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terça-feira, 1 de março de 2016

Bondade e generosidade– Rute 2

Leitura Bíblica – Rute 2

Bondade e generosidade
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Pessoas passam necessidades e criam adversidades ainda maiores ao não perderem tempo em fazer algo para remediar a situação tomando as rédeas da situação sem consultar ao Deus que sabe resolver qualquer coisa – essa é a lição do capítulo anterior!

A família de Noemi e seus contemporâneos conheciam o livramento que Deus realizara aos seus antepassados, conheciam os eventos relacionados à abertura do Mar Vermelho; sabiam que Deus alimentara Israel durante 40 anos no deserto. Sabiam que o sol havia parado, água saíra da rocha e muitas vitórias foram presenteadas aos israelitas.
• Imagine se o povo confiasse mais em Deus!

Somos iguais: Não confiamos em Deus como deveria! Provavelmente, estas histórias foram contadas à moabita por sua sogra. Contudo, conhecer a história de Deus não significa confiar nEle. Todavia, Rute aceitou pertencer ao Deus de Israel; agora está prestes a experimentar Sua providência.

1. Em meio à pobreza, miséria, dificuldades, escassez de alimento em casa, Rute ofereceu-se para colher restos da colheita no campo dos agricultores (vs. 1-7);
2. Diante da iniciativa e diligência da viúva pobre de moabe, Boaz compadeceu-se e propôs cuidá-la e protegê-la (vs. 8-16);
3. Pelos gestos de generosidade, cavalheirismo e cortesia de Boaz em relação à Rute, a esperança raiou no coração da velha, pobre, viúva, desfilhada e amargurada Noemi (vs. 17-23).

Este capítulo fala de bondade, fidelidade e caridade. Rute trata bem e cuida de sua sogra sem ter o marido vivo. Boaz trata com respeito, generosidade e cavalheirismo à estrangeira intrusa. Noemi que se afeiçoara de Rute apresenta-lhe uma esperança baseada na Lei de Deus dada ao seu povo.

“Essa história encantadora de devoção e bondade humanas é uma das mais belas em todo o Antigo Testamento, constituindo um modelo da arte narrativa” – analisou R. K. Harrison.

Sendo que o contexto desse relato é o período crítico dos juízes, esta história é como “um jardim de rosas tão perfumado e repleto de cálices místicos quanto aqueles que o viajante moderno ainda encontra florescendo e enlaçando-se nas ruínas solitárias de Israel e Moabe, deste lado do Jordão e além” (Paulus Cassel).

Concluindo, a bondade e a generosidade do remanescente do povo de Deus num mundo em crise são como um oásis os solitários corações necessitados! Reavivemo-nos!



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