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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A idolatria e prostituição

Leitura Bíblica - Números 25

 A idolatria e  prostituição 
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

É bom quando Deus transforma maldições em bênçãos, mas é tenebroso quando Satanás transforma bênçãos em maldições. Deus fez o sexo para ser bênção na vida matrimonial assim como Deus fez a mulher para ser bênção na vida do homem (e vice versa).

Quando ela deixa-se usar por Deus, tal mulher será uma bênção; entretanto, quando ela permite ser seduzida pelo diabo será maldição é tenebrosa.

Convido você a mergulhar no texto bíblico. No capítulo anterior, Balaque e Balaão seguiram, cada um seu caminho. Cada um voltou para sua casa. Agora observe:

1. As mulheres moabitas seduziram os homens do povo de Deus e os levaram a adorar deuses pagãos, o que resultou na morte de 24.000 pessoas (Números 25).

2. As mulheres fizeram isso seguindo o conselho de Balaão (Números 31:16). Sendo que ele já havia voltado a sua terra, como entender essa questão?

• Supõe-se que Balaão ficou pensando em como resolver o fato dele não conseguir amaldiçoar ao povo de Deus.

• Ele pode ter concluído que Deus não Se afasta de Seu povo e, consequentemente, o povo será sempre invencível, protegido e abençoado; mas, se o povo envolver-se com o pecado, o povo se afastaria de Deus e seria tão fraco que criariam armadilhas para sua própria destruição.

• Balaão voltou com a ideia maquiavélica: Orientou Balaque a selecionar as mulheres mais sensuais, dizer a elas para seduzir os homens de Israel e, quando estiverem embebidos de paixão por elas, fizessem chantagem: Eles só poderiam tocar nelas se fossem adorar seus deuses em sua terra. Magnífico!

• A idolatria e a prostituição afastaram o povo de Deus de Sua proteção e a praga veio com destruição.

3. Fineias, neto de Arão, resolveu drasticamente o problema da praga mortal ferindo aos últimos amantes do pecado. Ah! Moisés recebera ordens de Deus para enforcar aqueles que encabeçaram o pecado.

O pecado seduz, cega, entorpece e mata. Pecado atrai a ira de Deus, pois afasta dEle aos que Ele ama. Por outro lado, Deus abençoa, promove e cuida de quem O ama, se compromete com a moralidade, e ousa combater ao pecado.

Cuidado para que o pecado não torne as bênçãos de Deus em maldições. Viva a plenitude das bênçãos sem corrupções... e serás bem-aventurado! Heber Toth Armí



Números 25 Comentários: Nancy Costa

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica: Números 25
Comentários: Nancy Costa

Apesar ver seus planos frustrados (como vimos no capítulo de ontem), Balaão se recuperou e retornou com novos planos. "Depois de chegar em casa, o poder dirigente do Espírito de Deus o deixou, e sua cobiça, que apenas estivera contida, prevaleceu. Estava disposto a recorrer a qualquer meio para ganhar a recompensa prometida por Balaque" (PP 451). Ele sabia que a prosperidade de Israel dependia de sua obediência a Deus. Portanto, ele voltou a Balaque com um plano para seduzir Israel à idolatria envolvendo o povo no culto licencioso de Baal.

Este culto pagão era ligado a atos sexuais imorais e apelava para a natureza carnal inferior. Meretrizes foram infiltradas no acampamento, o que fizeram com muito sucesso. A indulgência de Israel com o pecado fez o que os encantamentos de Balaão não puderam fazer – separou-os de Deus. Como resultado, uma peste terrível irrompeu no acampamento, e milhares de pessoas morreram da praga. Este julgamento imediato de Deus fez com que o povo despertasse para a enormidade de seu pecado. Deus ordenou que os líderes da rebelião fossem mortos. E isto foi realizado. Enquanto o povo estava chorando diante de Deus na porta do tabernáculo, Zinri, um dos nobres de Israel, caminhou corajosamente pelo acampamento com uma prostituta e a levou para a sua tenda. Este foi um ato de desafio aberto.

Ele poderia ter feito o seu ato perverso em qualquer outro lugar, mas optou por desafiar a Deus no acampamento para que todos pudessem ver. Só a ação rápida de Finéias parou a praga e salvou o povo de mais destruição.

Muitos grandes homens e mulheres de Deus tropeçaram através da história no pecado da luxúria, alguns com consequências que alterariam suas vidas: Sansão, Davi, Salomão e a lista continua até hoje. Como no antigo Israel, a enormidade de seus pecados ainda hoje nem sempre é totalmente compreendida, e muitas vezes relevada.

A destruição dos moabitas não foi a destruição de espectadores mal orientados. Eles haviam participado ativamente de um plano para minar a relação dos israelitas com Deus. Balaão, que testemunhou o sucesso do seu plano diabólico, não escapou à justiça divina. Ele deve ter percebido que seu fim estava próximo, quando disse: "Que eu morra a morte dos justos, e o meu fim seja como o dele." (Números 23:10). Mas isto não aconteceria assim. Ele não tinha escolhido viver a vida dos justos, e na guerra de Israel contra os midianitas, Balaão foi morto (Números 31:8). Que possamos guardar todos os dias nossos corações do pecado da luxúria e ganância permanecendo muito perto de Jesus.

Nancy Costa


domingo, 29 de novembro de 2015

Números 24 Comentários: John Beckett

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Números 24
Comentários:Nancy Costa

O favor de Deus, manifestado por Israel, deveria ser uma garantia de Seu cuidado protetor a Seus filhos obedientes e fiéis, de todas as épocas. Quando no futuro Satanás inspirasse os homens maus a conspirarem contra o povo de Deus, esta ocorrência deveria ser lembrada e reforçaria a coragem e fé em Deus. Balaão profetizou que o rei de Israel seria maior do que qualquer rei dos amalequitas, que era naquele momento uma nação muito poderosa. Ele também usou a mais bela linguagem poética para descrever o futuro do povo de Deus. Antes que pudesse ser interrompido, Balaão proferiu uma linda profecia sobre o Messias e sobre a destruição final de Moabe.

Balaque ficou com medo e muita raiva, indignado com o desfecho dos acontecimentos. Balaão voltou para casa com suas esperanças de riqueza e promoção frustradas, em desgraça perante o rei e ciente de que tinha incorrido no desagrado de Deus. O Espírito de Deus finalmente o abandonou à sua ganância.

Se não defendermos o que acreditamos, cairemos diante de qualquer tentação que surgir em nosso caminho. Não podemos servir a dois senhores e esperar ter sucesso nesta vida e sermos qualificados para a eternidade.

Nancy Costa
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O fracasso do profeta Balaão

Leitura Bíblica - Números 24

O fracasso do profeta Balaão
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Este é o terceiro capítulo em que Moisés descreve o fracasso do profeta Balaão. A mensagem clara é que por mais que se invista de várias formas possíveis é impossível atingir ao povo que tem a Deus como Senhor, guia e protetor.

É loucura pensar que lutar contra Deus obterá alguma vitória. Cegado pelo pecado com coração ambicioso, Balaão seguia seu destino tortuoso. O destino do caminho da ambição é a destruição! Ambição/ganância leva à independência de Deus – isto é, demência!

Percebendo a invalidez dos encantamentos (sete altares) Balaão desistiu deles; então passa a falar diante de todo o povo de Deus (vs. 1-2). “Desta vez Balaão abençoa todo o Israel (24.3-5), prediz que um dia terão um grande rei e um grande reino (24.6,7) e vincula o poderio deles à obra de Yahweh a seu favor (24.8,9). O oráculo final de Balaão prediz que Israel derrotará todos os seus adversários (vs. 15-24)” (Paul R. House).

• As promessas de Deus de enviar um Messias para erradicar o pecado do mundo poderiam sofrer oposição, mas certamente seriam cumpridas.

Intentando amaldiçoar, Balaão abençoou. Intentando enfraquecer o povo de Deus, Balaão profetizou sua total vitória com base na obra do Deus verdadeiro. “Balaão pronunciou, portanto, a palavra de Deus, e Deus disse que verdadeiramente se cumprirão as promessas de herança, aliança e terra. Essas são palavras de Deus, e elas são infalíveis mesmo apresentadas por um adivinho estrangeiro, mercenário e incapaz de enxergar como Balaão” (House).

De profeta, Balaão decaiu para adivinho (Josué 13:22).

• Para abençoar Seu povo Deus pode falar através de quem Ele quiser; Suas palavras a você podem vir de qualquer pessoa, até de alguém apostatado.

Balaão e Balaque representam a união religiosa com a política. Esta relação sempre foi perigosa. No tempo do fim o Armagedom significará união da política mundial com a religião mundial contra o remanescente de Deus. Entretanto, não tenha medo...

“Na verdade, os crentes sofrem certa oposição à medida que se dirigem à Terra Prometida por Deus. Essa oposição pode criar uma verdadeira e séria dificuldade. Mas, ‘nos últimos dias’, os nossos inimigos é que serão derrotados pelas mãos de Deus” (Lawrence O. Richards).

Para quem está com Deus, até maldição torna-se bênçãos. Portanto, agarremo-nos a Ele! Heber Toth Armí



sábado, 28 de novembro de 2015

Números 23 Comentários: John Beckett:

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Números 23
Comentários: John Beckett:

Aqueles que estão sob a proteção de Deus são imunes à feitiçaria e bruxaria. Não há lugar para a superstição no coração de um cristão e nenhuma maldição terá efeito quando pronunciada contra um filho de Deus. Balaão sabia disso, mas ele também tinha algum conhecimento das ofertas sacrificais dos hebreus e esperava que superando-as por meio de custosas oferendas, poderia conseguir o favor de Deus e ser bem sucedido em seu plano pecaminoso.

Deus mais uma vez condescendeu em revelar a Balaão, em visão profética, não somente o futuro de Israel, mas a recompensa final de todos aqueles que O seguem através dos tempos.

Que privilégio e que misericórdia! Se Balaão tivesse aceitado a luz que Deus lhe concedera, teria cortado todos os laços com Moabe e voltado para casa em arrependimento. Mas não, ele amava a riqueza e decidiu firmemente obtê-la para si.

Este é um aviso para nós hoje. Podemos servir ao Senhor, mas se há um pecado ou hábito nocivo que estamos acariciando e não estamos dispostos a abandonar, Satanás encontrou uma porta de entrada para nosso coração.

Nancy Costa


Progenitor de doutrinas falsas-Números 23

Leitura Bíblica - Números 23
Progenitor de doutrinas falsas
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Uma grande história possui grandes lições. Nos próximos capítulos as aplicações das tristes experiências de Balaão deverão desviar-nos do caminho da ruína.

Para abrir nossa mente à mensagem divina deste capítulo considere: “O mundo tem-se tornado um leprosário de pecado, um monturo de corrupção. É um mundo que não conhece os filhos de Deus, porque não conhecem a Deus” (Ellen G. White).

Balaão não era um profeta pagão, nem judeu. No entanto, Deus o chamara para proclamar Sua misericórdia e o plano da salvação aos politeístas da mesopotâmia. Ou, no mínimo, para acalmar os ânimos das nações, explicando que Israel nada faria com aqueles que tinham certo parentesco com Abraão (ver Deuteronômio 2).

Todavia, o medo evidencia que moabitas e midianitas nada sabiam destas recomendações. Balaão deve ter negligenciado sua missão como muitos de nós negligenciamos a nossa função como cristãos.

Quando não testemunhamos, desprezamos oportunidades que Deus nos deu para ajudar pecadores em seus temores.

Ao invés de profetizar sobre Deus para abençoar o mundo corrompido, Balaão intentava amaldiçoar o povo de Deus, tornando-se uma pedra de tropeço tanto para o povo de Deus quanto para os pagãos. Mesmo assim, Deus colocou palavras na boca desse profeta como colocou na boca da jumenta; e, então, ele falou somente o que Deus queria:

1. O primeiro discurso (vs. 7-10);
2. O segundo discurso (vs. 18-24).

Pergunto: Por que Balaão orientou Balaque a fazer sete altares para sete sacrifícios, sendo que nenhum servo de Deus agiu assim na Bíblia?

Estudos demonstram que a cultura religiosa das nações pagãs cultuava cinco planetas mais o sol e a lua, ao todo sete astros. Sendo assim, Balaão tentou afastar-se de Deus visando amaldiçoar Israel; contudo, fracassou (vs. 1-6, 11-17, 25-30).

• Mesmo em um mundo que é leprosário de pecado, um monturo de corrupção, um povo abençoado por Deus não pode ser amaldiçoado por ninguém.

A adoração aos astros sempre foi forte no paganismo, a ponto de ser absolvido pelo cristianismo, levando a igreja cristã à apostasia. O profeta Balaão é mencionado pelo apóstolo João como progenitor de doutrinas falsas entre o povo de Deus (Apocalipse 2:14).

Cuidado com ministros que seguem doutrinas de Balaão: Cegos espiritualmente, ávidos materialmente. Fique alerta: Busque sempre a verdade!

Reavivemo-nos! Heber Toth Armí



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Números 22 Comentários:Nancy Costa

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Números 22
Comentários:Nancy Costa

Balaão já havia sido um bom homem e um profeta de Deus, mas “amou o prêmio da injustiça” (2 Pe 2:15). Balaão amava o dinheiro, e através do pecado da cobiça, Satanás ganhou o controle sobre ele. Quando Balaque, o rei de Moabe, enviou príncipes para pedir a Balaão que amaldiçoasse Israel, Balaão sabia que Deus não queria que ele fizesse isso. No entanto, ele escolheu seguir seu próprio caminho, e então se esforçou para conseguir a aprovação do Senhor.

Muitos hoje fazem o mesmo. Eles conhecem a Palavra de Deus, e ainda assim pedem fervorosamente por luz. Eles se precipitam em caminhos proibidos e como Balaão com o seu jumento, irritam-se com aqueles que querem evitar a sua ruína.

Balaão estava tão ansioso para obter seu prêmio que mesmo quando o seu animal falou, ele não parou para considerar a fonte.

A misericórdia de Deus para com Balaão é evidenciada em toda esta história. Mesmo quando Balaão recusou o plano original de Deus para ele, Deus não o abandonou, mas trabalhou com um plano reserva.

Deus está sempre trabalhando em nossas vidas. Mesmo quando cometemos um erro e deixamos de seguir o Seu plano para nossas vidas, Ele não nos abandona, mas produz um Plano B. … ou C.

Louve a Deus pela Sua paciência e misericórdia.

Nancy Costa
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Uma jumenta que fala - Números 22

Leitura Bíblica - Números 22

Uma jumenta que fala 
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Creio ser excelente este pensamento para iniciar uma das mais deprimentes histórias bíblicas:

“Nenhum de nós pode permitir-se pecar. É um negócio demasiado caro. O pecado cega os olhos de tal modo que o mal não é discernido, e mediante procedimento irrefletido, os que assim ficam cegados tornam-se instrumentos para difundir a injustiça em favor de Satanás” (Ellen G. White).

Balaão era verdadeiro PROFETA de Deus no mais pleno sentido da palavra. Ele foi convidado pelos moabitas a uma missão que não poderia falhar. Ele era a pessoa certa, na visão do rei Balaque (vs. 1-17). Sua convicção ficou evidente sua rejeição peremptória:

“Mesmo que Balaque me desse sua casa repleta de prata e ouro, eu não seria capaz de desafiar as ordens do Eterno e fazer qualquer coisa, grande ou pequena” (v. 18).

Antes disso, ele falara face a face com Deus. Balaão tinha intimidade com Deus e o texto revela familiaridade entre os dois. Balaão não agia sem consultar Sua perfeita vontade. Entretanto, perante a segunda comitiva de importantes líderes moabitas, oferecendo-lhe nova proposta tentadora, Balaão insistiu com Deus. Obteve permissão, porém com restrição; logo saiu sem titubear rumo à missão de amaldiçoar Israel.

Conhecendo a motivação de Balaão, percebendo sua ambição e onde seu coração intentava pousar... Deus preparou-lhe uma poderosa lição fazendo uma jumenta falar/conversar/dialogar igual gente.

• Convicção sem submissão a Deus requer exortação e orientação espiritual.

Balaão conversa com a jumenta sem surpreender-se, de tão ávido que estava por avançar. A jumenta desviou-se do CAMINHO e o profeta disse-lhe que se tivesse uma ESPADA na mão, a MATARIA. Quando o anjo abriu-lhe os olhos, Balaão viu que, na verdade, ele havia se desviado do CAMINHO; e, se não fosse pela jumenta, o anjo o teria MATADO com a espada que trazia à mão (vs. 22-33).

• Independência de Deus nos faz agir pior que jumenta!

Deus permitiu que Balaão prosseguisse; entretanto, falaria somente o que Deus colocasse em sua boca como fez com a boca do animal (vs. 34-41).

• Se Deus usou até a jumenta, Ele pode usar-nos como quiser!

Devemos abençoar, não amaldiçoar! Indiferença para com a missão de Deus leva-nos à acomodação. Nesta situação, nem mesmo convicção é suficiente para resistir à tentação!

Sejamos ativos: Reavivemo-nos! Heber Toth Armí



quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Números 21 Comentários: John Beckett

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Números 21
Comentários: John Beckett:

Depois de receber uma provisão milagrosa em Cades [cap. 20:1-11] e de uma vitória sobre um reino menor que os atacou, Israel rapidamente se volta para reclamar de Deus, quando a água e o alimento se tornaram indisponíveis enquanto contornavam Edom. Desta vez, Deus não retirou o problema. Em vez de imediatamente tomar conta de sua necessidade, mostrou-lhes que olhando para a sua Salvação eles seriam preservados. A mensagem é a mesma hoje: olhe para Jesus e viva.

Qual é a sua resposta aos desafios da vida? Você reclama das pessoas que estão tentando te ajudar? Você reclama que Deus não está te guiando? A nossa resposta aos desafios da vida deve ser como o Salmo 46:1-3: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne, e os montes se abalem no seio dos mares; ainda que as águas tumultuem e espumejem e na fúria os montes se estremeçam”.

Sabemos que Deus nos conduziu no passado. Às vezes não entendemos por que as dificuldades atuais estão acontecendo, mas podemos pedir confiantemente que Ele nos leve à vitória.

John Beckett
Professor of Computing
Southern Adventist University



quarta-feira, 25 de novembro de 2015

A serpente é símbolo do mal

Leitura Bíblica - Números 21

A serpente é símbolo do mal
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Falta de fé e compromisso com Deus geram atrasos na vida. Andar em círculos, patinar, remar sem sair do lugar... torna-se rotina. Alguns acostumam-se com isso, acomodando-se.

Como cristãos, devemos arregaçar as mangas e avançar; para tanto, precisamos repudiar ao pecado! Pois, pecado é um enorme obstáculo à fé.

“Por não haverem colocado plena fé em Deus, o que deveria ter sido uma aventura de dois meses acabou sendo uma provação de quarenta anos. Quantos de nós podemos pensar em pessoas que ignoram a oferta de salvação ano após ano, só para colher as terríveis consequências de sua recusa? Com que frequência, à semelhança do antigo Israel, essas mesmas pessoas culpam a Deus pelos problemas que trouxeram sobre si mesmas? [...] Com que frequência usamos as desculpas mais estapafúrdias para justificar nossa procrastinação?” argui Frank Holbrook.

Após a geração de perversos morrer no deserto, nova geração vai à luta. Antes de entrar em Canaã Deus concedeu vitórias miraculosas a Seu povo. Desta forma, somos informados da:
• ...derrota do rei Arade (vs. 1-4);
• ...derrota do rei Seom (vs. 21-32);
• ...derrota do rei Ogue (vs. 33-35).

No meio destas batalhas, houve outra guerra: Contra o pecado! Como serpentes abrasadoras, o pecado aplica seu veneno mortal nos filhos de Deus. A morte é evidência de sua eficácia. O pecado afasta-nos da proteção de Deus; então, a desgraça aparece. Contudo, Deus sempre tem o remédio certo. Não há nenhuma solução, senão a providência de Deus: Uma serpente de bronze numa haste (vs. 4-9).

A serpente é símbolo do mal. Jesus assumiu nossos pecados, nossa culpa, e morreu a nossa morte. Ao fazer-Se maldição, almejava abençoar-nos (João 3:14-15; Gálatas 3:13). Assim, serpente também tornou-se símbolo de Cristo!

Ir ao médico não cura nenhuma doença. Decorar receitas, obter remédios, entender composição química dos medicamentos, explicar bulas dos medicamentos, sem, porém, ingeri-los não cura nenhuma doença. Assim também é com a doença do pecado: Conhecer a Bíblia, saber que Deus tem uma igreja, estudar Jesus, sem entregar-se integralmente a Ele... não haverá chance de perdão, restauração nem salvação.

Somente após submeter-se plenamente a Deus como um paciente submete-se ao médico pacientemente, é que o crente avança, vence e canta alegremente durante sua jornada rumo ao Céu (vs. 10-35).

Avancemos! Heber Toth Armí



Números 20 Comentários: John Beckett:

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Números 20
Comentários: John Beckett:

Depois do Sinai, o povo pediu para que Moisés falasse por Deus, porque não podia suportar a presença direta de Deus. Esta foi uma grande responsabilidade para Moisés.

No texto de hoje, Moisés não conseguiu refletir o caráter de Deus para o povo como deveria ter feito. Ele estava zangado com o povo, ampliando suas falhas e destruindo a lição de misericórdia e amor que Deus queria comunicar naquele momento. Este é um alerta a todos os líderes: nunca devemos ceder à tentação de agir de forma não apropriada para com aqueles que lideramos.

A punição aplicada foi que Moisés e Arão não introduziriam Israel na terra prometida. Primeiras lições são importantes – era necessário que a entrada do povo nesta nova terra não fosse maculada por uma liderança que tinha tão recentemente deturpado Deus e Seu modo de agir com a humanidade.

Em um sentido muito real, todos nós estamos liderando aqueles que nos rodeiam. Eles sabem Quem nós representamos. Para algumas pessoas, nós somos a única evidência que eles têm sobre como é Deus. Então, a lição de Moisés é para todos nós.

Você tem se comportado indulgentemente de modo a confundir as pessoas a respeito do caráter de Deus? Torne suas as palavras da canção: “que o mundo possa ver Jesus em mim”.

John Beckett



Deus sabe o que faz!Números 20

Leitura Bíblica - Números 20

Deus sabe o que faz!
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

A Bíblia responde nossas maiores inquietações; porém, pecadores têm medo da verdade. A verdade divina revelada expõe a ruindade humana; consequentemente, muitos desprezam a Bíblia, outros fogem da igreja.

Moisés e Arão tiveram que lidar com a verdade da parte de Deus: Eles não entrariam na Terra Prometida. Deus, graciosamente, deu satisfação, explicando-lhes a razão: “Já que vocês não confiaram em mim, não me trataram com reverência diante do povo de Israel, os dois estarão impedidos de conduzir a comunidade para a terra que estou dando a eles” (v. 12).

Que triste! Moisés que deixara o sossego do trabalho pastoril; família; que enfrentara o irredutível Faraó; guiara o povo; sofrera rebelião do povo; permanecera manso frente à acusação infundada sobre sua esposa...

Nesse contexto Moisés estava muito indignado pela atitude do povo pela falta de água (vs. 2-13), triste pela morte de sua irmã (v. 1). Em seguida recebeu resposta negativa à solicitação para passar nas terras de Edom (vs. 14-21). Logo depois lidou com a morte de seu irmão Arão (vs. 22-29). No mesmo capítulo, seus dois irmãos morrem. Parece injusto?

Parece justo chorar um mês por Arão e nenhum dia por Miriã (vs. 1, 29)?

Neste mundo...
1. A vida é injusta: sofremos pressões, reclamações, críticas, acusações...;
2. Somos pecadores: Estragamos tudo;
3. Liderar é complexo: Lidar com pessoas é difícil;
4. Grandes homens: Cometem erros.

O problema é que endeusamos nossas opiniões e desprezamos a Deus. Questionamos e reclamamos, mas Moisés não resmungou. Não ficou depressivo/fugindo. Ele submeteu-se a Deus humildemente.

Amplie tua visão:

• “Os filhos de Israel nunca foram afeiçoados ou fieis a seus líderes. Moisés não constituiu a prova disso? Seus contemporâneos lhe causaram tanto sofrimento que poderíamos nos perguntar se a decisão divina de barrar-lhe o acesso à terra prometida não foi um prêmio em vez de castigo. Só depois de sua morte sua gente entendeu sua singular grandeza” (Elie Wiezel).

• “Não houvesse a vida de Moisés sido mereada por aquele único pecado, deixando de dar a Deus a glória de tirar água da rocha, em Cades, e teria entrado na Terra Prometida, e seria transladado para o Céu sem ver a morte” (Ellen G. White).

Deus sabe o que faz! Nós, não sabemos! Daremos-Lhe glória? – Heber Toth Armí



terça-feira, 24 de novembro de 2015

Números 19 Comentários: John Beckett:

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Números 19
Comentários: John Beckett:

Aqui Deus está dando instruções muito específicas para os israelitas a respeito da diferença entre o puro e o impuro. Jesus nos mostrou como aplicar isso à vida moderna em Marcos 9:45: devemos retirar de nossas vidas tudo aquilo que tende a nos separar de Deus.

Uma pessoa que se tornasse cerimonialmente impura teria que ser separada por um tempo determinado. Essa pausa para reflexão é importante, especialmente hoje, quando existe tanta confusão em nossas vidas modernas. Se descobrirmos que algo em nossa vida não atende ao padrão divino, é hora de dar um passo atrás e reavaliar o que nos separa de Deus.

Felizmente, temos ajuda. Atletas profissionais têm treinadores pessoais que criam programas individualizados para que alcancem o seu melhor desempenho. O Espírito Santo é o melhor treinador pessoal que existe. Ele sabe exatamente o que devemos fazer no caminho para o Reino. Tudo o que temos a fazer é afastar a nossa atenção do mundo, procurar orientação na Palavra de Deus e ouvir.

A passagem termina com um aviso: Se uma pessoa não se purificasse, ela seria cortada de Israel. Se não nos voltarmos para Deus, após influências mundanas nos separarem dEle, o resultado será certamente um desastre.

John Beckett


O simbolismo da novilha

Leitura Bíblica - Números 19

O simbolismo da novilha
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Quanto vale teu tempo? A avaliação depende de como você vive. “Se você está tão ocupado que não tem tempo para estar em comunhão com Deus, saiba que estás mais ocupado do que Deus deseja” (D. L. Moody). Então, valorize-se; pare um pouquinho e reflita...

Este pequeno capítulo oferece-nos grandes verdades...

1. Revolta e rebelião contra Deus e Seus líderes alcança um resultado “terrível de miséria e morte” (Paul R. House). Durante os 40 anos que o povo passaria no deserto como consequência de seu pecado, 40 pessoas morreriam em média por dia.

2. Com objetivo de conscientizar pecadores com relação ao caminho da vida, Deus providenciou um meio de purificação do pecado. O pecado tem o antídoto da vida, e Deus tem o antídoto da morte; para viver, é preciso confiar nEle.

3. O ritual da morte da novilha vermelha, a utilização de suas cinzas com água e o aspergir sangue sete vezes quando morre alguém, tornou-se obsoleto, foi necessário para o povo durante seu jornadear no deserto. Contudo, precisamos considerar suas aplicações espirituais: Purificar-nos do pecado que nos mata!

Celular sem bateria não tem utilidade, assim como o ser humano sem Deus está desligado da fonte da vida. Jesus é o condutor que religa-nos a Deus quando estamos separados/desligados pelo pecado. Ele é o Salvador – nossa única esperança diante da lambança que causamos com nossos atos.

O simbolismo da novilha:

• Sua cor avermelhada: Reconhecimento de nossa condição pecaminosa que leva-nos à morte (vs. 1-2; Isaías 1:18).

• Suas características: Perfeita, sem ter sido coagida ao trabalho pesado; apontava para Jesus que nunca pecou, mas submeteu-se voluntariamente à morte por nossos pecados (v. 2);

• Seu sacrifício: Fora do acampamento, como Cristo morreu fora da cidade de Jerusalém (v. 3; Hebreus 13:12);

• Seu sangue: Aspergido sete vezes em direção ao tabernáculo pelo sacerdote vestido de vestes brancas e puras; apontava para a ministração de Cristo no Céu pelos pecadores após Sua morte no Calvário (v. 4);

• Suas cinzas: Utilizadas com água para purificar os impuros por lidaram com a morte de entes queridos. Jesus nos purifica do pecado dando-nos acesso à vida (vs. 5-22).

Conecte-se a Cristo, purifica-te do pecado; assim terás tua bateria da vida recarregada!

Jesus morreu para dar-nos vida! Reavivemo-nos! Heber Toth Armí



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Números 18 Comentários: John Beckett

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Números 18
Comentários: John Beckett

Uma das bênçãos que Deus dá a todos nós é o privilégio de generosidade. Seu plano para apoiar os levitas através dos dízimos permitiu que dessa forma o Senhor abençoasse toda a nação de Israel. Mesmo os levitas não estavam isentos de devolver o dízimo de sua renda para os sacerdotes.

Outra lição que encontramos neste capítulo é que nós não podemos selecionar nossas doações para Deus – devemos dar-Lhe o melhor que temos. Até o nosso tempo com Ele não deve se compor dos momentos que sobram após termos feito as muitas coisas que devemos fazer a cada dia. Deveria ser a melhor parte do nosso dia. Mas o que dizer das outras coisas que devemos fazer? Em Mateus 6:33 Jesus diz: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”, isto é, o seu relacionamento com Ele, “e todas essas outras coisas lhes serão acrescentadas” (NVI).

O mesmo princípio se aplica ao nosso dinheiro. Seus seguidores têm visto que se Deus é colocado em primeiro lugar, os recursos restantes duram mais. Mas se cuidamos de outras obrigações em primeiro lugar, não é provável que sobre muito para Deus.

John Beckett:
Professor of Computing
Southern Adventist University



Liderança espiritual-Números 18

Leitura Bíblica - Números 18

Liderança espiritual
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

Deus escolhe, chama, capacita e defende àqueles que servem em funções espirituais especificadas por Ele. Deus também orienta, explica e delimita o que cada um deve fazer na função indicada por Ele.

Se cada um executasse bem a sua parte, com responsabilidade e maturidade, dependendo dAquele que chama e capacita, o resultado seria esplêndido! Caso contrário, a igreja torna-se uma calamidade! O povo de Deus experimenta o fracasso e, a espiritualidade despenca num retrocesso!

Portanto, ninguém deve submeter-se a desejos, sentimentos, anseios e imaginação pervertidos pelos pecados. Devemos elevar nossa visão de tudo mediante o meditar nos sublimes princípios revelados pelo Deus soberano:

1. No serviço espiritual é fundamental respeitar limites e funções estipuladas por Deus a cada pessoa (vs. 1-4);

2. Na obra de Deus cada um tem sua própria responsabilidade, na qual não cabe nenhuma irresponsabilidade. É irresponsabilidade ignorar a própria responsabilidade ou intrometer-se na responsabilidade alheia (vs. 5-7);

3. Na obra ministerial existem regras: Tudo deve ser realizado conforme orientado por Deus, com reverência e santidade (vs. 8-12);

4. Na liderança espiritual Deus cuida, sustenta e provê recursos para Seus servos; conquanto, estes devem prezar pela pureza familiar (vs. 11-13);

5. Na administração dos recursos divinos, dinheiro tem seu lugar; consequentemente, deve ser utilizado conforme a designação divina (vs. 14-19);

6. No cargo de liderança espiritual, nada deve ocupar tempo do ministro a não ser Deus, Sua vontade e Sua obra. Levitas não possuiriam terras, pois exigiriam tempo deles no cultivo e na colheita; eles, porém, teriam o que comer (vs. 20-24);

7. No ofício eclesiástico há salário, é o dízimo estipulado diretamente por Deus aos que trabalham pela salvação dos pecadores. Dízimo é 10% dos recursos. Quem recebe do dízimo também precisa ser dizimista, demonstrando fidelidade plena ao Senhor (vs. 25-32).

Imaginação enferma gera espiritualidade doentia. Imaginação doentia obstrui a compreensão destas preciosas lições. Purifique tua mente para entendê-las corretamente. Destrua a espiritualidade inválida!

Jesus quer cada membro da igreja sendo luz e sal neste mundo depravado. Portanto, cada um deve entender que no cristianismo participamos do sacerdócio de todos os santos (I Pedro 2:9-10).

Cada um deve fazer sua parte no corpo de Cristo, assim como cada órgão de nosso corpo executa sua função!

Reflita... Aplique... Compartilhe! Heber Toth Armí



domingo, 22 de novembro de 2015

A Vara de Arão

Leitura Bíblica - Números 17

A Vara de Arão
Comentários: Pr.  Heber Toth Armí

O conhecido pastor Roberto Rabelo disse: “O coração do problema humano é o problema do coração humano”. Sem Deus o ser humano é um ser problemático causador de sérios problemas; contudo, Deus sabe como lidar com tais complexidades.

Líderes espirituais escolhidos por Deus são alvos de ataques incessantes. Os críticos anseiam seus lugares; o que seria se Deus colocasse os críticos em funções importantes? Sendo eles causadores de sérios problemas, imagina o caos que seria! Felizmente Deus não cede à pressão dos revoltosos e arrogantes!

Leia Números 17 com atenção! R. Dennis Cole oferece-nos os seguintes tópicos para este capítulo, cujo tema principal é: Vara de autoridade de Arão: A primazia do sacerdócio de Arão confirmada:

1. Requisitos: Instruções e mandamentos (vs. 1-5);
2. Rápido cumprimento por parte do povo e de Moisés (vs. 6-7);
3. Resultados da prova (vs. 8-9);
4. Instruções renovadas (vs. 10-11);
5. Resposta retórica aos israelitas (vs. 12-13).

Sobre o episódio ocorrido no capítulo em apreço, Edgardo D. Iuorno, faz a seguinte aplicação:

“Quando o ministério é claramente escolhido por Deus floresce e dá frutos. Diante dos frutos as queixas já não têm sentido... Um ministério cheio de vida é o resultado de uma vida na presença de Deus. Longe dEle não há verdor, nem broto, nem fruto algum”.
Sua aplicação conclusiva é: “Pode existir mil problemas que atender, e mil queixas que calar. Se existe solução, esta começa na presença de Deus”.

Os servos de Deus sofrem com inveja, ciúme e cobiça dos que receberam outras funções. Há funções que são desejadas, porém, certas pessoas nunca foram divinamente chamadas para elas. Portanto, cabe a cada um exercer o ministério pelo qual foi chamado com humildade e dedicação sem desejar o que Deus delegou a outros.

A visão limitada da religião e das funções e liderança espirituais conduz algumas pessoas à acusação e reclamação dos sinceros servos do Senhor. Precisa-se ter cautela com aqueles que promovem uma autopromoção.

O que fazer com os críticos dos servos de Deus? É preciso orar por eles. Moisés e Arão intercederam a Deus por eles, para que não fossem consumidos; pois, criticando os servos de Deus, eles revelam que estão cegamente perdidos (16:41-50; 17:12-13). Eles precisam de salvação!

Oremos! Intercedamos! Reavivemo-nos! Heber Toth Armí



Números 17 Comentários: Nancy Costa

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica: Números 17
Comentários: Nancy Costa

Deus misericordiosamente deu a Israel mais uma prova de Sua vontade de corrigir o juízo equivocado do povo. Eles ainda estavam convencidos de que Moisés e Arão haviam “matado o povo do Senhor.”

Deus ordenou que cada tribo tomasse um bordão e escrevesse nele o nome da casa de seus pais. As varas foram depois deixadas na presença do Senhor. Naquela noite Deus operou um milagre que foi suficiente para silenciar as reclamações dos israelitas e que deveria ser um testemunho permanente sobre quem Deus havia estabelecido o sacerdócio. Todas as notáveis alterações ​​no bordão tinham o objetivo de convencê-los de que fora o próprio Deus quem havia estabelecido uma positiva distinção entre Arão e o resto dos filhos de Israel. Após este milagre do poder divino, a autoridade do sacerdócio não foi mais posta em dúvida.

É sempre difícil chamar à verdade aqueles que se permitem ser conduzidos à rebelião. Foi difícil convencer os israelitas rebeldes de que eles estavam errados e Moisés e Arão estavam certos, mesmo depois que a terra engoliu Corá e seu grupo.

Ellen G. White menciona este incidente, afirmando que a história da rebelião de Corá “está registrada como alerta ao povo de Deus, especialmente àqueles que vivem sobre a terra perto do fim do tempo “(Spiritual Gifts, Vol. 4A, pp 35-38).

Nancy Costa


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