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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

O Tabernáculo

Leitura Bíblica  - Êxodo 40

O Tabernáculo
Comentários  Heber Toth Armí

Beleza, recursos, talentos, materiais não foram economizados na construção do Santuário, nem mesmo nas roupas dos sacerdotes. Para Deus tudo precisa ser feito com qualidade – mesmo enfrentando a dureza e a aridez do deserto, onde deveria economizar devido à incerteza quanto à pobreza.

Segue abaixo o esboço deste capítulo traçado por Douglas K. Stuart:

1. Moisés levanta o Tabernáculo, investe aos sacerdotes e coloca todos os materiais (vs. 1-33);

• Mandato de Deus para erguer o Tabernáculo (vs. 1-16);
• Moisés ergue o Tabernáculo (vs. 17-33).

2. A nuvem da glória do Senhor cobre o Tabernáculo (vs. 34-38).

O Tarbenáculo estava erguido, o Santuário recebeu a presença do Santo Deus. O sistema de adoração estava completo. “E assim o livro de Êxodo narra a história do povo de Deus desde a libertação do Egito até o término da construção do tabernáculo ao pé do Monte Sinai” comentou William MacDonald.

Nota-se em todo tempo Moisés, líder de uma grande nação, com humildade e disposição de seguir detalhadamente as especificações dadas por Deus. É por isso que, no final do livro de êxodo, Deus enche com Sua majestosa presença a tenda levantada e projetada para Ele.

Teologicamente, este livro apresenta Deus como o libertador, capacitador e abençoador. O Deus Criador, poderoso e santo organizou em nação a um povo escravizado/humilhado/desprezado no Egito, portanto, miserável. Ao fazer uma aliança de amor e compromisso com o povo através de uma Legislação ímpar, Deus revelava ao mundo Seu plano de salvação.

Com o santuário Deus orientava o sistema de adoração daquele que aceitava o plano de salvação. Assim, os ex-escravos seria prova do poder de Deus e o Santuário a revelação do caráter do verdadeiro Deus ao mundo. De escravos do Egito a servos do Senhor, o impacto deveria impressionar ao mundo inteiro.

Nas palavras de Eugene H. Merrill “o livramento do êxodo está para o Antigo Testamento assim como a morte e ressurreição de Cristo estão para o Novo Testamento [...]. O livramento no êxodo, a aliança sinaítica, a experiência no deserto e a promessa de uma terra fornecem modelos da vida cristã. Aquele que crê [...] empreendendo o próprio ‘êxodo’, deixando de ser escravo do pecado e do mal para servir sob a nova aliança”.

Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.




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