povo no movimento de 1844 se revelará novamente. A mensagem do terceiro anjo irá avante, não em voz baixa, mas num alto clamor. 

Muitos que professam possuir grande luz estão andando em fagulhas de seu brilho. Eles precisam ungir os seus lábios com a brasa viva do altar, para que possam difundir a verdade como homens inspirados... 

Se Cristo tivesse vindo na majestade de um rei, com a pompa que acompanha os grandes homens da Terra, muitos O teriam aceito. Mas Jesus de Nazaré não ofuscou os sentidos com uma exibição de glória externa, a fim de fazer disto a base de sua reverência. Ele veio como um homem humilde, afim de ser Mestre e Modelo, bem como Redentor da humanidade. Tivesse Ele incentivado a pompa, e sido seguido por uma comitiva de grandes homens da Terra, como poderia Ele ter ensinado humildade? Como poderia Ele ter apresentado as verdades candentes que ensinou em Seu Sermão da Montanha? Seu exemplo foi tal, que Ele deseja ser imitado por Seus seguidores. Onde ficaria a esperança dos humildes desta vida se Ele tivesse vindo em exaltação, e vivido como um rei na Terra? 

Jesus conhecia as necessidades do mundo melhor do que eles próprios. Ele não veio como um anjo, revestido da armadura celestial,mas como homem. No entanto,com Sua humildade se achavam combinados inerente poder e grandeza que espantaram os homens que O amaram. Embora possuindo tal amabilidade e modesta aparência, Ele andava entre eles com a dignidade e poder de um rei de origem celeste. As pessoas ficavam assombradas, confusas. Tentavam arrazoar sobre o assunto, mas não se mostrando dispostas a renunciar a suas próprias idéias, cederam lugar a dúvidas e se apegaram à velha expectativa de um Salvador que viria em grandeza terrena. — Testemunhos para a Igreja 5:252-253. 

Este texto vem do livro Refletindo a Cristoescrito por Ellen G. White

Mateus 1 Coment Pr Heber Toth Armí

MATEUS 1
Comentário Pr Heber Toth Armí


A genealogia bíblica é tão inspirada como qualquer outra parte sagrada da Bíblia. É tão palavra de Deus e importante quanto quaisquer inspiração divina.

• O que podemos aprender da genealogia de Jesus?

“Um milênio antes, Deus tinha feito um acordo incondicional com Davi, prometendo-lhe um reino que duraria para sempre e uma linhagem perpétua (Sl 89:4, 36-37). Esse acordo agora é cumprido em Cristo: Ele é o herdeiro legítimo do trono de Davi por meio de José e a semente nobre de Davi por intermédio de Maria. Pelo fato de viver para sempre, seu reino não terá fim, e ele reinará pela eternidade como o maior filho de Davi” (William MacDonald).

Note que o primeiro capítulo do livro de Mateus...

• ...Tem a finalidade de apresentar o Messias Salvador que deixou o Céu para nascer na Terra.
• ...Esclarece a natureza única, peculiar e exclusiva do menino que nasceu numa humilde estrebaria.
• ...Apresenta um Rei eterno, Divino e Majestoso Universalmente sendo motivado pelo amor a fim de salvar o pecador.

Consequentemente, deste capítulo inaugural do Novo Testamento, é possível destacar os seguintes verdades impactantes:

• Jesus adquiriu natureza humana (vs. 1-17): A genealogia apresenta Jesus como filho de Davi, com direito ao trono; como filho de Abraão, o descendente que abençoaria toda a Terra; e, revela o Messias, o Salvador do pecador.

• Jesus sempre possuiu natureza divina (vs. 18-25): Jesus é Deus conosco porque é tão divino quanto Deus, o Pai (Jeová). O relato da concepção virginal pelo poder do Espírito Santo apresenta Jesus como o Filho de Deus, o Emanuel (Deus conosco).

Diante disso, extraímos as seguintes aplicações:

1. JESUS é o homem-Deus, que teve um começo como humano, mas nunca como divino.
2. JESUS é o descendente da mulher, o Libertador divino-humano, que veio para resgatar a humanidade do pecado.
3. JESUS é o único ser que legalmente tem condições de salvar o pecador, pois Ele é totalmente homem e totalmente Deus conosco.

Jesus é o Messias que cumpre cabalmente as profecias do Antigo Testamento! Mateus é o elo que liga os dois Testamentos!

Precisamos valorizar mais a Jesus. Portanto, Conheça-O. Entenda melhor Quem Ele realmente é. Deixe que Ele seja teu Salvador, te liberte do pecado e te restaure com Seu perdão... – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Deus revelado em Cristo

Refletindo a Cristo
Deus revelado em Cristo, 25 de Janeiro

Eu e o Pai somos um. João10:30.

Como Ser pessoal, Deus Se revelou em Seu Filho. O resplendor da glória do Pai, “a expressa imagem da Sua pessoa” (Hebreus 1:3), como um Salvador pessoal, Jesus veio ao mundo. Como um Salvador pessoal, subiu Ele ao Céu. Como um Salvador pessoal, Ele intercede nas cortes celestes. Perante o trono de Deus, intercede em nosso favor “Um semelhante ao Filho do homem”. Apocalipse 1:13.

Cristo, a luz do mundo, velou o ofuscante esplendor de Sua divindade, e veio viver como homem entre os homens, a fim de que eles pudessem, sem ser consumidos, vir a relacionar-se com seu Criador. Desde que o pecado trouxe separação entre o homem e Aquele que o fizera, homem algum viu, em qualquer tempo, a Deus, a não ser segundo Ele Se manifesta por intermédio de Cristo. 

“Eu e o Pai somos um”(João10:30), declarou Cristo.“Ninguém conhece o Filho senão o Pai; e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho O quiser revelar.” Mateus 11:27.

Cristo veio para ensinar às criaturas humanas aquilo que Deus deseja que elas conheçam. Em cima nos Céus, na Terra, na vastidão do oceano, vemos a obra das mãos de Deus. Todas as coisas criadas testificam de Seu poder, Sua Sabedoria, Seu amor. Todavia não nos é possível, por meio das estrelas ou do oceano ou da catarata, aprender da personalidade de Deus o que nos é revelado em Cristo. 

Deus viu que era necessária uma mais clara revelação, tanto de Sua personalidade como de Seu caráter, do que a que nos é oferecida pela Natureza. Enviou Seu filho ao mundo para, tanto quanto a vista humana podia suportar, manifestar a natureza e os atributos do Deus invisível. ... 

Tomando sobre Si a humanidade, Cristo veio ser um com a humanidade, e ao mesmo tempo revelar às pecadoras criaturas humanas o Pai celestial. Aquele que estivera na presença do Pai, desde o princípio, Aquele que era a expressa imagem do invisível Deus, era o único habilitado a revelar à humanidade o caráter divino. Em tudo Ele foi feito semelhante a Seus irmãos. Fez-Se carne, tal qual nós somos. Sentia fome e sede e fadiga. Era sustentado pelo alimento, e refrigerado pelo sono. Partilhou da sorte dos homens; era, todavia, o imaculado Filho de Deus. ... Terno, compassivo, cheio de simpatia, sempre atencioso para com os outros, Ele representava o caráter de Deus,achando-Se continuamente empenhado em serviço para como Senhor e o homem. — A Ciência do Bom Viver, 418, 419, 422-423. 

O tema da redenção ocupará a mente e a língua dos remidos por séculos sem fim. O reflexo da glória de Deus resplandecerá para sempre e sempre da face do Salvador. — Carta 280, 1904. 

Este texto vem do livro Refletindo a Cristoescrito por Ellen G. White


Malaquias 4 Comentário Pr Heber Toth Armí

MALAQUIAS 4
Comentário Pr Heber Toth Armí

Este é o último capítulo do profeta Malaquias. Até aqui, o Antigo Testamento, mostra-nos a vitória do bem sobre o mal, da justiça sobre a injustiça, de Deus sobre o pecado. Sim, o pecado vai ter fim, não restará nada.

Este último capítulo do Antigo Testamento, pode ser assim dividido:

• Deus revela o grande dia do acerto de contas com aqueles que não fizeram caso dEle, ignorando Seu plano de salvação (v. 1);

• O grande dia da recompensa daqueles que em primeiro lugar em sua vida e tornaram-se justos (vs. 2-3);

• Antes do veredicto final Deus que o mundo todo conheça Suas Leis e o plano da salvação, oferecendo a última oportunidade de salvação aos perdidos (vs. 4-6).

A seguir, destacarei dois pontos interessantes desse texto:

• Um dia Deus vencerá completamente sobre o mal: Raiz e ramos referem-se ao mal e seus agentes: Satanás, demônios e amantes doo pecado. “Os pecadores serão queimados como o fogo consome o restolho; eles se tornarão como cinzas sob os pés dos santos” (W. W. Wiersbe). “Naquele dia, o perverso será como restolho chocho, vazio, sem valor ... aqueles que pensam que o mal compensa, um dia saberão a diferença entre o justo e o perverso” (Hernandes Dias Lopes).
• Esse dia aponta ao final do milênio de Apocalipse 20 e à renovação da Terra em Apocalipse 21-22: Esse é o clímax final do plano da salvação. “Jesus é aquele que traz a totalidade das promessas de Deus para nós ... Aos ímpios, o fogo destrói. Aos justos, o sol traz ‘cura’ (ou ‘saúde’, que é o que se entende). Esta é a proposta do Senhor: morte ou vida” (Isaltino Coelho Filho).

Interessante que o texto mostra Deus fazendo tudo para que antes da volta de Jesus haja um despertar poderoso baseado na Palavra, visando o salvar ao maior número de pessoas (vs. 4-6).

No juízo executivo Deus aniquilará totalmente ao pecado; Satanás, os demônios e seus agentes nunca mais existirão.

Essa ação divina resultará em alegria indescritível ao Universo inteiro, os salvos saltarão de alegria como bezerros libertos da estrebaria. O Antigo Testamento não termina com maldição, mas com um alerta! Evite a maldição que resulta do pecado a fim de que te alegres eternamente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Cristo—Príncipe da paz

Refletindo a Cristo
Cristo—Príncipe da paz ,24 de Janeiro

Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Mateus 5:9.


Cristo é o “Príncipe da Paz” (Isaías 9:6), e é Sua missão restituir à Terra e ao Céu a paz que o pecado arrebatou. “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” Romanos 5:1. Todo aquele que consente em renunciar ao pecado, e abre o coração ao amor de Cristo, torna-se participante dessa paz celestial. 

Não há outra base de paz se não essa. A graça de Cristo, recebida no coração, subjuga a inimizade;afasta a contenda, e enche o coração de amor. Aquele que se acha em paz com Deus e seus semelhantes, não se pode tornar infeliz. Em seu coração não se achará a inveja; ruins suspeitas aí não encontrarão guarida; o ódio não pode existir.O coração que se encontra em harmonia com Deus partilha da paz do Céu, e difundirá ao redor de si sua bendita influência. O espírito de paz repousará qual orvalho sobre os corações desgostosos e turbados pelos conflitos mundanos. 

Os seguidores de Cristo são enviados ao mundo com a mensagem de paz. Quem quer que seja que, pela serena, inconsciente influência de uma vida santa, revelar o amor de Cristo; quem quer que, por palavras ou ações, levar outro a abandonar o pecado e entregar o coração a Deus, é um pacificador. 

E “bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Mateus 5:9. O espírito de paz é um testemunho de sua ligação com o Céu. Envolve-os a suave fragrância de Cristo. O aroma da vida, a beleza do caráter, revelam ao mundo que eles são filhos de Deus. Vendo-os, os homens reconhecem que eles têm estado com Jesus. ... 

“O restante de Jacó estará no meio de muitos povos, como orvalho do Senhor, como chuvisco sobre a erva, que não espera pelo homem, nem depende dos filhos de homens.” Miqueias 5:7. — O Maior Discurso de Cristo, 27

Quando Isaías predisse o nascimento do Messias, conferiu-Lhe o título de “Príncipe da Paz”. Quando os anjos anunciaram aos pastores que Cristo nascera, cantaram sobre as planícies de Belém: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na Terra entre os homens, a que Ele quer bem.” Lucas 2:14. 

Há uma aparente contradição entre estas declarações proféticas e as palavras de Cristo: “Não penseis que vim trazer paz à Terra; não vim trazer paz, mas espada.” Mateus 10:34. Mas, entendidas corretamente, ambas estão em perfeita harmonia. O evangelho é uma mensagem de paz. O cristianismo é um sistema religioso que, recebido e obedecido, espalharia paz, harmonia e felicidade porto da a Terra. A religião de Cristo ligará em íntima fraternidade todos os que lhe aceitarem os ensinos. Foi missão de Jesus reconciliar os homens com Deus, e assim uns com os outros. — O Grande Conflito, 46-47. 

Este texto vem do livro Refletindo a Cristoescrito por Ellen G. White

Malaquias 3 Comentário Pr Heber Toth Armí

MALAQUIAS 3
Comentário Pr Heber Toth Armí


A decepção tende a levar à acusação a Deus. Estude este capítulo e tire tuas próprias conclusões.

“O templo reconstruído era uma triste imitação da maravilha arquitetônica de Salomão. O altivo futuro de triunfo e paz mundial descrito pelos profetas parecia um sonho distante” (Philip Yancey).

Ao voltar do cativeiro babilônico parece que nada era bom como antes. Tudo parecia deprimente, isso interferia na espiritualidade dos crentes. “Uma melancolia geral tomou conta dos judeus, uma decepção para com Deus visível nas reclamações e também nos atos. Como as pessoas diziam na época: ‘Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos...?’” (Yancey).

Frente a tal melancolia, com ritmo de apostasia, Malaquias ergue sua voz com ousadia. Qual é sua mensagem?

• Há um juízo em vista: Um mensageiro, João Batista, será o precursor do Messias, o qual trará juízo. Malaquias mescla a primeira com a segunda vinda e a terceira vinda de Cristo (vs. 1-5).
• Em resposta à aparente distância de Deus e frente a Sua silente indiferença indagada em 2:17, o profeta mostra a negligência espiritual do povo que roubava a glória de Deus. O roubo nos dízimos e nas ofertas era apenas uma evidência externa de que Deus não era prioridade na vida do crente já fazia muito tempo (vs. 6-12).
• A vida desprovida de intimidade com Deus tira do coração o que é prioridade para dar lugar ao que é supérfluo, levando os crentes e os líderes espirituais às criticas infundadas contra Deus. Apesar disso, nitidamente Deus mostra que, no juízo, todos verão quem é quem e ali será evidente as vantagens de permanecer fiel a Deus em toda situação (vs. 13-18).

As pessoas podem frequentar à igreja quantas vezes quiserem, devolver fielmente os dízimos e até entregar volumosas ofertas, mas sem um relacionamento intenso e constante com Deus, priorizando-O e glorificando-O acima de tudo, de nada adiantará no dia do juízo.

Crer em um juízo universal ajuda as pessoas a se consagrarem diariamente. Todavia, saber que há um Deus que recompensará a consagração exclusiva a Seu serviço motiva ainda mais a colocar as coisas espirituais acima dos bens materiais.

Cuidado para não cair nas práticas erradas dos judeus da época de Malaquias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

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