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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Construir — reparar — restaurar


Construir — reparar — restaurar, 20 de Setembro


Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável. Isaías 58:12.

Na obra de reforma a ocorrer hoje, há necessidade de homens que, como Esdras e Neemias não obscureçam ou desculpem o pecado, nem se esquivem de vindicar a honra de Deus. Aqueles sobre quem repousa o fardo desta obra, não se sentirão em paz quando o erro é praticado, nem cobrirão o mal com o manto da falsa caridade. Eles se lembrarão que Deus não faz acepção de pessoas, e que a severidade para com uns poucos pode representar misericórdia para com muitos. Lembrar-se-ão também de que o Espírito de Cristo deve ser revelado naquele que repreende o mal.

Em sua obra, Esdras e Neemias se humilharam perante Deus, confessando os seus pecados e os pecados do seu povo, e pleiteando o perdão como se fossem eles os ofensores. ... Neemias não era sacerdote; não era profeta; não fez praça de altos títulos. Ele era um reformador surgido para um importante tempo. Seu alvo era pôr o seu povo em harmonia com Deus. Inspirado com grande propósito, ele pôs cada energia do seu ser na sua realização. ... Ao entrar em contato com o mal e a oposição ao direito, tomou posição tão determinada que o povo foi despertado para trabalhar com vivo zelo e coragem. ...

A obra de restauração e reforma realizada pelos que voltaram do exílio sob a liderança de Zorobabel, Esdras e Neemias, apresenta o quadro de uma obra de restauração espiritual que deve ocorrer nos últimos dias da história da Terra. ...

O remanescente de Deus, em pé diante do mundo como reformadores, deve mostrar que a lei de Deus é o fundamento de toda reforma perdurável, e que o sábado do quarto mandamento deve permanecer como memorial da criação, uma lembrança constante do poder de Deus. De maneira clara e distinta devem apresentar a necessidade de obediência a todos os preceitos do decálogo. Constrangidos pelo amor de Cristo, devem cooperar com Ele na reconstrução dos lugares assolados. Devem ser reparadores das roturas, e restauradores de veredas para morar. Isaías 58:12. — Profetas e Reis, 675-678.



Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Lamentações 5 Comentário Pr Heber Toth Armí

Lamentações 5 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Creio que não damos o devido valor que merece o livro de Lamentações. Os judeus o consideram importante e o leem pelo menos uma vez ao ano. Lamentações consta na lista de livros lidos numa das festas anuais:

• Cantares de Salomão: Páscoa.
• Rute: Pentecostes.
• Eclesiastes: Festa das cabanas ou tabernáculos.
• Ester: Purim.
• Lamentações: Queda de Jerusalém e destruição do templo, festa celebrada no nono dia de Av (meados de julho).

O Dicionário Bíblico Wycliffe faz a seguinte análise sobre Lamentações: “O lamento não é simplesmente por Jerusalém estar destruída e o povo devastado. É que a catástrofe é um ato de Deus, executando um castigo merecido. Aqueles que deveriam ter sido líderes responsáveis não agiram corretamente, e o povo, voluntariamente, os seguiu. Deus está castigando Israel por seu pecado. Mas a adversidade não é apenas punitiva, é também corretiva. O amor e o propósito da aliança de Deus jamais falharam e jamais falharão”.

O capítulo final vai além do lamento. D. L. Moody declara que “este capítulo é realmente uma oração nacional feita a Jeová, a única esperança e auxílio de Sião”.

Assim, este capítulo é o auge do livro, o ápice dos lamentos, a conclusão apoteótica – a “cereja do bolo”. Então, redobre a tua atenção nestes últimos 22 versículos:

1. Reconhecimento nacional de que a terrível situação deu-se devido ao histórico carregado de pecados é uma nobre motivação para começar uma oração (vs. 1-4);
2. Embora a profecia indicasse exílio em Babilônia de 70 anos no livro de Jeremias (25:1-14), é sábio expor aflições a Deus e suplicar-Lhe misericórdia para suportar as consequências dos pecados (vs. 5-16);
3. Os caminhos seriam outros caso pecados não fossem amados. A história seria diferente se houvesse aberta rejeição à corrupção. Os pecados arruínam a sociedade, adoecem o coração e saqueiam as bênçãos de Deus (vs. 17-18).
4. Deus é a esperança exclusiva e concreta para qualquer desespero e angústia. O poema termina assim:

Contudo, ó Eterno, Tu ainda és soberano,
E teu trono eterno permanece para sempre...

Leva-nos de volta para Ti, Senhor! Estamos prontos para voltar.
Dá-nos um novo início.
A não ser que não tenha mais volta, não nos queira mais, 
e a sua fúria não tenha fim (vs. 19-22).

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

terça-feira, 19 de setembro de 2017

“Não poderei descer”,


“Não poderei descer”, 19 de Setembro


Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? Neemias 6:3.

Neemias foi escolhido por Deus porque estava disposto a cooperar com o Senhor, como restaurador. ... Quando viu serem seguidos princípios errados não ficou como simples espectador, em silencioso consentimento. Não deixou que o povo concluísse estar ele do lado errado. Assumiu firme e intransigente posição ao lado do direito. — The S.D.A. Bible Commentary 3:1136.

Todo artifício que o príncipe das trevas pode sugerir será empregado para induzir os servos de Deus a formar uma confederação com os agentes de Satanás. ... Como Neemias, eles devem firmemente responder: “Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer.” Os obreiros de Deus podem manter-se a salvo com sua obra, permitindo que seus esforços refutem as falsidades que a malícia possa cunhar para prejudicá-los. Como os construtores dos muros de Jerusalém, devem recusar ser desviados de sua obra pelas ameaças, [ou] motejos. ...

Ao aproximar-se o tempo do fim, as tentações de Satanás serão dirigidas com maior poder contra os obreiros de Deus. Ele empregará agentes humanos para insultar e desanimar os que “edificam o muro”. Mas se os edificadores descerem para enfrentar os ataques dos seus inimigos, isto tão-somente retardaria a obra. Devem eles procurar derrotar os propósitos dos seus adversários; mas não devem permitir que coisa alguma os desvie de sua obra. A verdade é mais forte que o erro, e o direito prevalecerá sobre a injustiça. ... Na firme devoção de Neemias à obra de Deus, e sua confiança igualmente firme em Deus, jaz a razão da derrota dos seus inimigos em atraí-lo ao seu poder. A alma indolente facilmente cai presa da tentação; mas na vida que tem nobre alvo, absorvente propósito, o mal encontra pouco terreno. ...

Deus tem provido assistência divina para todas as emergências que superam nossos recursos humanos. Ele dá o Espírito Santo para ajudar em toda dificuldade, para fortalecer nossa esperança e segurança, para iluminar nossa mente e purificar nosso coração. Ele provê oportunidades e abre canais de operação. Se Seu povo estiver observando as indicações de Sua providência e estiver pronto para cooperar com Ele, poderosos resultados serão vistos. — Profetas e Reis, 659, 660.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Lamentações 4 Comentário Pr Heber Toth Armí

Lamentações 4 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Fazer autoavaliação espiritual baseando-se na Bíblia é uma forma de buscar explicações concretas para nossas situações complexas.

“Duas ideias distintas, mas relacionadas, ajudam a unificar o livro das Lamentações. Primeiro, embora o texto lastime claramente a condição de Jerusalém, a retidão de Deus nunca é deixada de lado. O Senhor manteve as promessas de punição (2.17) ver Levítico 26; Deuteronômio 27-28; II Reis 17; 25. Segundo, Deus é fiel ao povo de Israel (3.22,23), o que significa que nele permanece a esperança para o futuro. Deus não rejeitará o povo para sempre, um fato que Deuteronômio 30, Isaías 65 e 66, Jeremias 30-33, Ezequiel 36 e 37 e inúmeros outros textos já proclamaram. A retidão de Deus exige que o pecado seja castigado. A fidelidade divina exige que as promessas feitas ao crente sejam mantidas” (Paul R. House).

Sobre o capítulo 4, House afirma: “Apesar de constante esperança baseada no caráter de Deus, expressa em Lamentações 3, Israel como um todo tem ainda que voltar-se para o fiel Yahweh. Por isso, a realidade continua severa. Cada elemento da sociedade israelita foi afetado pela queda de Jerusalém. Crianças morrem (4.4), algumas cozidas pela própria mãe, que as comem devido ao sítio (4.10). Profetas (3.13) e nazireus (4.7 na NVI: príncipes) compartilham a miséria nacional. Em resumo, a ira de Deus ‘dividiu’, ou espalhou, o povo pelo mundo (4.16). Tão efetiva foi essa dispersão que seu efeito em Isael é comparada à destruição de Sodoma (4.6)”.

Pecadores precisam arrepender-se!

• Desvalorizar ao Senhor é armadilha fatal que leva pecadores a serem e se sentirem desvalorizados na sociedade (vs. 1-4);
• Justos não são desamparados nem sua descendência mendiga o pão (Salmo 37:25); mas, a imoralidade e a impiedade resultam em misérias inigualáveis (vs. 5-10);
• A intolerância de Deus ao pecado é visível em Suas atitudes, as quais visam corrigir e libertar Seu povo, inclusive profetas e sacerdotes, das marcas do diabo (vs. 11-16).
• A disciplina de Deus não é exclusiva para Seu povo, Ele quer restaurar Edom e o mundo. O castigo divino objetiva eliminar o mal, por isso há esperança em Deus (vs. 17-22).

Antes de irritar-se com Deus por tua situação, irrite-se com o pecado; depois, busque perdão em Deus! 

“Senhor, perdoa-nos! Restaura-nos! Reaviva-nos...” – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Não excluir os pobres, 18 de Setembro

Não excluir os pobres, 18 de Setembro


Quando entre ti houver algum pobre de teus irmãos, em alguma das tuas portas, na tua terra que o Senhor, teu Deus, te dá, ... lhe abrirás de todo a tua mão e livremente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade. Deuteronômio 15:7, 8.

Nos tempos após o retorno dos exilados de Babilônia, os judeus ricos tinham ido diretamente contra esses mandamentos. Quando os pobres foram obrigados a tomar emprestado a fim de pagar tributo ao rei, os ricos lhes haviam emprestado o dinheiro, mas mediante altos juros. Lançando hipotecas sobre as terras dos pobres, haviam gradualmente reduzido os infortunados devedores à mais profunda pobreza. Muitos tinham sido forçados a vender seus filhos e filhas como escravos; e parecia não haver esperança de que sua condição melhorasse, nem possibilidade de redimirem a seus filhos ou suas terras, nem qualquer outra perspectiva diante deles que não sofrimento sempre crescente, com perpétua carência e cativeiro. No entanto eles eram da mesma nação, filhos do mesmo concerto, como seus irmãos mais favorecidos. ...

Ouvindo Neemias desta cruel opressão, sua alma se encheu de indignação. “Ouvindo eu, pois, o seu clamor, e estas palavras”, ele diz, “muito me enfadei.” Neemias 5:5, 6. Ele viu que se quisesse ter êxito em derribar o opressivo costume de cobrança, precisava tomar posição decidida ao lado da justiça. Com característica energia e determinação, entregou-se à tarefa de levar alívio a seus irmãos.

O fato de que os opressores eram homens ricos, cujo apoio era grandemente necessário na obra de restauração da cidade, nem por um momento influiu em Neemias. Rijamente ele repreendeu aos nobres e juízes; e havendo reunido uma grande assembléia do povo, apresentou diante deles o que Deus pedia no tocante ao caso. ...

Este relato ensina-nos uma importante lição. “O amor do dinheiro é a raiz de todo o mal.” 1 Timóteo 6:10. Nesta geração, o desejo de ganho é paixão absorvente. ... Nós éramos todos devedores à justiça divina; mas nada possuíamos para pagar o débito. Então o Filho de Deus, que de nós teve piedade, pagou o preço de nossa redenção. Ele Se fez pobre para que por Sua pobreza fôssemos enriquecidos. Mediante obras de liberalidade para com os Seus pobres, podemos provar a sinceridade de nossa gratidão pela misericórdia a nós estendida. — Profetas e Reis, 647, 648, 650, 652.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org



Lamentações 3 Comentário Pr Heber Toth Armí

Lamentações 3
Comentário Pr Heber Toth Armí

Todos nós temos problemas, enfrentamos desafios e lutamos por soluções. Há momentos de bonança, mas são muitos (e intensos) os momentos tensos e angustiantes.

“Os problemas nunca vão desaparecer durante nossa existência. Problemas existem para ser resolvidos e não para perturbar-nos. Quando a ansiedade ou a angústia invadir sua alma, não se desespere, extraia lições de sua aflição. É a melhor maneira de ter dignidade na dor. Caso contrário, sofrer é inútil. E, infelizmente, a maioria das pessoas sofre inutilmente. Elas expandem a sua miséria sem enriquecer a sua sabedoria”, explica o médico, psicoterapeuta e psiquiatra Augusto Cury.

O Comentário Bíblico Adventista observa que “por 40 anos, Jeremias instou o povo de Judá a que se arrependesse; ele procurou fortalecer as mãos de Josias e de seus sucessores por meio de um governo justo e uma política externa sábia e honesta; e, acima de tudo, alertou a Judá da certeza da destruição que viria caso a nação persistisse em seus maus caminhos. As Lamentações são o clímax destas profecias. Testificam do seguro cumprimento dos juízos prometidos por Deus. Contudo, sua mensagem não é desesperadora. Em meio à mensagem de desolação corre um fio de esperança de que o Senhor perdoará e abrandará o sofrimento de Seu povo”.

Note que o remanescente sofre ao ver o povo de Deus sofrendo. Entretanto, ao voltar-se para Deus, sem ignorar a prevalência da justiça divina sobre o pecado de um povo injusto, apoia-se sobre a esperança e misericórdia divinas. Então, clama por libertação e pede justiça contra inimigos.

W. Osborne sintetiza o terceiro lamento de Jeremias da seguinte forma:

1. O homem que viu a aflição (vs. 1-21);
2. O tempo de esperar em Deus (vs. 22-39);
3. Um tempo para avaliação (vs. 40-54);
4. Um Deus pronto para responder (vs. 55-66).

Misericórdia e graça de Deus transbordam em um mundo sofredor. Elas se renovam a cada amanhecer. Quando você acorda, o saldo de misericórdia Deus está sempre positivo!

• Sábio é quem aprende tirar o foco das preocupações e colocar na oração que espera pelo Senhor.

Relembrar atos divinos na história sagrada enche-nos o coração de esperança. Na cruz aconteceu a maior demonstração da graça e misericórdia divinas. Reflita no sofrimento de Jesus por ti. 

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

domingo, 17 de setembro de 2017

Aliança profana

Aliança profana, 17 de Setembro



O nosso Deus pelejará por nós. Neemias 4:20.

A restauração das defesas de Jerusalém não prosseguia sem embaraços. Satanás estava trabalhando para suscitar oposição e levar o desencorajamento. ... Mas descrédito e ridículo, oposição e ameaças, pareciam apenas inspirar Neemias com mais firme determinação, e despertá-lo para maior vigilância. Ele reconheceu os perigos que tinha de enfrentar nesta luta com seus inimigos, mas sua coragem foi indomável. “Nós oramos ao nosso Deus”, declara ele, “e pusemos uma guarda contra eles de dia e de noite.” Neemias 4:10-12, 9. ...

Ao lado de Neemias ficava um trombeteiro, e nos diferentes pontos do muro foram estacionados sacerdotes portando trombetas sagradas. O povo foi espalhado em suas atividades; mas no caso de aproximação de perigo em qualquer ponto, era dado um sinal para que acorressem a reparar ali sem mais demora. “Assim trabalhamos na obra”, diz Neemias; “e metade deles tinha as lanças desde a subida da alva até ao sair das estrelas.” Neemias 4:21. ... Neemias e seus companheiros não se esquivaram a dificuldades ou serviço árduo. Nem de dia e nem de noite, nem mesmo nos curtos períodos concedidos para o sono, eles tiraram suas vestes ou abandonaram suas armas.

A oposição e desencorajamento que os reconstrutores nos dias de Neemias tiveram de enfrentar da parte de inimigos declarados e falsos amigos, é típica da experiência dos que trabalham hoje para Deus. Cristãos são provados, não somente pela ira, desprezo e crueldade de inimigos, mas pela indolência, inconstância, tibieza e perfídia de pretensos amigos e auxiliares. ...

Satanás tira vantagem para a realização dos seus propósitos de todo elemento não consagrado. Entre os que professam ser sustentadores da causa de Deus, há os que se unem com os Seus inimigos. ... A resposta da fé hoje deve ser a que deu Neemias: “Nosso Deus pelejará por nós”; pois está no trabalho, e nenhum homem poderá impedir o seu sucesso final. — Profetas e Reis, 641, 643-645.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org


Lamentações 2 Comentário Pr Heber Toth Armí

Lamentações 2 
Comentário Pr Heber Toth Armí

Junto com o livro de Jó, o livro de Lamentações trata do sofrimento. Em Jó, o justo sofre. Em Lamentações, justos e injustos sofrem. Em ambas situações o sofrimento motiva a buscar explicações, induzindo indivíduos à reflexões profundas para alcançar conclusões positivas.

“O livro de Lamentações não contém apenas queixas. O autor percebe a importância de refletir sobre o próprio sofrimento e sobre a dor de seu povo. Ele busca – e encontra – as razões do sofrimento e do infortúnio. Portanto, o livro serve de modelo para meditação sobre o sofrimento ou durante um momento difícil, para que se possa entender a razão da dor no esquema das coisas e tomar a atitude correta, reconhecendo que o sofrimento não é o fim de tudo” (Issiaka Coulibaly).

R. K. Harrison nos dá os seguintes tópicos do segundo capítulo de Lamentações:

• Hostilidade de Deus para com Seu povo (vs. 1-9);
• Sofrimento pelo homem (vs. 10-13);
• Verdadeiros e falsos profetas (vs. 14-17);
• Uma chorosa oração a Deus (vs. 18-22).

Deixar de confiar em Deus para confiar em qualquer outra coisa, faz Deus evidenciar a insensatez desse tipo de confiança. O texto nos ensina, por meio dos erros de Israel, que de nada vale colocar a confiança em:

1. Líderes (v. 2);
2. Poderes (v. 5);
3. Palácios (v. 5);
4. Fortalezas (v. 5);
5. No templo (Igreja) e seus oficiantes (v. 6);
6. Nas festas religiosas (v. 6).

Confiar em tudo, exceto em Deus, significa preencher o próprio atestado de óbito. Nem mesmo rituais religiosos possuem algum tipo de valor desvinculado de íntimo relacionamento com o Soberano Senhor do Universo.

Não adianta criticar aqueles que erram. Jeremias percebe a situação de Israel e sem criticar chora ao ver os filhos de seu povo morrendo de fome. O profeta não ficou importunando os miseráveis sofredores, dizendo: “Eu avisei”, “não me quiseram ouvir”, etc. Pelo contrário, veja o que o profeta disse:

“Como poderei entender sua terrível condição, amada Jerusalém?
O que posso dizer para dar a você conforto, amada Sião?
Quem pode restaurar você? Esse rompimento está além da compreensão” (v. 13).

Só em Deus existe esperança. Só nEle há restauração. Ele é o único que pode reverter qualquer situação, inclusive as piores consequências do pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 16 de setembro de 2017

Inativos

Inativos, 16 de Setembro


Ao lado destes, repararam os tecoítas; os seus nobres, porém, não se sujeitaram ao serviço do seu senhor. Neemias 3:5.

Entre os primeiros a absorverem o espírito de zelo e fervor de Neemias estavam os sacerdotes. Graças a sua influente posição, esses homens muito podiam fazer para o progresso ou embaraço da obra; e sua pronta cooperação desde o início, contribuiu não pouco para o sucesso. A maioria dos príncipes e autoridades de Israel assumiram com nobreza o seu dever, e esses homens fiéis tiveram honrosa menção no livro de Deus. Houve uns poucos, os nobres de Tecoa, que “não meteram o seu pescoço ao serviço do seu Senhor”. Neemias 3:5. O registro desses servos indolentes traz a marca da vergonha, e passou de geração a geração como advertência a todos no futuro.

Em cada movimento religioso há alguns que, conquanto não possam negar que a causa é de Deus, mantêm-se arredios, recusando fazer qualquer esforço para ajudar. Faria bem a tais pessoas lembrar o registro que é mantido no alto — o livro no qual não há omissões, nem erro, e pelo qual serão julgados. Ali cada oportunidade negligenciada para o serviço de Deus é registrada; e ali, igualmente, cada ato de fé e amor é mantido em eterna lembrança.

Contra a inspiradora influência da presença de Neemias, o exemplo dos nobres de Tecoa teve pouco peso. O povo na generalidade fora inspirado por patriotismo e zelo. Homens de habilidade e influência organizaram as diferentes classes de cidadãos em grupos, ficando cada líder responsável pela edificação de certa parte do muro. E de alguns está escrito que construíram “defronte de sua casa”. Neemias 3:10, 23.

E a energia de Neemias não se abateu, agora que a obra estava de fato começada. Com incansável vigilância ele superintendeu a reconstrução, dirigindo os obreiros, anotando os obstáculos e tomando providências para cada emergência. ... Em suas inúmeras atividades, Neemias não esquecia a Fonte de sua força. Seu coração estava constantemente erguido para Deus, o grande Supervisor de tudo. “O Deus dos Céus”, ele exclamava, “é o que nos fará prosperar” (Neemias 2:20); e as palavras ecoavam e tornavam a ecoar, comovendo o coração de todos os reconstrutores do muro. — Profetas e Reis, 638-640.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. Whit

Lamentações 1 Comentário Pr Heber Toth Armí

Lamentações 1
Comentário Pr Heber Toth Armí

Uma visão míope da Bíblia interpreta-a como antiquada para povos não-judeus. Uma visão distorcida da Palavra de Deus corrompe o verdadeiro conceito do Criador e interpreta de forma limitada Suas revelações.

O livro de Lamentações, escrito por Jeremias, inspirado pelo Espírito Santo, complementa os 52 capítulos do livro de Jeremias. Ele é pequeno, mas tão importante quanto o livro grande. Este profetiza a destruição da cidade da paz (Jerusalém); aquele é uma demonstração dos sentimentos do profeta frente ao cumprimento das suas tristes profecias.

Cada capítulo de Lamentações “tem vinte e dois versículos, exceto o capítulo central, que tem exatamente três vezes esse número” (J. Sindlow Baxter). “O número de versículos em cada poema é divisível por 22, porque são poemas acrósticos: Cada versículo ou conjunto de versículos começa com uma letra diferente, entre as 22 consoantes do alfabeto hebraico” (Lawrence O. Richard).

A Septuaginta (LXX) oferece informações precisas do contexto do livro na introdução do texto: “E aconteceu que, depois que Israel foi feito cativo e Jerusalém desolada, Jeremias sentou chorando e lamentou com esta lamentação sobre Jerusalém, e disse...”

O Comentário Bíblico Adventista oferece-nos este esboço do primeiro capítulo para auxiliar-nos na interpretação e aplicação de seus princípios a nossa vida:

A triste condição da outrora orgulhosa Jerusalém (1:1-22):
• O lamentável estado da cidade (vs. 1-11);
• O lamento da cidade sobre sua própria condição (vs. 12-17);
• A confissão e oração da cidade (vs. 18-22).

Diz Matthew Henry que “uma vez que Salomão diz, ainda que contrarie o conceito habitual do mundo, com certeza é verdade que, ‘melhor é a tristeza do que o riso’. Que ‘melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete’. Nós devemos ler e considerar os capítulos melancólicos deste livro, não somente com a disposição, mas com a expectativa de que nos edificaremos com ele. E, para que possamos fazer isto, devemos nos investir de uma santa tristeza e devemos nos determinar a chorar com o profeta chorão”.

• As aflições devem ensinar-nos preciosas lições;
• O pecado rouba paz, alegria e saqueia bens materiais;
• Lamentos presentes são consequências de negligências espirituais no passado; 
• O choro pode auxiliar-nos a compreender onde erramos;
• Situações lamentáveis devem reavivar nossas orações moribundas.

Vamos reavivar-nos? – Heber Toth Armí #rbhw #ebiblico #rpsp

Imagens: Google

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A ordem é construir

A ordem é construir, 15 de Setembro


E lhes declarei como a boa mão do meu Deus estivera comigo e também as palavras que o rei me falara. Então, disseram: Disponhamo-nos e edifiquemos. E fortaleceram as mãos para a boa obra. Neemias 2:18.

Com o coração tomado de dor, o visitante que de longe viera, contemplou as arruinadas defesas de sua amada Jerusalém. E não é assim que os anjos do Céu inspecionam a condição da igreja de Cristo? Como os habitantes de Jerusalém, habituamo-nos aos males existentes, e muitas vezes ficamos satisfeitos, sem fazer nenhum esforço para remediá-los. Como, porém, são esses males considerados pelos seres iluminados divinamente? Não olham eles, como Neemias, de coração tomado de tristeza, para os muros arruinados e as portas carbonizadas? — The S.D.A. Bible Commentary 3:1136.

Neemias levava uma comissão real que requeria cooperassem com ele os habitantes na reconstrução dos muros da cidade, mas ele não se fez dependente do exercício da autoridade. Procurou antes ganhar a confiança e simpatia do povo, sabendo que uma união de corações bem como de mãos era essencial na grande obra que tinha diante de si. — Profetas e Reis, 637.

Carecemos hoje de Neemias na igreja — não de homens capazes de pregar e orar apenas, mas de homens cujas orações e sermões sejam animados de firme e sincero propósito. ... O êxito que acompanhou os esforços de Neemias mostra o que podem realizar a oração, a fé e uma ação sábia e enérgica. — Serviço Cristão, 177.

O espírito manifestado pelo líder será, em grande medida, refletido pelo povo. Se os líderes que professam crer nas importantes e solenes verdades que põem à prova o mundo atual, não manifestarem ardente zelo no preparo de um povo que deve subsistir no dia de Deus, poderemos esperar que a igreja seja descuidosa, indolente, e amante de prazeres.

Neemias era reformador, um grande homem suscitado para um tempo importante. Quando entrou em contato com o mal e toda sorte de oposição, nele se despertou novo ânimo e zelo. Sua energia e resolução inspirou o povo de Jerusalém, e força e coragem tomaram o lugar da fraqueza e do desânimo. Seu santo propósito, sua alta esperança, sua animosa consagração à obra, foram contagiosos. O povo apanhou o entusiasmo de seu líder, e em sua esfera cada qual se tornou um Neemias, ajudando a fortalecer as mãos e o coração do próximo. — The S.D.A. Bible Commentary 3:1137.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 52 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 52
Comentário Pr Heber Toth Armí

 A profundidade da Palavra de Deus é incrível. Quando mais você se aprofunda mais você percebe o quanto tem para aprender. 

Este último capítulo é um anexo histórico, uma retrospectiva da história do povo de Deus. Observe:

1. Com 21 anos Zedequias foi colocado por Nabucodonosor para reinar em Judá. Reinou 11 anos. Porém, por ser rebelde, mau, instável, e independente das mensagens proféticas, indignou-se e provocou rebelião contra o rei de Babilônia (vs. 1-3).

2. Consequentemente, Nabucodonosor ordenou seus exércitos cercarem Jerusalém – o que durou um ano e meio. Devido à falta de alimento e água, o Zedequias e seu exército fogem em direção ao Jordão (vs. 4-7).

3. Zedequias, fugindo, foi encontrado; Nabucodonosor assassinou seus filhos, depois furou os seus olhos e o levou cativo – ficando preso em Babilônia até morrer (vs. 8-11).

4. Em Jerusalém, logo em seguida, Nebuzaradã ateou fogo no templo, no palácio do rei e nas casas grandes da cidade, quebrou os muros, levaram os mais nobres ao exílio com os móveis do templo. E, os mais pobres foram estabelecidos para cuidar das plantações (vs. 12-27).

5. Os judeus foram deportados em fases (vs. 28-30): 

• Em 605 a.C., no reinado de Joaquim, quando iniciou os 70 anos de exílio;
• Em 597 a.C., no reinado de Jeoaquim;
• Em 586 a.C., sob o governo de Zedequias;
• A campanha de deportação mais prolongada se deu de 581 a 582 a.C.

6. Exilado, o rei Joaquim, recebe privilégios, é liberto da prisão e come junto ao rei babilônico (vs. 31-34).

A graça de Deus suplanta a desgraça do pecado. Onde parecia que Satanás tinha vencido, Deus Se mostra no controle. As profecias referentes ao Messias não foram sufocadas com o pecado de Israel nem com a opressão de Babilônia.

(Para entender melhor a profecia dos setenta anos de cativeiro babilônico você precisa estudar o que escreveram os escritores de II Reis e II Crônicas e mais os livros de Ezequiel, Daniel, Esdras e Neemias inspirados pelo Espírito Santo).

Em Jeremias aprendemos, resumidamente, que: 

• ...a Palavra de Deus não caduca, ela se cumpre até quando é improvável seu cumprimento. 
• ...Deus permite a disciplina para educar Seu povo, mas jamais desiste de operar para salvar.
• ...com Deus, sempre há esperança! 

Reavivemo-nos! - Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Homem de ação,

Homem de ação, 14 de Setembro


Aprouve ao rei enviar-me, e marquei certo prazo. Neemias 2:6.

Enquanto Neemias implorava o auxílio de Deus, não cruzava os braços, julgando que não tinha mais nenhum cuidado ou responsabilidade quanto a seu desígnio de restaurar Jerusalém. Com admirável prudência e previsão, providenciou todos os arranjos necessários para garantir o êxito do empreendimento. ...

O exemplo desse santo homem, deve servir de lição a todo o povo de Deus, mostrando que não devem apenas orar com fé, mas trabalhar com diligência e fidelidade. Quantas dificuldades encontramos, quantas vezes estorvamos a operação da Providência em nosso favor, por julgarmos que a prudência, a previsão e o esforço têm pouco que ver com a religião! Isto é um erro grave. É nosso dever cultivar e exercitar toda a faculdade que nos torne obreiros mais eficientes para Deus. A consideração cuidadosa, bem como os planos bem amadurecidos, são tão essenciais ao êxito dos empreendimentos sagrados hoje, como no tempo de Neemias. ... Os homens de oração devem ser homens de ação. Os que são prontos e voluntários, encontrarão meios e modos de trabalhar. Neemias não ficou dependendo de coisa incerta. Os meios que lhe faltavam, pediu àqueles que se achavam em condições de ofertar. ...

O Senhor move ainda o coração dos reis e governadores em favor de Seu povo. Aqueles que se acham a Seu serviço, devem aproveitar o auxílio que Ele induz os homens a darem para o avançamento de Sua causa. — Serviço Cristão, 239, 171, 168.

Podem esses homens não ter simpatia pela causa de Deus, nem ter fé em Cristo, nem conhecimento de Sua Palavra; mas nem por isso devem ser recusadas as suas dádivas. ... — The Southern Watchman, 15 de Março de 1904.

Enquanto nos acharmos neste mundo, enquanto o Espírito de Deus contender com os filhos dos homens, teremos de receber e prestar favores. Temos de dar ao mundo a luz da verdade tal como se acha revelada nas Escrituras; e de receber do mundo aquilo que Deus os impele a dar em benefício de Sua causa. ... Oh, que os cristãos reconhecessem mais e cada vez mais plenamente que é privilégio e dever seu, ao mesmo tempo que mantêm princípios retos, prevalecer-se de todas as oportunidades deparadas pelo Céu para avançar o reino de Deus no mundo! — Serviço Cristão, 168.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org


Jeremias 51 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 51
Comentário Pr Heber Toth Armí

Com Deus não se brinca. A criatura precisa saber que não é Deus. Tal arrogância gera autodestruição. Babilônia sentirá isso na pele.

1. Deus está de olho em Seu povo e punirá quem intentar eliminá-lo do mapa. O megalomaníaco Império Babilônico seria destruído repentinamente, como de fato o foi em 539 a.C. pelos Medos e Persas (vs. 1-11; ver Daniel 5). 

2. Deus não abandonou Seu povo, ainda que este O tenha abandonado. Deus é o Criador, Seu poder e sabedoria são esmagadoramente maiores que qualquer deus ou ídolos, ou mesmo todos juntos. Os deuses falsos e seus seguidores terão o mesmo destino (vs. 12-19).

3. William MacDonald oferece-nos os seguintes detalhes:

• Os versículos 20-23 são direcionados aos medos;
• O versículo 24 provavelmente é dirigido a Judá;
• O versículo 25 volta a falar à Babilônia até o 33;
• Os habitantes de Judá e Jerusalém falam nos versículos 34 e 35.

4. Os detalhes de como se dará a destruição de Babilônia se cumpriram exatamente como foi profetizado (compare com Daniel 5):

• Os medos e os persas secaram o rio Eufrates e entraram por baixo do muro (v. 36);
• Babilônia foi destruída pelos medos e persas como Deus previra (v. 37);
• A destruição se daria num dia de banquete, festas e bebedeiras (vs. 38-44);
• Sobre o versículo 31 John MacArthur observa: “Mensageiros trouxeram a notícia da queda da cidade. Uma vez que Belsazar fora morto dentro da cidade na noite de sua queda (Dn 5.30), a ordem era que os mais velozes corredores levassem a notícia ao corregente Nabonido, que estava longe da cidade, ou talvez para avisar Daniel, que era o terceiro regente do reino (Dn 5.29)”.

5. Deus pede a Seu povo para sair de Babilônia e retorne a Jerusalém, e expõe as razões (vs. 45-59);

6. Seraías ilustra o fim de Babilônia (vs. 59-64).

Essa profecia foi reformulada pelo profeta de Patmos (Apocalipse 18). Há uma Babilônia espiritual da qual o remanescente de Deus precisa abandonar antes da destruição. Não devemos...

• ...envolver-nos com seus pecados;
• ...ser cúmplices de suas doutrinas espúrias;
• ...ter vínculos com suas tradições;

Deus vindicará Seu povo, não os simpatizantes de Babilônia. Não existe salvação à parte de Deus! Como Seraías, devemos proclamar a revelação divina! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Propósito santo

Propósito santo, 13 de Setembro


Ah! Senhor, estejam, pois, atentos os Teus ouvidos à oração do Teu servo; ... e faze prosperar hoje o Teu servo e dá-lhe graça perante este homem. Neemias 1:11.

Neemias, um dos exilados hebreus, ocupava uma posição de influência e honra na corte persa. Como copeiro do rei, era ele admitido livremente à presença real. ... Por intermédio deste homem... Deus propôs levar bênçãos a Seu povo na terra de seus pais.

Por mensageiros vindos da Judéia, soubera o patriota hebreu que dias de prova tinham vindo a Jerusalém, a cidade escolhida. Os exilados que haviam retornado estavam sofrendo aflições e vexame. ... A obra de restauração fora embaraçada, os ritos do templo haviam sido perturbados, e o povo vivia em constante alarma, pelo fato de estarem as paredes da cidade ainda arruinadas em grande parte. ...

Neemias tinha freqüentemente derramado a sua alma em favor do seu povo. Mas ao orar agora, um santo propósito formou-se em sua mente. Ele decidiu que se lograsse obter o consentimento do rei, e o necessário auxílio na aquisição de implementos e material, ele próprio tomaria a si a tarefa de reconstruir os muros de Jerusalém. ...

Neemias esperara quatro meses por uma oportunidade favorável de apresentar seu pedido ao rei. ... Ele tinha uma sagrada tarefa a cumprir, e esta requeria auxílio do rei; e sentiu que muito dependia de apresentar o assunto de tal maneira que lhe ganhasse a aprovação e garantisse o auxílio. “Então”, diz ele, “orei ao Deus do Céu.” Neemias 2:2-4. Nessa breve oração, Neemias se introduziu na presença do Rei dos reis, e teve do seu lado um poder capaz de mudar os corações como são desviados os cursos de água.

Orar como Neemias orou nessa hora de necessidade é um recurso à disposição do cristão, em circunstâncias em que outras formas de oração podem ser impossíveis. ... Em tempos de súbita dificuldade ou perigo, o coração pode enviar seu grito de socorro a Alguém que Se comprometeu a vir em auxílio de Seus fiéis e crentes, quando quer que chamem por Ele. Sob todas as circunstâncias, em cada condição, a alma carregada de dor e cuidado, ou ferozmente assaltada pela tentação, pode encontrar segurança, sustento e socorro no infalível amor e poder de um Deus que guarda o concerto. — Profetas e Reis, 628-632.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 50 Comentário Pr Heber Toth Armí


Jeremias 50
Comentário Pr Heber Toth Armí

A Bíblia cita Babilônia cerca 370 vezes. Aproximadamente, 200 citações estão em Jeremias. No capítulo em questão temos quase 20 citações, beirando 10% de todo o livro.

Deus incluiu Babilônia várias vezes em Suas profecias! Babilônia serviu como Seu propósito para executar juízo sobre nações perversas; todavia, agora Deus avaliará suas ações, sendo ela também julgada.

Medite nestes pontos:

1. A soberania não está com Impérios e potências mundiais, não há nenhum poder que sufoque o poder de Deus (vs. 1-2).
2. De onde ninguém imagina Deus suscita instrumentos para executar Seus propósitos, e ninguém segura; Seu maior objetivo é restaurar Seu povo (vs. 3-5).
3. A disciplina corretiva é divina, e, caso não se aprende a confiar em Deus, deve seguir Suas orientações para salvar-se do caos previsto nas profecias (vs. 6-9).
4. Deus explica as razões de Suas ações; Ele não tolera explorações (vs. 10-15).
5. Deus profetiza detalhes do sofrimento dos julgados, e elucida reiteradamente Suas motivações (vs. 16-18).
6. Israel é a preciosa nação que recebe a principal atenção benfazeja de Deus, pois dela viria o Messias (vs. 16-20).
7. O martelo usado por Deus será julgado por Ele, pois maldito aquele que faz a obra de Deus conforme quer. O remanescente judeu que sobrou do martelo de Deus degustará da misericórdia celestial, mas Babilônia, o martelo indisciplinado, será sentenciado (vs. 21-30).
8. Orgulho, adoração adulterada, injustiças e arrogâncias foram motivações babilônicas que resultaram em ações ilegais (delitos) perante o Juiz do Universo (vs. 31-39);
9. Tudo o que um indivíduo, povo, nação ou império planta, certamente terá sua colheita (vs. 41-43).
10. Deus é soberano e está no controle do Universo, Suas obras surpreendem ao mundo inteiro, pois Ele quer atrair a todos com objetivo de salvar o maior número possível de perdidos no pecado (vs. 44-46).

Sintetizei estes dez pontos, mas o texto bíblico fala de muitas outras formas ao nosso coração. As orientações de Deus são valiosíssimas em cada versículo, se estudado com oração!

Para encerrar este comentário, quero extrair mais uma verdade desta mensagem:

• Mais importante que ser usado por Deus é ser aprovado por Ele. Melhor mesmo é ser USADO e APROVADO por Ele.

Babilônia não aprendeu essa lição, e nós aprendemos? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw

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