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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Testemunhar


Testemunhar, 31 de Agosto


Antes, subjugo o meu corpo e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado. 1 Coríntios 9:27.

Assim como Deus chamou Daniel para testemunhar por Ele em Babilônia, Ele nos chama para sermos testemunhas Suas no mundo hoje. Tanto nos menores como nos maiores negócios da vida, Ele deseja que revelemos aos homens os princípios do Seu reino. Muitos estão esperando que uma grande obra lhes seja levada, ao mesmo tempo que perdem diariamente oportunidades para revelar fidelidade a Deus. Diariamente deixam de se desincumbir com inteireza de coração dos pequenos deveres da vida. ...

Na vida do verdadeiro cristão nada há que não seja essencial; à vista da Onipotência todo dever é importante. O Senhor mede com exatidão cada possibilidade para serviço. As faculdades não usadas são postas na conta da mesma forma que as utilizadas. Seremos julgados por aquilo que devíamos ter feito e não fizemos porque não usamos nossas faculdades para glória de Deus.

Um caráter nobre não é resultado de acidente; não é devido a favores especiais ou dotações da Providência. É o resultado da autodisciplina, da sujeição da natureza mais baixa à mais alta, da entrega do eu ao serviço de Deus e do homem. ...

É o corpo um meio muito importante pelo qual a mente e a alma se desenvolvem para a edificação do caráter. Essa é a razão por que o adversário das almas dirige suas tentações no sentido do enfraquecimento e degradação das faculdades físicas. ...

O corpo deve ser posto em sujeição às faculdades mais altas do ser. As paixões devem ser controladas pela vontade que, por sua vez, deve ela mesma estar sob o controle de Deus. O régio poder da razão, santificada pela graça divina, deve controlar a vida. Poder intelectual, vigor físico e longevidade dependem de leis imutáveis. Mediante a obediência a essas leis, pode o homem ser um conquistador de si mesmo, conquistador... dos “príncipes das trevas deste século”, e das “hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”. Efésios 6:12. — Profetas e Reis, 487, 488.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
Para ver mais de seus livros, visite egwwritings.org

Jeremias 37 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 37
Comentário Pr Heber Toth Armí


Religiosos relapsos querem bênçãos, mas não compromisso com o Senhor das bênçãos! Reflita:

1. Zedequias era judeu colocado como rei em Judá por Nabucodonosor, da Babilônia. Mas, ninguém da corte nem do povo “deram importância à Mensagem do Eterno, comunicada pelo profeta Jeremias” (vs. 1-2).

2. Zedequias envia representantes a Jeremias para pedir oração; muitas pessoas não querem compromisso com Deus, mas querem bênçãos. Isso é egoísmo espiritual, perversão religiosa, ambição camuflada (v. 3).

3. Jeremias interpreta as circunstâncias para os judeus. O Egito, que vinha auxiliá-los, bateria em retirada, antes de defendê-los. Babilônia, que aparentemente deixaria o cerco, destruiria e queimaria Jerusalém – ainda que sofresse qualquer ataque (vs. 4-10).

4. Jeremias, ao cuidar dos próprios negócios, foi caluniado, acusado, preso e maltratado; isso porque pecadores são intolerantes à Palavra de Deus. “Assim, Jeremias foi obrigado a entrar numa cela subterrânea, uma cisterna que havia sido transformada em masmorra, e ficou ali muito tempo” (vs. 11-16).

5. A incerteza diante do futuro motiva pecadores a buscarem alguma luz nos mensageiros de Deus quando aqueles que julgavam profetas são desmascarados. Os servos de Deus não titubeiam frente aos sofrimentos e opressões dos inimigos de Deus. Ezequias procurou Jeremias querendo uma Palavra de Deus; embora não gostou do que ouviu, atendeu a súplica do profeta, e tirou-lhe da masmorra (vs. 17-21).

Júlio Siegfried Schwantes observa o texto e faz uma aplicação interessante:

“A pergunta de Zedequias é muito significativa: ‘Há alguma palavra do Senhor?’ É esta pergunta que está na mente de muitos quando vão à igreja. Confrontados com as perplexidades da vida, vão, não para ouvir opiniões humanas sobre política ou filosofia, mas para ouvir a Palavra do Senhor adereçada a seus problemas concretos. Querem livrar-se do fardo que lhes oprime a alma, mas infelizmente muitas vezes são condenados a ouvir mera verbiagem ditada pela sabedoria humana. Contrariamente ao que ocorre em muitas igrejas hoje, Jeremias pode responder: ‘Há’. Não era u’a mensagem que lisonjeasse o rei, mas era a Palavra do Senhor nas circunstâncias: ‘Nas mãos do rei de Babilônia serás entregue’ (v. 17)”.

Zedequias não se motivou a assumir compromisso com Deus, pois não queria submeter-se a Ele. E você, quer compromisso sério com Deus e Sua Palavra?

“Senhor, reaviva-nos, transforma-nos” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Nada de compromisso

Nada de compromisso, 30 de Agosto


Aos que Me honram honrarei. 1 Samuel 2:30.

Na experiência de Daniel e seus companheiros, temos um exemplo da vitória do princípio sobre a tentação para condescender com o apetite. Ela mostra que, por meio do princípio religioso, os jovens podem triunfar sobre as concupiscências da carne e permanecer leais às reivindicações divinas, embora lhes custe grande sacrifício.

Que seria de Daniel e seus companheiros se se tivessem comprometido com aqueles oficiais pagãos e cedido à pressão da ocasião, comendo e bebendo como era costume entre os babilônios? Aquele único exemplo de desvio dos princípios lhes teria debilitado a consciência do direito e da aversão ao mal. A condescendência com o apetite teria envolvido o sacrifício do vigor físico, a clareza do intelecto e o poder espiritual. Um passo errado teria, provavelmente, levado a outros, até que, interrompendo sua conexão com o Céu, teriam sido arrastados pela tentação. ...

Enquanto Daniel se apegava a Deus com firme confiança, o Espírito de poder profético vinha sobre ele. Enquanto era instruído pelos homens nos deveres da vida da corte, era por Deus ensinado a ler os mistérios dos séculos futuros e a apresentar às gerações vindouras, mediante números e ilustrações, as maravilhosas coisas que ocorreriam nos últimos dias. — Santificação, 23, 24.

Era propósito de Deus que o homem progredisse constantemente, alcançando dia a dia um ponto mais alto na escala da excelência. Ele nos ajudará, se procurarmos ajudar-nos a nós mesmos. Nossa esperança de felicidade em dois mundos depende de nosso progresso num deles. A cada momento devemos guardar-nos da primeira aproximação da intemperança.

Caros jovens, Deus vos concita a fazerdes uma obra que, por Sua graça, podeis fazer. ... Demonstrai pureza de gostos, de apetite, e hábitos que suportem uma comparação com os de Daniel. Deus vos recompensará com nervos calmos, cérebro claro, juízo equilibrado, vivas percepções. Os jovens de hoje, cujos princípios sejam firmes e inabaláveis, serão abençoados com saúde de corpo, espírito e alma. — The Youth’s Instructor, 9 de Julho de 1903.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 36 Comentários Pr Heber Toth Armí

Jeremias 36
Comentários Pr Heber Toth Armí


Ignorantes deixam o certo por preferirem o errado, superficiais ignoram a verdade por gostarem mais da mentira, crentes sem o verdadeiro Espírito Santo preferem ouvir pregadores charlatães antes que pregadores com mensagens de Deus.

Hernandes Dias Lopes avalia nossa triste realidade:

Há muitas pessoas que “correm atrás de ilusões, e não da verdade. Buscam respostas para seus dramas em pretensos homens inspirados, em vez de buscarem a eterna e infalível Palavra de Deus. Multiplicam-se os gurus espirituais nos redutos chamados evangélicos. Pessoas desprovidas de entendimento espiritual, analfabetas das Escrituras, oferecem aos famintos a palha de seus sonhos, visões e revelações. Por falta de conhecimento, o povo perece”.

Atualmente, a mensagem bíblica tem sido filtrada pela conveniência do pregador que almeja agradar ao pecador a fim de se tornar apreciado, aclamado e obter reconhecimento das massas. Se a mensagem não fosse diluída, muitos pregadores seriam desprezados, assim como Jeremias e Baruque.

• No quarto ano de Jeoiaquim, Baruque escreveu as profecias de origem divina que Jeremias lhe ditou (vs. 1-8).
• No ano seguinte, Baruque as leu publicamente num dia de jejum – mas, infelizmente não houve reavivamento (vs. 9-12).
• Logo depois ter lido ao povo a Palavra de Deus, Baruque leu a mesma mensagem profética aos líderes do povo de Deus. Os quais apoderaram-se do rolo (vs. 13-20).
• A mensagem rapidamente chegou ao rei Jeoiaquim, que, nem mesmo deixou terminar a leitura, cortou o rolo com canivete, queimou a profecia, e ainda ordenou a prisão do profeta e seu escriba. Porém Deus providenciou escape a eles (vs. 21-26).
• Após as Palavras de Deus virarem cinzas, Baruque as reescreveu com acréscimos, visando ampliar e melhorar o texto sob a regência e supervisão de Jeremias. Mas, não sem dar uma palavra dura (vs. 27-32).

Observações:

“Inspiração” não significa “ditado”. Profetas proferem palavras de Deus, mas não as recebem por ditado. A mensagem inspirada pode ser ditada para que um escriba as escreva.

Outra coisa, pessoas incrédulas não aceitam o que a Bíblia diz; pois, colocam suas próprias opiniões acima das revelações de Deus.

Finalmente, a rejeição à revelação de Deus resulta na retirada da proteção e das bênçãos divinas, deixando vulnerável a entrada de todo tipo de maldições.

Portanto, valorizemos a Palavra de Deus! Vale a pena! – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

terça-feira, 29 de agosto de 2017

A fonte da sabedoria


A fonte da sabedoria, 29 de Agosto


Que o Senhor te conceda prudência e entendimento, para que, quando regeres sobre Israel, guardes a lei do Senhor, teu Deus. 1 Crônicas 22:12.

Na aquisição da sabedoria dos babilônios, Daniel e seus companheiros foram muito melhor sucedidos que seus colegas; mas sua cultura não veio por acaso. ... Colocaram-se em conexão com a Fonte de toda sabedoria, tornando o conhecimento de Deus o fundamento de sua educação. Oraram com fé por sabedoria, e viveram as suas orações. Puseram-se onde Deus poderia abençoá-los. Evitaram o que lhes poderia enfraquecer as faculdades, e aproveitaram toda oportunidade de se tornarem versados em todo ramo do saber. Seguiram as regras da vida que não poderiam falhar em dar-lhes força de intelecto. Procuraram adquirir conhecimento para um determinado propósito — para que pudessem honrar a Deus. Compreenderam que para poderem permanecer como representantes da verdadeira religião em meio das religiões falsas do paganismo, deviam possuir clareza de intelecto e aperfeiçoar o caráter cristão. E o próprio Deus era o seu professor. Orando constantemente, estudando conscienciosamente e mantendo-se em contato com o Invisível, andavam com Deus como andou Enoque.

O verdadeiro sucesso em cada setor de trabalho não é o resultado do acaso, ou acidente ou destino. É a operação da providência de Deus, a recompensa da fé e a prudência, da virtude e perseverança. Superiores qualidades mentais e elevado caráter moral não se adquirem por casualidade. Deus dá oportunidades; o êxito depende do uso que delas se fizer. ...

Sua graça é dada para operar em nós o querer e o efetuar, mas nunca como substituto de nosso esforço. Assim como o Senhor cooperou com Daniel e seus companheiros, Ele cooperará com todos os que se atêm a Sua vontade. E pela concessão do Seu Espírito Ele fortalecerá cada propósito veraz, cada nobre resolução. Os que andam nos caminhos da obediência encontrarão muitos embaraços. Influências fortes e sutis podem ligá-los ao mundo; mas o Senhor é capaz de tornar sem efeito cada esforço que opere para derrotar os Seus escolhidos; em Sua força eles podem vencer cada tentação, triunfar sobre cada dificuldade. — Profetas e Reis, 486, 487.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 35 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 35
Comentário Pr Heber Toth Armí


Sermões com ilustrações práticas são recursos divinos para Deus apelar à fidelidade de Seu povo. Certamente precisamos desse sermão de Jeremias nos dias de hoje.

Jeremias recebe incumbência divina de dar uma ponderosa lição de fidelidade ao povo infiel ao Deus verdadeiro (vs. 1-2). O profeta deveria convocar um grupo dos descendentes de Recabe, que receberam fortes influências de Jonadabe havia cerca de 300 anos, o qual auxiliara Jeú a exterminar o culto ao deus Baal, no Reino do Norte em 841 a.C. (II Reis 10:15-28).

Os recabitas tinham parentesco com o sacerdote queneu, Jetro, sogro de Moisés (Juízes 1:16; 4:11). Jonadabe, filho de Recabe, deu instruções, nas quais seus descendentes preservaram e permaneceram fieis por séculos. As regras eram:

1. Não beber vinho;
2. Não construir casas;
3. Não cultivar a terra;
4. Habitar em tendas como nômades, para viverem bem e prosperarem.

Num contexto de guerra, conquistas, lutas por poder, etc., Jonadabe viu na vida simples uma forma de sobreviver; então, passou esse estilo de vida a seu povo. O vinho arruína a família, possuir casas e plantações dificulta quando precisassem deslocar-se devido às políticas das nações e Impérios.

Como havia perigo por todos os lados nos dias de conquistas do Império Babilônico, os recabitas buscaram abrigo em Jerusalém (v. 11).

Aproveitando que estavam entre eles, Jeremias convida-os a passarem uma lição aos judeus infiéis na frente dos líderes espirituais, no Templo. Eles deram um impactante exemplo de fidelidade ao recusarem o pedido de Jeremias. Eles não beberam vinho, não cederam à solicitação do profeta (vs. 3-10).

Deus usa o sermão prático dos recabitas para revelar Sua indignação ao Seu povo infiel, e explicar a razão da deportação deles ao exílio (vs. 12-17). Entretanto, antes dos recabitas se retirar, Jeremias proferiu bênção eterna aos dedicados e perseverantes descendentes de Jonadabe (vs. 18-19).

Pergunto:

• Nosso estilo de vida baseia-se na Palavra de Deus ou nas filosofias do inferno?
• Os valores transmitidos aos filhos são bíblicos ou mundanos, paganizados?
• Nossa fidelidade é evidente e exclusiva para Deus ou para coisas supérfluas?
• Perdemos tempo com tudo, consequentemente não investimos na Palavra de Deus?

Não devemos ignorar a mensagem nem os mensageiros de Deus; pois, assim tapamos os ouvidos para Deus. Reavivemos nossa fidelidade! – Heber Toth Armí #ebiblico #rbhw #rpsp

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Quatro rapazes em Babilônia


Quatro rapazes em Babilônia, 28 de Agosto


Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria. Daniel 1:17.

Daniel e seus companheiros fruíram os benefícios de uma educação correta nos primeiros anos da vida, mas estas vantagens, por si sós, não haveriam feito deles o que foram. Chegou o tempo em que deviam agir por si mesmos — em que seu futuro dependia do próprio proceder. Decidiram então ser fiéis às lições recebidas na infância. — Mensagens aos Jovens, 243.

Que considerável obra foi a que executaram estes nobres hebreus durante sua vida! Quão pouco sonhariam eles com seu alto destino, ao se despedirem do lar de sua infância! Fiéis e firmes, entregaram-se à direção divina, de maneira que por intermédio deles Deus pôde cumprir o Seu propósito. — Educação, 57.

Daniel e seus companheiros, em Babilônia, foram aparentemente mais favorecidos da sorte, em sua juventude, do que o foi José, nos primeiros anos de sua vida no Egito; não obstante, estiveram sujeitos a provas de caráter quase tão severas como as suas. Vindo de seu lar judeu, de relativa simplicidade, esses jovens da linhagem real foram transportados à mais magnificente das cidades, para a corte de seu maior rei, e separados a fim de ser instruídos para o serviço especial do palácio. Fortes eram as tentações que os cercavam naquela corte corrupta e luxuosa. ... A ordem de que seu alimento deveria ser suprido da mesa do rei foi uma expressão do favor real, bem como de sua solicitude pelo bem-estar deles. Mas, sendo uma parte oferecida aos ídolos, o alimento da mesa real era consagrado à idolatria; e, participando da generosidade do rei, estes jovens seriam considerados como se estivessem unindo sua homenagem aos falsos deuses. — Educação, 54, 55.

A história de Daniel e seus jovens companheiros foi registrada nas páginas da Palavra Inspirada para benefício dos jovens de todos os séculos que se haviam de suceder. Mediante o registro de sua fidelidade aos princípios de temperança, está Deus falando hoje aos rapazes e moças, pedindo-lhes que apanhem os preciosos raios de luz que Ele deu quanto à temperança cristã, colocando-se na devida relação para com as leis de saúde. — Mensagens aos Jovens, 243.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 34 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 34
Comentário Pr Heber Toth Armí


Quem não aprende a libertar, precisará aprender quando estiver no cativeiro. Deus proclamou libertação aos escravos, os líderes do povo de Deus ignoraram.

• Leia com atenção!

Misericordiosamente Deus usa Seus mensageiros para advertir aos pecadores objetivando a salvação deles. Em Jeremias 34:1-7 o profeta exorta o rei Zedequias pedindo-lhe que se renda à Babilônia.

A rejeição à misericórdia de Deus resulta no desprezo às palavras de Seus mensageiros. Consequentemente, as atitudes de um líder desobediente são vistas na opressão de seus semelhantes. Zedequias oprime israelitas, escravizando-os (Jeremias 34:8-16). Além de pecar contra seu próprio povo, o rei do povo de Deus peca contra a própria palavra divina, revelada em Êxodo 21:1-11.

Quem não tem interesse pelas elevadas instruções e sábias revelações divinas, certamente agirá conforme seus próprios interesses, que são egoístas, mesquinhos e resultam em problemas com as pessoas e com Deus. Quando Nabucodonosor cercava a cidade de Jerusalém, Zedequias concordou em libertar os escravos. Ao se retirar o exército babilônico, Zedequias achou conveniente sujeitar a escravidão novamente ao seu próprio povo. Assim, o nome de Deus foi profanado, então, as consequências horrendas seriam inevitáveis (Jeremias 34:17-22).

Reflita:

• Quando a Palavra de Deus é desonrada, as atitudes em relação ao próximo se tornam erradas.
• Quando a misericórdia de Deus é ignorada, as consequências das atitudes erradas chegarão como forte enxurrada.
• Quando não se valoriza a Palavra de Deus automaticamente não prioriza as orientações que apontam para bênçãos, paz e felicidade; então, terá que aprender a importância de ouvir a Palavra de Deus nos exílios da vida.
• Quando se age pela conveniência pessoal, pela lógica humana ou pelo que parece óbvio em vez de consultar a Deus e a Sua Palavra, a sociedade vira um caos, a opressão surge de onde deveria existir libertação, e a opressão invade a vida de todos.
• Quando se rejeita oportunidades de arrependimento, as pessoas se arrependerão de não ter-se arrependido; pois, as consequências não perdoam aos inconsequentes.

A liberdade dada por Deus deve ser usada para demonstrar nossa lealdade a Ele e a Sua Palavra.

Se assim fizermos nossa atitude será nobre em relação ao próximo, viveremos o padrão divino em um ambiente humano. Nossa sociedade perceberá que somos diferentes e assim testemunharemos alegremente de nosso Deus! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

domingo, 27 de agosto de 2017

O homem põe e Deus dispõe


O homem põe e Deus dispõe, 27 de Agosto


E o dragão irou-se contra a mulher e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo. Apocalipse 12:17.

Por meio de Ester, a rainha, o Senhor efetuou poderoso livramento em favor de Seu povo. Numa ocasião em que se diria que poder algum os pudesse livrar, Ester e suas companheiras, mediante jejum, oração e ação pronta, venceram a crise, trazendo salvação ao seu povo. — The S.D.A. Bible Commentary 3:1140.

As duras experiências que o povo de Deus enfrentara nos dias de Ester não foram peculiares a esse tempo somente. ... O mesmo espírito que nos séculos passados levou os homens a perseguirem a verdadeira igreja, levará no futuro à adoção de uma conduta similar para com os que mantêm sua lealdade a Deus. ... O decreto que finalmente sairá contra o remanescente povo de Deus será muito semelhante ao que Assuero promulgou contra os judeus. Hoje os inimigos da verdadeira igreja vêem no pequeno grupo de guardadores do sábado, um Mardoqueu à porta. A reverência do povo de Deus por Sua lei, é uma constante repreensão aos que têm deixado o temor do Senhor, e estão pisando o Seu sábado. ...

Homens de posição e reputação unir-se-ão com os marginais e os vis para tomar conselho contra o povo de Deus. Riqueza, gênio, educação, combinar-se-ão para cobri-los de desprezo. Governantes perseguidores, pastores e membros de igreja conspirarão contra eles. De viva voz e pela pena, ameaças e ridículo, procurarão subverter-lhes a fé. Mediante falsas representações e irados apelos, os homens suscitarão as paixões do povo. Não possuindo um “Assim dizem as Escrituras” para apresentar contra os advogados do sábado bíblico, eles recorrerão a opressivos preceitos de lei que lhes supram a falta. A fim de assegurar popularidade e sua aprovação, os legisladores se renderão aos reclamos de leis dominicais. Mas os que temem a Deus não podem aceitar uma instituição que viole um preceito do Decálogo. Neste campo se travará o último grande conflito na controvérsia entre a verdade e o erro. E nós não somos deixados em dúvida quanto ao desfecho. Hoje, como nos dias de Ester a Mardoqueu, o Senhor vindicará Sua verdade e Seu povo. — Profetas e Reis, 605, 606.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 33 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 33
Comentário Pr Heber Toth Armí


Se com nossos pecados, transgressões e insubmissão às orientações de Deus nosso choro pode durar uma noite, pela graça, misericórdia e bondade de Deus, a alegria certamente vem pela manhã (Salmo 30:5).

Ainda que as alianças com Deus sejam desprezadas e quebradas, Deus a renova. A graça divina nos livra de nossa desgraça. O perdão de Deus nos livra da condição precária que o pecado nos conduz. A disciplina divina visa despertar nossa vida a uma realidade que até então não foi percebida. O plano de Deus para nós é maior que nossas mais ousadas ambições.

Reflita:

• Reiteração da mensagem de esperança ao povo judeu aponta para um tempo quando Deus derrotaria a nação (Babilônia) que derrotou o Seu povo (os judeus). Além da restauração, Deus oferecerá Seu perdão aos transgressores de Seu povo (vs. 1-8).

• Promessa de restauração amplia a noção de remanescente fiel em Jerusalém. Um reavivamento se dará pela dinâmica e direta ação de Deus na Terra, a qual será tão gloriosa e impactante a tal ponto de atrair, inclusive, gentios de muitas partes do mundo para a adoração do Senhor (vs. 9-13).

• Confirmação das promessas antigas revela que nada impede Deus de realizar Seus planos no mundo, nem mesmo pecados e suas consequências na vida de Seu povo inconsequente. Mesmo que para isso seja necessário o próprio Deus entrar em cena, liderar diretamente e reinar como descendente de Davi para que Suas palavras se cumpram (vs. 14-26).

Deus não mede esforços para nos salvar. Ele fortalece Seu argumento com ilustrações visíveis:

• A promessa da perpetuidade da dinastia davídica e do sacerdócio levítico é tão firme quanto são o dia e a noite: Jesus é o descendente de Davi que viverá para reinar eternamente. Seu sacerdócio é mais nobre que o sacerdócio levítico.

• A aliança de Deus com Seu povo é tão fixa quanto as leis que regem a natureza. Deus não rejeita ao pecador, nem abandona quem O abandona. Sua igreja do Antigo Testamento aumentaria sob a regência de Cristo no Novo Testamento (Romanos 9-11).

Se Deus tivesse desistido dos pecadores já há muito tempo não haveria oportunidade de salvação para nenhum de nós. Portanto, aproveitemos que a graça está disponível para livrarmo-nos de nossas desgraças!

“Senhor, restaura-nos!” – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico

sábado, 26 de agosto de 2017

Para um tempo como este

Para um tempo como este, 26 de Agosto


E quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino? Ester 4:14.

Foi apontado um certo dia no qual os judeus deviam ser destruídos e suas propriedades confiscadas. Mal imaginava o rei os vastos resultados que teriam acompanhado a completa execução deste decreto. O próprio Satanás, o instigador oculto deste plano, estava procurando aliviar a Terra dos que preservavam o conhecimento do verdadeiro Deus. ... O decreto dos medos e persas não podia ser revogado; aparentemente não havia esperança; todos os israelitas estavam condenados à destruição.

Mas a trama do inimigo foi derrotada por um Poder que reina entre os filhos dos homens. Na providência de Deus, Ester, judia que temia ao Altíssimo, tinha sido escolhida como rainha do reino da Medo-Pérsia. Mardoqueu era um seu parente chegado. Na sua situação extrema, eles decidiram apelar a Xerxes em favor do seu povo. Ester devia aventurar-se a ir a sua presença como intercessora. “Quem sabe”, dizia Mardoqueu, “se para tal tempo como este chegaste a este reino?” Ester 4:4.

A crise que Ester enfrentava demandava ação fervorosa e imediata; mas tanto ela como Mardoqueu sentiam que a menos que Deus operasse poderosamente em seu favor, seus próprios esforços seriam vãos. Assim Ester tomou tempo para comunhão com Deus, a fonte de sua força. “Vai”, mandou ela dizer a Mardoqueu, “ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas moças também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não é segundo a lei; e, perecendo, pereço.” Ester 4:16. — Profetas e Reis, 600, 601.

A toda casa e escola, a todo pai, professor e criança sobre quem resplandeceu a luz do evangelho, impõe-se, neste momento crítico, a pergunta feita à rainha Ester naquela momentosa crise da história de Israel: “Quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino?” Ester 4:14. — Educação, 263.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 32 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 32
Comentário Pr Heber Toth Armí


Agir com fé parece loucura numa cultura incrédula. Depender das promessas de Deus e viver Seus princípios quando tudo conspira contra e quando a lógica circunstancial parece indicar direção oposta é a atitude mais sábia que alguém pode ter.

O exército babilônico acampava ao redor de Jerusalém, a tentativa dos judeus de obterem auxílio por meio de aliança com o Egito resultou em frustração, Jeremias estava preso por parecer favorável ao inimigo, ninguém dava crédito às suas palavras de juízo.

A terra prometida estava comprometida. A sociedade e a religião estavam em caos total. Hanameel, primo de Jeremias, o procurou na prisão e ofereceu-lhe um campo frente ao lugar do acampamento inimigo a fim de preservar a herança familiar. Uma terra sem valor, prestes a ser devastada.

Jeremias comprou a terra por dezessete peças de prata. Loucura? Jeremias seguiu a orientação divina, a qual sempre será vista como loucura numa sociedade incrédula, mesmo religiosa.

O esboço do capítulo auxilia-nos a interpretá-lo sabiamente:

• A introdução trata do contexto da profecia: Vigésimo ano do reinado de Zedequias em Judá e décimo oitavo ano do reinado de Nabucodonosor em Babilônia, cujo exército cercava Jerusalém. O profeta estava preso e era questionado (vs. 1-5).
• Deus revela e orienta ao profeta sobre seu primo Hanameel e suas intenções. Jeremias compra seu campo em Anatote. As escrituras foram devidamente guardadas por Baruque (vs. 6-25).
• Deus responde a perplexa oração do profeta mostrando que, apesar do juízo iminente, Ele restauraria tudo novamente; então, os moradores de Judá poderiam comprar e vender propriedades outra vez (vs. 26-44).

“Comprar um terreno em Anatote era uma forma deliberada de esperança. Todos os atos com base na esperança expõem-se ao ridículo, porque parecem impraticáveis, dissociados da realidade visível. Porém, na verdade, eles são a realidade que está sendo edificada, mas ainda não pode ser vista. A esperança nos leva a atitudes relacionadas às promessas de Deus .... A esperança age na convicção de que Deus vai completar o trabalho que foi iniciado, mesmo contra todas as evidências, especialmente quando estas são adversas” (Eugene Peterson).

Apesar das circunstâncias, temos razões para reavivar-nos! Deus não conhece problemas insolúveis, nada Lhe é difícil demais. Confiar nEle é a decisão mais sábia, ainda que pareça loucura!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Demasiado ébrio para pensar


Demasiado ébrio para pensar, 25 de Agosto


E, ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou... que introduzissem na presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a sua formosura, porque era formosa à vista. Ester 1:10, 11.

Ao receber essa ordem do rei, Vasti não a cumpriu, porque sabia que Assuero tomara muito vinho e se achava sob a influência da bebida intoxicante. Por amor do marido e de si mesma, resolveu não abandonar sua posição na chefia das mulheres da corte. ...

Foi quando o rei não estava em si, quando sua razão fora destronada pelo beber vinho, que ele mandou chamar a rainha, a fim de que os presentes ao banquete, embrutecidos pelo vinho, contemplassem sua formosura. Ela procedeu em harmonia com uma consciência pura.
Vasti recusou-se a obedecer à ordem do rei, julgando que, quando ele recobrasse a razão, louvaria o seu procedimento. Mas o rei tinha conselheiros imprudentes. Alegavam que se daria à mulher um poder que seria para o seu próprio mal. ...

Por alto que seja seu cargo, os homens são responsáveis a Deus. O grande poder exercido pelos reis, muitas vezes leva a extremos na exaltação do próprio eu. E as inúteis votações de leis que desrespeitam as mais altas leis de Deus, levam a grande injustiça.

Ocasiões de prazer como as descritas no primeiro capítulo de Ester não glorificam a Deus. Mas o Senhor realiza Sua vontade por meio de homens a despeito de estarem desencaminhando outros. Se Deus não estendesse Sua mão refreadora, estranhos acontecimentos se verificariam. Mas Deus impressiona espíritos humanos a realizar Seu desígnio, embora o que serve de instrumento continue a seguir práticas erradas. E o Senhor executa Seus planos por meio de homens que não reconhecem Suas lições de sabedoria. Em Sua mão está o coração de cada um dos soberanos terrestres, para volvê-lo aonde queira, como conduz as águas do rio. — The S.D.A. Bible Commentary 3:1139.

Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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Jeremias 31 Comentário Pr Heber Toth Armí

Jeremias 31
Comentário Pr Heber Toth Armí


Fraco, medroso, sensível, chorão, tímido e acanhado, assim era Jeremias, o profeta de Deus para Israel e as nações. Não era um super líder, nem um super homem. Ele não era blindado contra problemas, embora fosse muito temente a Deus.

Importante saber: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar os fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são, para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dEle” (I Coríntios 1:27-27).

Um débil e falho profeta ergue sua voz e exalta ao Deus Todo-poderoso, perfeito, justo e amoroso. O capítulo em pauta é rico em revelações sobrenaturais abrangentes e importantes. Observe atentamente:

• Deus, graciosa e amorosamente, promete libertar e restaurar, com poder, aos exilados do megalomaníaco e mundial Império Babilônico. A ação divina resulta num dinâmico reavivamento coletivo (vs. 1-9).

• Deus age em todos os momentos, seja para conduzir transgressores à disciplina ou para reorientar e trazer de volta. A generosidade e a bondade de Deus nunca abandonam Seus filhos. Deus reverte tristezas em alegrias e transforma choro em risada (vs. 10-14).

• Deus ouve o choro de uma mãe pelos filhos que estão longe. O amor de Deus por Seus filhos é maior a tal ponto almejar para Seu povo coisas bem melhor do que uma mão deseja para seus filhos (vs. 15-26).

• Deus, altruistamente, cuida de Seu povo, promete fazer uma nova aliança com os pecadores. Jesus é o foco do profeta Jeremias (vs. 27-34; ver Mateus 26:28; Marcos 14:24; Lucas 22:20; I Coríntios 11:25; II Coríntios 3:6; Gálatas 3:1-29; Hebreus 8:8-12; 10:16-17).

• Deus oferece perdão, apesar de toda podridão dos pecadores; Deus aceita reconciliação, apesar da rebelião de Seu povo. O amor divino não é instável, nem condicional, nem limitado (vs. 35-37).

• Deus promete que Jerusalém será restaurada. A cidade santa, a Nova Jerusalém, será realização das mãos divinas (vs. 38-40; ver Filipenses 3:20-21; Hebreus 11:16; Apocalipse 21:1-27).

Deus anseia intimidade com a humanidade. Ele quer nossa presença por toda a eternidade; isso, porém, vai depender de nossa aceitação no presente de Sua solução para nossa situação.

Deus quer imprimir Sua vontade em nosso coração. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Fé e as promessas de Deus


Fé e as promessas de Deus, 24 de Agosto


Eis o soberbo! Sua alma não é reta nele; mas o justo viverá pela sua fé. Habacuque 2:4.

Ao tempo em que Josias começou a reinar, e muitos anos antes, os sinceros em Judá perguntavam-se em dúvida se as promessas de Deus ao antigo Israel seriam cumpridas. ...

Estas ansiosas interrogações foram pronunciadas pelo profeta Habacuque. Contemplando a situação dos fiéis em seus dias, ele expressou o peso que lhe ia no coração, inquirindo: “Até quando, Senhor, clamarei eu, e Tu não me escutarás?” Habacuque 1:2. ... E então sua fé viu além das desoladoras perspectivas do imediato futuro, e descansando nas preciosas promessas que revelam o amor de Deus por Seus confiantes filhos, o profeta acrescentou: “Nós não morreremos.” Habacuque 1:12. Com esta declaração de fé, ele depôs sua causa, bem como a de cada crente israelita, nas mãos de um compassivo Deus. ...

A fé que fortaleceu Habacuque e todos os santos e justos naqueles dias de grande provação, é a mesma que sustém o povo de Deus hoje. Nas horas mais escuras, sob as mais proibitivas circunstâncias, o crente cristão pode suster sua alma sobre a fonte de toda luz e poder. Dia a dia, pela fé em Deus, sua esperança e ânimo podem ser renovados, “o justo pela sua fé viverá”. Habacuque 2:4. ...

Devemos acariciar e cultivar a fé da qual testificaram profetas e apóstolos — a fé que se apodera das promessas de Deus, e espera pelo livramento na ocasião e maneira apontados. A firme palavra da profecia encontrará seu final cumprimento no glorioso advento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, como Rei dos reis e Senhor dos senhores. ... Como o profeta que procurou encorajar Judá em tempo de apostasia sem precedente, confiadamente declaramos: “O Senhor está no Seu santo templo; cale-se diante dEle toda a Terra.” Habacuque 2:20. Tenhamos sempre em mente a confortante mensagem: “A visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará, e não mentirá. Se tardar espera-O; porque certamente virá, não tardará.” Habacuque 2:3. — Profetas e Reis, 384-388.


Este texto vem do livro devocional Vidas que Falam pelo Ellen G. White.
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