Translate

domingo, 30 de novembro de 2014

Marcos 1 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Marcos 1

Pr. Heber Toth Armí

Ação, objetividade e dinamismo caracteriza, desde o primeiro capítulo, este evangelho. O primeiro versículo declara a mensagem central do livro, o qual é o menor dos quatro evangelhos:

“As boas novas acerca de Jesus Cristo – a Mensagem! – começam aqui...”. A finalidade do livro é obvia: evangelizar. Sem usar retórica e habilidade na escrita, o foco é elevar Jesus a todos. Temos muito a aprender de Marcos, principalmente como apresentar o poder de Jesus!

Escrevendo aos romanos, Marcos revela a operosidade mais do que a mensagem do Messias. Ele começou a mensagem mostrando-nos a essência do evangelho: Jesus Cristo. Sem Ele qualquer pregação não passa de discurso florido – com flores são de plásticos – sem vida e sem fragrância.

Já no primeiro capítulo, o evangelista expõe:
1. João, o precursor, prepara o caminho para o Messias e profetiza o batismo com o Espírito Santo (vs. 1-8);
2. Jesus é introduzido em Sua missão pelo poder de Deus e do Espirito Santo legitimando Sua verdadeira identidade (vs. 9-11);
3. O deserto foi a primeira atividade do Messias; ali, em meio aos animais selvagens e de Satanás, recebeu a proteção dos anjos (vs. 12-13);
4. Pregação, convocação de discípulos e conversão de pecadores aconteceram imediatamente (vs. 14-20);
5. Poder, restauração, curas, libertação, ensino, etc. aconteciam sucessivamente em diferentes lugares. Agitação, emoção, empolgação e dinamismo caracterizou as atividades de Cristo descritos por Marcos (vs. 21-45).

José e Maria, Belém, magos, pastores de ovelhas, nenhum deles foi mencionado por Marcos. Ele tem pressa. Ele não se apega aos detalhes. Ele começa com tanta ação e avança tão rapidamente que ao lermos ininterruptamente o primeiro capítulo, o concluiremos sem fôlego.

Não há genealogias, nem longos sermões de Jesus nos escritos de Marcos; além disso, ele é o que menos cita o Antigo Testamento; isso o torna mais dinâmico ainda. “Há uma vivacidade e uma energia em Marcos que fascina o leitor cristão e o faz almejar, a exemplo de seu bendito Senhor, servir de alguma forma”, declarou August Van Ryn.

Aplicações:
1. A vida cristã não é monótona, é dinâmica.
2. O estilo de vida do cristão é empolgante, não maçante.
3. Ação, entusiasmos e realizações caracterizam àqueles que verdadeiramente servem a Cristo.

Acompanhe Marcos e serás reavivado(a)!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:

Marcos 1 Comentários de David Smith


Marcos 1
David Smith

Marcos começa seu Evangelho descrevendo o ministério de João Batista a preparar o caminho para Jesus. Há um sentimento de grande expectativa nas palavras de João no verso 7: “Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de curvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias.” (NVI). Essa expectativa se cumpriu quando Jesus veio ao rio Jordão para ser batizado por João.

Claramente Jesus, o perfeito Filho de Deus, não precisava do batismo. E João sentia-se indigno de batizá-lo (Mateus 3:14). Mas Jesus insistiu em ser batizado como um exemplo para nós (EGW, O Desejado de Todas as Nações, p 111).

No dia do seu batismo, Jesus deu um exemplo ainda mais importante para nós:  Sua completa submissão a Seu Pai como expresso em Sua oração (Lucas 3: 21,22). Imediatamente após o Seu batismo, Jesus exemplifica a vida de entrega total que somos convidados a viver. Jesus estava iniciando Seu ministério. Sua missão estava diante dEle. Ele estava dando início a um reino que era o oposto do que as pessoas esperavam. Ele iria enfrentar a rejeição e oposição em cada movimento que fizesse. Ele enfrentou a cruz e a possibilidade de separação de Seu próprio Pai. Jesus entregou tudo isso em oração ao Pai (Idem, DTN, 111).

A resposta afirmativa do Pai registrada no verso onze: ““Tu és o Meu Filho amado; de Ti Me agrado” (NVI), incentivou Jesus em Sua missão. E depois dos primeiros discípulos aceitarem o convite de Jesus para segui-Lo (versos 14-20), eles também iriam aprender a entregar suas vidas nas mãos do Pai para que pudessem cumprir a sua missão.

Devemos fazer o mesmo. Ao fazermos isso, a voz do Pai nos dirá: “Este é o Meu filho amado, em quem me comprazo” (DTN, 113).

David Smith
Pastor Sênior, Church University Collegedale,
Tennessee, EUA



http://www.palavraeficaz.com/

sábado, 29 de novembro de 2014

Mateus 28 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Mateus 28

Pr. Heber Toth Armí

A morte não tem a última palavra. Jesus é mais poderoso que ela. Ele a venceu por nós a fim de que tenhamos vida restaurada e eterna. Jesus não deve ser representado morto na cruz, mas vivo em nossas atitudes; pois Ele deixou o túmulo vazio para preencher o vazio de nosso coração.

Este capítulo revela coisas incríveis; pessoas decididas a não crer de forma alguma em Jesus. Aliás, líderes religiosos do povo de Deus oferecendo dinheiro para pessoas mentirem sobre a ressurreição do Filho de Deus. Os guardas perceberam o terremoto, viram que a pedra havia sido removida, viram que Jesus ressuscitara, correram aos líderes judeus, os quais decidiram não crer (vs. 1-8).

O que mais Jesus poderia fazer? Uma mentira espalhou-se devido aos líderes ignorarem descaradamente à verdade. Jesus havia dado todas as evidências necessárias da verdade, mas eles preferiram à mentira. Parece muito mais cômodo e conveniente crer na mentira e ignorar a verdade (vs. 11-15).

Contudo, independente dos céticos, incrédulos e falsos religiosos, Jesus, além de ressuscitar, recebeu total autoridade, conquistara todo o planeta de volta para Ele, e, tinha todo direito de enviar Seus representantes ao reino das trevas para resgatar pecadores para o reino da luz (vs. 16-20). Toda a Trindade está envolvida na salvação do pecador.

Em síntese:

1. Jesus é divino tanto quanto o Pai Celestial, por isso aceitou adoração; adoremos-Lhe (vs. 9, 17);

2. Quem não quer crer não há o que fazer, é uma decisão individual. Decida-te! (vs. 1-15);

3. Jesus recebeu toda autoridade para nos salvar, não sobrou nenhum espaço para o diabo, o qual não manda nem no inferno (v. 18). Aleluia!

4. Jesus comissionou cada cristão à missão de evangelizar e prometeu-lhe Sua presença até o fim da história deste mundo (vs. 19-20).

5. Jesus quer que todas as coisas sejam ensinadas aos candidatos ao cristianismo antes e depois do batismo (v. 20).

6. Jesus não deixou nenhuma dúvida de quem Ele é: Rei, e qual a missão do cristão: Ir e pregar. Só duvida quem não quer realmente crer (vc. 1-20).

7. Jesus conta agora mesmo com você. Submeta-se a Ele!
Mateus apresentou Jesus como Rei; você permite que Ele reine em tua vida e governe tua agenda?

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

Mateus 28 Comentários de Stephen Bauer

 Mateus  28
Stephen Bauer

O Evangelho de Mateus chega ao seu clímax com a ressurreição de Cristo. Cristo venceu! A morte e a injustiça não podem derrotá-lo!

Os líderes religiosos que deveriam ter recebido e anunciado a boa notícia negam o túmulo vazio e subornam os soldados para espalharem uma mentira. Aqui, novamente, questões de poder e identidade estragam a cena.

Em nítido contraste, duas mulheres fora das estruturas de poder, Maria Madalena e “a outra Maria”, são as primeiras pessoas a receber a tarefa de difundir o Evangelho. Isso mostra que a proclamação das boas novas acerca de Jesus é trabalho de todos os crentes, independentemente da condição sócio-econômica ou eclesiástica. Estas mulheres foram orientadas a dizer para “os discípulos” irem encontrá-Lo na Galileia (vs 7, 10). Os discípulos (vs 16) obedeceram a mensagem enviada através das mulheres, e foram para o monte que Jesus tinha especificado.

Quando todos estavam reunidos no monte, Jesus anuncia que tem todo o poder no Céu e na Terra, e por isso, comissiona Seus discípulos a irem por todo o mundo e fazerem discípulos de todas as nações. Os dois componentes-chave para a formação de discípulos são o batismo e o ensino de tudo aquilo que Cristo ensinou. Observe que os discípulos de Cristo não estão autorizados a ensinar o que bem entendem. Eles devem ensinar o que Cristo ensinou, ou seja, os ensinamentos bíblicos. Assim, não há nenhuma autoridade inerente no mensageiro. Em vez disso, a mensagem é que tem autoridade em virtude de Quem a originou.

Jesus tem toda autoridade no céu e na terra, porque Ele é Deus. Assim, em Sua autoridade, não em nós mesmos, saímos ao mundo com a Sua mensagem, formando mais discípulos para seguir o divino Cristo ressuscitado.

Stephen Bauer, Ph.D.



http://www.palavraeficaz.com/

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mateus 27 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Mateus 27
Pr. Heber Toth Armí

Cristo foi pendurado numa cruenta cruz para libertar-nos das correntes do pecado. O sofrimento de Cristo é real; Ele é o Filho de Deus. O ex-ateu C. S. Lewis declarou: “O Filho de Deus tornou-se homem para possibilitar que os homens se tornem filhos de Deis”. Humilhando-Se até à morte de cruz Jesus quer resgatar pecadores da morte para a vida eterna.

Alguém declarou: “Enquanto alguns pregam você na cruz do seu passado, Jesus abre a porta para seu futuro e trata os seus dias, antes cheios de vergonha, agora cheios de graça e amor”. Para tornar isso possível Ele teve de aceitar a vergonha do mundo, tomar sobre Si nosso pecado e assumir nossa sentença de morte.

O capítulo em apreço pode ser assim resumido:

1. O Rei do Universo perante Pôncio Pilatos, procurador romano da Judeia nos anos 26-36 d.C (vs. 1-32);
2. O Rei do Universo crucificado no monte da caveira entre dois ladrões como se Ele fosse o pior (vs. 33-44);
3. O Rei do Universo, autor da vida, deu Sua vida em prol de pecadores que merecem a morte (vs. 45-50);
4. O Rei do Universo tornou-se o Cordeiro de Deus dando fim ao sacrifício de animais e às leis cerimoniais (vs. 51-56);
5. O Rei do Universo não teve seguranças em vida, mas teve guardas no Seu sepulcro, pois os incrédulos não duvidaram de Suas declarações em vida (vs. 62-66).

Algumas lições importantes:

1. Nem sempre reconhecer o erro está certo, o remorso não é arrependimento verdadeiro, como no caso de Judas (vs. 3-10);
2. A morte de Jesus pode parecer derrota, mas trouxe a vitória sobre a morte, dando uma ideia de como será no dia da ressurreição de todos os justos (vs. 51-53);
3. A voz do povo não é a voz de Deus, é do povo; portanto, a maioria nunca está com a verdade; cuidado para não ser “Maria vai com as outras” e acabar trocando Jesus por Barrabás (vs. 20-26);
4. Não despreze as sugestões da esposa nas decisões difíceis, ela pode ter uma visão diferente da situação e promover bênçãos (v. 19).
5. Faça como José de Arimatéia, dê o melhor para Jesus (vs. 57-60).

Torne-se um verdadeiro seguidor do Salvador

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:


Mateus 27 Comentários de Stephen Bauer


Mateus  27
Stephen Bauer

Este capítulo registra o julgamento de Jesus perante Pilatos, bem como a Sua crucificação, morte e sepultamento. Também neste capítulo se encontra o suicídio de Judas. O grande ato de Cristo em sofrer e morrer por nossos pecados nos toca profundamente. Ao mesmo tempo, as histórias de Judas, Barrabás, e Pilatos podem nos trazer importantes lições morais.

Judas havia servido a Cristo por muito tempo, na esperança de alcançar uma alta posição social no novo reino messiânico. Quando Cristo escolheu não usar seu poder divino para Se livrar de seus perseguidores, Judas percebeu que Cristo seria crucificado. Então ele viu caírem por terra suas esperanças de utilizar Jesus e Sua religião para ganhar destaque e importância. Seu desencanto com o verdadeiro propósito de Cristo culminou com seu suicídio.

Como Judas, a multidão queria um Messias que os elevasse acima dos romanos, tornando-os os governantes do mundo. Assim, na escolha entre um pacificador Jesus e um lutador experiente, como Barrabás, eles escolheram o lutador, pois este mais provavelmente os ajudaria a alcançar suas ambições mundanas. Vemos aqui, novamente, como os valores com os quais a pessoa se identifica podem cegar o seu discernimento espiritual e moral, abrindo caminho para racionalizar qualquer injustiça ou imoralidade em nome da preservação de seus sonhos.

Finalmente, Pilatos. Ele sabia que Jesus era inocente, entretanto o entregou para ser cruelmente tratado e açoitado apenas para tentar satisfazer uma multidão indisciplinada e conservar o seu poder como governador. Esta primeira concessão falhou em acalmar a turba e, para evitar um tumulto, ele entrega um homem inocente para a execução mais cruel. Por quê? Para ele, preservar seu status como governador era mais importante do que a moralidade ou a justiça. Quão facilmente a manutenção do status pessoal e o auto interesse cegam as pessoas mais experientes e mais bem informadas para as coisas espirituais.

Muitos de nós almejamos a estabilidade financeira e o reconhecimento social que a posição e o poder podem conferir. Estejamos alerta, entretanto, para que estas coisas não nos afastem do caminho da justiça e do dever. Entreguemos cada um de nossos sonhos e planos ao senhorio de Cristo. Esse caminho é o único que pode trazer a verdadeira felicidade.

Stephen Bauer, Ph.D.


http://www.palavraeficaz.com/

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mateus 26 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Mateus 26
Pr. Heber Toth Armí

Que rei dá a vida pelos súditos ingratos e infiéis? Existe alguém com um amor tão incondicional? Sim! Este capítulo fala de um soberano que se entregou pelos insignificantes pecadores, dos quais inclui eu e você. No mínimo, Sua pessoa deve ser considerada. Então continue lendo...

O evangelista Mateus escreveu os capítulos de 1 a 25 de seu livro tendo em vista um alvo: a morte do Rei dos reis, o Messias, o Filho de Deus. Infelizmente este poderoso livro não alcançou a razão cauterizada dos judeus; entretanto, se você permitir, o Espírito Santo irá imprimir em teu coração cada palavra.

O capítulo pode ser assim sintetizado:
1. Havia conspiração por parte dos religiosos objetivando destruir Jesus; desta forma, a festa da Páscoa cumpriria seu verdadeiro significado apontado simbolicamente pela morte de cordeiros (vs. 1-5).

2. Um ato de entrega e adoração em reconhecimento de que Jesus era o Messias escandalizou os desprovidos de discernimento espiritual, mas extraiu belas palavras da boca do Salvador (vs. 6-13).

3. Ao celebrar a primeira ceia Jesus eliminou a páscoa. Ele fez isso pelas seguintes razões: Na páscoa um cordeiro morria para substituir o pecado, Jesus é quem de fato fez isso; na páscoa, era um cordeiro por família, Jesus foi o sacrifício completo por todos; na páscoa, o cordeiro deveria ser perfeito, Jesus nunca falhou. Jesus substituiu a páscoa pela santa ceia (vs. 17-29).

4. Os discípulos ainda não tinham confiança plena em Jesus mesmo depois de ter acompanhado boa parte do Seu ministério. Por isso, além de sofrer a consequência do pecado, Jesus enfrentou traição, abandono e desprezo de seus amigos (vs. 30-56, 69-75).

5. Jesus, o soberano Rei foi julgado e condenado pelos líderes religiosos e políticos deste mundo, foi desprezado, humilhado, escarnecido e morto. Ele aceitou isso a fim de tomar nosso lugar, como um cordeiro morria pelo culpado transgressor (vs. 57-68).

Ao participar da próxima santa ceia, olhe para o passado, veja o Rei Jesus na cruz por você; considere o terrível preço para te libertar da tragédia do pecado; e, então, contemple o futuro, quando, na segunda vinda, Ele virá para levar os salvos deste mundo.

Jesus foi ao fundo do poço para libertar todo aquele que estiver lá. Comemore!

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:


Mateus 26 Comentários de Stephen Bauer


Mateus  26
Stephen Bauer

Mateus 26 discorre sobre as horas finais da vida terrena de nosso Senhor. Neste capítulo encontramos a conspiração para matar Jesus, a Páscoa, a Ceia do Senhor, a traição e prisão de Jesus e a negação de Pedro. O simbolismo da Páscoa e da Ceia do Senhor são altamente familiares, portanto, vamos nos concentrar na dinâmica da conspiração para matar a Jesus.

Durante os mais de três anos de ministério público de Jesus, os líderes religiosos O haviam testado de todas as formas, mas não haviam conseguido enganá-lo ou apanhá-lo em contradição. Jesus viveu uma vida de inquestionável pureza moral e, no entanto, os sacerdotes e líderes religiosos, os autoproclamados guardiões da teologia e da moralidade judaica, fazem planos para matá-Lo, um homem inocente. Eles procedem deste modo porque Jesus foi percebido como uma ameaça ao poder deles sobre as pessoas. Que contrassenso! Os professores da moralidade divinamente revelada serem moralmente tão corrompidos!

Quando a religião torna-se uma ferramenta para o auto-engrandecimento e o poder, estabelece-se uma identidade ideológica que o seu possuidor se dispõe a defender ferrenhamente. Neste ponto, essa identidade se torna mais dominante na tomada de decisão moral do que a realidade ou mesmo a revelação divina. Qualquer ameaça a essa identificação será recebida com resistência feroz. O ensinamento de Jesus acerca do poder pessoal de que o maior deveria tornar-se servo é totalmente oposto a essa teologia e ética que favorece a dominação.

Os ensinos e exemplo de Jesus seriamente desafiou a identidade sacerdotal como peritos revestidos de autoridade do céu, com poder sobre o povo. Para esses líderes religiosos, preservar a sua imagem como líderes espirituais e suas estruturas institucionais era tão importante que justificava o uso de todos os meios possíveis, morais ou imorais.

Ao enfrentarmos discussões desafiadoras na igreja, devemos ser cuidadosos para que a identidade pessoal e empresarial não substitua o espírito dócil, que busca fazer a vontade do Senhor, qualquer que seja o custo.

Somente a comunhão diária e a submissão de todos os aspectos de nossa vida ao Salvador nos permitirão colocar os conceitos e valores do reino de Deus acima dos nossos, para a Sua glória e a salvação de muitos.

Stephen Bauer, Ph.D.




http://www.palavraeficaz.com/

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Mateus 25 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Leitura Bíblica- Mateus 25

Comentários: Pr. Heber Toth Armí

O fim do mundo é a preocupação de muitos cristãos e não cristãos. Contudo, a preocupação de Cristo é a preparação da humanidade que, mesmo Ele tendo providenciado tudo para a salvação de todos, a maioria se perderá – inclusive de dentro da igrejas verdadeira.

Para exemplificar isso, Jesus conta duas parábolas no capítulo em questão:
1. A parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. A parábola dos talentos (vs. 14-30).
3. O restante Jesus aborda como se dará a sentença no dia do juízo (vs. 31-46).

A primeira parábola destaca cinco virgens néscias e cinco sábias: Representam todos os crentes. No tempo do fim a sonolência alcança a todos; a única diferença é a quantidade de azeite. Segundo Leroy E. Froom, “O azeite representa o Espírito Santo. Sem o Espírito de Deus, de nada vale o conhecimento da Palavra, por mais ortodoxa que seja nossa compreensão da mesma. Podemos estar bem familiarizados com todos os seus mandamentos, preceitos, promessas e profecias; mas a menos que o Espírito Santo os torne uma realidade em nossa vida, o caráter não é transformado [...]. Não é bastante estar esperando com a igreja, ou mesmo dentro [dela]. Mera profissão nada mais é que disfarçada aparência que conduzirá à perdição”.

A parábola dos talentos revela a importância de servir a Deus com os dons que Ele nos dá por meio de Seu Espírito. Aquele que enterra seus talentos não usando-os para o avanço da missão evangelística, perderá todos os dons que recebera de Deus, inclusiva a vida; todavia aquele que os usar será grandemente recompensando, mesmo não possuindo muitos talentos.

A conclusão do sermão de Jesus revela que no fim, o teste não será uma prova intelectual ou que será passada uma fita métrica em volta da cabeça para medir quanto aprendeu sobre teologia; mas, será colocada “uma fita” para medir o coração, a fim de avaliar quanto cada pessoa amou. Afinal, no tempo do fim, o que importa não é quanto eu sei ou quanto eu fiz, mas “quanto” e “como” amei.

“Então, os ‘bodes’ serão conduzidos à condenação eterna, mas as ‘ovelhas’ à recompensa eterna” (v. 46).

Este capítulo revela como será a seleção de quem irá ao Céu de quem não irá: Reflita! Reavive-se! / Heber Toth Armí

Imagens do Google 
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:

Mateus 25 Comentários de Stephen Bauer

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Mateus  25
Comentários  de  Stephen Bauer

Após a descrição da Segunda Vinda e dos sinais que a anteciparão, Jesus dá uma série de ilustrações para destacar certas coisas a respeito da Segunda Vinda em si. Esta série de comentários começa em Mt 24:32 e continua através de Mateus 25.

Dois temas importantes se destacam nestas declarações. Primeiro é o tema da data da vinda e a surpresa associada. Se por um lado ninguém sabe o dia nem a hora (24:36), por outro podemos saber que o tempo de Sua vinda está próximo (24:32-35).

Apesar de podermos saber da proximidade, muitos serão pegos de surpresa (24:39) e Ele virá para eles em um momento inesperado (24:44). Relacionado com este momento inesperado, alguns pensarão que o retorno está demorando e não farão uma preparação adequada (24:45-51; 25:1-13). Estas parábolas que citam o atraso nos dão a chave para não sermos pegos de surpresa. O servo que trabalha fielmente para promover os interesses do patrão, não terá qualquer angústia ou surpresa quando do seu retorno.

A segunda ênfase temática envolve a mensagem básica do julgamento. As referências a Noé e ao dilúvio, os servos fiéis em contraste com os servos infiéis (Mt 24:36-51), juntamente com as parábolas das 10 virgens, dos talentos e da separação das ovelhas e dos bodes, todas elas apontam para uma grande separação dos justos e dos perversos através de um processo de julgamento. As duas parábolas acerca dos servos apontam mais claramente ao juízo investigativo. O mestre ou rei vem, inspeciona e avalia, investiga e, em seguida, decreta uma sentença de recompensa ou punição. Várias parábolas são apresentadas uma após a outra as quais enfatizam esse tema do julgamento.

Fica evidente que Jesus não está ensinando que todos serão salvos (universalismo). Além disso, é muito claro que Deus julga e acerta contas com cada pessoa individualmente. Quem crê em Jesus não será julgado – os Seus méritos apagam suas faltas (Jo 3:18). Este se envolverá com os negócios do Rei, multiplicando talentos e tratando outros servos com dignidade e graça.

Esta é a forma de nos prepararmos para a segunda vinda: manter vivo nosso relacionamento com Deus através do Espírito Santo (azeite das virgens). Este envolvimento com o Espírito nos motivará e capacitará a estarmos ativamente engajados na construção do reino como servos do Mestre e Rei.

Stephen Bauer, Ph.D.




terça-feira, 25 de novembro de 2014

Mateus 24 Comentários: Pr. Heber Toth Armí

Mateus 24
Pr. Heber Toth Armí

A curiosidade não é característica unicamente feminina. Intrigados com o final do sermão de Jesus em Mateus 23 homens maduros inquiriram-nO na abertura do capítulo 24. Contudo, a curiosidade foi ainda mais atiçada quando Jesus declarou que o Templo seria destruído. Veja as perguntas:

1. Quando acontecerão estas coisas?
2. Que sinal haverá de tua vinda?
3. Quais os sinais do fim dos tempos?

Estas três curiosas indagações dos discípulos, respondidas por Jesus no restante do capítulo, não formam nenhum método de interpretação profética do livro de Apocalipse. Jesus responde às perguntas dos discípulos, nada mais; portanto, cuidado para não complicar e/ou deturpar as palavras do Mestre.
Mateus 24 e 25 formam um só sermão. Nestes dois capítulos o Pregador dos pregadores ressaltou a característica que separa, não somente à igreja do mundo, como também o preparo do despreparado cristão religioso. Veja quantas vezes enfatizou-se o cuidado com o engano:

1. A primeira premissa do sermão diz: “Cuidado com os falsos profetas [pregadores] do fim dos tempos. Muitos líderes, com identidade falsa [...] vão enganar muita gente” (vs. 4-5, AM);

2. Argumentando ainda (vs. 11-12), Jesus afirmou contundentemente: “Para aumentar a confusão, falsos pregadores irão enganar muita gente”. Falta de amor caracteriza o falso cristão.

3. Fortalecendo o que já dissera (vs. 24-25), Jesus não deixou dúvidas: “Falsos Messias e pregadores mentirosos surgirão aos montes. Suas credenciais e seus espetáculos impressionantes, se possível, iludiriam até os escolhidos de Deus. Fiquem atentos, pois eu vos avisei com antecedência”.

O foco é a segunda vinda de Cristo em glória (vs. 29-35) e o verdadeiro preparo dos verdadeiros cristãos (vs. 36-51). Desde antes da queda de Jerusalém até o dia da segunda vinda, é imprescindível preparar-se (vs. 1-51). Sinais celestiais, terrestres, sociais e religiosos visam alertar-nos: Não descambem para a falsidade.

“Fiquem firmes, [...] é isso o que Deus quer” (v. 13).

Contudo, muitos serão enganados (enfatizado por Jesus nos versos 5, 11 e 24). Por isso, a necessidade de uma massificação da pregação do verdadeiro evangelho (v. 14).

Atenção! Jesus também não quer ninguém especulando a data de Seu retorno (v. 36). A ênfase é na urgência da preparação!

“Então, vigiem. Vocês não têm como saber quando seu Senhor irá se Manifestar” (v. 44) – Heber Toth Armí

Imagens do Google 
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:

Mateus 24 Comentários de Stephen Bauer

Reavivados por Sua Palavra
Leitura Bíblica  - Mateus  24

Comentários  de  Stephen Bauer

Neste capítulo, Jesus deixa o Templo, e os debates sobre a Sua autoridade espiritual iniciados pelos líderes religiosos se encerram (Mt 21-23). Ao sair, Jesus previu a destruição do Templo (Mat 24:2). Os discípulos agora buscam uma conferência privada com Jesus para mais explicações e parte da resposta de Jesus é o Seu famoso discurso sobre os sinais de Sua Segunda Vinda. Um desses sinais é muitas vezes incompreendido pelos cristãos em geral.

Nos versículos 4-8, temos uma série de sinais que vão desde falsos “Cristos” e falsos profetas a guerras, fome e terremotos. Mas “ainda não é o fim” e essas coisas “são apenas o início das dores de parto” do fim. Essas dores de parto são seguidas por perseguição do povo de Deus, traição, mais falsos profetas, ilegalidade e esfriamento do amor (vs 9-12). Mas, Jesus diz, aquele que perseverar até o fim será salvo (v. 13).

Agora chegamos ao verso mal entendido: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.” (v. 14 NVI). Esse versículo é muitas vezes pregado como se Jesus tivesse proferido uma sentença condicional: “SE o evangelho for pregado no mundo inteiro, ENTÃO virá o fim.” Isso se reflete nos apelos que são feitos para “terminarmos o trabalho de modo que Cristo possa vir.” Os membros acreditam em nós quando pregamos isso e eles observam que o mundo não cristão, como a “janela 10-40″, fortemente muçulmana ou hindu, está crescendo mais rápido do que a população cristã tem conseguido pregar para eles. Assim, alguns membros tranquilamente concluem que, se Cristo não virá até alcançarmos a última pessoa com o Evangelho, então Ele não virá tão rápido assim. E certamente seus estilos de vida declaram que não acreditam que Cristo está vindo muito em breve.

Na realidade, a gramática da expressão grega de Mt 24:14 é uma declaração de fato profético, assim como as guerras, fomes e terremotos. Gramaticalmente, a pregação do Evangelho a todo o mundo é um SINAL  da vinda de Cristo e não somente uma CONDIÇÃO para isto. A boa notícia é que o evangelho será pregado a todo o mundo e que Jesus certamente está chegando!

Quando como membros acreditarmos que a vinda de Cristo é certa e que nós temos um tempo limitado para preparar o mundo para a Sua vinda, suplicaremos pelo poder do Espírito Santo para que nos capacite a cumprir nossa missão no mundo. Como resultado, deixaremos de lado nossas tolas discussões e controvérsias na vida congregacional, seremos reavivados espiritualmente e começaremos a trabalhar a sério na pregação do evangelho.

Jesus CERTAMENTE está voltando. Peçamos a Ele que nos mostre qual a parte que nos cabe para representá-Lo ao mundo!
Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University




http://www.palavraeficaz.com/

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Mateus 23 Comentários: Pr. Heber Toth Armí


Mateus 23
Pr. Heber Toth Armí

Não há coisa pior que ser rejeitado; pior ainda é quando o que se rejeita era a solução para o maior dos problemas. Jesus sentiu pena pela nação de Israel que, com todo privilégio da revelação, rejeitou o objetivo dessa revelação.

“Os estrondosos ‘ais’ da justa ira do rejeitado Filho de Davi misturavam-se às lágrimas enquanto ele anunciava bênçãos para os remanescentes penitentes que o saudarão na segunda vinda com as messiânicas boas-vindas do Salmo 118.26: ‘Bendito o que vem em nome do SENHOR’” (Merril F. Unger).

Jesus proferiu oito “ais” aos religiosos orgulhosos; e mais, são explicações claras da profecia no fim do sermão (vs. 33-39) que, sem essa conclusão, qualquer ensinamento do capítulo significará tirar texto do contexto. Um dos erros mais comuns é usar esse texto para defender o ato de criticar.

A Palavra de Deus nunca deve ser usada para criticar, elas visam ensinar, repreender, corrigir e instruir na justiça para aperfeiçoar o pecador (2 Timóteo 3:16-17). Além disso, “O Senhor nunca abençoa aquele que critica e acusa seus irmãos, pois esta é a obra de Satanás” (Evangelismo, p. 102).

Portanto, faz bem saber diferenciar crítica de ensino, repreensão, correção e instrução. Jesus não critica, Suas palavras são lamentações e advertências. Havendo rejeição à repreensão (vs. 1-32), o resultado será destruição (vs. 33-39).

Desta forma, este sermão de Jesus serve de advertência a nós que vivemos a religião a verdadeira conversão. Temos de prestar atenção:

1. Cuidado em querer salvar outros sem que estejas salvo (v. 13);
2. Cuidado ao orar estando a explorar pessoas necessitadas (v. 14);
3. Cuidado em não perverter pessoas com o pretexto de convertê-las (v. 15);
4. Cuidado com aqueles que põem foco mais no material que no espiritual (vs. 16-22);
5. Cuidado com a formalidade religiosa ou a hipocrisia (vs. 23-24);
6. Cuidado com a religião que não transforma o coração (vs. 25-26);
7. Cuidado para não prezar pela beleza externa e ignorar a beleza interna (vs. 27-28);
8. Cuidado para não venerar pessoas do passado sem ser piedoso no presente (vs. 31-32).

O resultando da falta de cuidado trará um trágico resultado no dia do juízo (vs. 33-39). Aprendamos as lições que os Judeus não aprenderam.

Cuidado com religiosidade sem espiritualidade/ Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:


Mateus 22 Comentários: Stephen Bauer, Ph.D.


Mateus  22
 Stephen Bauer, Ph.D.

No capítulo 23, Mateus continua a relatar o conflito entre os líderes religiosos e Jesus, iniciado com a Sua entrada triunfal. Aqui, porém, o foco está sobre o tema do poder.

Jesus inicia dizendo aos escribas e fariseus que eles estavam errados ao colocar fardos espirituais pesados sobre as pessoas, enquanto eles próprios não praticavam as suas ordenanças. E nem sequer ajudavam aqueles a quem oprimiam a cumprir estas obrigações (vv 3-4). Esses líderes apreciavam ser reconhecidos como “Rabi”, ou “mestres”,  uma pessoa de autoridade (vv 6-7), e amavam o prestígio associado ao seu ofício (v 5).

Este tema, poder e prestígio, é reiterada nos oito “lamentos” [ou “ais” (ARA)] (vv 13-30) que Cristo pronunciou sobre os escribas e fariseus. Ele os acusa de exercerem o poder fechando o reino dos céus para as pessoas e de serem guias cegos (vs 13,16). Por outro lado, Jesus diz a seus seguidores que ninguém deveria chamar a outro de “pai”, “mestre” ou guia, nem deveriam assim se autodenominar. Pelo contrário, o maior entre eles deveria se tornar um servo dos demais (vs 8-11).

Cristo nunca pretendeu que a religião se tornasse uma ferramenta de poder pessoal. Mas como os fariseus e os escribas daqueles dias, muitos hoje ainda tentam utilizar de sua suposta autoridade divina em apoio de seus objetivos pessoais. Alguns líderes da igreja oprimem membros a eles submissos. Alguns pais ameaçam os filhos em nome de Deus, ocasionando que eles tenham uma relação negativa com Deus e com a Igreja.

Assim como a figueira, aqueles que usam a religião como um instrumento para promover e construir poder religioso ou pessoal tem a aparência de espiritualidade, mas não demonstram os frutos do serviço de auto-sacrifício e amor piedoso, como apresentados por Cristo. “O maior dentre vós será vosso servo.” (v. 11 ARA).

Stephen Bauer, Ph.D.

http://www.palavraeficaz.com/

domingo, 23 de novembro de 2014

Mateus 22 Comentários- Pr. Heber Toth Armí


Mateus 22
Pr. Heber Toth Armí

O segredo do sucesso na vida cristã é acreditar e agir confiando sempre em Cristo e Sua justiça. Muitos são os que confiam em si mesmos e em suas forças, vivendo a vida cristã permeada de fracassos e frustrações; consequentemente, muitos desistem, outros vão até o fim em suas forças para, então, perceber que, de nada valeu empenhar-se independentemente de Cristo.

1. Qualquer religião sem Cristo é uma religião sem futuro; Cristo, Suas doutrinas e Sua justiça devem pertencer de fato e de verdade a cada crente nEle. O crente em qualquer coisa que não seja Cristo está perdido e será condenado no grande dia do juízo. Agora, se você está em Cristo, não perca a festa: A maior festa do Universo (vs. 1-14).

2. Qualquer pessoa que dá ao governo o que é do governo e a Deus o que é de Deus reconhece que está no mundo, mas pertence ao reino de Deus. Quem não paga impostos corretamente e nem devolve Dízimos e ofertas ao Salvador, pertence ao reino das trevas; precisa converter-se (vs. 15-22).

3. Duvidar da ressurreição é desconfiar da Bíblia e descrer do supremo poder de Deus. Deus é Deus dos vivos, ninguém vai morto para o Céu. Só após a ressurreição, no dia da volta de Jesus, os salvos irão para o Céu. Crer que, ao morrer, o fiel vai direto ao Céu, significa ignorar a ressurreição; é preciso ouvir as repreensões de Jesus (vs. 23-33).

4. Tentar guardar mandamentos para ser salvo é tão pecado quanto dizer que os mandamentos de Deus caducaram e perderam a validade. Resumir os mandamentos em dois não significa cancelar nenhum dos dez. Quem ignora um dos dez mandamentos não guarda nem um dos dois grandes mandamentos da Lei; tal pessoa deve arrepender-se (vs. 34-40).

5. Desprezar os ensinos do Antigo Testamento significa retirar toda a base do cristianismo. Os maiores argumentos de Jesus sempre estiveram fundamentados firmemente nos Escritos dos profetas anteriores a Ele (vs. 41-45).

Contudo, diante de tantas verdades claras, os líderes judeus preferiram a sua forma corrupta de interpretar a Bíblia; assim, ainda hoje o método de Cristo interpretar não é tão comum; por isso, líderes e membros de muitas igrejas precisam destas orientações de Cristo./ Heber Toth Armí

Imagens do Google – editado por Palavra Eficaz
Curta e compartilhe:

 “Antes de buscar a ajuda dos homens busque a ajuda de Deus.”

Comentários bíblicos dos livros de Genesis a Malaquias  você encontra em:


Mateus 22 Comentários de Stephen Bauer, Ph.D.

Reavivados por Sua Palavra

Leitura Bíblica  - Mateus  22
Comentários  de  Stephen Bauer, Ph.D.

Mateus 22 inclui várias histórias dentro do tema do desafio ao qual Jesus está sendo submetido pelos líderes religiosos. Quero focar, entretanto, os versos 34-40. Como especialista em ética, me é muito interessante esta história do doutor da lei pedindo a Jesus que identifique o “maior mandamento da lei”. Por que fazer tal pergunta?

Quando o doutor (ou: intérprete, ARA; perito, NVI) da lei  se refere à “lei”, ele quase certamente estava se referindo à Torá, os cinco livros de Moisés. Na época de Cristo, os rabinos já há muito tempo haviam contado os mandamentos da Torá e haviam  encontrado 613 deles (incluindo os 10 mandamentos). Observar estas 613 leis havia se tornado o ponto focal para recuperar a bênção de Deus e evitar outro cativeiro como o babilônico. Esta questão, que envolvia forte vigilância interna e externa, no entanto, levava a um problema.

Se a pessoa não fosse um “doutor da lei” (ou seja, um estudioso da Bíblia), como poderia este inexperiente “homem comum” se lembrar de todos os 613 mandamentos? Seria um grande desafio para a grande maioria das pessoas manter o controle sobre mais de 600 regras. Mesmo que tivesse uma lista escrita, a pessoa média certamente esqueceria algumas. Assim, a pergunta lógica seria: que mandamento, ou mandamentos, seria o maior, o mais crítico e importante, que uma pessoa deveria ter cuidado para não esquecer? Os advogados estavam aparentemente debatendo este problema entre si. A pergunta feita a Jesus sugere que, a fim de ajudar as pessoas a resolver esta questão, os peritos da lei classificaram os mandamentos, alguns como mais importantes e outros como menos importantes, ou descartáveis. Assim, se a pessoa perdesse o controle de todos os 613 mandamentos, seria melhor esquecer um dos menores mandamentos, não um dos maiores.

Jesus responde apresentando uma visão holística e indivisível dos mandamentos de Deus, que contrastava radicalmente do senso comum. Há, de fato, apenas duas ideias centrais em todos estes mandamentos: Amar a Deus acima de tudo e amar o próximo. Todo o resto deriva destes dois. Portanto, o homem comum não precisa lembrar de 613 mandamentos. Ele só precisa de dois e com o pensamento santificado, ele pode descobrir as suas várias aplicações.

Podemos cair na tentação de organizar os mandamentos de Deus como mais ou menos importantes e assim não nos sentirmos responsáveis em certas situações.

Que, em lugar de procurar exceções às nossas responsabilidades ou inventarmos novas categorias de regulamentos para nós mesmos e para os outros, possamos descobrir o poder dos dois grandes mandamentos.

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul




http://www.palavraeficaz.com/

Receba em seu e-mail nossas mensagens

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

AddThis